A Matemática do Prazer

12 - Estimativa de uma P#ta


Notas iniciais
Hello gente! Então! Feliz com o retorno! Lindas recomendações! Lindos comentários! Tudo muito lindo! Se continuarem assim terá mais atualização em breve!Esse é só para mostrar como o Damon e a Elena começam a se envolver numa loucura, que vocês irão descobrir no próximo! - Boa leitura! ♥

LISTA DOS “EX’S”:

Matt Donovan – namorado do tempo de colégio. Triplamente ótimo: divertido, inteligente e bonito. Também conhecido como “o homem perfeito que acabou escapulindo” quando assumiu as multinacionais do pai.

Daniel Gillies – conhecido atualmente como padre Dan.

Cowboy Wayne – seu nome era Mark. Garoto de uma das fraternidades que gostava de chapéus de cowboy, cerveja light e que alguém o cavalgue, se é que me entende...

Kim Sullivan – o indiano reservado que era responsável pelo bloco de dormitórios da faculdade durante meu primeiro ano.

Sarah – eu estava na faculdade, era curiosa. Ela não conta.

Steve Rogers – também conhecido como “Steve, o bom moço”. Transamos apenas uma vez e nunca mais nos vimos. Usei-o para provar a Kath que eu não era lésbica. O pau mais torto que já vi na vida, e olha que, pelo jeito, já vi muitos.

Clark Kent – um dos gêmeos Kent; havia rumores que o dele era grande. Mentira.

Andrew Johnson – mentiroso, falso e traiçoeiro, com 1 esposa, 2 filhos, 3 namoradas e um pênis que media 4 polegadas (em torno de 10 centímetros).

James Hudson – meu primo de consideração. Era estranhamente obcecado pela mãe.

Peter Kent – o outro dos gêmeos Kent. Fazia honra ao nome e era quente. Havia rumores que o dele era grande. Verdade.

Loiro Gostosão – nome verdadeiro: Louis McCarthy. Também conhecido como “o maconheiro que não conseguia erguer o mastro da bandeira”, se é que me entende.

Scott Luxe – também conhecido como ‘Luxeylove’ – resultado de e-mails inocentes do ambiente de trabalho que acabaram saindo do controle.

O R.o.d. – nome verdadeiro Rod Adkins. Relacionamento totalmente baseado em sexo, sem envolvimento. Obcecado por seu cão. Seu nome significa ‘bastão’ e o dele era, com certeza, enorme.

Elijah Stewart – me perdeu com quatro palavras: “Te foder é bom!” Um filho da Puta com “P” maiúsculo.

Mason Lockwood – aspirante à magico, ex-vizinho meu. Tinha língua e dedos que condiziam exatamente com seu hobbie: pura magia!

Cachorrinho – não sei seu sobrenome, ou sequer seu nome verdadeiro. Foi um caso que tive durante as férias, no segundo ano de universidade, e, pelo o que me lembro, havia uma cama elástica envolvida, mas ele arfava como um cão, então o apelidei. Nasceu em um estado que começa com a letra A... Arizona?

Niklaus Mikaelson – britânico e elegante. Me traiu com outra garota porque “gostou da meia-calça purpurinada que ela usava”.

Nate Syracuse – namorado do tempo do colégio. Não me lembro de mais nada sobre ele, sequer me lembraria dele se não fosse por um comercial que havia visto na TV. Por que, televisão, que você me traiu me lembrando de mais um?

Alex Wolfe – esse foi inesquecível, muito bom de telhado. Sim, de telhado! Margueritas, festa e término de namoro foram uma péssima combinação quando se envolve uma escada para o telhado e strip tease.

St. Patrick – nome verdadeiro: Diego Soto. Romance que tive enquanto visitei meu pai enquanto ele estava na Irlanda. Seu sotaque era fortíssimo e era muitíssimo preconceituoso com americanos, mas era tão gostoso que fingi ser irlandesa por uns dias. Tivemos sérios problemas por conta da linguagem, com duplo sentido.

Kol Buzolic – desperdiçou a chance... Ou, melhor dizendo, coçou-a e cheirou-a.

Mordi a bundinha da caneta observando as duas folhas de papel na minha frente – agora eu tinha passado a limpo –, com os nomes de cada um de meus ex-namorados e algumas linhas sobre meu relacionamento com eles.

Não estavam em ordem cronológica, e sim na qual eu me lembrava, mas estava, agora, claro em minha mente cada uma deles, nosso relacionamento e como terminamos; como eu terminava: sozinha.

Talvez essa ideia de “analisar meu relacionamento com cada um deles”, como Dan me sugeriu, não era algo que eu deveria fazer. Isso não resolveria meus problemas! Não mesmo.

E, de novo, a ideia que tive quando falei com meu pai, retorna em minha mente, com muito mais lógica, muito mais ênfase e muito mais atrativa. Se eu mudei em todos esses anos, por que eles não?

Talvez...

Sorri com isso! Celibato que nada, meu número não aumentaria mesmo e eu ainda seria ‘casável’, não passaria dos 20, e o bom é que se desse errado com um, eu teria mais dezenove tentativas!

Opps! Não! Óbvio que eu vou passar o pente fino antes de sair atrás de algum deles, há certos ex-namorados no qual não desejo voltar a rever. Nunca.

Outro detalhe, na verdade é a parte mais importante de tudo antes de eu sair por ai caçando, seria encontrar eles, saber onde moram, seus status civis e... opção sexual? Claro, opção sexual! Depois de descobrir que Dan era padre, as minhas suspeitas para com os outros caras no qual eu tinha algumas observações mais agravantes tinham mais evidencia para mim, era essencial saber se eles não trocaram de time ou se não jogam em mais nenhum.

Mas... Como é que vou encontra-los? Um detetive, talvez...

Levantei-me e peguei meu netbook, iria os pesquisar primeiramente no Google, caso não conseguisse iria à busca de um detetive. Céus! Sentia-me em um romance policial onde eu era a parte obsessiva da relação em busca dos podres dos parceiros. Ex-parceiros!

Fiz um chá de erva doce e sentei-me de pernas cruzadas no sofá, com a xícara ao lado e o computador no colo.

Foram quatro horas, três xícaras, duas barras de chocolate e uma dor de coluna ao procurar por eles. Bom, agora eram somente 14. Kol, Elijah, Klaus, James, Andrew e Daniel estavam fora da minha lista de ‘segunda chance’.

Quase nada encontrei de alguns, pouco de outros e muito de um, somente informações de Matt estava eram fácil acesso pelo Google, já que era acionista majoritário de uma grande rede de empresas, agora que seu pai se fora. Todavia o saldo total da busca era algo terrível, mas não desestimularia.

Suspirei ao levantar e fui tomar um banho já que era noite. Relaxei imersa em minha minúscula banheira, era pobre, mas tinha conforto e estilo. Depois da minha tentativa de me sentir melhor com água quente – momentaneamente deu certo, pelo menos –, peguei um pijama normal, isso quer dizer não muito sexy, e voltei para o sofá, agora com um pode de biscoito de maisena e leite. Sabia que estava comento demais, mas eu estava de luto então era justificável.

Já com o netbook fui à outra busca virtual, uma mais fácil agora: achar um detetive. Era tremendamente difícil encontrar meus ex’s da maneira que estava fazendo, e como eu sabia de minhas limitações, que, diga-se de passagem, eram muitas, iria buscar ajuda profissional.

Sim! Profissional e não banhada à ouro! Puta que pariu! Esses detetives queriam estuprar meu bolso, pelo jeito. Eu não tinha dinheiro para isso, também teriam as despesas das viagens e os gastos usuais, eu podia ser descontrolada, mas as minhas finanças eu conseguia administrar. Eu só tinha o dinheiro da rescisão de contrato e tempo de casa, o que era uma quantia considerável, e algumas poucas economias, também não poderia ficar zerada. Precisava de uma opção mais acessível!

Suspirei e molhei mais um biscoito no leite e observei a parede ao lado da TV, onde a foto em que meu avô “tirou” de mim e Kath. Olhei para o biscoito e para a foto e me lembrei de Damon hoje mais cedo aqui em casa.

“Eu tenho o prédio inteiro em um programa de busca. [...] Minha família tem um histórico no ramo do direito e da policia, é da minha natureza”. Ouvi sua voz melodiosa retornar à minha mente e se eu ainda não estivesse louca, a sensação de ter uma lâmpada fluorescente acendendo acima de minha cabeça era mera imaginação.

Pus o netbook de lado e larguei o copo de leite e biscoitos na mesa de centro, correndo para a porta, assim que destranquei o cadeado, eu atravessei o corredor à passos largos batendo o punho com certa força já que uma música extremamente alta era ouvida pelas frestas da porta. Aguardei escutando a música e a reconhecendo, eles eram bons.

– Damon? – chamei após bater e ouvi o som se cessar e algumas vozes. – Sou eu, Elena. – falei.

Ouvi umas risadas e o som das trancas da porta sendo desfeitas e logo ele abriu a porta para mim, seu sorriso se amplificou ao me olhar e sorri de volta. Parecia que ele estava feliz em me ver.

– Olá Elena. O que quer? – questionou ele um tanto debochado outro, atencioso.

– Queria falar com você. – falei casualmente.

– Agora? Estou no meio de um ensaio... – olhou para trás como se justificasse, segui seu olhar vendo mais três caras com equipamentos de som ou cervejas na mão. Os analisei superficialmente, pareciam um tanto bêbados para conseguirem tocar corretamente; isso também justificava o som alto que ouvi no corredor. A bebida não os alterava tanto assim já que tocaram tão bem, ou só estivessem acostumados.

– Bom... Pode ser depois, só que é o mais breve possível. É um tanto importante. – respondi o olhando. Ele fechou um olho, como se me mirasse melhor com somente um olho azul e desceu o olhar por mim. De cenho franzido olhei para baixo seguindo seu olhar. Putzz! Estava de camisola. Isso que dá sair apressada de casa!

– Hey Damon. O que está havendo? – um dos caras se aproximou e olhou por cima do ombro de Damon – tendo de que inclinar um pouco já que era um tanto mais baixo – e me olhou com um sorriso. – Oh gente! Damon está tendo uma DR com outra das dele. – o cara se virou falando com os demais.

– Opa! Não quero perder essa cena. – um rapaz se levantou também.

– Hey, respeitem a Elena! Ela é a minha vizinha. – Damon falou um pouco sério, mas ainda relaxado. – até porque não houve nada entre nós dois. – ele se virou para mim e piscou.

– Mas parece que é para haver. Apareceu até de pijama. – o loirinho zoou. – Se quiser que deixemos vocês a sós é só falar cara. Não queremos atrapalhar nada!

– Deixem de serem manés! – Damon repreendeu e saiu, fechando a porta em seguida. – Desculpe, eles são uns idiotas, mas são legais. – falou para mim.

– Um pouco difícil de compreender essa analogia, mas está tudo bem. – ri. Estava um pouco corada com isso e como sempre, eu não sabia como agir quando ficava assim. – Vocês... Sabe, a banda – Você, especialmente. Pensei o olhando. – É muito boa, eu ouvi vocês.

– Obrigada! – sorriu para mim. – Então. O que você queria? – olhou novamente para o pijama, agora focando meus seios. Cruzei os braços sutilmente sobre eles imaginando se ele estava pensando na hipótese de seu amigo há pouco. Ele cruzou seus braços. Não! Eu não queria nada com ele! Exceto por...

– Queria falar sobre hoje mais cedo. – comecei engolindo em seco observando como seus bíceps se tencionavam enquanto ele os cruzava daquela forma, como seus braços eram fortes e grandes, e como eles podiam me apertar com a pegada perfeita... Aquieta o facho, Lena! – Você disse que tem como achar pessoas, e eu queria saber se você tem como achar algumas para mim. – falei capturando sua atenção e a minha, no assunto. – Claro que eu te pagaria por isso.

– Ok. Mas posso saber para que quer achar essas pessoas? – encostou-se a sua porta. – Sabe, como te disse, minha família tem esse histórico bisbilhoteiro então eu não quero ser o responsável caso você queira matar essas pessoas e tal. – deu de ombros.

– Eu... Vou dar uma festa. – É. Boa desculpa! – E queria contatar uns amigos do tempo da escola.

– Por mim tudo bem. – disse indiferente. – Desde que me convide para tal festa! – me olhou desconfiado.

– Ok! Não é para uma festa! – assumi de vez.

– Imaginei! – sorriu. – E para o que seria então?

– Oh Damon! – o loirinho abriu a porta quase fazendo Damon cair, já que estava encostado nela. – Ele está bem, gente. – se virou para falar com o resto que estava lá dentro. – Ufa! Pensei que vocês estivessem se pegando no corredor. Eu teria oferecido à cama do Damon... – ele riu e eu ri da cara de Damon.

– Não queria nada, tarado! Você queria ficar de voyeur, seu nojento! – um outro apareceu do lado do loiro e Damon deu um pescotapa no loirinho.

Qualé Tommy! Tá vacilando com a minha vizinha! – Damon meneou a cabeça. Eu só ria.

– Pow né? Sua vizinha mó gostosa e você negando em compartilhar! – ele disse como se si defendesse.

– Ok! Não quero participar desse tipo de discussão! Vou para casa! – pus minhas mãos em sinal de defesa. – Amanhã a gente termina de conversar. – falei para Damon enquanto atravessava o corredor e entrava.

– Ih! Damon tomou um fora! – ouvi um zoar.

– Tomei um fora o cacete. Tommy que é vacilão! – Damon falou e olhei pelo olho mágico ele entrando em casa.

– Tá vendo? Espantou a menina! Vacilão! – um outro disse dando um mais um tapa na cabeça dele.

– Vacilão! – o terceiro apoiou e eles começaram a rir. Eu mesma estava rindo da cena há pouco.

Havia ficado, realmente, constrangida, mas a briga entre eles era muito divertida.

Notas finais
Hey novamente!Então pessoal? gostaram? Bom! Me deixem feliz que os faço feliz rapidinho! kkk'Comentem, recomendem, favoritem... kkkk' A lista é uma adaptação da lista que a personagem fez na obra original, então créditos à autora, pois eu somente modifiquei para adequar a fanfic. A música do capítulo é a do The Fray - Heartbeat... Espero que tenham gostado, agradeço a minha amiga, Fernanda Almeida pela ajuda na escolha da música, estava super indecisa! Amo-te, baby!Bom! Até a próxima!Kisses n' bites! ♥