Notas iniciais
Em homenagem a um mês de história, aqui vai um capitulo especial! A Hannah que narra ^^

— Mato pessoas com uma brutalidade por causa de meus olhos qunado fico com algum sentimentos sobre a vítima, a maioria deles é ódio, agora eu não sei o que acontece com... isso. — falo olhando para Tiago que me olhava com um brilho nos olhos e um sorriso nos lábios que algum dia gostaria de sentir nos meus.

Ele de repente me abraça, eu estava confortável envolvida naqueles braços que não eram muito forte e nem passava perto de ser um esqueleto, de qualquer maneira eu estava sendo abraçada pela pessoa que eu mais amva, meu meio irrnão.

Ouço um grito vindo da rua e sangue sendo jorrado no asfalto, um homeme aparentemente magro estava segurando uma mulher que sangrava pelo belo corte que levou na cabeça, o sujeito estava maracado para morrer, naquele momento senti ódio, senti meu corpo mais leve como de contume quando meus olhos tomavam a forma real, totalmente preto.

Me desgrudei dos braços de Tiago e pulei o mais alto possível que deu para chegar até no meio da rua que a essas horas estaria escura, e sendo apenas iluminada por algumas luzes laranjas. Aquele homem hvai dobrado a esquina, deixando rastros de sangue no asfalto, segui. O verme desapareceu em uma casinha que eu nunca havia percebido. A casa estava caindo aos pedaços, a pintura estava desbotada e tinha um pequeno playground enferrujado na frente, ele entrou.

Ouço Tiago chamando pelo meu nome na rua, por um momento achei ele idiota, ele sabe que sou uma quase Morte e sabe que está marcado para morrer. De qualquer modo, entrei naquela casa com cheiro de coisa apodrecendo, o homeme teve o descuido de deixar a porta encostada.

Realmente, havia algo podre dentro daquela casa. Louças na pia com restos, um prato com comida em cima da mesa que estava apodrecedo pois moscas estavam rodeando e cheiro de carne podre.

Passos na grama em volta da casa estava se aproximando, olho pela pequena parte da janela da cozinha e vejo que era Tiago, aquela luz envolta dele estava me irritando, eu não queria matá-lo. Tiago bate na porta, um homem gordo careca com uma tatuagem escrito ''peace'' no pescoço sai d eum quarto e eu me escondo no pequeno espaço entre a geladeira e a pia. O gordinho não estava marcado para morrer.

— Diga. — disse o homem abrindo a porta.

— Er... Eu estava andando na rua — disse Tiago que tentava me procurar — e percebi essas manchas vermelhas indo em direção a sua casa. O senhor saberi me dizer o que é?

— Ah, não ele realmente não voltou.

— Desculpe, ele quem?

— Na-nada, mas não tenho nehum conehcimento do que seja isso. Talvez seja alguns jovens que tentaram brincar comigo. Sabe como é, eu fortão, adoram arranjar brigas...

— Ok, desculpe o incomodo.

— Nada.

E fechou a porta, observou Tiago ir embora pelo olho mágico e gritou:

— Spencer! Você não voltou com essa mania, voltou?

— Na-não irmãozão. — disse uma voz rouca.

— Mesmo?

— Mesmo.

— Vou dar uma olhada no seu quarto então.

— Nããão! — gritou de pavor a voz rouca.

Depois ouço um barulho de carne sendo esmagada e sangue começnado a escorrer naquele chão imundo. Um respingo de sangue pousou em meu rosto, rente aos meus olhos. A voz rouca começa a dar uma risada louca baixa mas depois evoluiu a um som que seria capaz de se ouvir no bairro inteiro, e eu ainda estava encolhida naquele minúsculo espaço.

A porta de algum cômodo se fechou e eu aproveitei para sair daquela casa. Abro a porta e fecho com todo o cuidado do mundo.

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No outro dia, Tiago me olhava toda hora, ao mesmo tempo eu odiava mas amava. Ele devia estar se perguntando o que eu estava fazendo ou fiz na noite anterior. Minha mãe ria quando eu fiacava corada aos olhares dele, que saco. Eu ainda tinha de descobrir o que se passava naquela casa acabada na outra rua. Quem era Spencer e o que ele estava fazendo denovo de acordo com o que aquele gordinho disse.

O jornal anunciou na primeira página que 10 garotas estão desaparecidas e 12 estavam mortas. A autópsia indicou que o coração delas foram tiradas e quase todas pelo menos foram espancadas antes de morrer. Entre as garotas mortas estavam as duas que morreram na escola aquele dia. Quem poderia ter feito aquilo?

Havia uma menina que não foi morta mas quase teve o coração retirado, ela devia ter provas de quem seria. Preciso ir para o hospital.

Notas finais
E ai, gostaram do capítulo especial de um mês de comemoração? O que acharam da Hannah?
Agradeço às pessoas que acompanham esta história desde o começo e aqueles que passaram a acompanhar. Por favor, revelem-se, sei que não é só a Psicopata Social, pois sei que há nove leitores! Muito obrigada! Arigatô gozaimasu ^^
SaYuh ♥