A Máfia

15 Amizade Colorida


Notas iniciais
Olá :) Voltei e dessa vez nem demorei tanto (milagre o/) Só queria dizer que quando eu me atraso, não é de propósito, as vezes é falta de incentivo e criatividade mesmo. Mas eu voltei e trouxe mais um capítulo para vocês lerem. E ele é narrado pela Lia!!!!! E como a Valentina comentou em alguns capítulos anteriores, a Lia não é expert em inglês, por isso, sempre que ela falar errado vai ter essa estrelinha como marcação (*). Ou seja, não sou eu (autora) escrevendo errado ou zuando com vocês, é só a Lia que faltou nas aulas de inglês mesmo shaushuashuahsua Bom, é isso! LEIAM LEIAM E LEIAM :)

Marcelina Balistieri (A nossa querida Lia...)

O relógio de meu celular marcam uma e duas e meia da manhã, por que diabos ainda não fui dormir? Amanhã tenho que acordar cedo para uma entrevista e nada de eu conseguir dormir. Já fiz de tudo: cantei cantigas de ninar para mim mesma, contei carneirinhos e até cafuné em mim, eu fiz! Porém nada disso teve efeito.

Um certo par de olhos azuis deve ser a causa disso.

Não! Isso, não. Por favor, nada de insônia por causa de homens, isso é deprimente! Eles é que deviam ficar acordados até tarde pensando na gente e não o contrário. Ainda mais ele, um mafioso galinha mentiroso. Argh, tenho que sair, conhecer pessoas novas e esquecer ele por completo. Como diz Valentina, estou me livrando de um mafioso.

Um mafioso lindo, que beija bem, que te faz sentir arrepios, que tem um corpo excepcional...

Chega! Nada de pensar nele! Nem em seus beijos ou no corpo de deus que aquele homem tem. Nada disso, vamos nos concentrar em conseguir o trabalho e focar na minha carreira. Homens só servem para atrapalhar a nossa vida e deixar ela de cabeça para baixo. Minha mãe se apaixonou e abandonou os seus estudos, engravidou e o cara deu um pé na bunda dela, a partir daí ela começou a odiar os homens e eu fui criada no meio desse ódio todo. Por isso sempre preferi ter os homens como uma mera diversão, onde tudo não se passava de apenas encontros casuais. Tinha vezes que eu passava uma semana com a pessoa, me divertindo e tendo bons momentos, mas quando eu percebia que ele estava mexendo comigo logo o dispensava, e isso sempre dava certo. Só que com Muriel foi diferente, eu passei apenas uma noite com ele, UMA! E já não consigo tirá-lo da cabeça. E depois descubro que ele mentiu para mim e aquilo me magoou bastante, certo que eu já menti para vários caras sobre quem eu sou e tudo mais, (uma vez, fingi ser lésbica e pedi ajuda a um cara para me fazer gostar de homem novamente, foi hilário!), ele ter mentido para mim foi totalmente desnecessário, eu não sou nenhuma louca que fica correndo atrás do caras com quem dorme e começa a perseguir eles, nada disso. Sou sensata e positiva, sou da paz.

Quando checo o relógio novamente, já são seis horas. Bufo irritada porque mal preguei os olhos a noite e com certeza, logo, logo o mau humor vai me pegar e adeus emprego!

Me arrasto para o banheiro tomando um banho morno, depois me visto com uma calça branca e uma blusa soltinha de seda vermelha, por cima um casaco preto e nos pés um par de saltos também preto. A maquiagem é leve, só pego pesado nos olhos, onde abuso dos olhos pretos e do rímel. Eu gosto de marcar presença e eu trabalho com marketing, a propaganda é a alma do negócio. Meus cabelos pretos estão soltos e batem um pouco abaixo dos ombros, diferente do de Valentina, que são castanhos claros e batem na metade das costas. Quando acabo de me arrumar saio do meu quarto e vou para a cozinha, onde como alguns bolinhos e tomo um copo de suco. Pergunto a Dominique se Valentina já havia acordado, mas ela me responde que não. Com certeza Valentina só acordará à tarde, dormir é uma coisa que essa garota adora fazer.

Valentina é minha melhor amiga desde que eu entendo por gente. Por isso eu a conheço melhor do que ela mesma e sei o quanto ela sofreu com a traição do pai e de Vitor. Foi um baque para ela, não me surpreendeu a tentativa louca de se matar se jogando do penhasco quando descobriu tudo. Ela se abriu para Vitor, o deixou penetrar a barreira que ela construiu ao redor dela mesma e se deixou ser amada, agora pensa em como ela sofreu ao saber que tudo não se passou de uma enganação a fins mafiosos? Valentina já odiava a Máfia antes, agora então. Mas pra falar a verdade, ela nasceu para ser mafiosa, mesmo ela não admitindo, ela tem habilidade para elaborar planos diabólicos quando quer, sem falar que ela intimida qualquer um com seus olhares mortais. E agora, que ela entrou definitivamente na Máfia, ela vai perceber o quanto elas foram feitas uma para a outra.

Peço para que um dos motoristas me leve até o local de encontro onde farei a entrevista de emprego. Nem acredito que irei trabalhar nos USA. Eu nem acredito que Valentina me chamou para morar com ela!

O difícil foi explicar pro meu antigo chefe que eu não tinha câncer, o cara realmente acreditou na minha história, mas confesso que quando quero sou bem convincente. Ai eu só pedi uma transferência para Chicago e ele me indicou para essa empresa de publicidade que adorou o meu currículo. O encontro seria em um restaurante chique no centro da cidade e chegando lá, logo sou recebida pelo gerente que me arrasta até a mesa indicada.

_Senhorita Balistieri, é um prazer em te conhecer!

Um homem moreno trajado em um terno cinza de marca me cumprimentou. Sorri singelo e estendi a minha mão a ele, que a beijou educadamente.

_O prazer é meu, Sr. Brown. – respondi charmosa.

Edwar Brown é um executivo dono de uma grande empresa de publicidade e propaganda. Claro que o meu trabalho anterior também era de grande escalão, até porque já fiz várias propagandas de perfumes caros, por isso não irei me rebaixar tanto a sua empresa. Cof, cof, eu sou difícil.

Começamos então uma conversa formal sobre o meu trabalho e desempenho. Ele alternava seu olhar de meus olhos ao meu singelo decote da blusa de seda e sorria descaradamente. Eu tentava não me irritar com aquilo e tornar aquela situação favorável a mim. E tudo estava indo maravilhosamente bem se Muriel não tivesse aparecido. Lá estava ele vestido com um terno azul de tão escuro. Ele não usava gravata, é claro, até porque isso não combina com ele, por isso a blusa branca debaixo do blazer estava com alguns botões abertos, conseguindo deixá-lo mais sexy do que o normal.

_Senhorita Balistieri? – Edwar me chamou me lembrando onde estava.

Balanço a cabeça a fim de tirar a imagem de Muriel da minha mente e me concentrar novamente nessa entrevista. Peço perdão pelo minha falta de atenção e me retiro para ir ao banheiro.

Encaro-me por breves segundos no espelho e não demoro muito para perceber que Muriel mexeu com os meus sentidos.

Ok, Lia, calma. Respira. Você não viu ninguém...

Molho alguns papéis e passo em meu pescoço para refrescar, depois o seco e quando abro a porta para sair, me deparo com um par de olhos azuis escuros que me encaram divertidos.

_Oi. – diz ele.

_Oi. – respondi sem entender o motivo de ele estar aqui.

_Um pouco cedo para um encontro, não acha? – perguntou ele ainda com o maldito sorriso bobos nos lábios.

Mordo os lábios rapidamente e franzo as sobrancelhas para ele.

_Do que está falando? – perguntei.

_Do homem com quem está acompanhada. Não sabia que gostava de homens velhos.

A voz de Muriel é tão sexy que me seguro para não cair no chão extasiada de prazer.

_São apenas negócios, Ótavio, digo, Muriel. – falei o provocando.

_Quem dizer que não se importa de usar seu corpo para isso? – perguntou ele.

Bufo irritada, não estou usando o meu corpo para isso. Apenas não tenho culpa se ele me ajuda em certos momentos.

_O que você vir* fazer aqui? – perguntei para ele.

_Veio. O certo é falar “o que você veio fazer aqui?”. – disse ele me corrigindo.

Reviro os olhos para ele. Eu não sou muito boa no inglês, erro uma ou duas palavras, mas também odeio ser corrigida. Ainda mais por ele! Começo então a andar para voltar à mesa, mas antes que eu dê mais um passo, Muriel segura meu braço.

_Me desculpa, eu não tive a intenção de te ofender. – falou. — Vim apenas te pedir desculpas.

_Pelo o quê?

_Por ter mentido pra você. Eu agi como um moleque, não sei nem o porquê de não ter falado meu nome verdadeiro a você. – falou olhando em meus olhos.

Sua voz é calma neste momento e seus olhos azuis escuros me passam tranquilidade. E saber que ele se sente mal por ter mentido para mim já é um bom começo. Mas não quero me derreter por ele só porque ele viu o quão idiota ele foi comigo.

_Tudo bem, como eu havia dizer* antes, eu já fazer* isso muitas vezes. – falei.

Ele dá um breve sorriso e sei que eu devo ter falado algo errado e também sorrio. É melhor eu começar a praticar meu inglês...

_Quer dizer que você não ficou chateada por eu ter mentido? Mentido meu nome, sobre a minha posição na Máfia...

_Não, não fiquei. E eu já suspeitava que você é* mafioso poderoso. Fazer o que, acho que às vezes eu gosto um pouco do perigo, devo ter puxado Valentina.

Eu puxei a má sorte de Valentina, isso sim!

Muriel ri de mim e se aproxima gentilmente. Meu coração começa a pular com a sua aproximação repentina. Seu olhar é traiçoeiro e sei que devo me afastar, mas não consigo, estou hipnotizada por ele. Ele se aproxima mais, mais e será que ele irá me beijar? Aqui? No meio do corredor do banheiro e em plena luz do dia? Então quando ele já estava quase se aproximando a sua boca da minha, eu fecho os olhos e espero pelo contato deles.

Mas nada aconteceu.

O motivo?

Muriel estava observando uma loira bunduda passar! Figlio di una cagna!

Depois que a loira passa rebolando e some das nossas vistas, ele finalmente se lembra de mim e me olha surpreso. Tipo “oh, desculpe por ter olhado a loira gostosa enquanto estava indo te beijar, foi mal mesmo!”.

_Figlio di uma cagna! (Filho da puta!) – bati em seu ombro.

_O que eu fiz? – perguntou ele massageando o braço ainda me olhando com cara de paspalho.

_O que você fez? Falar* sério Muriel. Você praticamente secou aquela loira bondosa* enquanto ia me beijar! – vociferei.

_É bunduda, não bondosa! – rebateu ele me deixando com mais raiva. – E quem disse que eu ia te beijar?

Encaro Muriel incrédula por alguns instantes. Afinal, o que esse idiota veio fazer aqui? Fuzilo ele com o olhar e saio pisando duro para fora do corredor. Começo a xingá-lo de todos os nomes ruins que conheço e a amaldiçoá-lo mentalmente. Sento-me novamente de frente para o Sr. Brown e peço desculpas pela demora. Começo então a desferir, baixinho, alguns xingamentos a Muriel em italiano. Sr. Brown percebeu a minha raiva súbita e começa a fazer perguntas relacionadas ao trabalho novamente e eu foco em respondê-las. Mas ele não presta atenção em mim, é claro, e sim, em meu decote, me fazendo perder a cabeça.

_Santo Dio! – esbravejei em italiano fazendo Sr. Brown e metade do restaurante saltarem dos assentos. – Será que você pode parar de olhar o meu decote? Ele nem é tão grande assim! Sabe do que você precisa? Fuder com uma mulher e muito. Porque se isso daqui já te dá ereção é porque a coisa tá feia. E nem pra disfarçar! Dio mio! Pena da sua mulher, o senhor é casado? Me passe o telefone dela que eu irei lhe dar algumas dicas de como satisfazer seu marido para que ele não vá ciscar em outro galinheiro! E quer saber? Sua empresa nem é tão notória assim, então eu não vou ficar aqui me rebaixando a esse nível! Com licença.

Levanto-me bruscamente da cadeira fazendo com que ela cai no chão e saio em disparada para a saída do restaurante sendo acompanhada de vários olhares espantados sobre mim.

Saio pisando duro para fora do restaurante procurando o motorista que havia me trazido. Mas nem sinal dele, e o idiota havia avisado que me esperaria. Quanta competência! Então decido esperar na esquina do luxuoso restaurante até ele aparecer e me levar daqui. Cruzo os braços e bato freneticamente a ponta do meu pé na calçada, as pessoas que passam por mim me olham assustadas, devo estar parecendo uma louca agindo assim.

_Você foi ótima lá dentro. Deixou todos de boca a aberta!

Muriel se aproximou tão sorrateiramente que eu acabei me assustando quando ouvi a sua voz ao meu lado.

_Vá embora. – vociferei sem olhá-lo. – Não estou com paciência para você agora, Muriel. Você me fez perder o emprego!

_Mas o que eu fiz? Que eu saiba, foi você que ofendeu o cara. – falou ele em defesa.

É claro que fui eu quem xingou o Sr. Brown e, talvez, a maioria das pessoas lá dentro. Mas ele era culpado sim! Culpado por ter preenchido a minha cabeça com imagens dele, culpado por ser o motivo da minha insônia noite passada, culpado por ter mentido para mim e culpado por ter quase me beijado!

Dios Mio, ele é culpado por eu estar gostando dele!

Fecho os olhos com força, negando qualquer tipo de sentimento que eu esteja nutrindo por ele. Eu não posso gostar de alguém, ainda mais por Muriel, um galinha mafioso!

_Olha só. – começou ele.

_Olhar o que? – indaguei curiosa.

Ele sorriu.

_É modo de falar, Lia. – expressei um “ah” mesmo sem entender e ele sorriu novamente. – Peço perdão se te deixei nervosa, então porque não me deixa pagar alguma sobremesa para você para que eu possa me redimir?

Mordi os lábios e olhei para ele ainda nervosa. Eu não devia sair com ele, mas eu quero estar com ele a qualquer custo. Não consigo evitar, ele já dominou um grande espaço da minha cabeça e eu não quero negar isso, então o jeito é aproveitar o momento. Assim quem sabe, depois de mais uma noite juntos, esse “amor platônico” não passe?

_Eu quero sorvete. – exclamei começando a andar.

_Er, Lia? – ele me chamou, me virei para ele e o mesmo exibia um pequeno sorriso de banda nos lábios. – A sorveteria é por ali.

Falou apontando para o lado contrário do que eu estava indo. Revirei os olhos e comecei a andar na direção certa, sendo acompanhada por ele.

[...]

Além de lindo e encantador, Muriel é muito engraçado. Ele diz que ser engraçado é essencial para conquistar mulheres. E sim, estávamos falando sobre as nossas paqueras. Eu realmente não sei como fomos parar neste assunto, mas estava ficando cada vez mais interessante. Ele me contou seus truques de sedução e também disse que em alguns tipos de mulheres, ele não precisa se esforçar muito, pois elas já ficam caídas por ele só pela aparência dele. Queria chamá-lo de convencido, mas ele tinha razão.

_Qual foi o caso mais louco que você já teve? – perguntei enquanto enfiava uma colher de sorvete na boca.

Estávamos sentados no lado de fora da sorveteria em um pequeno muro rosa da calçada. As pessoas que ouviam partes das nossas conversas nos olhavam feio. Mas fazer o que, se elas pegavam o carro* andando.

_Hm, acho que foi... você. – falou de um jeito encantador.

Olhei para ele por alguns segundos e comecei a rir descontroladamente. Eu quase acreditei! Não é que o cara é bom?!

_Você é muito bom para encantar as mulheres, e tenho certeza que por causa disso é odiado por muitas! – exclamei.

_Tem razão. Muitas odeiam a mim e meu charme.

Ri do jeito esnobe que ele falou e baguncei seus cabelos.

_E você? Qual foi o caso mais meloso que você já teve? – perguntou ele a mim.

Pensei sobre o assunto. Na verdade, tive poucos casos assim, mas tinha um em particular que não tinha como esquecer.

_Uma vez, quando eu e Valentina ainda estudávamos no colégio, eu namorava um garoto muito fofo. Ele me dava flores quase o dia todo, sem falar nos chocolates que eu recebia em casa. Era uma loucura. Valentina passava mal com tantas fofices do garoto para comigo. O pior era as mensagens! – exclamei.

Muriel vez uma careta engraçada já adivinhando os tipos de mensagens que se tratava.

_Não me diga que ele te mandava uma mensagem sempre que estavam longe um do outro? – perguntou incrédulo.

_Isso seria o de menos! – falei rindo. – Ele me mandava mensagens a cada meia hora com uma poesia. Que ele mesmo escrevia!

Muriel caiu nas gargalhadas acompanhado por mim. Dio! Somos duas pessoas horríveis, estou parecendo a Valentina desse jeito.

_Mas você devia ser merecedora dessas coisas, aposto que era muito bonita naquela época.

_Naquela época? Está me chamando de feia? – perguntei erguendo uma das sobrancelhas.

_Agora você é linda. – disse ele se aproximando de mim.

_Está tentando me seduzir? – perguntei sorrindo.

_É a minha intenção. Estou conseguindo?

_Está conseguindo fazer muito mais do que isso. – falei em italiano.

Não sei se Muriel entende italiano, mas o mesmo esboçou um sorriso lindo repleto de segundas intenções. Um sorriso que me fez imaginar as loucuras que a noite estava preparando para nós.

[...]

Muriel beija a minha barriga e depois sobe para os meus seios, onde suga um e massageia o outro com delicadeza. Já é a segunda vez que partimos para as preliminares, mas com Muriel parecia ser sempre a primeira vez de tudo.

_Eu não devia estar aqui. – sussurro com os olhos fechados, anestesiada com o prazer que ele estava me proporcionando.

_E por que não? – sua voz estava embriagada de prazer, me fazendo aprofundar ainda mais minhas unhas em seu lençol.

_Eu não costumo dormir mais de duas vezes com a mesma pessoa, ainda mais se ela mexe comigo de uma maneira diferente. – confesso.

Muriel termina de depositar beijos em meu pescoço e olha para mim. Encaro aquelas irís azuis e me perco por completo. É como se fosse só eu e ele, o resto não importava.

_Eu mexo com você? – perguntou ele.

Faço que sim com a cabeça enquanto mordo os lábios. Ele me observa morde-los e me beija.

_Então eu posso falar que você tem o mesmo efeito sobre mim. – disse ele.

_O que vamos fazer sobre isso? – perguntei.

_Vamos dormir juntos até enjoarmos um do outro. O que acha? – perguntou ele.

Sorri com a proposta e olhei para o lado, Muriel aproveitou e beijou a minha nuca me arrepiando por completo. Depois sussurrou mais uma vez a proposta em meu ouvido, só que desta vez, em italiano.

_É uma proposta irrecusável. – falei por fim.

Notas finais
Ah, se eu recebesse uma proposta dessas... E aí? Gostaram? Odiaram? Ai, ai... comentem hein pessoal!!! Comentem, favoritem e recomendem! Façam uma autora feliz :) O que acharam desses dois aí? E a Lia xingando o Sr. Brown? Ela pirou na batatinha, né? shaushuahsua Nossa, com tantos mafiosos lindos desse jeito, fica até difícil escolher um... Mas e vocês, já tem um preferido?