A Namorada Do Meu Filho

46 Peça-me o que quiser.


Notas iniciais
E vamos ao penúltimo capítulo da fanfic. ♥ ♥ Boa Leitura!

POV Christian.

Quando Elliot me disse que Katherine iria levar Anastásia para uma balada de striper de homens para “aproveitar” a despedida de solteira, eu enlouqueci, junto com Elliot, nós dois não estávamos dispostos a ver nossas mulheres em uma balada cheia de homens dispostos á tudo, então nós tivemos uma ideia de invadir a balada, Elliot queria tirar Katherine de lá, mas eu queria fazer uma surpresinha para Anastásia, então com muita insistência e com a ajuda de Katherine, eu consegui arranjar um disfarce de ultima hora para poder entrar na boate e me passar por um daqueles caras.

Fiquei sempre a espreita, escondido, observando cada detalhe, cada movimento, tudo o que ela fazia, pensando que se algum cara se metesse com ela, eu não iria conseguir me segurar. Tomei apenas um copo de Whisky, para poder controlar um pouco minhas emoções. Anastásia estava linda usando um vestido preto, justo e com um generoso decote V, me dando a visão dos seus perfeitos seios, mas o ciúme me invadia, pois como eu poderia ver um decote generoso, qualquer outro também poderia ver com aquele vestido que ela usava, eu não queria outro homem olhando para ela, e isso estava me deixando de desconfortável.

Eu fiquei extremamente nervoso quando os olhos dela percorreram por toda aquela boate, e ela parou os olhos em mim, me encarando de forma quase que perturbadora, ela me avaliou, me fazendo suspeitar que havia me descoberto, mas me lembrei que seria quase impossível, pois eu estava com lentes de contado, mascara, e cabelos totalmente lambidos por um gel grudento, ela não iria me reconhecer, eu acho.

Mas se ela estava me olhando, era porque estava interessada, ela estava interessada em outro? Bom, eu sei que esse outro sou eu mesmo, mas ela não sabe, será que Anastásia teria coragem de ficar com alguém? Não, eu sei que ela não seria eu confio nela.

Logo depois disso ela foi dançar com suas amigas, e se jogou na pista da dança, fechando os olhos e aproveitando a dança, junto com as suas amigas, muitos homens olhavam, mas Anastásia estava ocupada demais dançando para olhá-los, ela parecia estar tão bem se divertindo sozinha, não se importando com quem estava ali. Eu queria correr até ela, abraçá-la, e dançar com ela, mas me controlava, mesmo que cada celular do meu corpo lutava contra.

Me contentei em ficar a olhando. Minutos depois ela foi até o bar, tomar uma bebida, e eu fechei minhas mãos em punhos, quando vi um homem se aproximando dela, com outras intenções. Ele era loiro, alto, com os azuis e musculoso, ele era por mais que eu não queira dizer, bonito. Daria uns vinte e nove ou trinta para ele, ele se aproximou dela e falou algo que eu não pude escutar, ela sorriu para ele e mostrou a sua mão, apontando para o dedo que tinha a aliança que eu havia dado para ela, o cara então falou mais alguma coisa e se afastou indo embora, e Anastásia continuou a tomar sua bebida.

Eu fiquei feliz, ela tinha rejeitado o cara, mostrando á todos a aliança grossa em seu dedo, eu fiz uma boa escolha, tanto na aliança, quanto na mulher que escolhi casar.

{...}

Quando eu entrei naquele quarto que Katherine e eu havíamos combinado que Anastásia estaria ali, ela tentou fugir de mim, achando que eu, era outro homem, sua atitude foi maravilhosa, pelo menos para mim, ela tentou fugir, parecia não me reconhecer, e até mesmo gritou, quando eu a puxei para os meus braços, eu queria rir da sua face assustada, mas ao mesmo tempo queria beijá-la por inteira, por sua fidelidade indescritível, e eu sei que por mim, eu também faria o mesmo que ela, eu até mesmo recusei a festa de despedida de solteiro de Elliot.

Depois que a beijei, Anastásia pareceu “acordar” e me reconhecer, mas ela ainda estava com raiva de mim, por eu ter feito passar o que ela passou, mas eu sabia que essa raiva logo iria passar, e sem querer ser cruel, eu estava me divertindo.

No fim Anastásia me provocou, pedindo uma razão para ficar, e eu respondi que iria fodê-la de todas as maneiras possíveis, atacando sua boca logo em seguida, fazendo provar meu gosto, com a sua língua enroscando na minha, e ela gemendo de maneira muito agradável que fazia meu membro se revirar dentro das calças em buscar de algum alivio, nós dois ali sozinhos com a noite toda pela frente, me excitada.

Meus dentes arranharam seu lábio inferior, o sugando em seguida, passando a mão em seus seios, ainda em cima do sutiã, fazendo uma boa fricção para ela, seus gemidos denunciavam que ela estava gostando, pois ela esfregava as suas pernas em mim, e agarrava o meu cabelo. Eu andei com ela para trás, a jogando na cama, a fazendo protestar por se soltar de mim, nossos lábios se separaram no processo, e eu imediatamente senti a falta deles.

Fiquei por cima dela, retirando aquele vestido preto, curto que a deixava gostosa demais para o meu gosto, passei as minhas mãos por suas coxas que se arrepiaram com o toque, as apertei deixando a marca da minha mão na sua pele branca como leite, ela gemeu quando eu apertei duramente. A deixei somente de calcinha, pois ela já não usava sutiã, era uma calcinha simples branca, que me permitiu ver a sua excitação através do tecido. Seus seios estavam duros, e pediam para serem tocados, os belos montes se moviam de acordo com a respiração descompassada de Anastásia.

Eu beijei o seu seio esquerdo, fechando a minha sobre o direito, eu mordi o bico do seu seio esquerdo, e ela arqueou as costas, me fazendo chupar duramente o seu seio esquerdo, enquanto massageava o outro, o gosto doce da sua pele me fez lembrar um pomar de maça, e aquela constatação me fez rir e ir mais a fundo, escutando os gemidos baixos de Anastásia, eu conclui que podia a fazer gozar ali mesmo, sugando os seus seios, mas eu não queria que ela goza-se daquela maneira, eu queria senti-la totalmente mim, eu queria provar direto da fonte.

Eu parei de chupar os seus seios, e fiquei de joelhos na cama, deitando logo em seguida.

–Vire-se. – Eu ordenei a Anastásia. –Coloque essa boceta no meu rosto com a bunda virada para mim. – Eu acrescentei falando sujo, e Anastásia logo fez o que eu mandei, e colocou a sua intimidade ainda coberta em cima do meu rosto e a bunda redonda e empinada virada para mim, eu poderia chupá-la, até fazê-la gozar e ter a visão privilegiada da sua bunda.

Eu passei minhas mãos por seu bumbum, mordendo logo em seguida, e passando a minha língua naquele local, dando chupões pequenos, coloquei meu rosto entre as suas nádegas, passando minha língua ali, Anastásia gemeu, e a sua pequena e delicada mão roçou em meu membro, e eu levantei o meu quadril, em um convite para ela ir a fundo.

Eu afastei a calcinha de Anastásia para o lado, lambendo a extensão da sua bunda, e me aprofundando no começo de sua intimidade já molhada para mim. Abri um pouco seus lábios vaginais, para colocar minha língua ali dentro, penetrando-a levemente, apenas para sentir um pouco o seu gosto, seu sabor viciante contra a minha boca e a minha língua me fez enlouquecer ainda mais, quando Anastásia puxou minhas calças para baixo junto com a cueca e pegou meu membro em suas mãos, estávamos fazendo uma troca de caricias.

Comecei a ir e vir com minha língua circulando a sua intimidade, minha língua fazia ondas, mas dava uma atenção especial ao seu clitóris, onde eu sugava com delicadeza até ele ficar inchado. Mordisquei aquele lugar fazendo Anastásia soltar um gemido mais alto e pesado. Enfiei um dedo nela no momento que ela colocou a boca sobre a cabeça do meu membro, chupando aquela parte com muita força e vontade, me fazendo gemer entre as suas pernas.

Eu comecei a estocar levemente, enquanto Anastásia chupava meu membro indo até as bolas, fazendo a porra de uma garganta profunda, naquele momento eu tive que parar poder a sentir levando o meu membro até a sua garganta, eu pude até mesmo sentir a minha cabeça encostar-se à sua garganta, e aquela sensação me fez fechar os olhos e jogar a cabeça para trás sentindo o prazer.

Anastásia engasgou, voltando até a base, e depois na cabeça voltou a chupar com força, enquanto chupava a cabeça, massageava o resto com a mão, não se esquecendo das minhas bocas, eu voltando ao meu raciocínio, voltei a estocar com dois dedos dentro dela, mas dessa vez indo com força, a mesma medida que ela ia levando o meu membro a sua boca, nós dois gemíamos, e o barulho dos meus dedos na sua vagina e da sua boca no meu pênis, faziam presença no quarto, e aqueles barulhos, era excitantes demais.

Levei a minha outra mão, que não estava em sua feminilidade, para a sua outra entrada, dando uma fricção ali, Anastásia se contorceu, descendo os dentes levemente em meu membro, os raspando ali, eu aumentei a minha fricção em seu anûs, e as estocadas na sua vagina também foram aceleradas.

Anastásia voltou a levar o meu membro em sua garganta, durando por muito mais tempo, sentindo a minha cabeça bater na sua garganta e a sua boca quente envolver cada parte, misturada com a sua saliva. Nós dois aumentamos o ritmo juntos, Anastásia nas chupadas no meu membro, e eu nas estocadas no seu sexo, fazendo duro e forte.

Sentindo que não iria mais durar, Anastásia e eu gozamos juntos, explodindo ambos em um orgasmo alucinante, que nos fez parar para respiramos e ofegarmos.

Meu peito subia e descia, assim como Anastásia , ela ainda estava com o sexo em cima de mim, e eu acariciei a sua bunda levemente, sentindo novamente meu membro endurecer quando o tocou novamente, eu já estava pronto para me enfiar dentro dela, minha pele sobre a sua me queimava.

–Fica de quatro. – Ordenei Anastásia e ela rapidamente saiu de cima de mim, e ficou de quatro, empinando a sua bunda em minha direção, e segurando na barra de ferro da cama. Eu beijei cada lado de sua bunda, e suas costas, direcionando meu membro em sua entrada, e o esfregando na sua vagina, Ana rebolou, também se esfregando em mim.

–Oh Christian... Por favor... – Anastásia pediu.

Peça-me o que quiser. – Eu disse.

Dentro. De. Mim. Agora. – Ela pediu cada palavra pausada, era mais que um pedido qualquer, era a confirmação de que eu a teria ali e agora, com a sua permissão, coloquei meu membro em uma estocada só, dentro da sua vagina molhada e apertada, que abriu todo o caminho para mim, me abrigando em seu interior quente, estreito e úmido.

Comecei a estocar logo com força, não queria ir devagar, queria ir rápido, queria foder, e Anastásia queria também, pela intensidade que rebolava em meu pau, segurando com força a barra de ferro da cama, me dizia que ela estava gostando, eu rebolava os meus quadris e o barulho do choque da sua bunda na minha pélvis era enlouquecedor, seus cabelos também balançavam e eu entrava com tudo dentro dela, segurando as suas costas e o seu quadril, ela rebolava e eu a apertava, fazendo nossos corpos se chocarem e indo cada vez mais rápido em busca de libertação.

Anastásia começou a chacoalhar sua bunda, fazendo meu membro ir de encontro com todo o seu interior tocando todos os seus pontos. Coloquei minha mão, em cada lado do seu quadril, a fazendo parar, ela protestou.

–É assim que você gosta? – Eu perguntei saindo totalmente dentro dela e entrando indo fundo, fazendo seu corpo ir para frente. –Hein? – Eu perguntei querendo provocá-la e repetindo esse gesto. –É assim? Hein Anastásia? É? – Eu perguntei saindo totalmente, e entrando com força, entrando totalmente e saindo com força, da maneira que eu e ela gostava.

–Sim! – Ela gritou, e eu senti os seus músculos se contraírem em volta do meu membro, nós estávamos sem camisinha, então estava perfeito sentir sua carne sobre mim, sem nada me impedindo. Eu sabia que Anastásia estava prestes a gozar, mas eu tinha que ir depois dela.

Parecendo ler os meus pensamentos, Anastásia levou dois dedos seus aos lábios, os lambendo, e depois os levou até o clitóris, ela própria se tocando na minha frente, era a cena mais excitante que eu já vi na minha vida, ela circulando seu próprio clitóris com os dedos em busca de sua libertação, ela jogou a cabeça para trás quando gozou gloriosamente em cima do meu membro, e para mim foi uma dura luta não gozar junto com ela, quando Anastásia relaxou o corpo eu me permiti dar mais duas estocadas, e retirar rapidamente meu membro de dentro dela e gozar em sua bunda.

Nós dois estávamos suados, ofegantes e cansados, mas ao mesmo tempo, totalmente satisfeitos, mas é claro que a noite estava somente começando.

Continua...

Notas finais
Espero que tenham gostado da despedida de solteira da Anastásia. Comentem! RECOMENDEM! Favoritem! Beijos da Carol. :)