A Mente Insana Da Suposta Inocente
12 Pesadelos Repentinos
O quê? ... Eu me deparei ao fim do corredor com uma folha de papel totalmente branca que aos poucos com sangue ia se escrevendo "assassina". PAREEM!! — Eu gritei, com as mãos em meus ouvidos, vozes surgiram do nada gritando todos juntos assassina, assassina, assassina. Eu me joguei no chão contorcendo meu corpo... E apaguei...
Tam Tam ..... Tam Tam ......
– Ela vai ficar bem?
– Sim, moço, não se preocupe...
Essas vozes... Eu me acordei rapidamente olhando em volta. — ONDE ESTOU?! — gritei... Era um hospital, eu estava em uma daquelas macas, a minha frente, via Robert... Isso me deixar mais tranquila, saber que estava com ele... Me passava uma forte sensação de segurança.
– Não se preocupe Sanrisa, tudo ficará bem. — Disse a doutora.
– O que aconteceu? — Perguntei inocentemente.
– Sanrisa, eu encontrei você no parque de diversões, na casa dos espelho com os cacos de vidro todos sobre você... Quando você socou o espelho ele provavelmente se quebrou e talvez você tenha desmaiado... — Disse Robert..
– Foi só isso? — Perguntei... — Na minha mente pesou muito mais.
– Como assim? — Perguntou a doutora. Vá dormir Sanrisa, você precisa descansar.
– Eu não quero des... — Antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa a doutora enfiou a seringa a fundo do meu braço e me fez adormecer em menos de segundos.
Eu voltei para aquele lugar estranho, as paredes tremiam, se balançavam como se eu estivesse abaixo d'água novamente, eu tentei bater na parede e meu braço afundava... Não tinha caminho nenhum, mas comecei a andar... Ou melhor, quase nadar em meio aquele lugar sem fim, até que encontrei uma chave e a peguei... — Hum... — Voltei a "nadar" em meio aquele lugar até encontrar uma porta.
Abri logo a porta e rolei para o outro lado dela, estava tudo vermelho... Queimando como fogo... Vi aquela mesma estátua ali em frente mas, dessa vez ela não se movia de forma alguma... Me aproximei para ver e olhando através de seu furo no lugar do coração eu podia ver mais a longe outra porta... E uma pessoa... Empurrei a estátua que sem querer caiu e quebrou em milhares de pedaços, assustada eu corria até a porta mas, eu nunca chegava.
Muito tempo depois ainda correndo eu resolvi parar, e olhei para trás... Continuava no mesmo lugar... Até que a pessoa da porta veio se aproximando de mim... Mais... Mais... ela chegava e quando me deparei tive uma surpresa enorme...
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