A Marota- Caroline Caldin

47 Mais uma pegadinha para a coleção!


Notas iniciais
*Lumos.
Oi gente. Então eu só consegui postar agora, e desculpa pelo capítulo pequeno, de novo.
Bom, queria agradecer a todos aqueles que estão acompanhando a minha fanfic, e aqueles que favoritaram, estou muito feliz com isso.
Hoje é um dia muito feliz e triste para todos os Potterheads. Faz dois anos, já faz dois anos, que o último filme de Harry Potter foi lançado nos cinemas, com o famoso "A cicatriz não incomodara mais Harry, tudo estava bem."; mas não estava bem, nem para nós (fãs de Harry Potter eternamente), nem para os atores que cresceram com Harry Potter, nem para a nossa querida tia Jô (e isso ela mesma que falou). Mas estou feliz pois sempre que for dia 15 de julho vou comemorar duas coisas, o aniversario do meu primo e saber que Harry Potter viverá para sempre em nossos corações.
Espero que gostem do capítulo, e relembrem a nossa querida saga.
Boa Leitura.

Leem as notas iniciais por favor, é urgente e muito importante.

P. D. V. Carol

Uma semana exata desde que teve o passeio a Hogsmeade, e ainda não tinha falado para os meninos que era uma armadinha do Malfoy o passeio, e ninguém ficou sabendo do beijo que eu e o Vane tivemos, eu jurava que ele iria contar. Sobre as noites das meninas eu tinha acordada toda torta na cama,e o quarto estava um bagunça (muito mais que o quarto dos meninos).

Eu tinha acabado de me arrumar e as meninas ainda estavam dormindo. Peguei o meu caderno de desenho e a pena e desci para a sala comunal, não tinha ninguém. Comecei a desenhar uma armadura, igualzinha aquelas que ficam nos corredores de Hogwarts. Depois de alguns minutos as meninas desceram e saíram, então vi o Frank passando, resolvi ir para o dormitório dos meninos.

Subi até o quarto deles e os vi dormindo, bom quase todos, o Remo já estava acordado, lendo um livro, como sempre. Vi que ele ainda não tinha reparado na minha presença, eu acho, então cheguei perto e sentei na cama, fazendo o Remo tirar o olhar do livro e me olhar sorrindo.

- Tudo bem? — Perguntou sussurrando para mim.

- Tudo e com você? — Falei também sussurrando.

- Com vontade de ficar o dia inteiro na cama. — Respondeu do mesmo jeito.

- Vai por mim, eu também. O que você está lendo? — Perguntei olhando para o livro.

- Nada de mais, só aquelas historias que inventam para criança. — Respondeu dando de ombro.

- Legal. — Falei e comecei a ler junto com ele.

Sentei ao lado dele e ele passou o braço no meu ombro, e assim ficamos lendo.

Depois de alguns minutos sem fazer nada e escutando os outros três roncarem, decidi fazer alguma coisa.

- O que vamos fazer a tarde inteira? — Perguntei com a cabeça encostada no ombro do Remo.

- Não sei. — Respondeu suspirando.

- Eu adoraria fazer uma pegadinha, sério. — Respondi pensando.

- E qual é a sua ideia? — Perguntou deitando na cama.

- Sabe que eu não sei. — Respondi deitando na cama também. — Imagina se tivéssemos uma professora que usasse peruca, e nós descobríssemos. Nossa, eu iria adorar fazer uma pegadinha com ela, claro se ela fosse chata. — Falei encarando o teto da cama do Remo.

- Seria engraçado. Imagina se resolvêssemos fazer uma pegadinha com o Dumbledore, ele iria rir ou colocar nós em detenção pelo resto de nossas vidas? — Perguntou rindo com a ideia.

- Acho que ele iria rir, e colocar nós em detenção por um bom tempo. — Falei rindo.

- É. — Falou e colocou o braço dele por baixo da minha cabeça. — Você acha mesmo que vai dar certo? Vocês virarem animagos?

- Eu não sei, tenho uma expectativa, mas precisamos tentar.

- Vocês sabem que não precisam fazer isso por mim.

- Não é totalmente por você Remo. — Falei olhando para ele. — Nós gostamos de aventura, e como o nosso querido tio Dumby fala, se alguma coisa der errado, a morte é só mais uma aventura seguinte para pessoas que tem a mente bem estruturada.

- Esse é o problema, se alguma coisa der errado. — Falou olhando para o pé da cama.

- Remo, nada vai dar errado, pode confiar. — Falei encontrando a minha cabeça no seu peito.

- Você acha? — Perguntou parecendo um pouco preocupado, e me deu um abraço de lado.

- Tenho quase certeza. — Respondi e ficamos em silencio.

Ficamos em silencio por um bom tempo, e meus olhos começaram a ficar mais pesados, mas eu não podia dormir, mas eu vou, e acabei dormindo abraçada ao Remo.

P. D. V. James

Tive um sonho com a Lily, de novo. Acordei e me estiquei para acordar melhor, e olhando todo embaçado, consigo ver os meus óculos. Coloquei o meu óculos e vejo uma coisa muito estranha na minha frente. Bem na minha frente ficava a cama do Remo, e ele estava dormindo, só que abraçado com a Carol, como assim o Remo estava abraçado dormindo com a Carol?

Fiquei encarando aquilo, será que eu ainda estava dormindo? Cocei os olhos para ver se eu estava dormindo, e eu não estava. Olhei em volta e o Pedro tinha caindo da cama, o Sirius estava todo espalhado na cama e o Frank já tinha saindo. Olhei no relógio e era 11:20, nossa dormi de mais.

Fui para o banheiro e tomei um banho. Quando sai todos anda estavam do mesmo jeito, só o Pedro que estava no outro banheiro. Fiquei olhando do Remo e Carol para o Sirius, então o Pedro saiu do banheiro e viu a sena também.

- A Carol e o Remo? — Perguntou sem entender.

- Vai por mim, também não entendi nada. — Falei olhando para o Pedro.

- Nossa tive um sonho muito estranho . — Falou um Sirius sonolento levantando. — Todos estavam com seus filhos e netos, o Remo estava com a Carol, e eu era um velho sozinho e rabugento. — Falou coçando os olhos, então viu a Carol e o Remo deitados juntos. — Eu ainda estou dormindo, James me acorda. — Falou olhando para mim.

- Você não está dormindo, Sirius. — Falei para ele.

- Tá, vou tomar um banho. — Falou Sirius e entrou no banheiro.

Ficamos alguns minutos sem falar nada, sentei na minha cama e peguei um travesseiro que ficava no meu quarto lá de casa, o jogando para cima. Mais alguns minutos depois o Sirius saiu do banho e parou quando viu a sena, acho que ele ainda não tinha acordado direito quando foi tomar banho.

- Então, vamos ficar vendo isso? — Perguntou apontando para a cama do Remo.

- O que você pretende fazer? — Perguntei ficando no lado dele.

- Água. — Respondeu sorrindo maroto.

- Ok. — Falei e apontamos as varinhas para os dois que ainda estavam dormindo. — Aquamenti! — Falamos juntos e um jato de água saiu de nossas varinhas.

Os dois levantaram assustados e molhados, olhando de um lado para o outro.

- Que? Que que foi? O que aconteceu? — Perguntaram os dois, ainda olhando de um lado para o outro.

- Só vocês dois dormindo abraçados. — Respondeu Sirius sorrindo, com certeza com a sena deles molhados.

- E vocês não poderiam acorda a gente como normalmente? — Perguntou a Carol, com um voz de assassina.

- Nós acordamos assim. — Falei sorrindo.

- Quanta delicadeza. — Falou Remo levantando e foi até o banheiro.

- Que isso, Remo, eles não serem delicados? Imagina — Falou a Carol sorrindo e o Remo olhou para nós sorrindo e entrou no banheiro. — Vou para o dormitório, nós nos encontramos na sala comunal. — Falou e saiu do quarto correndo.

Fiquei olhando para a porta, então olhei para o Sirius, e começamos a rir. Depois de rir até perder a graça, joguei o feitiço ar quente na cama do Remo para secar. Depois de alguns minutos jogando o feitiço a cama segou. Sentei na minha cama e comecei a jogar a almofada de novo para cima.

O Remo saiu do banheiro alguns minutos depois trocado. Descemos e encontramos a Carol sentada no sofá. Descemos para o salão principal, estava na hora do almoço. Comemos torta, macarrão e o famoso suco de abobora. De sobremesa teve bolo de chocolate.

Depois de comermos fomos para o jardim e ficamos lá até começar a esfriar, isso deveria ser as 4 da tarde. Voltamos para o castelo, mas antes de chegarmos no 2º andar a Carol disse:

- Tenho que ir na casa do Hagird, lembrei que tenho que perguntar para ele uma coisa. — Falou e desceu as escadas correndo.

- Estranho. — Comentou Sirius.

- Deixa ela. — Falou Remo e continuamos a subir.

Realmente era estranho, tínhamos focado a tarde inteira lá no jardim e ela não lembrou, mas tudo bem que ela já fez isso uma vez, no primeiro ano.

P. D. V. Carol

Sabe por que eu sai correndo assim? Tinha visto o Malfoy e o Vane irem para o 1º andar, tinha que por o meu plano em pratica, e também descobrir o que o Malfoy estava planejando. Segui eles até um corredor perto da escada e eles pararam no meio do corredor e começaram a conversar.

- Malfoy o que você pretendo fazer com a Caldin? — Perguntou Vane para o Malfoy.

- Não te interessa. — Respondeu.

- Você me obrigou a ir com ela em Hogsmeade, me deve essa.

- Não é nada de mais.

- Então fala.

- Olha eu não vou te falar nada, então não me enche e nem se meta nos meus assuntos, a não ser se você quiser arcar com as consequências. — Era impressão minha ou era uma ameaça?

- Hora da minha vez. — Falei para mim mesma.

Pensei no feitiço de pernas bambas e o joguei, acertei nos dois.

- Impedimenta! — Falei saindo de trás da parede e vendo os dois me olharem sem acreditar. — Accio varinhas. — Falei e as duas varinhas voaram para minha mão. — Surpresos? — Perguntei me gabando.

- Um pouco. — Respondeu Vane.

- Pois não deveriam. Então fala, Malfoy, o que você iria armar para mim?

- Desde quando...? — Começou a perguntar, mas eu o cortei.

- Desde que aceitei o convite para ir a Hogsmeade com o Vane.

- Você já sabia? — Perguntou Vane.

- Claro, você acha que eu iria deixar você me beijar se eu não soubesse? Adorei ir com você a Hogsmeade, mas nunca deixaria você me beijar. — Falei.

- O que você pretende fazer, Caldin? — Perguntou o Malfloy olhando para mim mortalmente.

- Descobrir o que você iria fazer comigo.

- Não vou te falar nada.

- Então vou deixar vocês aqui. — Falei virando as costas

- Eu vou contar para todo mundo. — Falou o Malfoy de novo, isso era para me ameaçar?

- Contar o que? Que você mandou o Vane me beijar só para saber como era o gosto da minha boca? Ou que eu descobri a sua armadinha, seja lá qual for, antes de você pensar em fazer? — Perguntei virando para ele de novo, deixando ele sem fala e o Vane segurando a risada.

- Essa ela te pegou. — Falou o Vane rindo do Malfoy.

- Cala a boca, Vane. — Falou o Malfoy olhando para o Vane.

- Vai me contar ou não? — Perguntei para o Malfoy, e esse não abriu a boca. — Então tá, Estuperfaça. — Falei apontando para o Malfoy, e esse desmaiou. — Você também, Vane. Estuperfaça. — E o Vane também desmaiou.

Peguei o Vane e levei ele até o outro corredor, perto das escadas. Depois peguei o Malfoy e o levei também, deixando eles com as costas coladas. Conjurei uma fita grande rosa e outra vermelha para prender os dois. Amarrei os dois e deixei as varinhas perto, mas não tão perto, deles, só para eles conseguirem ver.

Olhei bem aquela sena e eu desejava ter uma câmera agora, estava muito engraçada. Por precaução amarrei as mãos e os pés deles, então fui para as escadas que se movem, subindo- as.

Notas finais
Obrigado por lerem.
Espero que todos que tenham lido comentem o que acharam, ou só para falar que ainda está lendo, então comentem. *-*
Espero que todos tenham passado um ótimo dia, nesse dia 15 de julho, dois anos. :'(
Beijos, e beijos de saudades de ver a continuação de Harry Potter em mais um ano.
*Nox.