A Marca de Um Medo

1 A primeira impressão é a que fica?


Notas iniciais
Oiii pessoal!!!
Tudo bem???
Bom minha primeira fic, então peguem leve comigo^^

Hoje se inicia as aulas, nunca gostei de escola nova na verdade nunca gostei de escola é tão tal que desistir de estudar um ano, hoje era para estar no 3° ano, mas por consequência da minha desistência vou para 2°ano.

A escola é uma merda eu a odeio, ou melhor, odeio tudo, não quase tudo. Eu gosto muitos dos meus cachorros Lian e Layun e é claro amo meu irmão Ângelo Maldonado. Eles foram e são muito importantes para mim, na verdade são minha essência, me ajudaram muito quando mais eu precisei , por exemplo a minha loucura de desistir no 9°ano teve um motivo que destruiu ainda mais a minha vida , não sou muito de falar para ninguém é algo muito pessoal que ainda me abala e me põe muito medo.

Sim medo!

_ Hellena! Olha a hora de ir para escola! – Porcaria! Já esta na hora de ir para aula, mal comecei a conforma-me com a ideia.

Veja bem, não sou autodepreciativa, muito menos pessimista, não sou uma louca por estudos, contudo não sou obrigada a amá-lo.

_Já estou indo!!! – corro para me arrumar, pois já são 7:50, rapidamente visto uma calça toda rasgada “arte minha é claro”, com uma blusa roxa caindo sobre os ombros e em minha cintura ponho um blusão amarrado.

Depois de pronta vou para cozinha, e bem lentamente vou descendo as escadas, vagarosamente sem me preocupa com a hora, e durante esse período vou pensando em minha vida nos últimos acontecimentos, nas ultimas escolas em que estudei no que aconteceu nelas. E isso só me faz mal tenho muito medo que essa escola seja igual às outras não aguenta outra desgraça na minha tão deprimida vida.

Ao chegar à cozinha minha mãe a Sra. Auristela Robson juntamente com meus dois irmãos Matheus e Megan estão sentados na mesa tomando café da manhã eu me junto a eles para o banquete matinal, dou uma olhada rápida na hora e ainda são 8:10.

_Hellena seu pai ligou é falou que seu irmão esta melhor. – Nessa hora meu coração dispara de alegria e se aquece por completo a cada batida acelerada, esse meu irmão, o Ângelo Maldonado sempre cuidou de mim juntamente com meus cachorros durante certo tempo. Ele foi como um pai para mim, em toda minha vida ele foi o único que falou um EU TE AMO, o que me fez sorrir divinamente para a vida por minutos, e eu sou muito grata por isso, mas isso também me traz muito medo.

Porém infelizmente meu irmão em certo tempo de sua vida fez coisas que não devia, pegou em coisas erradas, sendo direta: ele destruiu a sua própria vida e hoje esta em uma clínica de reabilitação.

Sinto muito por isso, pois algo me diz “literalmente” que tudo que aconteceu e que sucede com ele foi minha culpa. Todos os dias, rezo para que ele fique melhor é volte para casa, pois sem ele eu não sou nada.

Dou um leve sorriso para minha genitora.

Levanto retirando-me da mesa, quando a mesma, me chama e fala com seu falso sotaque gentil.

_Hellena hoje vou sair com seus irmãos e você cuida da casa, então da escola direto para casa! Entendido? E se seu pai ligar, fala para ele mandar mais dinheiro porque o que ele manda não da para nada. – balanço a cabeça e saio.

Minha mãe é uma solteirona infeliz, meu pai foi o último marido dela na verdade ela só teve dois, o pai de Matheus e Megan e o meu e do Ângelo.

O D. Haymitch Maldonado.

Minha mãe é uma tirana todas as suas gestações, foram para prender os maridos. Todos davam certo por um curto período mais comigo, foi meio que diferente, meu pai continuou com ela ente aspas, ele só queria saber de mim, e de certa forma isso me prejudicou.

...

Chegando a meu destino então, vejo-me desesperada sem saber o que fazer. Como comportar-me? O que devo fazer? O que procurar? Com que conversar?
Não sou de fazer muitos amigos, sabe?

Caminhando com meus fones, completamente aérea ao espaço e corredores. Pude perceber as diferentes tonalidades do meu novo aplicativo, e quão perturbador é seu brilho. Notei também que os poucos contatos que possuía estavam sem fotos, e dediquei-me a coloca-las. Até que um idiota, ou um aspirante a imbecil aparece.
Ou será que ele brotou do chão?

Bem, ainda não pude descobrir, pois a fúria em meus olhos tornou opaca minha visão. A única coisa que notei foi:
Meu celular, experimentando a “maciez” do chão imundo, da minha tão sonhada escola.

_Você está cego seu idiota? –Explodo – Esqueceu-se de olhar por onde anda?

Notas finais
Gostaram???
Comentem please^^
Beijinhos!!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.