A Meia Irmã
15 XV
Notas iniciais
- Sindra, vistlip
Fui acordado por barulhos de alguma máquina , ouvia barulhos de pingos de água caindo de um saquinho suapenso ao meu lado, o soro. Olhei para o lado e vejo uma máquina que marcava meus batimentos e um para me manter respirando. Na minha frente vejo uma TV desligada e ao lado dela, alguns balões e vasos de flores. Meu pai estava dormindo em um pequeno sofá roxo que havia dentro daquele quarto de hospital.
De repente a porta se abre, uma enfermeira de cabelos brancos provavelmente tingidos, pois ela não aparentava ter mais de vinte e tantos anos, olhos amendondados e uma boca bem marcada por uma batom vermelho, entra no meu quarto. Ela vê que meu pai está dormindo e se direciona até mim para ver (provavelmente) se eu estava bem.
— Oh meu Deus! — disse ela recuando colocando a mão no peito — Pensei que estivesse dormindo.
— Onde estou?
— Em um hospital? Você ficou emcoma por 48 horas, parece que levou um corte feio nas costas que provavelmente no objeto de corte, estava envenenada, mas tudo bem, vejo que já acordou e se recupera rapidamente. Qualquer problema me chame, meu nome é Jéssica.
— Certo.
Jéssica pisca e abre um largo sorriso, vê se está tudo certo com os aparelhos e vai embora. Observo que há um controle remoto da televisão ao meu lado, o pego com dificuldade e ligo. Estava passando um noticiário que acabava de começar.
— Bom dia. As investigações sobre o caso ''Ladrão de Corações'' ainda está em andamento, a polícia ainda está a procura de suspeitos. 32 garotas estão mortas e 15 desaparecidas entre elas duas garotas Anne e Hannah, a idade entre as desaparecidas está em torno de 13 e 17 anos, logo mais. Política...
Hannah, ela poderia estar em perigo. A última vez que a vi foi na escola sendo levada em um carro preto para algum lugar desconhecido.
Meu pai abre os olhos, olha para os lados, vê que a TV estava ligada. Olha para a cama onde eu estava deitado, vê que estou acordado, abre um sorriso e disse:
— Que bom que acordou filhão. Sabela e eu encontramos você deitado na calçada da escola, ainda não encontramos Hannah, mas sua mãe saiu, talvez ela tenha encontrado.
— Ela foi pega pai. — falei.
— Nunca se sabe...
— Ela foi pêga pai! Não entende?
— Mas Tiag...
Bufei, precisava encontrar Hannah imeditamente. Me levanto da cama, arrancando todos os fios que estavam presos em mim, doeu um pouco, mas segurei o grito.
— Tiago! Aonde vai?!
— Encontrar minha irmã!
Saio do quarto e bato a porta com brutalidade atrás de mim. Todos me olharam para mim assustados, mas todos me deram passagem mesmo assim. Estava no mesmo hospital que Mariah esteve, felizmente sabia me guiar. Estava um andar a cima do andar em que Hannah e eu pulamos alguns dias atrás, desço a escada o mais rápido possível até chegar no único jeito de sair dali, a janela. Quando chego no andar, todos ainda me olhavam assustados, médicos, enfermeiro, pacientes e até mesmo Jéssica. Abro um sorriso e pulo.
Chegando em casa, não havia ninguém pelo menos sabia subir pelo telhado e abrir a janela do meu quarto. Quando entro em casa, a porta do quarto de Hannah estava aberta, havia pingos de sangue espalhados pelo chão, o quarto estava bagunçado livros estavam no chão, folhas também. A janela do quarto estava aberta, havia muito sangue na parede e na cortina, pareciam frescos,
Olho a vista de fora da janela, os pingos faziam restros, segui. Levavam até aquela casa estranha.
------------------> Hannah narrando
Acordo deitada em uma cama, o local não era o meu quarto, olho para o lado e vejo que há uma menina deitada também só que no chão. O cheiro de coisa podre me fez lembrar aquela casa de esquina de alguns dias atrás.
— Finalmente as duas Bela Adormecida, acordaram. — disse uma voz rouca e irritante ao mesmo tempo, a menina deitada no chão havia acordado também.
Sento na cama e tento procurara de onde vinha aquela voz.
— Aqui querida. Ao seu lado esquerdo, bem em cima de você.
Uma câmera nos vigiava. A garota que estava junto comigo era loira de olhos azuis, mas havia um pequeno problema ela bebia. Uma garrafa de vodka estava ao lado dela, mas era possível que Spencer deixava a garota beber? Ela não deveria ter menos que a idade permitida. Uma garota que todos os garotos um dia gostaria de ter, tirando a parte de ela tiver um bafo de álcool e ficar bêbada facilmente.
— Olá... — disse a menina depois de beber um pouco do líquido que havia na garrafa e depois, abriu um sorriso exalando um pouco do mal hálito que havia na boca da garota.
— Hannah, e o seu? — respondo me levantando e procuro algum jeito de sai dali.
— Anne, o que está fazendo?
— Quer morrer? Porque estamos prestes a perder as vidas. Se quiser, pode ficar, mas eu vou sair daqui, porque além do mais você está na casa do ''Ladrão de Corações'' falando com a assassina ''HX''.
— Então, é você... — disse Anne caindo em um sono e começando a roncar.
Revirei os olhos, nenhuma janela e uma porta que provavelmente estaria bem trancada. Havia alguns pequenos buracos que possibilitavam a passagem de uma pequena luz, precária. Coloquei meu olho em um, perfeito. Poderia fazer algo que a minoria de Lord e Damas da Morte sabem fazer.
Lá estava eu correndo nos telhados novamente até chegar na minha casa. Abro a janela do quarto, quando pisei no chão, uma mão áspera e fina tampou a minha boa. Spencer. Tento fugir dele, mas ele me segurou ainda mais forte.
— Pensa qua foge do tio Spencer? — disse ele me jogando contra a parede e depois me dando um soco na barriga fazendo que saísse sangue da minha boca.
— Penso. — falo dando um sorriso e depois, chuto ele que destrói a estante de livros.
Me aproximo dele, pronta para dar um soco naquele maldito rosto, mas ele foi mais rápido e me chutou jogando contra aparede denovo. Spencer pega uma faca e pega o meu braço escrevendo ''Nº 40'' rasgando a minha pele, depois ele pega uma lata de cerveja e joga no meu braço, fazendo arder.
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Depois daquilo, voltamos para aquela miserável casa, mas agora, eu estava amarrada em uma cadeira igual a Anne que estava em outra cadeira a minha frente. Havia uma cama de aço em um canto daquela ''sala'' e um monte de ferramentas que deveria ser usada por médicos. Havia um lixo perto da cama, cheio de panos brancos ensanguentados. Um mural com rostos de meninas, inclusive o meu estavam colados ali, algumas fotos estavam marcadas por um ''X''.
— Tive que puxar para o meu pai... — disse Spencer que fechava uma porta de metal atrás de si — Mas desta vez, não são meninos mas sim, meninas. — ele pegou uma faca.
Com a faca na mão, tirou uma mecha dos meus olhos e fez um corte da sobrancelha até o meio da minha bochecha.
— Porque está séria Hannah? — disse ele fazendo um corte da minha orelha atpe a aoutra, fazendo a forma de um sorriso, eu pude sentir — Agora um pouco de cor nos seus lábios. — ele rasgou mais profundamente um dos cortes do ''sorriso'', fazendo cair em meus lábios.
Depois, ele vira a cadeira, corta a corda que me segurava e rasga o meu uniforme.
— Quero que quando você morrer, vá para o céu. Então você já vai com asas! — ele desenha com a faca nas minhas costas, o formato de uma asa.
— Porque você puxou para seu pais? — falo numa tentaiva de ele para e explicar.
— Não conhece o ''Assassino 10''? Eu suponho que sim, pois foi ele que matou seu irmão!
Meus olhos se encheram de lágrimas, lembrar do meu irmao é uma coisa que dói, muito.
— Ah, vai chorar? Beba um pouco de álcool. — disse ele despejando uma bebida alcoólica em meu corpo, fazendo arder os cortes — Bebeu: Agora vamos para o grand finalle!
Spencer me tira da cadeira e me arrasta pelo chão áspero, e por fim, me jogando em cima daquela cama de aço.
— Onde fica seu coração? Lado esquerdo? Ok. — disse rasgando a parte da frente do meu uniforme e passando aquela faca gelada no meu peito.
Quando ele ia começar a perfuras a minha pele, a campanhia toca. Spencer olha pelo vídeo, um menino de cabelos pretos meio bagunçado estava parado na porta.
Tiago.
Notas finais
Gommen ne?
Então o que acharam? Esse foi o penúltimo capítulo, e o último TALVEZ, saia hoje OKAY?
kIssus
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