A Missão

24 Nossa Primeira Missão


Notas iniciais
Olá!! *--* Bem, POR FAVOR leiam o que eu tenho á dizer... Bem, minhas férias acabarão e minhas aulas começam amanhã (trágico, trágico). E bem, minha mãe é bem rígida em relação á escola. E então eu estou TOTALMENTE PROIBIDA de mexer no pc em dias de aula (trágico novamente). Pois é. Já insisti pra ela, falei que faria todos os deveres antes mas ela não cedeu, pois acha que o pc atrapalha nos estudos...! Pois bem, só posso mexer no pc Sexta de noite, Sábado, Domingo e feriados. E então, eu só postei 1 capítulo por semana. POR FAVOR não deixem de acompanhar a fic! Continuem comentando, favoritando e se possível até recomendando. Desculpem mesmo, mas não é culpa minha. Bom, espero que entendam... Aqui vai mais um capítulo ♥

No capítulo anterior...


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Olhei para trás e vi Jennifer chegando. Como sempre mantendo a pose de modelo e o olhar de autoridade sobre os alunos.


– Desculpe professora, houve um pequeno problema — Ela disse me fitando.


– Bem, sente-se!


Jennifer sorriu e foi para perto de Jack. Uma garota que estava ao lado dele rapidamente se levantou, como se Jennifer tivesse feito algum tipo de telepatia com ela. Jennifer se sentou e passou suas mãos sobre os cabelos de Jack. O mesmo virou a cabeça e sorriu, só então olhou pelo canto do olho e me viu. Eu estava indignada. Tá, sei que não sou a namorada de Jack de verdade mas, todos pensam que sim, e ele faz isso? Deixa qualquer garota toca-lo? E o que vão pensar de mim? Que sou '' chifruda ''. Não sei se esse é termo politicamente correto, mas dá á entender isso mesmo. Não podia deixar Jennifer tomar Jack de mim, e fazer com que a escola toda zoe de mim. Eu tenho que fazer algo. Como uma namorada falsa é claro. Se não tivéssemos que fingir isso não estava nem aí pra quem Jack olha, ou sorri. Mas, outro lado de mim, por mais que eu tente negar, tem ciúmes sim. Eu... Eu amo o Jack. De verdade. Seria um sonho tê-lo como meu namorado, mas acho que não é pra ser assim. Não é o nosso destino. Toda vez que nos aproximamos acontecem coisas desastrosas. E eu não quero perder a amizade dele. Não quero que ele saia da minha vida. Mas eu não consigo me controlar. Ele é charmoso, talentoso, fiel, e etc, etc, etc... Mas, não é nosso destino ficarmos juntos. E eu tenho que seguir com a minha vida. Quem sabe algum dia encontre alguém que vale a pena. ''


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– Bem continuando — disse a professora Ana — A peça será um romance. Foi escrita por um grande amigo meu chamado Heitor. Ele é escritor de vários livros desse gênero e me sinto honrada em fazer uma peça com um de seus livros.


– Como é exatamente a história desse livro?! — perguntou um dos alunos.


– Bem, é a história de um jovem que morava na Bolívia e ela se mudou para França á trabalho. Ela havia terminado a faculdade e iria trabalhar em outro país. Chegando lá ela alugou um apartamento e tudo estava maravilhoso. Mas ela acabou não ganhando a vaga no trabalho. Ela não sabia falar Frances fluentemente, e seu amigo que á ajudava foi embora sem dar explicações. Tudo começou á dar errado. Sem dinheiro ela quase perdeu o apartamento em que morava, até que ela encontra um garoto. Ele sabia falar sua língua e os dois rapidamente fazem amizade. Ele oferece sua casa como abrigo e ela aceita. Ao longo do tempo os dois vão se apaixonando, mas irá acontecer muitas coisas para tentar impedir esse romance.


– Ahhh que bonitinho! — disse uma das alunas.


A professora sorriu.


– Bem, hoje vamos fazer o teste para o papel da protagonista do peça. Vamos selecionar 4 garotas interessadas. Elas vão levar o roteiro para a casa e terá os testes para o papel na peça esse Sábado de manhã.


Muitas garotas sorriram, imaginei que estavam empolgadas.


– Bem, alguma interessada?


Muitas garotas começaram a gritar '' eu, eu! ''. A professora levantou a mão e todas pararam.


– Irei escolher 4 de vocês. Hãn vejamos... Jennifer Sullivan!


Jennifer levantou toda sorridente, e andou como se estivesse desfilando, olhando amargamente para as demais alunas. Ela subiu no palco ao lado da professora. A professora sitou mais 2 nomes, e duas garotas também se levantaram, ficando ao lado de Jennifer, que as olhava com nojo.

Não sei o porquê daquele comportamento. Jennifer pode ser bonita, popular e rica, mas isso não faz com que ela seja especial. Ela não é tão importante quanto acha que é. É apenas mais uma patricinha mimada. Eu já fui popular, quando era da equipe das líderes de torcida, e isso não me subiu a cabeça. Não me tornei uma pessoa tão má quanto Jennifer. Ela é ruim e maldosa de coração, e isso é ridículo. Tinha pena das demais alunas. Jennifer as desprezava e cuspia na cara delas. Eu estava predestinada á acabar com a popularidade de Jennifer, pois não é justo o que ela faz.


– Eu professora! — eu disse levantando e com um tom de voz confiante. Senti todos os olhares, inclusive o de Jack em mim.


– Senhorita Kim Crawford não é mesmo?


– Sim, eu quero fazer o teste para a protagonista.


– Bem, porque não? Pode vir.


Sorri largamente e confiante, me dirigindo ao palco. Subi e fitei Jennifer com nojo, assim como ela faz.


– Parece que temos as 4 candidatas! Bem meninas, os testes serão Sábado, e aqui estão os roteiros, ou sendo, vocês tem uma semana para decorar ok?


Assenti com a cabeça e peguei o roteiro.


– Agora, sente-se!


Desci os pequenos degraus do palco e meus olhos encontraram os de Jack, que sorria divertido. Mandei uma pequena piscadela para ele, e depois coloquei meu dedo em minha boca, chupando levemente o mesmo. Jack me olhou surpreso e eu sorri. Sentei-me novamente.

A aula passou. A professora recomendou alguns filmes e deu dicas de atuação. Logo depois o sinal bateu. Eu, junto de meus amigos saímos da sala. Atravessamos alguns corredores, e até então lembrei que seria aula de artes marciais! Estava muito empolgada, rindo atoa com as piadas de Dylan e saltitando alegremente.

Entramos na sala. A mesma era imensa. O chão era de um carpete cinza claro e no centro da sala, havia um grande tatame vermelho, com o desenho do tigre da escola sorrindo no centro. Haviam prateleiras de prata com troféus provavelmente ganhado em torneios pelos alunos. Havia bastante detalhes em preto e vermelho. Aquilo me deu um frio na espinha. O tatame vermelho, os diversos troféus... Aquilo me lembrava o dojo Dragões Negros. Eles podiam até ser melhores no ensino, mas nunca seria como o dojo Bobby Wasabi. Um lugar que ensina respeito, disciplina, honestidade e amor.

Um homem apareceu. O mesmo era alto e musculoso. Tinha olhos escuros assim como seus cabelos. Me lembrava um pouco o sensei Ty, rival de Rudy. Vestia um kimono vermelho e amarrado á sua cintura estava a faixa preta. No braço de seu kimono, havia os dizeres ''sensei'' bordados em dourado, assim como os de Rudy. Ele sorriu largamente e fez sinal para que todos se aproximassem. Os alunos ficaram á uns 30 centímetros do tatame, e o professor a nossa frente.


– Bem vindos! Hã, vejo que temos novos alunos!


– Sim professor. Eu sou Jack e aquela é a Kim — Jack disse.


– Oh, muito bem; muito bem. Eu sou Fred, professor de artes marciais. Os dois já tiveram algum contato com isso?


– Bem — eu disse dando um passo á frente — Eu e Jack frequentávamos um dojo, e somos faixas pretas de 2° grau.


Todos os olhares se voltaram para nós. O professor também pareceu surpreso.


– Ora ora — ele disse — Faixas pretas? Bem, mostrem! Venham! — Ele apontou para o tatame.


Eu e Jack fomos para o mesmo. O professor andou até um pequeno armário enferrujado e tirou dois blocos de concreto do mesmo, e duas tábuas de madeira clara. Ele se dirigiu até o centro do tatame e colocou os dois blocos de concreto no chão em pé; e em cima uma tábua. A outra ele ficou segurando.


– Partam a madeira ao meio — ele disse.


Jack foi até a mesma. Ficou de frente e em um rápido e ágil soco partiu a madeira perfeitamente ao meio. Pra ele era fácil, muito, muito fácil mesmo! Afinal fazíamos isso todos os dias no dojo, e com um número maior de tábuas. Os alunos bateram palmas e ouve alguns assovios. O professor sorriu e apertou a mão de Jack, cochichando algo. Jack sorriu e ficou ao lado do professor. Até que todos cessaram, e o professor me encarou.


– Sua vez, Kim.


Suspirei e fui até perto do professor e Jack. O mesmo colocou a outra tábua entre os blocos e esperou eu parti as mesmas ao meio. Até que tive um ideia. Sorri com aquilo e cochichei no ouvido do professor. O mesmo ficou surpreso, tentou argumentar mas eu insisti tanto que ele cedeu. Fred foi até o armário e retirou vários tijolos. Colocou todos eles empilhados acima dos dois blocos de concreto maiores. Jack sorriu de canto ao perceber o que eu iria fazer. Ao todo haviam uns 10 tijolos vermelhos. A sala ficou totalmente silenciosa. Olhares atentos e um tanto confusos. Sorri confiante e fechei os olhos, respirando de vagar. Com um impulso dei um grito de guerra e parti todos os tijolos ao meio, fazendo todos desabarem no chão. Minha mão doía um pouco, mas eu já estava acostumada.

Gritos, palmas, assovios... Tudo fazia parte. Meus amigos gritavam que nem doidos e Becky pulava de alegria. Sorri para ela.

– Ual, Kim! — disse Fred — Você e Jack são incríveis! E você Kim, foi minha primeira aluna á conseguir quebrar tijolos! E eu tenho orgulho de lhes dar a faixa preta!

Ele me abraçou. Retribui sorrindo. Fred foi até um pequeno armário e pegou dois kimonos vermelhos, e duas faixas pretas. Nos deu e pediu para que vestíssemos. Fomos até os pequenos provadores. Vesti meu kimono e me senti feliz, principalmente ao amarrar a faixa preta em minha cintura. Aquilo me fez me sentir em casa eu lembrei dos treinos no dojo... Antes que começasse a chorar Jack apareceu atrás de mim. Dei um pulo de susto e disse com a mão em meu peito:

– Meus Deus Jack! Você me assustou! Você não pode ir entrando no provador sem pedir! E se eu estivesse sem roupa?

– Bom, você sabe que eu não importaria se estivesse sem roupa — ele disse me lançando um olhar malicioso.

Encarei seus olhos com raiva e bati em seu ombro, fazendo Jack gemer baixo de dor.

– Calma! — ele disse — E o que foi aquilo? Sei que consegue quebrar tijolos, mas 10? Na primeira vez que quebrou tijolos foi no dojo, e só 4!

Dei de ombros.

– Eu quis ver se era capaz.

Ele sorriu.

– Sabe, é muito bom fazer karatê de novo. Isso me deixa mas calmo, e eu já estava pirando de não quebrar tábuas de novo.

– É verdade — eu disse — Mas... Isso só me faz lembrar do dojo...

– Kim, tente não pensar nisso. E você acha que eu também não tô sofrendo? Já disse, não precisa esquecer o pessoal, mas também não precisa ficar se lamentando. Isso foi uma escolha. Não fomos obrigados. E pense bem: Você poderá se vingar de Jason.

Sorri de canto.

– É... Você têm razão... Bom, é melhor voltarmos antes que alguém note que você saiu do seu provador.

Ele riu e saiu. Dei uma última olhada no espelho. Respirei fundo e saí.

Todos os alunos treinavam. Todos com o uniforme da escola. Achei meio estranho. Metade da sala era faixa amarela e branca. Poucos alunos eram laranjas e quase nenhum era verde. Somente eu, Jack e o professor éramos pretas. Alguns alunos treinavam chutes em bonecos de pancada, outros socos em sacos de pancadas e outros ficavam se alongando. Vi Jennifer. Ela era faixa branca. Tive vontade de rir e queria ter visto a cara dela quando me viu quebrar os tijolos e ser a primeira aluna do colégio á ganhar a faixa preta.

O professor apareceu e conversor comigo e com Jack. Eu e ele explicamos o que sabíamos fazer: Diversos golpes envolvendo chutes e socos; saltos e agilidade. O professor nos deu dicas e pediu para que mostrássemos o que sabíamos. Jack, com um salto e um chute muito rápido arrancou a cabeça de um boneco de pancada, fazendo o mesmo rolar sobre o chão. Eu derrubei 10 bonecos com socos, rasteiras, chutes e saltos, deixando todos boquiaberta. Até que a aula acabou. Eu e Jack nos despedimos do professor e nos vestimos novamente. Na saída da sala a secretária do diretor apareceu. Ela segurava meu uniforme, que estava limpo e seco.

– Oi Kim! — ela disse — Aqui está seu uniforme. Mandei lavar e secar.

– Obrigado! — eu disse pegando o uniforme e guardando em minha mochila — Ah, eu tenho que ir falar com o diretor...

– Não precisa!

– O que?! Como assim? Você viu a confusão que...

– Não, não precisa! É seu primeiro dia. Eu falo com a professora Carol — Ela piscou.

Sorri e lhe dei um abraço.

– Obrigada, obrigada mesmo! Você me livrou de uma detenção!

Ela sorriu.

– Ah, vamos Kim? — disse Becky olhando para mim e para secretária.

Me despedi da mesma ainda agradecendo e fui com meus amigos até nossos armários. Para minha sorte todos eram do lado do meu. Guardei alguns livros, exceto os que havia tarefa de casa. Conversei um pouco com meus amigos. Ethan não parava de falar como eu fui incrível. Fiquei feliz ao ver que todos concordavam.

Até que Jack apareceu. Ele disse que era hora de irmos. Me despedi de meus amigos e Jack me puxou pela mão, apertando o passo para a saída da escola.

– Calma apressadinho! — eu disse.

Ele parou por um momento e aproximou seu rosto do meu. Arregalei os olhos quando sua boca foi para perto de meu ouvido, e ele cochichou:

– Lembra do que Luke nos disse? Ele queria que fossemos para casa imediatamente, pois Peter queria nos dar as primeiras ordens como agentes.

Seu hálito quente e sua boca que encostava de leve em meu ouvido me causou arrepios por um momento, mas tentei me concentrar no que ele dizia.

– Bem, então vamos!

Caminhamos apressados até nossos carros. Abri o meu e deixei minha mochila no banco ao lado. Dirigi seguindo o carro de Jack, que acelerava um pouquinho. Ao chegar em casa estacionei meu carro e saí. Jack fez o mesmo. Entramos na casa. Joguei minha mochila no sofá e subimos correndo as escadas. Jack retirou o carpete e abriu a porta secreta do porão. Liguei a luz e Jack empurrou o guarda-roupas azul, depois retirou o papel de parede. Digitei a senha e coloquei minha mão para escanear. Em questão de segundos o '' tubo elevador '' apareceu. Entramos no mesmo e a porta de vidro se fechou. Depois de chegarmos em baixo as luzes se acenderam, quase me deixando cega de novo. Eu e Jack nos sentamos á frente de uma mesa e abrimos um dos notebooks secretos. Pareceu bizarro mas imediatamente a imagem de Peter apareceu na tela. Ele usava um terno social e atrás dele haviam uma parede preta. Ele sorriu ao nos ver.

– Olá agentes — ele disse.

– Olá presidente Peter — eu disse séria — Fomos informados por Luke que o senhor queria falar conosco.

– Afirmativo. Bem, Luke já mencionou que a filha de Jason irá se matricular em sua escola?

– Sim — Disse Jack.

– Bem, nossas fontes disseram que Jason ligou pessoalmente para a escola, onde fez a matrícula da filha. Achamos que se conseguirmos o número de telefone que ele usou, podemos rastreá-lo.

– Mas, se Jason está agindo tão adequadamente, não acha que ele seria meio burro de usar seu telefone para ligar para a escola, sabendo que podiam rastreá-lo? — perguntou Jack.

Peter coçou o queixo analisando as palavras de Jack.

– Faz sentido — ele disse — Mas temos que conseguir esse telefone. Se conseguimos saber onde ele fez aquela ligação, quem sabe podemos ter alguma pista.

– E o que quer que a gente faça? — perguntei.

– Ainda hoje, os dois terão que voltar para a escola. Mas a noite, tarde da noite, o único horário em que a escola fica vazia. Irão ir na sala do diretor e procurar o telefone usado, vendo os contatos. Depois escrevam o número em algum papel e guarde consigo, para depois ditar á mim.

– Beleza, vai ser bem fácil! — Jack disse.

– Não será tão fácil assim, agente Jack — Peter continuou — A escola, por ser tão renomada tem um bom sistema de segurança: Sensores, lazers, e alarmes. Vocês terão que ser bem discretos. Sem falar que há um segurança que fica na sala do zelador. Lá ele fica comendo rosquinhas e vendo as câmeras de segurança, que estão espalhas por todos os lugares. Carrega armas de verdade, tanto de choque ou até de tiro.

Eu e Jack trocamos olhares. Engoli em seco e disse:

– Têm certeza que vamos conseguir?

– Sim agente Kim. Confio em vocês e vi no que são capazes. Os dois tem muita agilidade e com ajuda de nosso equipamentos conseguirão ter sucesso.

– E se algo der errado? — Jack disse.

– Bem, vocês tentarão correr e se esconder. Caso os pegue... Bem, nós teremos que entrar em ação.

Arregalei os olhos.

– Bem, podem ficar a vontade. Sinta-se em casa, nós ligaremos com os seus celulares de espiões para orientar melhor e dizer a hora que terão de partir. Combinado?

Eu e Jack assentimos com a cabeça.

– Tenham um bom dia espiões, nos vemos em breve! — Peter disse por fim, saldando com a mão. O vídeo cessou e eu fechei o notebook.

Eu e Jack subimos calados até a parte de cima da casa. Depois de sair do porão e recolar o carpete, disse por fim:

– Aí Meu Deus Jack! Será que vamos conseguir?

– É claro que sim! Basta ter calma. Vêm, vamos preparar alguma coisa para comer e esperar a ligação da SIE.

Assenti com a cabeça e desci as escadas. Vi que eram 14:30 da tarde. Eu e Jack preparamos o almoço: Macarrão com queijo e pedaços de bacon. Comemos em silêncio.

Bem, parece que daqui á algumas horas entraríamos em nossa primeira missão: Ir á uma escola e ter que escapar de lazers, alarmes sensores e um segurança maluco com armas de choque e de tiro. Só isso, vai ser moleza...!

Notas finais
Gostaram? Odiarão? Comentários? Rsrs' Beijinhos e até semana que vêm :( *trágico, trágico*. Kkk' ♥ ♥ Beijos com chocolate e morango (masoq? kk')