A Missão
26 Missão Comprida!
Notas iniciais
No Capítulo anterior...
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Até que uma hora estávamos cansados demais para prosseguir, e eu desabei ao seu lado. Olhei para o teto. Com uma respiração pesada, pois parecia que eu tinha corrido uma maratona. Jack pegou em minha mão, apertando-a. Virei meu rosto e vi que seus olhos brilhantes me olhavam com paixão, e havia um belo sorriso estampado em seu rosto. Retribui da mesma forma.
Me enrolei com o cobertor e levantei da cama, ainda em silêncio, mas eu estava muito feliz. Era capaz de sair correndo e abraçar todos que visse pela frente. Queria correr na praia, queria fazer todo tipo de loucura. Mas me contive apenas com sorrisos e trocas de olhares com Jack. Coloquei minha roupa íntima, e Jack fez o mesmo. Enquanto vestia sua cueca ele disse:
– Éh, nada mau, nada mau.
Olhei franzindo as sobrancelhas para ele. O mesmo riu. Terminei de me vestir. Fui ao banheiro e lavei o rosto, ainda me recuperando. Vi minha garganta, só para ver se estava tudo certo; afinal eu gritei tanto que poderia ter machucado minhas cordas vocais. E com certeza, qualquer cantora de ópera ficaria boquiaberta comigo. Ri em frente ao espelho.
Saí e vi que Jack falava ao celular; quer dizer, o celular secreto. Ele desligou e depois me viu. Por fim disse:
– Está na hora. ''
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Respirei fundo. De uma certa forma essa notícia acabou com a minha felicidade, mas não tinha como fugir disto.
– Você estava falando com Peter? — Perguntei.
– Sim. Ele me disse que devemos ir na Sala Secreta e colocarmos nossos uniformes. Também disse que devemos levar uma mochila para os equipamentos maiores, e é claro: os comunicadores, pois ele estará falando conosco o tempo todo — Jack respondeu.
Bufei e coloquei as mãos na cintura.
– Mas... É só uma escola, não precisa de tudo isso!
– Uma escola renomada e com um ótimo sistema de segurança — Jack respondeu — Você têm ideia do que aconteceria se pegassem a gente? Além de sermos presos, a policia de Manhattan descobriria que a SIE existe, e provavelmente depois de sair da cadeia seriamos executados por revelar um segredo que é mantido á anos.
Revirei os olhos. Olhei para o relógio na parede. Eram 23:45 da noite.
– Bom, então vamos!
Jack assentiu com a cabeça e saímos de meu quarto. Fomos até o porão e fizemos todo aquele processo para irmos a Sala Secreta. Ao chegar lá coloquei as mãos sobre meus olhos, pois já sabia que as luzes iam acender automaticamente. Eu e Jack nos encaminhamos até o pequeno ''closet'' com nossas roupas de agentes. Peguei meu uniforme, que era um macacão de Lycra, mas parecia mais borracha. Vesti a roupa e coloquei as botas de couro. Prendi meus cabelos em um rabo de cavalo alto e passei um gloss para hidratar os lábios. Por fim peguei o cinto ''porta-armas'' e vesti. Procurei algumas armas que seriam úteis. Coloquei duas pistolas no cinto. Encontrei os comunicadores. Dei um para Jack e coloquei o meu em minha orelha. Liguei o mesmo e rapidamente a voz de Peter ecoou em meus ouvidos, me fazendo dar um pequeno pulinho de susto. Pude ver Jack rindo baixinho, me fazendo o encarar com um de meus melhores olhares mortais. Ele parou na hora e eu sorri.
– Olá agentes! — Peter disse.
– Olá presidente — Eu respondi — Já estamos prontos, mas o que devemos levar na mochila?
– Bom, vão até a prateleira de armas número 5. Lá, embaixo de cada equipamento á um código. Eu irei sitar alguns códigos, que são os equipamentos que devem levar.
– Ok.
Fui até a prateleira de número 5. Peter sitou 4 códigos, e eu fui pegando os equipamentos (que eram bem bizarros), e distribuindo para Jack, que guardava tudo na mochila. Peguei também um gancho de lançamento automático, cordas, e mais algumas armas reservas.
– Mas Peter — Jack disse — Não sabemos usar essas coisas.
– Ah sim — Peter disse — Como eu disse vocês vão manter contato comigo o tempo todo, e terão que descrever a situação que se encontram. Quando precisarem usar algo, eu ensinarei á vocês na hora. Combinado?
– Sim — Jack respondeu.
– Presidente — Eu disse — Já estamos prontos. Já podemos ir?
– Afirmativo — Peter respondeu — Quando chegarem na escola procurem estacionar seus veículos em um lugar mais afastado, para não levantar suspeitas. E aí é só me chamar pelos comunicadores ok?
– Ok.
– Bem, até logo agentes!
E o comunicador ficou mudo. Desliguei o mesmo e olhei para Jack. Fomos para a casa novamente e descemos as escadas. Jack estava com a mochila nas costas. Trancamos a casa e fomos até nossos carros.
– Acho que é melhor você vir comigo — Jack disse.
– Porque?
– Porque é melhor ué. Dois carros podem levantar suspeitas, sem falar que alguém pode reconhecer seu carro.
– Tudo bem! — Eu disse bufando.
Entrei no carro de Jack, que era uma Ferrari esportiva. Era bem confortável. Coloquei a mochila no banco de trás e me sentei no banco do passageiro, ao lado de Jack. O mesmo ligou o carro e logo estávamos na estrada escura e deserta. A mesma estava completamente vazia. Vez ou outra algum caminhão passava, ou um carro com uma família animada que cantava músicas pop.
Jack, que dirigia olhou para mim por um breve momento. Franzi as sobrancelhas para ele e perguntei:
– Porque está me olhando tanto?
Ele riu baixo, voltando a atenção para a estrada, mas logo respondeu:
– É que você fica muito sexy com essa roupa.
Olhei para mim mesma e de um certo modo me espantei. Não tinha percebido que a roupa colava no corpo, fazendo com que minhas curvas fossem mais valorizadas. E havia um pequeno decote de ''U'', e como a roupa colava fazia os meus seios se espremerem no decote. Corei de leve e respondi:
– Primeiro: Você não têm que ficar reparando em mim. Segundo: Não sei porque eles fizeram uma roupa tão colada assim.
Ele riu novamente.
– São roupas espiãs Kim. Têm que facilitar nossa vida. Com roupas assim fica mais fácil de nos locomovermos ou fazermos acrobacias. E... Eu tenho que agradecer pessoalmente á quem fez essas roupas.
– Porque?!
– Porque você fica super gostosa assim. Meu Deus...
Dei um soco de leve no braço de Jack, e rimos.
– Ah... Jack... — Eu disse me ajeitando no banco — Sobre o que fizemos... Ah...
– Não precisa ficar com vergonha — Jack disse — Sei que não é uma boa hora pra discutimos isso mas... Uma hora ou outra aquilo iria acontecer. Kim, fomos feitos para ficarmos juntos. Você me confessou o que sente, e eu sinto a mesma coisa. Á tempos, mas minha cabeça estava confusa. Eu sempre pensei que tinha uma queda por você, mas era e é muito mais que isso. Agora as coisas fazem sentido.
– Mas, eu não quero me machucar...
– E você não vai — Garantiu Jack — Porque nos amamos e nada vai nos separar.
Sorri com a boca fechada.
– Então você acha que nós... bem... — Disse engolindo em seco — Devemos nos envolver?
Ele pegou minha mão, apertando a mesma, enquanto a outra estava sobre o volante.
– Pensei que nunca diria isso — E ele exibiu um belo sorriso no rosto, me fazendo retribuir na hora.
Me estiquei e dei um beijo demorado na bochecha de Jack, e pude sentir ele ficar vermelhinho. Oh, que fofura! Ele sorriu novamente e voltou a atenção para a estrada. Ficamos quietos até avistarmos á rua da escola. Jack diminuiu a velocidade.
– Vamos estacionar á pelo menos um quarteirão da rua da escola, lembra que Peter nos aconselhou isso? Pois é — Jack disse parando o carro atrás de uma grande árvore.
Assenti com a cabeça e saí do carro. Jack fez o mesmo, pegando a mochila e colocando a mesma nas costas, enquanto trancava o carro. Chequei meu cinto porta armas para ver se estava tudo ok. Jack fez o mesmo e me guiou até a rua da escola. Vi que já eram 00:55 da noite, e o lugar estava totalmente deserto. Estou falando sério, estava deserto mesmo! O único barulho que preenchia a rua eram o farfalhar das folhas das árvores ao vento, e a minha bota que tinha um pequeno salto. A brisa suave era gostosa, com fiapos de água, indicando que mais tarde era bem provável que chovesse.
E então, finalmente chegamos na escola. Jack me puxou para trás de uma moita, apontando que haviam diversas câmeras de segurança nos muros altos.
– Como vamos entrar?! — Perguntei.
– Ah... O gancho de lançamento automático! — Jack disse — Vêm!
Ele me puxou, andando meio agachado, tentando evitar alguns ângulos que as câmeras poderiam flagrar. Chegamos até um dos muros. No mesmo haviam 3 câmeras de segurança. Tentei calcular á que distância elas filmavam e vi que não teríamos muita sorte. Puxei Jack para trás da pequena portaria, que estava vazia e trancada. Me lembrei do dia em que fomos nos matricular na escola, e que o homem, no caso o porteiro, manipulava com facilidade as câmeras de segurança dos muros. Tive uma ideia. Fui até a porta e peguei o '' chiclete bomba '' logo começando á mascar. Tinha gosto de hortelã, mas com o tempo foi ficando um pouco quente e com um gosto meio metálico. Tirei imediatamente da boca e colei na fechadura, que rapidamente derreteu. Jack sorriu e abriu a porta. Lá dentro havia uma cadeira de rodinhas, e um notebook com alguns gráficos. Me sentei e logo achei a rede de câmeras. Não foi preciso muito tempo mais consegui invadir o sistema de segurança e bloquear as câmeras do lado de fora da escola. Jack me olhava atento, porém surpreso com a minha facilidade em operar aquelas coisas. Olhei para alguns monitores de computador que mostravam as imagens das câmeras e com apenas um clique todas apagaram. Sorri vitoriosa.
– Como consegue fazer isso?! Virou hacker agora?! — Perguntou Jack rindo baixo.
– Milton... Ele é... Quer dizer, era meu parceiro na aula de informática. Então já viu né?! — Eu respondi e rimos.
Me levantei e saímos da pequena salinha. Fechei a porta e me dirigi sem medo até os muros, já sabendo que as câmeras haviam sido desligadas.
– Bom, qual era a sua ideia mesmo? — Perguntei com as mãos na cintura.
– Vou jogar o gancho de lançamento automático pelo muro e subimos.
– Tudo bem, vêm logo!
Corremos até um dos muros e Jack retirou da mochila o gancho. Logo acionou o mesmo, que voou no ar e caiu do outro lado do muro, prendendo no mesmo. Puxei a corda para ter certeza que era seguro, e então escalei. Quando cheguei no topo me equilibrei e pedi para que Jack jogasse a mochila. Depois dele jogar, coloquei a mesma sobre meus ombros e saltei para dentro da escola, caindo em um pouso perfeito sobre a grama. Vi Jack fazer o mesmo e pousar ao meu lado, dando uma cambalhota no chão.
Acenei com a mão e corremos para a porta principal, que estava trancada. Peguei outro chiclete bomba e mastiguei, logo o grudando na maçaneta que foi derretida. Entramos e corremos até um dos corredores. Checamos o pequeno ''mapa da escola'' que ficava colado em uma das paredes e corremos até a sala do diretor. Ao chegar abrimos a porta lentamente e podemos notar que a sala estava vazia. Suspirei de alívio. Joguei a mochila em uma cadeira e começamos a revirar a mesa do diretor. Abri algumas pastas e gavetas, chequei em armários mas não havia o número de Jason.
– Já sei! — Jack disse.
Ele pegou o telefone do diretor e logo depois abriu a mochila, pegando o que parecia ser um tablet pequeno e redondo. Ele ligou o mesmo e encaixou o telefone no aparelho, digitando algo na tela. Me aproximei e vi que em uma fração de segundos um número apareceu na tela. Sorri largamente e olhei para Jack, que também sorria.
– Você é um gênio! — Eu disse abraçando Jack, que me ergueu no ar ainda no abraço.
Até que ouvimos passos. Me desesperei e rapidamente arrumei a bagunça que deixamos, enquanto Jack espiava pela fresta da porta. Os passos se aproximaram e a luz de uma lanterna iluminou o corredor fora da sala.
– Rápido! Entra ali! — Jack cochichou me empurrando até um pequeno guarda roupas.
Entramos no mesmo. Estranhei o fato do diretor ter um guarda roupas em sua sala. No mesmo haviam uns 4 ternos pretos e cinzas, que estavam perfeitamente alinhados e pendurados nos cabides.O guarda roupas era pequeno e apertado, fazendo eu ficar totalmente ''presa'' com Jack. Os comunicadores em nossas orelhas ligaram, e a voz de Peter ecoou em nossos ouvidos:
– Agentes! Como estão indo com a missão?!
Nessa hora um homem entrou na sala. Era negro e bem alto e bem musculoso, com algumas tatuagens nos braços. Vestia um uniforme de segurança e uma de suas mãos seguravam a lanterna, e a outra uma rosquinha com açúcar de confeiteiro por cima, com umas duas mordidas.
– Quem está aí?! — Ele perguntou. Sua voz era grave.
– Peter – Eu cochichei — Estamos meio ocupados agora. Lembra daquele segurança que você tinha falado? Bem, ele está aqui agora.
– Oh, desculpe — Disse Peter.
– Mas conseguimos o número de Jason – Disse Jack.
– Ótimo! — Disse Peter — Agora tentem sair da escola sem ninguém vê-los. Até mais!
E o comunicador ficou mudo. Olhei pela fresta do guarda roupas e vi que o segurança continuava comendo sua rosquinha, andando pela sala. Me espantei quando ele apontou a lanterna para o guarda roupas. Ele veio se aproximando do mesmo devagar, pronto para abri-lo. Jack arregalou os olhos. Meu coração bateu mais forte e eu estava a ponto de ter um ataque. O segurança colocou a mão na maçaneta, pronto para abri-la. Fechei os olhos, já sabendo o que me aguardava. Primeiro iria pra cadeia por invadir a escola; depois de sair da cadeia a SIE iria me eliminar por revelar o segredo. Que forma linda de morrer não?!
Mas um rádio fez um barulho. O segurança recuou e tirou a mão da maçaneta da porta. Abri os olhos e espiei pela fresta. O homem estava falando no rádio com alguém. O mesmo bufou e saiu da sala, fechando e trancando a porta da mesma. Suspirei aliviada e Jack fez o mesmo. Abrimos devagar a porta e saíamos.
– Essa foi por pouco! — Disse Jack.
– Pois é! Melhor saímos daqui antes que ele volte.
Jack assentiu com a cabeça e fomos em direção á janela. Jack jogou a corda pela mesma e prendeu a outra ponta na maçaneta da janela. Ele desceu primeiro, logo me chamando. Desci pela mesma e puxei a corda com força, fazendo a janela se fechar bruscamente. Me assustei um pouco, recuando e fechando os olhos. Jack me olhava meio nervoso.
– Faça menos barulho Kim! — Ele disse.
– Sim senhor! — Eu disse em tom irônico, fazendo Jack revirar os olhos.
Corremos novamente para um dos muros. Jack jogou o gancho de lançamento automático de novo e subiu primeiro, logo saltando para o lado de fora. Subi também e saltei, pousando ao lado de Jack. Ouvi os portões se abrindo e percebi que era o segurança, provavelmente estranhando o fato das câmeras de segurança estarem desligadas. Cutuquei o ombro de Jack que se virou e viu o segurança. Corremos antes que os portões se abrissem completamente. Ouvi o segurança gritar ''Ladrão'' várias vezes. Ele tirou do cinto uma pistola, e logo começou á atirar. Jack me empurrou para que a bala não acertasse minhas costas. O homem correu atrás de nós, quase nos alcançando. Ainda atirava, e eu me desviava das balas. Peguei a pistola de meu cinto e Jack que corria ao meu lado disse quase sem fôlego:
– Você vai matar o cara?!
– Claro que não!! Só vou atirar no chão pra assustar ele!!
Atirei duas vezes no asfalto, fazendo o segurança parar e recuar um pouco para trás, me dando tempo de sair da rua. Eu e Jack corremos até o carro, já podendo ver o homem prosseguir com a perseguição, quase nos alcançando. Abri a porta do carro e entrei rapidamente, jogando a mochila no banco de trás. Jack ligou o carro e virou o mesmo bruscamente me fazendo bater a cabeça no vidro. Olhei pelo retrovisor vendo o segurança parar de correr, mas ele apontou a arma para o carro, atirando várias vezes. Abaixei a cabeça quando um dos tiros quebrou o vidro de trás. O mesmo estilhaçou e se espalhou pelo banco de trás. Jack virou a outra rua e pisou fundo, e adentramos na estrada, bem longe daquele segurança.
– Meu Deus aquele cara é louco?! — Eu disse franzindo as sobrancelhas.
– Ele só está fazendo o papel dele Kim. Nós que estamos errados — Jack respondeu.
– O que? Mas é por um bom motivo. Você sabe disso.
– Sim. Mas... Bem, melhor eu falar com o Peter.
Ele colocou a mão no comunicador, ligando o mesmo.
– Peter?! Está aí?! — Jack perguntou.
– Sim agente Jack! — Peter respondeu — Conseguiram escapar?
– Sim, mas foi por pouco. O segurança atirou no meu carro novo! — Jack respondeu bufando.
– Não se preocupe com isso, mas... Você disse que conseguiu o número de Jason, certo?
– Sim. Espere um minuto... — Jack disse — Kim, pega a mochila e aquele tablet redondo por favor.
Assenti com a cabeça e me estiquei ao banco de trás, abrindo a mochila e pegando o tablet. Liguei o mesmo e vi um número de telefone na tela.
– O número é 5622-2504 — Eu disse.
– 5622-2504 — Jack repetiu.
– Maravilhoso!! — Peter disse com uma voz em tom animado — Obrigado espiões! Deixem com a gente e em breve vocês irão investigar o local em que Jason fez a tal ligação ok?
– Ok — Respondeu Jack — Tchau Peter!
– Até!
E o comunicador desligou.
Sabe aquela sensação de missão comprida? Era isso o que eu estava sentindo. Agora eu estava a mais um passo de acabar com Jason. Fiquei louca para que Peter já desse a próxima missão, não sei o porque. Até que ser espiã não é tão ruim assim. A adrenalina é pura, o coração bate mais forte e isso é uma grande aventura! Ser espiã tem suas vantagens e desvantagens. Você pode fazer o bem, ajudar pessoas, investigar casos e até se divertir. As desvantagens são que á qualquer momento você pode ser acertado por um tiro, se machucar, ser descoberta ou morrer. Pois é, bem legal não é mesmo?!
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