A Menina Do Hotel
4 Destino
Minha execução está marcada para daqui dois dias, às vezes me pego pensando como seria se não tivesse me apaixonado por Anabella, estaria neste momento trabalhando de servente de pedreiro em uma obra qualquer por ai, tendo que levar minha mãe bêbada para a cama dela no meio da noite, pensando bem nem tenho muito o que perder neste mundo.
Alguns dias se passaram e eu não fui trabalhar, meu tio foi na minha casa me procurar mas pedi pra minha mãe dizer que eu não estava, eu passei uns dias no meu quarto sem comer nada só cheirando cocaína. Um dia quando eu tava "legalzão de festa" sai da minha casa, isso era mais ou menos onze da noite, fui até o hotel, tava entrando mas o porteiro me barrou, eu tava todo sujo e com roupas velhas, mas tava acompanhado do meu revolver, apontei na cara do porteiro e disse que ia matar ele se ele ficasse no caminho, ele saiu, mas eu devia ter matado ele naquele momento, porém eu o amordacei e amarrei, subi procurei de porta em porta até que depois de um tempo de busca bati no quarto 27 e Anabella abriu a porta, ela estava deslumbrante, com um pijama curto, bem curto aquilo deixou meus instintos falarem por mim, eu a agarrei, pra minha sorte era dia de baile e a mãe dela tinha saído, eu tentava beijá-la enquanto ela se debatia no chão tentando fugir dos meus carinhos, eu dizia "eu te quero, eu te quero muito" ela gritava pedindo pra mim soltá-la, não sei como os vizinhos não ouviram.
Em determinado momento ela me acertou um golpe nos testículos, e correu em direção a porta, eu a agarrei e mostrei a arma, fazendo sinal de silêncio com a arma na boca, ela chorava muito e pediu para que não a machucasse, eu fiz um carinho em sua cabeça com o revolver dizendo "não vou te machucar meu amor... é só você cooperar" ela concordou com a cabeça, chorava ainda, ela perguntou o que eu queria, e era a pergunta que eu queria ouvir, disse: "deita na cama", ela parecia não acreditar no que tinha ouvido, mas mesmo assim deitou, eu fui por cima dela, calmo, queria aproveitar o momento, eu comecei beijando seu pescoço, ela chorava, fui descendo até os peitos, e os tirei pra fora do sutiã, eram lindos redondos, mamilos rosados, isso me levou a loucura, fiquei excitado na hora coloquei a mãozinha dela dentro da minha cueca, ao perceber o tamanho da criança ela parou de chorar, pareceu que tinha gostado, ela já não se debatia como antes, quando percebeu estava completamente nua, ela começou a gostar ao me ver nu, negro grande e forte com um enorme membro, ela sem pensar muito abocanhou o menino e chupou como louca, eu nem acreditei, será que ela já teria esquecido seu namorado? Ah, foda-se aquele merda, já matei ele mesmo, e agora vou comer a namorada dele, ela ficou um bom tempo ali chupando, depois eu a peguei em meus braços e coloquei deitado, usei as pernas como protetor de orelhas, colocava minha língua o mais longe possível, ela gemia freneticamente, segurava em meus cabelos encaracolados dizendo "vai, vai", depois de um certo tempo, coloquei ela de bunda pra cima e meti a vara valendo, ela sentiu a entrada, deu um grande berro de dor e de prazer, teve orgasmos múltiplos, ficou louca, depois de um tempo a peguei e coloque contra a parede, e ali fizemos por um bom tempo, ela gemendo, e eu também, foi uma loucura, épico. Transamos de todas as formas, ela nem lembrava do namoradinho e eu nem sabia quem eu era, quando terminamos deitamos de barriga pra cima olhando para o teto, eu sorri e pensei "viu tio? Viu Yago? Eu consegui", quando eu a olhei ela estava espantada e disse "meu Deus, o que eu fiz, Arthur me perdoa", e começou a chorar, eu a disse "meu amor, não se preocupe, seu namorado não está mais aqui pra nos incomodar, eu te livrei dele", ela me olhou desconfiada e perguntou o que queria dizer, eu fiquei em silêncio percebendo o furo, aí alguém bateu a porta era o detetive Wilson, eu percebi que Anabella ia gritar, e tapei sua boca. Era madrugada e o que o detetive estava fazendo ali? Maldito, tinha sido o porteiro, eu sabia que deveria ter matado ele, alguém livrou ele das cordas, todos são uns malditos. O pavor tomou conta de mim e se Anabella dissesse que eu a estuprei? Não seria verdade mas se ela quisesse poderia dizer isso, bem confesso, no começo ela não queria, eu a abusei sexualmente, e não era só isso ela sabia que eu tinha matado Arthur. Fiquei pensando, pensando e o detetive batendo na porta, desesperado eu percebi que estava ferrado, Anabella, o detetive e até o porteiro, todos sabiam demais, eu precisava fugir dali com Anabella, e também tinha que matar os outros dois.
O detetive ameaçou derrubar a porta se ninguém atendesse, eu até duvidei que ele fosse capaz de tal feito. A mãe de Anabella devia estar com algum senhor ricão que encontrou no baile, eu fiz uma proposta para Anabella, mataríamos o detetive e o porteiro e fugiríamos como um casal aventureiro, ela disse que não, eu apontei a arma pra ela, ela chorou e disse que não ia fazer isso. Naquele momento eu vi que deveria matar Anabella também se quisesse sair ileso, maldito seja o destino.
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