Notas iniciais
Demorei mas voltei :)

Paasaram-se um mês depois que acoteceram as mortes, a escola estava em pânico, afinal a maioria das pessoas mortas frequentavam-na. Muitos alunos matricularam-se em outras escolas, ou simplesmente mudaram de cidade.

Nesse mês que se passou, descobri quem seria o principal suspeito de ser o ''Assassino 10'', o pai de Hannah. Ele se suicidou, tinha problemas mentais, era considerado pelos outros psicopata. A polícia desistiu depois que ele morreu, acharam que não serviria para nada, por isso que o caso não estava mais em andamento.

Abriu- se outro caso cujo nome leva a assinatura de Hannah, ''HX''. Não passara pela mente ignorante deles de investigar nomes na escola (já que a maioria das mortes foram alunos de lá, nos nonos anos), e nem ao menos relacionar um caso com o outro.

Quase metade da minha sala e a de Hannah estava morta. As amigas de Catherine, todas foram fatiadas em pedacinhos minúsculos e colocados em uma mala vermelha e encontrada no rio longe da cidade. Um menino metido a besta, foi decapitado, sua cabeça fora encontrada com o capacete de futebol americano no mato, e o corpo dentro do próprio armário no vestiário. A menina que namorava com ele foi encontrada dentro de uma cabana com os membros e a boca amarradas, sentada e com o pescoõ quebrado. Todas as mortes levavam a assinatura ''HX''.

Acordei no meio da noite para beber um pouco d'água, não estava conseguindo dormir. Vejo uma faixa de luz vindo do quarto de Hannah, provavelmente ela estava acordada também.

Desci a escada, acendo a luz da cozinha, pego um copo e encho de água gelada. Me viro para a janela, está quase amanhecendo, deveria ser por isso que Hannah estava acordada. Volto para pegar mais água, mas sou surpeendido pela figura de Hannah parada na ponta da escada segurando a mochila no ombro.

— O que faz acordado? — pergunta ela olhando para baixo.

— Não estava mais conseguindo dormir, eñtão resolvi beber um pouco de água.

— Ah, sim claro. — diz ela colocando a mochila no sofá.

Coloco o copo na pia e me direciono até ela dizendo:

— E o que você faz acordada?

— Sempre acordo nesse horário, é um ótimo tempo para poder conversar com meu pai.

— Mas seu pai...

— Ele pode até estar morto — diz ela parando de olhar para o nada e voltando seu olhar para mim — Mas eu ainda sinto a presença dele.

Arregalo os olhos, o tempo muda de repente e começa a ficar escuro e frio. A toalha de mesa epga fogo de repente, tiro o meu casaco e coloco em cima da mesa para ver se o fogo apaga.

Meu pai acorda junto com Sabela assustados. Ambos estavam acabadoa, olheras enormes embaixo dos olhos e o cabelo muito bagunçado, deveriam ter tido uma noite horrível para eles tambpem

— Tiago! Tiago! — disse meu pai — O que aconteceu?

— Nada Willian. — disse Hannah — Ele já apagou o fogo.

— Fogo? Que fogo? -perguntou Sabela arrumando a alça de sua camisola.

— De repente a toalha de mesa pegou fogo. — falo apontando para o local do incêndio.

Meu pai boceja e diz:

— Ok, agora vá dormir.

Sabela ri e disse que á era de manhã e que já estava na hora de acordar de vez e preparar o café. Meu pai arregala os olhos e esfrega-os. Os dois riem.

Me pergunto como conseguem viver tranquilos com uma assassina embaixo do teto em que vivíamos alegremente. Lógico que eles não sabiam, mas já já iriam saber, em breve muito em breve