A Melodia das Águas
11 Um encontro fortuito
Notas iniciais
Palavra de hoje: Anátema. É tipo um exílio com conotação religiosa...
Esse capítulo foi que foi!
Queria uma capa nova...
Os dias não eximiam-lhe da náusea causada pelo constante movimento aliado ao ritmo dos trilhos. Suspirou. Aquele era um caminho sem volta, havia assinado sua própria anátema no instante do embarque.
“Aonde vais”? Uma jovem, recém assomada à pequena cabine, lhe sorria demasiado simpática. Cachos escuros mal lhe chegavam aos ombros.
“De trem, até Aruanë”.
“A terra dos deuses, soube quando te vi”. Assistiu-a levantar a saia para mostrar o falcão tatuado na panturrilha, símbolo dos filhos da magia de Teani. Em resposta, puxou um pedaço da capa vermelha da bolsa.
Compreensão mútua passou-lhes pelos olhos. Não estava mais sozinha.
Notas finais
E agora? Será que vai dar o que disso daí? Não percam os próximos episódios de "o que vou fazer da minha vida com essa história?", da sua autora favorita: Eu!
Comenta aí pra eu ver um negócio rapidão.
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