_ Papai!!!

_ Filho, eu não sou seu pai.

Nesse dia minha vida tomou outro rumo, meu... o Tony a partir desse dia meu padrasto me contou a verdadeira história que eu vivi.

Eu estou em perigo, preciso sair logo daqui e ir para um lugar seguro durante a viagem vou contar a história da minha vida.

Há dezesseis anos atrás minha mãe estava na viagem de seus sonhos, ela foi visitar Los Angeles, EUA, chegando lá foi direto para a praia ela amava muito o mar, nesta linda praia conheceu um rapaz mais ou menos da idade dela, logo que viu já se apaixonou e aconteceu o mesmo com ele. Já era tarde e então eles adormeceram juntos naquela areia fininha, quando o sol nasceu ela viu seus olhos azuis da cor do mar ele era tão lindo que parecia um deus grego, não sabia ela que ele era sim um deus mas não grego e sim romano, ela soube disso somente depois de meu nascimento quando meu pai contou a ela todos os cuidados que ela teria que ter comigo e explicou por que estava nos deixando. Ela chorou muito mas entendeu o motivo e seguiu com a sua vida, conheceu Tony, ele era muito legal cuidou de mim como se fosse seu filho. Até hoje eu achava que ele era meu pai e agora estou a caminho do “Acampamento Júpiter” eu não sei o que é isso, minha mãe disse que é um local seguro para passar o resto da minha adolescência e é o local para onde vão todos os filhos de deuses, Netuno é meu pai o deus dos mares.

Ao chegar no acampamento a pretora Reyna estava a nossa espera, ela é uma espécie de líder no acampamento, me mostrou o meu chalé, era um tipo de dormitório que estava completamente abandonado, era grande e solitário, por dentro estava muito sujo com muitas teias de aranha era horrível.

_ É aqui que eu vou ficar? Eu disse
_ Você pode arrumar do seu jeito, fique a vontade o jantar sai daqui 3 horas.

Ela saiu de uma maneira arrogante, parecia não ter gostado muito de mim, na verdade não era só ela todo mundo nesse acampamento me olhou estranho. Eu tinha algumas horas até o jantar então fui arrumar o meu quarto, nele só tinha duas pequenas camas de solteiro cheias de poeira e uma pequena maçã podre no chão era um quarto grande e escuro as paredes eram feitas de mármore inclusive o chão, era de um azul que parecia o mar, me senti muito bem ali dentro depois de arrumar minhas coisas e fazer uma bela faxina. Tinha alguns minutos até o jantar já estava com muita fome fui deitar para descansar fiquei pensando quanto tempo que vou ter que ficar por aqui neste lugar já estava com saudade de casa, de repente eu senti uma coisa estranha no peito como se eu estivesse correndo perigo me levantei rapidamente e ouvi alguns barulhos ensurdecedores fui correndo para ver o que era, um garoto mais ou menos da minha idade que é até parecido comigo lutando contra... o que era aquilo acho que são górgonas, vi isso numa aula sobre mitologia mas ver pessoalmente é muito assustador, esse garoto parecia realmente ser muito poderoso, ele estava diante do rio estendeu as mãos. O Pequeno Tibre obedeceu sua vontade erguendo-se formando redemoinhos. Mãos gigantes de agua ergueram-se da superfície, imitando os movimentos dele. Elas agarraram as górgonas que então soltaram um dos guardas do acampamento, ele fez um movimento com a mão que parecia tentar esmagar algo então os monstros chegaram no fundo do riu e viraram pó, nuvens brilhantes de essência de górgona se esforçavam para se recompor, mas o rio as desmanchava como um liquidificador. Em pouco tempo todo e qualquer traço das górgonas foi levado pela correnteza. Tinha sido a coisa mais incrível que eu já vi na minha vida, Depois de se acalmar ele estava bufando no meio do rio extremamente cansado, até que caiu no chão, Reyna foi em sua direção e o ajudou a levantar ele acordou estava um pouco atordoado se levantou, se apoiou nela para entrar no acampamento, eles vieram conversando em minha direção fiquei um pouco assustado o que ela queria comigo?

_ Gustavo, ele vai ficar com você no seu chalé, vai ser o responsável por cuidar dele, ele também é um filho de Netuno e seu nome é Percy Jackson. Disse Reyna

_ De Poseidon. Corrigiu ele.

Cheguei a algumas horas no acampamento e já estou recebendo ordens isso vai ser demais. Fui levando ele para o chalé quieto, não seria bom arranjar encrenca com ele.

_ Oi, meu nome é Percy. Disse o garoto

_ olá, eu sou o Gustavo, cheguei agora no acampamento, não conheço nada aqui não vou ser um bom guia, só sei que daqui a pouco teremos o jantar.

_ Que bom estou morrendo de fome.

Ele fez uma cara de quem estranhou o que eu falei então fiquei quieto e não falei mais nada, chegamos no chalé. Eu fiquei deitado na cama até ouvir um sinal.
_ Acho que é o jantar. Falei

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.