(...)eu daria qualquer coisa por suas memorias qualquer coisa para não ter essa pedra no lugar do coração, essa alma vazia, essa imaginação horrível, eu daria qualquer coisa pra dizer eu já tive, eu daria qualquer coisa pra parar de sentir através de um vidro, eu daria qualquer coisa, qualquer coisa só para sentir. (...)


Vivo por memorias que não são minhas,vivo por uma tela de vidro, vivo sem realmente sentir, vivo como se estive-se morta (Eu estou morta?) (Eu estou viva?) alguém por favor me diga. Não sinto dor, não sinto amor, não sinto alegria, não sinto nada, eu estou vazia.


– A menina rodeada por urubus

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