A Namorada Do Papai
13 Capítulo 13
Notas iniciais
Eu aqui postando mais um capítulo novinho, atrasado eu sei, desculpem.
Esse não foi betado, não ia dar tempo e eu queria postar logo, terminei o capítulo agora então ignorem os erros, ok.
Até a nota final.
Boa leitura!!
Capítulo 12
- Como assim o Jasper sumiu? Ele não quer mais casar comigo? – Alice choramingou, linda em seu vestido.
Capítulo 13
Olhei para Edward e ele sorriu.
- Diz logo onde ele está, por favor – murmurei.
Alice estava desesperada, procurando-o por todos os lados.
- Não vai ser preciso – ele sorriu e apontou para o céu.
Um helicóptero rodeava a ilha, assim como eu todos olhavam para o céu, com o sol em nossos rostos o helicóptero pairou sob o céu. Do mesmo uma pessoa saltou, era uma altitude considerada alta demais – para mim.
- Olhem, é o Jazz! – apontei sorrindo
Alice boquiaberta sorriu animada.
- Ele é louco – Rose comentou.
No momento seguinte Jazz abriu seu pára-quedas e desceu mais lentamente.
- Sabia de tudo isso? – fitei um Edward sorridente que ainda olhava para o céu.
- Sim... na verdade a ideia foi minha e do Emm – sorriu.
- Fantástico!
- Ele sim chegou em grande estilo – comentou um garoto, não me lembro muito bem seu nome, era Alec, ou algo parecido.
Alice ainda saltitante e inquieta não piscava, enquanto Jazz se aproximava ainda mais de nós.
Edward me conduziu até o altar, onde eu ficaria ao lado dele. Como padrinhos do casal, eu e ele, Rose e Emmett de um lado, Carmen e Eleazar e Jane e o tal de Alec do outro.
Jasper chegou ao chão, aplaudido por todos. Dois homens, o ajudaram com o pára-quedas e depois sorrindo ele seguiu até Alice com um buque de rosas vermelhas. Ela sorriu o abraçando e depois o beijou.
Que lindo! Limpei minhas lágrimas! Por que eu tinha que chorar por tudo?
Ao contrário de um casamento normal, os noivos entraram juntos e em seguida a cerimônia começou.
Edward sorriu para mim e depois o juiz de paz começou seu discurso.
-... Se há alguém contra essa união matrimonial que se manifeste – pronunciou o juiz de paz.
- EU... – Ouvimos a voz de Emmett gritando. Olhamos boquiabertos para eles, todos os convidados em um uníssono de “Ohh”
- Calma pessoal, só estava brincando – ele gargalhou. Alice o fuzilou com o olhar e depois voltou a olhar para frente.
Vi Rose beliscar Emmett.
Qual era o problema dele?
A cerimônia prosseguiu. Minha mãe tinha até ficado pálida.
- As alianças! – Juiz pronunciou.
Jazz e Alice sorriram para Edward.
- O que? – ele perguntou.
- Edward... as alianças – sussurrei.
- Oh... claro – sorriu. Colocou a mão no bolso, fez uma careta.
- O que foi?
- Ah... está aqui – Edward entregou as alianças.
Que susto!
- Agora repita comigo: Eu, Jasper Swan. Prometo amá-la e respeitá-la, na alegria e na tristeza, na saúde e doença, na riqueza e na pobreza até o dia de nossas mortes.
Jazz repetiu tudo olhando nos olhos da fadinha, com um imenso sorriso.
Alice repetiu as mesmas palavras, sua voz embargada.
- Eu aceito – disse Jazz.
- Eu aceito.
- Pode beijar a noiva – o juiz sorriu.
Um beijo singelo e apaixonado seguiu.
Os noivos foram aplaudidos. Edward me beijou repentinamente, retribui ainda sorrindo.
Uma música desconhecida começou a ser tocada enquanto os noivos felizes abriam caminho.
Uma enorme fila se formou, todos querendo desejar aos noivos felicidades.
Renée veio para o meu lado, secando as lágrimas.
- Meu... bebê... casou.
Eu e Edward rimos.
Charlie tentava ser durão, mas qualquer pessoa via que ele estava emocionado.
- É melhor você acostumar Renée – Edward sorriu me abraçando. – Em breve pode ser a sua garota naquele altar.
Meu coração disparou.
Olhei para Edward surpresa. Ele deu de ombros e depois sorriu.
Eu, Edward, casamento... soei frio só de imaginar.
Enfim chegou nossa vez aos cumprimentos. Abracei meu irmão.
- Jazz, desejo que você seja muito, muito, muito feliz. Você merece tudo isso... vou sentir sua falta – sorri.
Jazz sorriu e me deu um beijo molhado na bochecha, aquele que tanto odeio. Dessa vez eu apenas sorri.
Abracei Alice desejando-lhe o mesmo que desejei a Jasper.
E bem... que venha a festa.
Havia muitos desconhecidos ali, pouco me importei, pois Edward sempre sussurrava os nomes deles para mim quando alguém vinha falar comigo.
Estava sentindo falta de alguém, falta de insinuações, piadinhas e ameaças. O quer que Edward tenha feito a ela, tinha dado certo. Se eu soubesse que mexer com Jacob era a mesma coisa que pisar no calo da pirralha eu tinha feito isso há muito tempo, em pensar que já ajudei nessa relação ridícula.
Estalei a língua, indignada comigo mesma.
- O que disse, amor? – Edward perguntou.
- Nada – sorri. Será que pensei alto demais?
A tal de Jane não tirava os olhos do Edward... era amiga da Alice, mas eu tinha percebido seus olhares em direção a ele desde que chegara aqui e agora ela conversava com ele, toda se insinuando.
Suspirei, para ver se ela se tocava. Remexi a boca inquieta, estralei os dedos e Edward ainda continuava todo sorridente para o lado dela.
Fala sério! Quem ela pensava que era para ficar olhando para ele?
Dei um beliscão em Edward.
- Ai – esfregou o braço. – Por que fez isso? – apesar da dor sorriu.
- Por nada, amor... sei que você adora apanhar – murmurei com uma voz sexy.
Edward sorriu pervertido.
Olhei para Jane e dei um sorriso – forçado. Sim, a idiota não se tocou.
Jane voltou a chamar atenção de Edward, com um assunto de quando eram pequenos.
Cara, garota irritante que não se toca.
Abracei Edward e deixei minha mão escorregar para sua bunda, olhei para trás rapidamente e em seguida apertei.
Até que era gostosinho!
Nota mental: Apertar a bunda de Edward mais vezes por dia.
Edward deu um pulo repentino. Ele olhou para mim, um tanto vermelho.
Sorri grande.
Jane olhou-nos confusa. Eu ia mesmo ter que apelar para o beijo?
Jane sorriu para mim. Por que ela estava sorrindo para mim? Sério que ela fez isso? Alguém precisa de um chá de semancol.
Passei apenas um dos meus braços no pescoço de Edward e mordi o lóbulo de sua orelha, depois desci para seu pescoço depositando vários beijos no mesmo. Edward sorriu, certamente sentindo cócegas quando soprei sua pele.
- Amor, você está muito sexy assim, eu sou capaz de fazer amor com você aqui mesmo – sussurrei deixando a palavra AMOR sair um pouco mais alta.
Edward engoliu em seco. Segurou a minha mão.
- Olha só quem acabou de chegar... vou lá falar com ele – Edward apontou para um qualquer na festa.
Jane – não se manca – sorriu.
- Tudo bem, depois continuamos – sorriu.
Continuamos?
Ergui as duas sobrancelhas para ela e sorri, dando um tchauzinho.
Edward me puxou para o sentindo contrário do salão de festa, sentido a casa.
Parei o impedindo.
- O que? Vem, não tem ninguém lá em cima – murmurou e depois me beijou.
- Não vamos lá para cima.
- Quer mesmo fazer amor aqui? – sorriu.
- Não... não quero fazer amor... agora.
- Mas você disse...
- Aquela garota não se toca mesmo, hein? Safada... ela estava praticamente te comendo com os olhos, olhando para o seu corpo, sua boca, sua bunda, olhando para tudo o que é meu... descarada, merece uma surra. Vou deixar aquele rostinho dela bem bonitinho com um belo soco... toda se insinuando, sorrindo... e você? Seu cara de pau, safado você estava gostando – apontei o dedo.
Edward apenas ria de braços cruzados.
- Está falando da Jane?
- É, aquela recalcada que se acha gostosa – expliquei. Ele continuava rindo. Qual era a graça? Eu sempre perdia a piada.
- Está com ciúmes, meu amor – ele gargalhou, não era uma pergunta e sim uma convicção, estava tão assim na cara?
Dei um tapa em seu braço.
- Pare de rir – apontei. – E não... não estou com ciúmes- — cruzei os braços emburrada.
- Você fica tão linda quando está com ciúmes!
- Não é ciúmes... só cuido do que é meu. – Expliquei... ta legal era ciúmes sim, mas não ia admitir. Segredo aqui entre nós.
- Uhum! – ele assentiu e depois me abraçou. – Não se preocupa não, minha linda. Sou homem de uma mulher só e eu escolhi você – deu um beijo no meu nariz.
- Se ela chegar perto... não sei o que eu sou capaz de fazer.
Edward sorriu.
- Você está sóbria, Bella?
- Sim, mas não por muito tempo – sorri e o puxei para dentro do salão.
No meio do caminho peguei uma taxa com champagne, garganta estava seca.
Chegamos à mesa, onde nossos familiares estavam reunidos, todos eles.
Alice e Jazz estavam muito ocupados, dando atenção para muitas pessoas para estarem ali conosco.
-... A cerimônia foi realmente muito linda – Esme comentou com Renée, algum assunto que eu não entendia, por ter chegado ao meio da conversa.
- Aconteceu algo Bells, parece nervosa – Rose comentou.
- Ela está com ciúmes da Jane – Edward se gabou. Idiota.
Olhei para ele boquiaberta. Rose estava rindo.
- Ih, pior que essa ai não tem boa fama não – Rose balançou a cabeça negativamente bebericando o champagne. – Adora homem comprometido.
Fuzilei Edward com os olhos. Ele levantou os braços como se tivesse rendido – quis dizer: Não tenho culpa.
- Desculpa se eu sou tão gostoso – deu de ombros.
Convencido, descarado... gostoso!
Essa eu não respondi, ele podia se achar gostoso, por que sim, ele era.
Emmett se dobrava de tanto rir de Edward. Homens!
- Ah... Emm por que assustou todo mundo daquela forma na hora da cerimônia? – minha mãe perguntou e todos pararam para ouvir.
- Ah, sei lá... tudo bem, eu era apaixonado pelo Jazz – fez uma voz chorosa teatral.
Estava na cara que ele estava brincando, mas Renée olhou para ele boquiaberta.
- Oh meu Deus... Emmett por que escondeu esse sentimento?
Ah não! Por que ela é tão inocente?
Todos riram, incluindo eu.
- Pare de zoar a minha mãe, Emm! – a defendi. – Ele está blefando, mamãe – expliquei.
Ela assentiu. A pobrezinha já estava toda ressentida pelos sentimentos de Emm.
Uma música preencheu o salão, algo lento e romântico.
Olhei em direção a pista de dança e logo percebi que o DJ era bem conhecido.
Renesmee que conversava civilizadamente com algum parente se aproximou de nossa mesa, puxou uma cadeira e sentou-se emburrada.
É, os problemas dela eram mesmo psicológicos. Conclui e peguei-me fitando a garota, desviei o olhar rapidamente quando ela olhou para mim também...
Apesar de tudo... eu realmente sentia a falta dela. Falta da minha Nessie, não da pessoa horrível que se tornou, mas da garota doce e carinhosa que me fazia sorrir.
Um toque alto e curto de celular fez-me sobressaltar da cadeira.
Era o celular de Edward, mais uma mensagem.
Um tremendo frio percorreu minha espinha, repentinamente senti-me soar frio e ficar muito ansiosa.
Olhei em seus olhos. Edward não iria checar a mensagem, mas ao olhar para mim, viu que eu suplicava.
Edward tirou lentamente o celular do bolso e ao invés de ler a mensagem me entregou o celular. No visor marcava duas mensagens de numero desconhecido.
Suspirei e então apertei o botão do meio.
“Senti tanto a sua falta, querido. Não vejo à hora de revê-lo e poder abraçá-lo e beijá-lo. Não conte a nossa pequena que estou a caminho, pois quero lhe fazer surpresa”
Engoli em seco e tirei coragem não sei de onde para ler a próxima.
“Vou poder lhe contar o que realmente aconteceu, agora me lembro de tudo. Sinto muito a sua falta. Até breve. Eu te amo.” Rachel Cullen.
Joguei o celular no colo de Edward e levantei apressadamente.
Não sabia muito bem para aonde eu queria ir, para aonde eu pudesse fugir. Eu não iria mais chorar na frente de todos, não iria mais ter medo.
Talvez, o banheiro fosse um bom refúgio.
Andei apressadamente, não queria que Edward viesse atrás de mim. Mas esse pensamento foi inútil.
- Bella espere – ouvi sua voz longe.
Bella espere! Bella pare! Bella, por favor! Bella eu te amo... cansei dessas palavras repetidas, eu as ouvia todos os dias.
Enfim cheguei ao corredor, mas braços me prenderam contra a parede.
- Por favor, pare – sussurrou ofegante.
- Me solte! – tentei empurrar seus braços que formavam uma cela um volta do meu corpo, mas foi em vão, não mexeu sequer um centímetro. – Me deixe em paz, me solte Edward.
- O que? Agora você vai dizer que a culpa é minha?
- A culpa sempre foi sua, é toda sua... sempre me faz chorar, sentir medo, insegurança, sofro todos os dias... odeio o dia que te conheci, odeio essa paixão idiota, odeio esse amor, odeio seus beijos... odeio tudo em você – choraminguei.
Edward ficou em silencio, apenas me ouvindo.
- Por que ela não nos deixa em paz? Meu Deus, por que eu não posso passar sequer um dia sem ter que chorar por sua culpa? Eu cansei, de verdade... eu cansei...
Edward me beijou, impedindo que eu continuasse. O empurrei em seguida.
- Nada disso, nenhuma mensagem, nenhuma palavra do que ela diz significa algo para mim... você sabe por que? Por que eu amo você Isabella, quantas vezes eu tenho que repetir?
- Não é a quantidade que se conta e sim a sinceridade... você poderia dizer uma vez só na vida que me ama, se fosse de coração e realmente verdadeiro eu ficaria feliz pelo resto de minha existência... agora dizê-las todos os dias sem serem realmente verdadeiras não muda em nada.
Vi dor passar nos olhos de Edward. De repente o verde esmeralda tornou-se negro. Seus braços afrouxaram ao meu lado e caíram em seu corpo. Ele se afastou e colocou as mãos entre o rosto.
Continue paralisada, olhando para ele. Fugir agora já não me interessava.
Edward recostou-se na outra parede. Ele mordia os lábios e assentia sem parar, como se respondesse algo a si mesmo. Suas mãos foram para seus cabelos passando por eles os bagunçando ainda mais.
Sua mão foi para o bolso freneticamente e em seguida seu celular foi para o chão, ouvi um barulho de algo sendo esmagado quando Edward pisava com violência destruindo o aparelho o deixando em cacos. Parecia estar em um acesso de fúria. Mesmo com o aparelho aparentemente destruído aos seus pés e continuava a esmagar. Murmurava algo desconexo e ofegava.
- Edward, pare – murmurei.
Mas foi inútil meu murmúrio, ele não parou.
- Edward, por favor, pare – disse com a voz baixa, um pouco mais audível que da outra vez e tentei me aproximar.
Ele não seria capaz de me machucar, claro que não seria.
- Pare... Edward pare – segurei seus braços e o empurrei para a parede como fizera comigo anteriormente.
Edward parou, ofegante e corpo tremulo ele olhou em meus olhos.
- Sou um idiota... um idiota... – repetia freneticamente, ofegante.
- Edward pare, fica calmo.
- Você tem razão, sempre teve... eu não mereço você, nunca mereci... me desculpe por tudo, me desculpe – dizia desesperado.
Sequei suas lágrimas que saiam sem restrição.
- Não diz isso... por favor, você precisa ficar mais calmo.
- Eu só queria que você acreditasse, mas não consigo fazer isso, a única coisa que faço é te magoar...
- Shhh – coloquei um dedo em seus lábios.
Edward parou de falar, respirou mais calmamente. Coloquei minha testa na sua e olhei em seus olhos. Segurei suas mãos nas minhas para dizer que eu estava ali com ele.
Encostei meus lábios ao seu sentindo a textura de seus lábios macios. Um selinho. Mas algo percorreu meu corpo, uma mistura de ódio e amor, muito amor. Mordi seu lábio inferior e depois o suguei com força, aquele era o ódio, mas o amor veio em seguida me fazendo perder os sentidos. Forcei Edward abrir os lábios invadindo sua boca com a minha língua, ávida de desejo, louca para começar uma batalha com a sua. Minha mão foi diretamente para os seus cabelos se enterrando ali e o puxando ao mesmo tempo. Edward retribuiu meu beijo, e começamos uma batalha maravilhosa.
Edward mordeu meus lábios com força, eu gemi, não de dor, de prazer. Ele mantinha as mãos presas em minha cintura, apertando, passeando pelas minhas costas. Mas o meu desejo falava mais alto, eu não queria apenas um beijo, eu o queria por inteiro, queria senti-lo dentro de mim, queria que ele me fizesse gritar de prazer.
Com a minha outra mão livre eu contornei seu pescoço, descendo pelo tórax e enfim cheguei ao seu membro. Apertei fracamente e ele gemeu ainda em meus lábios. Com muita dificuldade, enquanto agora se concentrava em meu pescoço eu desafivelei seu cinto, desci o zíper de sua calça social e enfim serpentei minha mãe por dentro da calça e boxer. Edward gemeu apertando minha bunda. Senti instantaneamente seu pau crescendo em minha mão, extremamente duro e grande. Fiz um movimento vai e vem em sua base, masturbando-o lentamente. Edward gemeu alto, mordendo meu pescoço e sugando em seguida. Continue com os movimentos, agora espalhando por sua extensão o pré-gozo que se concentrava em sua cabeça.
- Porra... vou gozar – Edward gemeu em meu busto.
A situação foi revertida quando menos esperei, minhas costas bateu contra a parede e Edward tomou o controle agora. Minha mão foi repentinamente tirada de dentro de sua calça impedindo-me de continuar. Edward serpenteou as mãos para dentro do meu vestido, subindo pela minha coxa e apertando, a outra em um dos meus seios, mesmo coberto pelo vestido. Seus lábios voltaram para os meus, mas suas mãos ainda trabalhavam em minha coxa quando senti minha calcinha sendo afastada e dois dedos me penetrarem.
- Edwaaard... – gemi em seus lábios.
- Tão molhadinha... tudo isso só para mim, Bella? – murmurou.
Assenti freneticamente, eu já nem tinha mais noção de onde estava, se o chão estava mesmo sob os meus pés... minhas pernas estavam tão fracas, parecia que ia cair a qualquer momento.
Edward movimentou os dedos em um vai e vem matador, lento, mais ainda sim não deixava de ser gostoso.
- Oh Deus – gemi em seu pescoço – Não pare!
Edward sorriu e começou a acariciar meu clitóris com o polegar em círculos.
Eu gemia sem parar em seu pescoço, era impossível ficar em silencio estando tão perto do ápice. Movi meu corpo contra seus dedos, causando uma maravilhosa fricção, não agüentaria por muito mais tempo.
Mas ele parou. O fuzilei com os olhos, já ia começar a protestar quando vi que uma de suas mãos levantou minha perna e colocou em volta de sua cintura deixando-me agora mais exposta para ele. Edward afastou sua boxer, seu pau extremamente duro já não cabia na mesma...
Ouvimos passos e risadas próximas. Sem esperar por mais Edward me colocou no chão, o peguei pela gravata e o arrastei para o lugar mais próximo.
Batemos a porta quando entramos, rimos um tanto nervosos com a situação. Só depois percebi que estávamos no banheiro masculino, e bem, estava vazio.
Tranquei a porta de entrada, sim eu interditei o banheiro e voltei a beijar Edward no mesmo momento.
Senti meu corpo sendo erguido do chão, minhas pernas cercaram a cintura de Edward e o mesmo me colocou sentada sobre a pia do banheiro.
Baguncei o nó de sua gravata, desabotoei os botões de sua camisa deixando parte de seu peito nu. Voltei a beijar seu pescoço enquanto ele tentava tirar a minha calcinha de qualquer maneira... eu sorri de seu desespero. Voltei a cariciar seu pau e ele gemeu contrariado. Um pouco de força e então algo se rasgou. Edward ergueu o pano de renda azul bebê como premio o restante de minha calcinha, por sinal, encharcada.
Edward salivou quando esfreguei minhas pernas uma a outra, mostrando toda a minha excitação.
Sua calça foi para o chão junto com a boxer, seu membro agora livre. Edward puxou meu corpo para frente de encontro ao seu e senti seu pau me invadindo com tudo.
Gememos alto, juntos.
Suas primeiras estocadas foram lentas, sempre olhando em meus olhos. Movimentei meu corpo também, o sentindo por inteiro.
- Meu Deus... tão apertadinha – gemeu fechando os olhos e mordendo o lábio inferior.
Posicionei meu pescoço entre o vão do seu, arranhando as suas costas senti quando as estocadas aumentaram, rápidas e prazerosas.
- Isso... eu quero forte, amor – pedi em um gemido.
Edward rosnou e sua próxima estocada veio mais forte do que estava acostumada, e foi tão bom senti-lo assim.
Rápido e forte, era daquele ritmo que eu gostava.
Edward segurou em minha cintura me mantendo parada, mas era impossível, com sua força e velocidade meu corpo quicava e ia de encontro ao seu causando um maravilhoso choque de corpos.
- Porra... hum... eu vou gozar – ele gemeu aumentando o ritmo.
Tombei minha cabeça para trás sentindo que eu estava perto.
- Edward... eu não agüento mais... vem comigo... Edwaaaaard – gritei seu nome quando espasmos incríveis percorreram por todo meu corpo me fazendo ter um orgasmo incrível.
Edward veio segundos depois de mim, todo seu líquido me invadindo.
Senti meu corpo mole recostando em Edward que se mantinha em pé com dificuldade também. Ofegantes demais para falarmos eu apenas o abracei, deixando nossos corpos suados terem o contato que mereciam.
- Você é tão gostosa – sussurrou em meu ouvido.
Eu sorri ainda de olhos fechados.
- Bella... – Edward chamou, sua voz ainda rouca pelo prazer. Afastou nossos corpos do abraço, olhou em meus olhos. – Eu realmente te amo – sussurrou. – Seu que é difícil acreditar...
Calei seus lábios com o meu novamente.
- Shhh! Não vamos falar sobre isso agora – murmurei e coloquei a mão em seu rosto quente.
Ele beijou minha mão sorrindo. Em seguida saiu de mim, ambos reclamamos pela distancia.
- Pronta para outra? – perguntou minutos depois, quando já tínhamos recuperado o fôlego.
- Claro, mas eu acho que sei lá, alguém pode estar querendo usar o banheiro, ou talvez chamem Emmett para abrir a porta – sorri.
Edward bateu na testa sorridente.
Vestiu sua calça e depois me ajudou a descer.
- Você é linda!– murmurou enquanto me abraçava.
- Eu sei, já me disseram isso – ri descaradamente ajeitando o meu vestido e tentando dar um jeito no cabelo.
Nossas roupas estavam um pouco amassadas, nossos cabelos disfarçados, mas estávamos apresentáveis.
- Pronta – perguntou refazendo o nó da gravata.
- Sim – sorri.
- Essa foi a melhor rapidinha da minha vida – comentou.
- Fala sério!
Ia girar a chave quando Edward me impediu. Beijou-me por um longo tempo, com direto a pegadas em lugares estratégicos, mas o impedi, ou não iríamos sair daquele banheiro.
Girei a chave ainda sorrindo e tomei o maior susto de toda a minha vida quando abri a porta.
Uma dúzia de homens estava do lado de fora, todos de ouvidos grudados na porta e arregalaram os olhos ao ver Edward e eu sairmos do banheiro.
Corei violentamente. Certeza que eu estava roxa de vergonha, se tivesse um buraco eu me jogava.
Edward me abraçou protetor quando as piadinhas e insinuações começaram.
Meio corredor depois gargalhamos como duas crianças.
- Hei, espere um pouco – segurei suas mãos quando paramos. – Se eu te pedisse algo você faria? Faria por mim, Edward?
- Sim... o que você quiser, amor.
- Você promete? – olhou fixamente em seus olhos.
- Eu prometo. – Disse verdadeiramente, seus olhos também fixos aos meus.
- Eu... eu quero que conte a todos sobre a Rachel. Essa é uma forma de demonstrar que realmente me ama. Acaba logo com isso, com o fantasma dela, contar verdade a todos é a única forma de se livrar dessa culpa.
Edward fitou-me, engoliu em seco e depois de um tempo, não sei se longo ou curto, pois eu ansiava muito por sua resposta para prestar atenção ao tempo.
- Ok – respondeu em alto e bom som. – Eu deveria ter feito isso desde o começo só não encontrei coragem, eu tinha medo que todos me julgassem, mas eu sei que agora eu tenho você e eu te amo, vou até o fim do mundo para provar-lhe isso.
- Não precisa provar... eu sempre soube. Você só precisava de um empurrãozinho – sorri o abraçando.
- Obrigada, Bella – beijou meu cabelo.
- De nada! Mas, está agradecendo pelo que exatamente?
- Por tudo... obrigada por deixar-me fazer parte da sua vida.
- Own... seu lindo! – o beijei. – Vem, vamos voltar.
Edward sorriu e caminhamos até a mesa, aliás, parecia que perdemos metade da festa, estranho.
- Ah, só para saber... você quer que eu conte sobre a Rachel agora? – coçou a cabeça.
- Não, não vamos estragar a festa de ninguém, ok?
- Certo – suspirou. – Quando então? – parecia ansioso.
- Quando estiver pronto, querido. – sorri. – Vamos.
Chegamos a mesa, Edward puxou uma cadeira para que eu me sentasse.
Emmett nos olhava estranho, com um sorriso malicioso.
- Não entendi nada... Bella lê a mensagem depois sai correndo, Edward vai atrás dela e então eles voltam sorridentes – Rose comentou. – Em que merda de relação vocês vivem?
- Vivemos uma relação... saudável, não é amor? – Edward piscou para mim.
- É sim – respondi mordiscando um tipo de salgado, muito refinado por sinal. De repente uma fome.
Rose sorriu sacana para mim, mas não fez nenhum comentário, Renée estava na mesa, ao lado de Charlie... melhor eles nem desconfiarem de nada.
Será que um dia a minha relação sexual com Edward deixaria de ser piada?
Pigarreei.
- Por que está todo mundo olhando? – murmurei só para Edward ouvir.
Ele sorriu em resposta, balançando a cabeça negativamente.
Alguém cava um buraco para mim. Tampei o rosto com as mãos.
Vi Renée e Esme deixarem a mesa junto com Charlie e Rose e Emmett gargalharam alto olhando para nós.
- Sério, vocês têm que ser mais discretos e trancar porta principal do banheiro não foi uma boa ideia controlar meu nervosismo. Ficamos em silia isso para mim? — Rose comentou em meio uma crise de riso.
Edward riu baixinho enquanto eu morria de vergonha.
- Isso... eu quero forte, amor – Emmett imitou a minha voz... filho de uma...
- Cala a boca seu puto – Edward falou sério depois caiu na risada, e eu ainda continuava com as mãos no rosto.
- Vocês não vão esquecer isso, não é? – murmurei.
- Não mesmo – Emmett afirmou.
- Ok. Com licença, amor. Tenho planos de me embebedar hoje, só bêbada para agüentar isso — comentei me levantando.
- Não, espere! O que você quer beber? Eu pego para você.
- Algo bem forte — sorri minimamente.
- Ok. – deu de ombros e levantou. – E vocês – apontou para Emm e Rose. – Parem – ameaçou. – Estou falando sério.
- Ok – Rose deu de ombros. – Mas foi engraçado.
- Vou com o Edward – Emm anunciou. Agora só havia eu e Rose na mesa.
Enchi minha boca de comida, para não falar besteira.
- Acho melhor você desfazer essa trança no cabelo... seu pescoço ficou bem marcado – agora ela falava sério, se levantou para me ajudar. Colocou-se atrás de mim e seus dedos ágeis já desmanchavam a trança. – Com ele solto fica mais fácil de esconder.
- Valeu – respondi penteando meus cabelos com os dedos.
- Não fique tão envergonhada, eu e Emm já passamos por isso também, é normal Bella, na verdade essas pessoas que não param de olhar – Rose olhou para trás – caramba são muitas pessoas – comentou. – Elas estão com inveja, nada melhor que uma rapidinha no banheiro publico, adrenalina total – sorriu.
- Podemos esquecer isso?
- Não, na verdade... ninguém vai esquecer isso – ela sorriu.
- Vou ser sempre a louca do cabelo verde que transou no banheiro?
- Vai.
- Ah, fala sério... foi só uma rapidinha. E nós íamos fazer isso no corredor – sussurrei. Sempre falava mais que a boca.
Rose sorriu e depois se sentou. Edward e Emm voltaram.
Peguei a bebida de sua mão e beberiquei. Era um Dry Martini, nunca tinha experimentando, na verdade não muito diferente do convencional, a diferença era um zest de limão (raspinhas da casca de limão), azeitona e gelo.
- Ei, esse também é meu – murmurei para Edward que começa a bebericar outro drinque, saquê.
- Mas você nem bebeu esse ainda – reclamou.
- Amor, está todo mundo olhando para mim e cochichando, acha mesmo que vou ficar sóbria e agüentar tudo isso?
- Ok – ele riu.
Vi Renesmee se aproximar ameaçadoramente, tudo bem, ela só estava com um copo de vinho tinto na mão, mas aquilo era uma arma ao meu ver.
Brian permanecia inquieto no colo dela enquanto ela caminhava sobre o salto de quinze centímetros sem muito equilíbrio. Em seu encalço estava Seth na qual ela fazia questão de ignorar.
Há algum tempo eu analisava a situação, Seth não desistiria tão fácil.
Renesmee chegou até nossa mesa, colocou Brian em uma cadeira e olhou – não exatamente nos olhos – de Seth.
Seth sorriu inocente e eu fingi não estar prestando atenção em ambos.
- Escuta aqui garoto, você não tem chances comigo por vários motivos, desencana.
Seth continuou sorrindo e cruzou os braços.
- Me diga então os motivos e eu te deixarei em paz – Seth desafiou.
- Ok. Primeiro: eu tenho um namorado – Renesmee começou, ergueu um dedo indicando que era o primeiro motivo. Peguei Brian que chorava irritado, com o barulho, talvez, e o coloquei em meu colo. O pequeno se aquietou, enquanto eu me virava para ouvir a conversa dos dois, não muito longe da mesa.
- Segundo: Você é chato, grudento e eu não gosto nem um pouco de você. – Engoli em seco. Não ia me intrometer, Seth já era bem grandinho, lhe avisei que não valia a pena.
- Terceiro: Você é um Swan... é feio e pobre.
Levantei no meu salto. Garota fútil, miserável, ridícula.
- Escuta aqui garota – falei em suas costas. Vi Seth colocar a mão entre o rosto, e Renesmee se virou e suspirou. – Ele é sim um Swan, e com muito orgulho, isso eu garanto. E é pobre também, mas isso não te dá o direito de sair falando assim com ele. É pobre, mas tem caráter, você deveria se envergonhar e ser igual a ele, um pobre digno... E feio? Fala sério, vai ao oftalmologista, precisa de um óculos com o grau bem forte. Não sabe conversar com ninguém sem magoá-la ou agredi-la verbalmente?
- Por que você está se doendo pelo garoto? Acho que ele já é bem grandinho para...
- Seth é uma pessoa muito boa, e ele é da minha família e eu protejo a minha família.
Seth e Brian assistiam tudo sem dizer uma palavra. Brian porque não entendia e Seth por estar surpreso.
- O que está acontecendo? Não diz que estão... ah, por favor, não... – Edward chegou e percebeu o clima tenso.
- Não é nada, amor – sorri para ele e o beijei rapidamente.
- Renesmee?
- É... não é nada. Com licença.
A pirralha saiu ainda me olhando.
Edward olhou para mim e depois para Seth.
- Seth?
- O que?
- O que está acontecendo?
- Nada, Edward. Não foi nada.
Seth sorriu para mim, sussurrou um “valeu” e foi para perto de Sue e tio Harry.
- Sobre o que estavam discutindo desta vez? É só eu sair e...
- Relaxa, Edward. Eu já resolvi tudo mesmo – dei de ombros.
Edward assentiu emburrado, dei um beijo na bochecha dele e Brian gargalhou com barulho estalado de meus lábios contra a bochecha de Edward.
- Você também quer um beijo, meu lindo? — perguntei com uma voz fininha infantil.
— Não – Brian balançou a cabeça sorrindo.
Edward gargalhou.
- Brian, você ama o tio Edward?
- Não – repetiu.
Edward o olhou boquiaberto.
- Você ama a tia Bella?
- Não.
- Você é lindo?
- Não.
Gargalhei. Ele só sabia dizer “não” agora que aprendeu a palavra.
- Claro que é. Você é muito, muito lindo.
Brian olhou-me com seus olhinhos verdes, esfregou as mãozinhas no mesmo. Deveria estar com sono, mas ainda era cedo para ele dormir.
- Você gosta muito de criança, não é? – Edward perguntou depois de um minuto.
- Gosto... e do jeito que elas são feitas também – murmurei essa ultima parte. Edward engasgou.
- Vovó – Brian apontou para Esme do outro lado do salão.
- Vou levá-lo para a sua mãe – levantei e levei e Brian.
- Ele parece com sono – ela comentou.
- Deve estar mesmo... – enquanto conversava com Esme acho que bebi bastante, quero dizer, eu não sei por quanto tempo eu estivera ali conversando, só sei que quando meu copo estava vazio eu olhava para ele e estava cheio novamente, e Emmett sorria todas às vezes.
Sentia-me um pouco tonta, mas era até uma sensação boa. Não estava totalmente embriagada, talvez só um pouquinho, mas eu queria mesmo era dançar... não cantar... cantar e dançar.
Sorri quando tive uma brilhante ideia. Brilhante para mim é claro.
- Hei, eu me lembro de você – disse para o DJ.
Eu lembrava dele sim, mas não sabia de onde.
- Também me lembro de você... Isabella?
- OHH YEAHHH, ELE LEMBRA DE MIM – apontei para ele.
Algumas pessoas próximas de nós me olharam. Pensei que não tivesse falado alto bastante para aqueles curiosos ouvirem.
O DJ riu de mim.
- E você é o... – forcei os olhos e coloquei um dedo entre os lábios, como se forçar os olhos ajudasse em algo.
- Garrett – murmurou ainda sorrindo.
- ISSO! O gostoso do Volturi’s Bar.
Garrett riu.
- Acho que o Edward vai ficar bem bravo se souber que está me chamando de gostoso.
- Edward
- Seu namorado.
- Seu namorado – repeti rindo alto.
- Não... seu namorado.
- Você namora um cara chamado Edward também? Pensei que fosse homem... mas nada contra os gays...
- Não, não – o homem balançou os braços a minha frente. Aquela atitude só me deixou mais tonta. Idiota. – Eu não sou gay... o seu namorado se chama Edward. – No momento em que disse a palavra seu, apontou para mim.
- Ahh – gargalhei, tive que me apoiar em sua bancada. – Por que não disse antes?
Garrett balançou a cabeça.
- Você está bêbada... parece meio tonta, é melhor se sentar um pouco.
- Não to bêbada não – menti. Garrett olhou para mim, como se o que eu tivesse dito fosse um absurdo. – Ta legal, eu to... um pouquinho.
- Vou chamar o Edward para te ajudar.
- NÃO – gritei. – Na verdade... eu quero um favor.
- Por mais que você seja muito gostosa e tenha namorado e esteja bêbada eu não vou te beijar.
Gargalhei com essa hipótese.
- Não é um beijo que eu quero... eu quero uma música.
- Ah.
- E tem mais uma coisa... quero que dedique-a para uma pessoa.
- Tudo bem, me diz o nome da música e da pessoa.
Passei-lhe as informações e ele disse que seria a próxima música.
- Obrigada, Garrett.
- Não foi nada – sorriu enquanto me via caminhar com dificuldade no salto.
- A propósito... vamos marcar um dia para sair... entre casais, é claro. Eu e meu Edward, você e seu Edward.
Garrett suspirou.
Dei uma risadinha. Ele que disse que namorava um Edward, posso fazer nada.
Caminhei pelo imenso salão com dificuldade, era meio difícil estar em cima de um salto agulha de quinze centímetros e não cair.
- Bella – um guarda-roupa pulou em minha frente. Olhei para cima. – Vem, Alice quer tirar foto conosco já que somos os padrinhos. – Emmett disse já pegando minha mão na sua.
- Tire a mão da minha mulher – Edward bateu na mão de Emm e depois sorriu. Emm mostrou o dedo do meio discretamente.
- Vamos tirar foto com a Alice e o Jazz, depois eu quero te mostrar uma coisa que eu sei fazer com o meu corpo – sussurrei em seu ouvido.
- O que? – rapidamente envolveu seus braços em minha cintura.
- Segredo – desvencilhei-me de seus braços e olhei para ele sorrindo enquanto andava até Alice e o restante do pessoal.
Algumas pessoas que dançavam na pista de dança incluindo Renesmee e Jane – eram amiguinhas, cobras se dão bem – pararam de dançar quando a música parou.
Todos voltaram a atenção para o Dj.
- A próxima música é dedicada a Renesmee Cullen e foi oferecida por – fixei meus olhos em Garrett. – Anônimo.
Renesmee pareceu empolgada. Idiota!
- Vamos tirar foto, amor.
Edward olhou para a pista de dança enquanto a música começava. Puxe-o pela mão.
Você grita alto
Mas eu não ouço uma palavra do que você diz
Eu estou falando alto sem dizer muita coisa
Fui criticada, mas as suas balas ricocheteiam
Você atira em mim, mas eu levanto
Sou à prova de balas, não tenho nada a perder
Atire, atire
Ricocheteia, mire
Atire, atire
Você atira em mim, mas eu não caio
Sou feita de titânio
Você atira em mim, mas eu não caio
Sou feita de titânio
Pode acabar comigo
Mas você é quem terá mais para sofrer
Cidade fantasma, amor mal-assombrado
Erga a voz, paus e pedras podem me quebrar os ossos
Estou falando alto, mas não estou dizendo muita coisa
Sou à prova de balas, não tenho nada a perder
Atire, atire
Ricocheteia, mire
Atire, atire
Você atira em mim, mas eu não caio
Sou feita de titânio
Você atira em mim, mas eu não caio
Sou feita de titânio
Sou feita de titânio
Sou feita de titânio
Dura como pedra, metralhadora
Atirando naqueles que se erguem
Dura como pedra, como vidro à prova de balas
Você atira em mim, mas eu não caio
Sou feita de titânio
Você atira em mim, mas eu não caio
Sou feita de titânio
Você atira em mim, mas eu não caio
Sou feita de titânio
Você atira em mim, mas eu não caio
Sou feita de titânio
Sou feita de titânio.
Edward’s Pov
Tiramos muitas fotos ao lado de Alice e Jazz e os outros padrinhos. Ao mesmo tempo eu ouvi a música que foi dedicada a Renesmee e bem eu sabia quem era esse anônimo. Não me importei, ela merecia tudo o que estava acontecendo.
Bella estava inquieta, meio embriagada, mas nem assim deixava de ser linda.
- Ahhhh, eu amo essa música, vem amor vamos dançar – Bella me puxou para a pista de dança, eu não sabia dançar aquele tipo de música.
Fiquei parado enquanto Bella começava a dançar de uma forma um tanto... sensual. Eu não sabia que tipo de passo fazer para aquele ritmo.
Bella colocou as duas mãos em meus ombros e depois desceu bem devagar balançando o quadril. Levantou deixando suas mãos passearam pelo meu tórax.
Rodeou meu corpo jogando os cabelos de um lado para o outro.
Ok, ela estava muito embriagada.
Parou em minha frente, pegou as minhas mãos nas suas e fez com que passeassem pelo seu corpo, parando em seu quadril. Com os mesmos movimentos, minhas mãos subiram para o seu pescoço, ela fechou os olhos sorrindo e depois virou de costas para mim. Colou seu corpo ao meu – puta que pariu, ela não vai fazer isso – remexeu seu quadril roçando em minha ereção, segurei sua cintura, não queria que ela parasse. Mas seu corpo desceu lentamente como antes e depois subiu causando um fricção maravilhosa, mordi o lábio para reprimir o gemido. Bella continuou dançando daquela forma tortuosa. Já não aguentava mais, graças a Deus o salão estava escuro e luzes piscavam dificultando a visão das pessoas, porque meu estado era lastimável.
- You say you're a big boy, but I can't agree (Você diz que é um garoto grande, mas não posso concordar) – Bella sussurrou com uma voz rouca a parte da música em meu ouvido e depois sugou o lóbulo de minha orelha.
- Eu sou um garoto muito grande – respondi, na malícia e no mesmo tom.
- Não tenho certeza, prove isso para mim – murmurou.
Puxei-a para longe da pista de dança. Ela sorriu enquanto saiamos do salão e iamos em direção a casa.
- Prove-me, big boy – murmurou divertida na escada.
Rosnei pegando-a no meu colo e subindo a escada em uma velocidade anormal.
***
Bella’s Pov
Ok. Nunca mais iria duvidar dobig boy, se bem que essa provocação foi a melhor de todas.
Eu não sabia quanto tempo tínhamos ficado dentro daquele quarto, talvez uma hora, não sei, mas a festa ainda rolava a todo vapor.
Cheguei a tempo, bem na hora em que a fadinha iria jogar o buque. Foi uma confusão, um empurra, empurra e no final quem pegou o buque foi Irina.
Fiz um biquinho manhoso e Edward me abraçou sorrindo.
- Eu não queria mesmo – dei de ombros.
- Não, né? – ele riu.
- Estou com fome – reclamei.
- Não comeu nada porque não quis, Bella.
- Você que acabou com todas as minhas energias.
- Eu?
Assenti.
- Vou pegar alguma coisa para você comer – Edward saiu e Renée sentou-se do meu lado.
- Seu irmão está tão feliz... Por que seu cabelo está molhado?
- Ah... é... sei lá, eu quis molhar – eu não ia dizer que tinha acabado de tomar banho... com Edward.
- Humm – deu de ombros.
Edward voltou com um imenso pedaço de bolo. Estava maravilhoso, acabei em minutos com a fome que eu estava.
***
O sol invadia o quarto deixando o claro e aquecido ao mesmo tempo. Abri meus olhos, meu rosto muito próximo do de Edward que ressonava tranqüilo.
Dei um beijinho em seu nariz e fiz passei minhas unhas em seu peito desnudo por debaixo do lençol.
Ele despertou preguiçoso e sorriu me abraçando.
- Bom dia!
- Bom dia!
- É melhor levantarmos, temos que estar no continente as duas horas.
Assenti.
Tomamos café da manhã juntos, Cullen e Swan. Quase todos os convidados tinham ido embora, só restou Aro, Marcus e as Denali.
Ajeitei minha mala, que parecia mais cheia agora do que nunca e entreguei a Edward, para que ele levasse para o iate com os garotos.
No começo de tudo, eu não via a hora de voltar para casa, mas eu teria ótimas lembranças daquela ilha, os momentos ruins eu iria fazer questão de deletar da minha mente. Só lembraria-se dos momentos de alegria ao lado de meus pais, Edward e todos que me fizeram sorrir.
Eu sentiria a falta da ilha e confesso, agora eu tinha medo de voltar. Seria como um recomeço de vida com as mesmas pessoas, é claro, mas não deixava de ser um recomeço.
Edward me abraçou da mesma forma que me abraçou quando estávamos chegando a ilha, sorriu e fitou a ilha como eu.
- Terei ótimas lembranças daqui – comentei.
- Eu também... podemos voltar quando quisermos.
- Sério?
- O que acha de não voltarmos para casa? – sorri.
- Muito tentador, mas não podemos... tenho que voltar e ver como estão as coisas na editora.
- Quem sabe nas próximas férias – virei-me de frente para ele e dei-lhe uma piscadela.
- Perfeito – sorriu.
***
Eu não sabia qual era a melhor sensação, estar em casa e poder deitar na minha cama, sentar no meu sofá, usar o meu banheiro ou enfim poder pintar o cabelo.
Tínhamos chegado há poucas horas, não tinha desfeito a mala, a única coisa que eu queria era ver meu cabelo em sua cor natural.
Renée avisou-me que Jazz ligou avisando que já tinha chegado em Paris, sim a lua de mel deles seria lá. Uma semana e depois voltariam.
Minha vida agora tinha voltado ao normal, que dizer, algumas coisas tinham mudado, estaria em um novo emprego a partir de amanhã e sinceramente eu estava ansiosa.
Tomei um banho e desci.
- Nossa, bem melhor assim – Renée comentou pegando os fios de cabelo em sua mão.
- Sem sombra de duvidas, cabelo colorido nunca mais... eu espero.
- Eu gostava do seu cabelo verde – disse meu pai entrando na cozinha.
- Uhum.
- Está com fome, querida?
- Não... estou com dor de cabeça e sono.
Renée prontamente me entregou um comprimido e um copo com água.
- Obrigado – disse assim que engoli. – Vou dormir, só acordo amanhã. Boa noite.
Na verdade ainda era de tarde, mas meu corpo clamava por descanso.
Edward enviou-me mensagens, mas não respondi, sem créditos suficientes. Pobre mesmo!
***
O despertador do celular gritou em meu ouvido. Pulei da cama animada – tudo bem, eu estava ansiosa só porque seria a secretária do meu namorado, e daí?
Tomei um banho rápido e vesti minha habitual roupa, as mesmas que eu usava para trabalhar com Billy Black. Prendi o cabelo em um rabo de cavalo mal feito e desci com minha bolsa e agenda.
Tomei meu café da manhã lentamente, ajustei meu relógio, respondi apenas uma mensagem de Edward e então sai, enfim meu carro estava livre, Jazz sempre o usava para trabalhar, mas essa semana as coisas seriam diferentes.
Cantarolei a musica que tocava no rádio, algo desconhecido, refrão tão chiclete que fui capaz de cantar na segunda parte da musica.
Parei em uma loja Starbucks, como estava acostumada fazer todas as manhãs.
- Posso ajudá-la?
- Sim... dois expressos, por favor.
Paguei pelo pedido e voltei a dirigir. Edward informou-me que era o maior prédio de Forks então eu o avistei de longe.
Estacionei alguns metros longe, estava cheio de carros na entrada.
Caminhei em meus saltos um tanto confiante. Na recepção apenas informei meu nome e deixaram-me subir.
O escritório de Edward ficava no ultimo andar, fitei a escada e depois o elevador, seriam minutos subindo uma escada, segundos no elevador. Elevador? Escada? Elevador? Escada?
O medo falou mais alto, comecei minha grande jornada pela escada.
Ofeguei quando cheguei enfim no décimo andar.
Era bem espaçoso, um balcão, uma menina de cabelos enrolados e morena falava ao telefone e anotava em uma caderneta alguma coisa.
Ali havia duas portas, numa delas estava escrito Edward Cullen a mais próxima ao balcão e a outra era afastada, do outro lado e estava escrito Rosalie Hale, eram sócios e donos da Cullen editora.
A garota olhou-me confusa e depois de desligar o aparelho telefone sorriu simpática. Parecia tão nova, deveria ter a mesma idade que Renesmee.
- Posso ajudá-la?
- Sim, eu sou a nova secretária de Edward...
- Oh claro, Isabella Swan?
- Sim – sorri.
- Edward pediu para que você entrasse quando chegasse, vou avisar que está aqui. – A garota pegou o telefone e informou Edward, em seguida informou-me a porta, da qual eu já sabia.
- Obrigada.
Ela assentiu.
Girei a maçaneta da porta e entrei fechando a mesma com uma só mão já que segurava o café de Edward.
Virei-me e fitei a sala. Era bem espaçosa, atrás de Edward havia uma parede toda de vidro, mas as persianas cinzas estavam fechadas, apenas raios de luz entravam pelas frestas.
Edward sorriu atrás de sua cadeira.
- Bom dia!
- Bom dia, minha princesa! – cantarolou. Levantou-se e veio até mim. Carinhoso me beijou por um momento.
- Trouxe um café para você, expresso, do jeito que você gosta.
Ele sorriu novamente e pegou o café das minhas mãos.
- Obrigada.
Dei de ombros.
- Lindo escritório! – elogiei andando pela sala.
- É sim, mas é ao mesmo tempo muito... como posso dizer? – coçou a cabeça a procura da palavra.
- Sem vida? – perguntei.
- Sim – sorriu se aproximando. Enlaçou minha cintura.
- Vou trazer a minha mãe aqui, ela vai encher esse lugar de flores e cor... mas eu gostei das combinações de cores, cinza e preto – sorri.
- Estou começando a me arrepender de ter você trabalhando comigo – suspirou cheirando meu pescoço.
- Por quê? – perguntei triste.
Ele riu por um momento e depois respondeu:
- Saber que você está lá fora todos os dias e não poder te tocar da maneira que desejo vai ser uma tortura infinita.
- Quem disse que não pode me tocar? – dei-lhe uma piscadela, enlacei seu pescoço com meus braços.
Edward rosnou – estava mais para um gemido.
- Bem... – suspirou se afastando, meu corpo reclamou de sua distancia. – Seu trabalho aqui vai ser basicamente...
- Anotar recados, agendar reuniões e visitas, e te beijar – sorri.
Edward arregalou os olhos surpreso.
- Já trabalhei com Billy, sei que como funcionam as coisas.
- Ok. Qualquer duvida, Bree vai te ajudar.
- Não se preocupe Sr. Cullen, sou muito eficiente nas coisas que faço – disse enquanto ajeitava o nó de sua gravata, passei a língua nos lábios.
- Bella... – resmungou.
- O que foi?
- Me chama de Sr. Cullen de novo – pediu com a voz fraca.
Gargalhei. – Sr. Cullen – repeti bem devagar.
Edward fechou os olhos e respirou fundo.
Afastei-me, antes que acabássemos nus em seu sofá de coro preto; até que não seria má ideia... foco Isabella.
Edward voltou a sentar em sua cadeira e eu já ia sair de sua sala quando ele me chamou.
- Acho que estou pronto para... contar a todos sobre Rachel.
- Você tem certeza?
- Sim, quer dizer, já está mais do que na hora disso acontecer... o que acha de um jantar com toda a família, então eu conto a todos de uma só vez.
- Perfeito.
Ele assentiu.
- Você me ajuda? Quer dizer, me ajuda a contar?
- Sim... eu tenho certeza que todos vão entender essa atitude.
- Nem todo mundo – eu sabia de quem ele falava. – Tenho medo da reação dela, ela vai me odiar para sempre.
Eu nada disse, pois não havia o que dizer para reconfortá-lo.
- Vou ligar para todos e convidá-los para o jantar as 19:00 hrs, ok? – perguntei enquanto caminhava para a porta.
Ele assentiu.
***
Edward estava inquieto, andava um lado para outro com um copo de uísque nas mãos e eu estava no sofá, perseguindo seus passos repetitivos. Renesmee estava trancafiada no quarto, talvez planejando algo para mim. Talvez me faça engasgar.
- Edward, pare! – parei a sua frente, segurei em seus ombros. – Você precisa ficar calmo, quer enfartar?
- Estou ansioso.
- Hei família! – ouvi a voz de Emm, tinham chegado.
- Vai dar tudo certo... não vou deixar ninguém te julgar – murmurei.
Ele assentiu.
- Bellita, quanto tempo – Emmett me abraçou esmagando meus ossos.
Rose revirou os olhos. Esme e Carlisle também tinham chegado com eles.
- Então meu filho, o que tem de tão importante para nos dizer que marcou um jantar de ultima hora? – Esme perguntou abraçando o ombro de Edward e andando em direção a sala de jantar.
- Ah... é... – Edward estava nervoso demais.
- Vocês iram saber na hora certa – sorri levando-os para a sala de jantar.
Todos sentaram-se a mesa.
- Onde está Renesmee? – Emmett perguntou.
- Ah... deve estar cansada, melhor deixar ela no quarto.
- Edward? – olhei para ele embasbacada.
- Ok – rosnou. – RENESMEE! – gritou.
Renesmee desceu a escada um tanto surpresa com a nossa presença.
- Não sabia que teria um jantar em família hoje – comentou olhando para Edward.
- Foi tudo de ultima hora, querida, sente – Esme sorriu.
Renesmee deu de ombros e se sentou.
- Edward tem algo especial para nos contar – Carlisle sorriu para mim.
Especial? Eles estavam achando que... Ai meu Deus!
- Não é especial... – Edward comentou. – No entanto, importante.
- Importante? – Emm colocou a mão no queixo pensativo. – Bella está grávida? Vocês vão se casar?
- Não – respondi.
- Chega de enrolar, já guardei isso só para mim por muito tempo...
- Você é gay?
- Porra, Emmett, cale a boca – Edward estava realmente nervoso.
Edward olhou para mim, segurei sua mão para lhe dar uma força. Depois seus olhos foram até Renesmee que parecia um tanto entediada com aquele papo.
- Eu... eu escondi algo de todos vocês, na verdade, apenas Alice é ciente disso. Sei que foi totalmente errado, mas naquela época meu sofrimento e a dor falavam mais alto... – Edward olhou diretamente para Renesmee, segui seu olhar. Agora ela parecia se interessar pelo assunto. – Todos nós sofremos quando... Rachel se foi – Renesmee se remexeu inquieta na cadeira. – O que eu quero dizer é que... – Edward cerrou os lábios formando uma linha fina, respirou fundo. – Rachel não morreu.
Uma cacofonia de vozes, ora uma expressão de surpresa, ora espanto. Mas ninguém disse uma palavra contra Edward.
Só: como assim? Edward que história é essa? Ou até mesmo um “Eu sabia”. Mas o que mais me chamou a atenção foi a reação de Renesmee, ela permaneceu quieta na cadeira, sem dizer absolutamente nada. Olhava para Edward sem realmente estar ali, era com se quisesse dizer milhares de palavras, mas nada conseguia pronunciar.
Uma primeira lágrima surgiu, muitas outras seguiram, mas continuou ali, como se algo a prendesse.
- Renesmee eu...
- Por que escondeu isso de mim? – sua voz fraca, tão baixa que era quase impossível ouvi-la.
- Me desculpe... eu só queria acabar com todo o sofrimento...
- Você nunca acabou com ele, nunca... não tinha esse direito. – Renesmee se levantou calmamente, seu corpo tremulo.
- Renesmee – eu a chamei.
Ela olhou para mim por um minuto, mas virou as costas.
- Filha, por favor, espere, eu vou contar como realmente aconteceu.
Renesmee sem responder nada continuou caminhando para a saída.
Edward correu a tempo de impedi-la, mas ela não parou.
- Edward, é melhor deixá-la sozinha... explique-nos essa história, por favor — Esme pediu.
Edward voltou para a mesa, um tanto arrasado com tudo. Porque, sim ele tinha feito de novo, magoado quem ele mais ama nesse mundo.
Ele olhou nos olhos de todos, o silencio se propagava pela sala de jantar e então com a voz embargada ele começou, contando tudo o que eu já sabia.
Alguns minutos se passaram.
- Então quer dizer que ela vai voltar? – Rose perguntou.
- Eu não sei – murmurou olhando para mesa.
- E se ela voltar? E se ela quiser se vingar? – Emmett perguntou.
Rose suspirou.
- Não deveria ter feito isso Edward, nem mesmo escondido isso de nós. Nos enganou, enganou a pobre da Renesmee... entendo que fez por desespero, mas ainda assim. – Carlisle comentou.
- Me desculpem... isso só trouxe caos a minha vida.
- Ele está realmente mal, se importam de deixarem ele descansar um pouco agora? – perguntei.
- Tudo bem – Carlisle se levantou, seguido de Esme, Rose e Emmett.
O telefone tocou no mesmo momento e Caius atendeu.
Sua voz baixa respondia as perguntas.
- Sr. Cullen? – entregou o telefone a Edward. Caius parecia preocupado.
- Alô – Edward disse, depois escutou por um momento. – Sim... sim. Sim ela é minha filha, por que?
Edward ouviu por um momento e depois desligou, sua feição era de desespero.
- Renesmee sofreu um acidente, foi atropelada – informou enquanto pegava a chave do carro.
Meu coração disparou na caixa torácica.
Continua...
Notas finais
Eita, será que a Nessie se machucou muito?
Vcs viram, Jazz chegou no estilo!! Emmett palhaço - a parte do casamento foi em homenagem a Jess M Cullen, ela vai entender. No coments para o banheiro da ilha, Jesus. A coisa foi quente.
Bella bêbada é mais perva que qualquer uma... comédia chamando o Garrett de gostoso.
Enfim, vou deixar o resto para vcs comentarem 'rs
Hiper feliz com os comentários dos capítulos anteriores, apesar de terem sido poucos :(
Recomendem a fic, pelo amor de Deus, a coitada só tem uma recomendação :(
Será que chegamos a 150 comentários neste capítulo? Se chegar eu posto antes, prometo.
Ahhh, vcs viram Robsten em cannes hoje? Maior orgulho deles!!
Ok, chega de baderna aqui.
Vocês leram esse capítulo imenso em mais ou menos dez minutos? Não custa nada gastar mais um minuto deixando um review, né.
Lembrem-se escritor feliz, escritor produtivo!!
Até breve!!
beijinhos, beijinhos Gossip Girl ~brinks
LSCullen
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