Notas iniciais
Desculpem a demora. Espero que gostem do capitulo. Boa Leitura.

Capítulo 10 – Reneesme

POV Reneesme

Já fazia alguns dias em que eu e meu irmão havíamos viajado com a vovó Esme para a casa dos amigos da mamãe. Todos eram super legais. E eu estava me divertindo muito, mas eu sentia falta de mamãe. Será que ela esta bem?

- Nessie, vamos brincar lá fora? – Meu irmão perguntou, com uma bola nas mãos.

- Vamos. Deixa só eu me trocar e já vou lá. – Eu disse sorrindo.

Meu irmão saiu e eu fui para o meu armário, onde tinha todas as roupas lindas que a titia Alice comprou. Peguei um vestido e o vesti.

(Link vestido — http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom?uid=879029572389047973&pid=1254082842100&aid=1243156180)

Ouvi um barulho esquisito vir do banheiro e fui até lá. Havia um urso enorme no chão. E tinha um bilhete junto.

Olá Reneesme

Sei que não me conhece, mas eu gostaria que me conhecesse.

Esse urso é para você minha princesa. Logo nos veremos.

Beijos.

Não entendi nada desse bilhete, que estranho. Peguei o urso e levei para a minha cama. Deixei ele lá e fui brincar com o meu irmão. Passamos a tarde toda brincado de bola. Eu me sujei toda, mas não me importei. Vovó Esme nos ajudou a tomar banho e depois fomos dormir. Hoje eu iria dormir com o meu Urso de pelúcia.

- Renesmee, onde você encontrou esse urso? – Vovó Esme perguntou quando notou o urso do meu lado.

- Eu ganhei ele vovó.

- De quem você ganhou? – Vovó perguntou.

- Não sei, deixaram ali no banheiro. – Respondi.

- Certo, mas tinha algo a mais com ele?

- Tinha esse bilhete, que eu não entendi nada. – eu disse dando o bilhete a vovó.

Vovó leu o bilhete e depois saiu do quarto apressada. Fiquei ali olhando para a porta sem entender nada. Até meu irmão não entendeu nada. Decidimos ir dormir. Deitei na cama e fechei meus olhos e logo depois várias imagens de minha mãe vieram em minha mente. Nela eu e a mamãe estávamos brincando, assim como fazíamos antigamente.

Me senti sozinha, eu queria a mamãe, mas eu sabia que ela iria se machucar se ficasse ao meu lado. Tenho que proteger a mamãe. Fiquei pensando nisso um bom tempo, meu irmão já havia dormido e eu ainda não. Então fiz um esforço para dormir e finalmente eu consegui.

No dia seguinte...

Eu e meu irmão levantamos cedo. Fomos comer e depois brincar. Foi muito legal, até a vovó participou. Mais tarde a mamãe e o papai ligaram.

- Crianças seus pais querem falar com vocês. – Vovó gritou para nós da casa, pois estávamos no jardim brincando.

Saímos correndo até a vovó e pegamos o telefone.

- Alô. – Eu disse animada.

- Reneesme meu amor, como é bom ouvir a sua voz. – Mamãe disse.

- É bom ouvir a sua voz também mamãe. Como você e o papai estão? – Perguntei.

- Estamos bem meu amor e seu irmão? Como ele está?

- Ele está bem. Ta bem aqui do meu lado, vou passar para ele. – Peguei o telefone e entreguei ao meu irmão, que estava muito animado também.

- Mamãe! Eu to com muita saudades de você. – Anthony disse.

- Eu também estou com saudades de você meu amor. Então, estão se divertindo?

- Estamos mamãe, aqui é muito legal. – Anthony disse sorrindo.

- Que bom meu filho. Seu pai quer falar com você.

- Oii filhão, como você está? – Ouvi papai perguntar para Anthony.

- To bem papai. Nossa ta muito legal aqui. Eu e Nessie estamos nos divertindo muito.

- Que bom filhão.

- Crianças está na hora de comer! – Vovó gritou. Eu estava morrendo de fome.

- Papai eu e Nessie vamos comer, depois nós ligamos para você, pode ser? – Anthony perguntou.

- Claro meu amor. Manda um beijo para a sua irmã. Ligue a hora que quiser. Beijos. – Papai disse e depois desligou.

- Papai mandou um beijo pra você Nessie. – Anthony disse sorrindo.

- Ok Anthony. Vamos comer? Eu to com fome. – eu disse sorrindo.

- Vamos. – Eu e meu irmão saímos correndo e fomos comer.

Mais tarde eu fui brincar no jardim sozinha, pois Anthony estava assistindo TV com uma das amigas da mamãe. Comecei a andar pelas as arvores e encontrei uma rosa brancas, muito linda. Nela estava escrito um outro bilhete.

Olá Reneesme

Eu gostaria que viesse me encontrar para nos conehcermos. Siga essas rosas no chão e você irá me encontrar.

Até logo.

Beijos.

Legal, esconde e esconde. Comecei a olhar para o chão e fui seguindo as rosas. Elas começaram a me levar para longe da casa, mas eu ia me encontrar com um amigo, néh? Continuei a andar, até que vi um homem de capa preta sentado em uma pedra. Quando me aproximei ele sorriu para mim e eu retribui.

- Olá Reneesme. Sou Charlie Swan.

- Olá. Como você sabe o meu nome? – Perguntei.

- Eu te conheço muito bem querida. Sabe eu vou te contar um segredo. – ele disse arrancando a capa.

- Fala então. – Eu disse me sentando.

- Se eu disser a você que eu sou seu avô, você acreditaria? – ele perguntou.

- Por que? Você é meu avô? – Perguntei.

- Hahahaha, realmente você é esperta. Puxou o seu pai. Mais respondendo a sua pergunta, eu sou seu avô. – ele disse sorrindo.

- Mas como eu nunca soube de você? – Perguntei.

- É uma longa história minha criança. Agora eu tenho que te levar em um lugar. – ele disse se levantando.

- Desculpe senhor, mas eu não posso ir com você. – eu disse me levantando e indo embora.

- Você não vai a lugar nenhum Reneesme. – O homem disse me puxando. Ele começou a apertar o meu braço bem forte.

- Ai, você ta me machucando moço. Por favor, me deixa ir. – eu disse chorando.

- Renesmee! Nessie! Onde você está Nessie?! – Ouvi vovó gritar.

- Vovó! Me ajuda! – Gritei.

O homem olhou para mim com raiva e tampou a minha boca. Ouvi minha avó gritar novamente. Tentei gritar de novo, mas ele não deixou.

- Me desculpe criança, mas tenho que fazer isso. – O homem disse sério e depois eu comecei a me sentir zonza e então minha vista escureceu e eu cai no chão. Eu havia desmaiado.

20 minutos depois...

Minha cabeça doía muito. Comecei a ouvir vozes, uma pertencia ao homem que disse ser meu avô e o outro pertencia a... Mamãe?! Abri meus olhos e vi o homem falando no telefone com a minha mãe.

- Não vou voltar atrás, é não e acabou.

- Certo. Você escolheu. Agora terá que enfrentar as conseqüências. Diga adeus a sua família, mas principalmente a sua amada filha, pois a partir de agora ela é minha. – O homem disse com raiva.

Isso quer dizer que não voltarei a ver a mamãe? Não! Eu quero a minha mamãe!

- Mamãe! Me ajuda! – Gritei. Eu sabia que ela me ouviria.

- Não! Renesmee! O que você fez com a minha filha?! – Mamãe gritou.

- Adeus Isabella. Agora sua filha é minha. – O homem disse e depois desligou o telefone.

Comecei a chorar. Eu queria a minha mãe.

- Eu quero a minha mãe! – eu gritei chorando.

- Cala a sua boca garota. Você não verá nunca mais a sua mãe. A partir de agora você pertence à outra pessoa. – O homem disse bravo.

- Não! Eu quero a minha mãe, por favor, eu quero a minha mãe! – Eu disse chorando ainda.

- Se você não calar essa boca. Eu irei fazer ela se calar e será da pior forma possível. – O homem disse sério. Comecei a tremer de medo e aos poucos fui parando de chorar.

Percebi que eu estava em um carro. O homem estava no banco da frente dirigindo e eu estava deitada no banco, amarrada. Fiquei quieta, eu não queria que ele ficasse bravo. A pesar de tudo ele era meu avô. Eu não sei o porque dele estar agindo assim, mas alguma coisa me diz que não é culpa dele. Eu estava cansada, mas eu não queria dormir.

Comecei a lutar com as minhas pálpebras para que eu ficasse acordada, mas infelizmente eu não consegui. Entrei no mundo dos sonhos, onde eu sempre ia quando eu dormia. Nos meus sonhos eu posso fazer o que eu quiser e poder estar perto da mamãe e do papai. No meu sonho, eu, a mamãe, o papai e o Anthony estávamos brincando em um belo jardim.

Estava tudo tão legal. Mas algum tempo depois essas imagens foram sumindo e imagens novas surgiram. Homens vestidos por uma capa vermelha me chamavam e um deles sorria para mim. Seus olhos eram vermelhos e havia fogo a sua volta. Ele era bonito, não mais que o papai, mais era.

Ele me chamava e eu corri ao seu encontro no sonho. Quando cheguei perto dele. Ele me pegou em seu colo e disse:

Olá pequena. Me chamo Lúcifer. Não precisa ter medo de mim, eu não irei te fazer mal, pelo contrário. Eu somente quero a sua ajuda. Você estaria disposta a me ajudar?

O homem encapuzado perguntou. Quando fui lhe responder...

- Garota acorde. – Ouvi alguém me chamar.

Abri meus olhos devagar, me deparando com vários homens com capas pretas. Logo os reconheci de meu sonho, mas aquele homem, Lúcifer, não estava entre eles.

- Que bom que já acordou. Coma isso e depois entre naquele carro, pois iremos sair desse lugar. – Charlie disse sério.

- Obrigado. – Respondi e peguei a comida. Não comi muito. Eu havia perdido totalmente a fome.

Não demorou muito e entramos no carro e fomos para um lugar onde havia aviões. Minha avó havia me dito que esse lugar se chamava aeroporto.

- Para onde estamos indo? – Perguntei.

- Não interessa. – Um cara disse ríspido.

- Não fale assim com a garota. – Uma mulher disse. Oh, uma mulher? Eu não sabia que tinha um mulher aqui.

- Olá garotinha, como você está? – Ela perguntou para mim, depois que eu sentei em uma cadeira, esperando eles verem alguma coisa sobre voar.

- Eu estou bem, mas quero a minha mãe. – Eu disse chorando.

- Não se preocupe princesa, ela logo virá para te ajudar. – A mulher falou sorrindo.

- Como você sabe disso? E para onde estamos indo? – Perguntei.

- Estamos indo para a Transilvânia, é o lugar onde disseram que surgimos. – A mulher disse rindo.

- De onde nós viemos então? – Perguntei.

- Acho que sua mãe já contou a você, mas irei contar novamente. – A mulher disse se sentando ao meu lado.

- Nós não viemos da Transilvânia, viemos do inferno. A não ser uma mulher que nasceu a anos atrás...

- Uma mulher?

- Isso. Ela se chamava Safira. Ela era um deusa na realidade, tinha o poder de controlar tudo, ela era uma vampira, mas não porque queria. Safira virou vampira por causa de Aro, que a transformou. Ninguém soube disso, para todos Safira já nasceu vampira. Aro foi o 1º vampiro que existiu. Ele foi criado pelo demônio, conhecido também por Lúcifer...

- Lúcifer?

- Sim. A maioria o chama assim. Continuando... Aro...

- O que você está fazendo Lissa? – Um homem perguntou.

- Nada Harry, somente estava perguntando se a garota estava bem, com sede, ou queria ir ao banheiro. Essas coisas. – Lissa respondeu.

- Certo. Não quero que conversem. Vá para perto de Charlie e fique lá. – O homem chamado Harry disse. Ela olhou para mim e sorriu, depois foi para perto de meu avô Charlie.

Alguns minutos depois fomos para o avião, com destino a Transilvânia. Onde será que fica isso?

POV Bella

Depois que meu pai desligou o telefone, saímos correndo procurar pelos outros para avisar o que havia acontecido. Não demorou muito para encontrar-los. Assim que chegamos perto.

Alice correu ao meu encontro e me abraçou forte, enquanto eu chorava. Ela deve ter visto o que aconteceu. Os outros também vieram me abraçar. Eu me sentia mal, minha filha havia sido seqüestrada por meu próprio pai. Como ele pode fazer isso comigo.

- Bella não se preocupe, iremos encontrar Reneesme. Vamos matar Félix e Charlie. E finalmente poderemos ficar em paz. – Emmett disse me abraçando forte.

As pessoas que passavam por ali, ficavam nos olhando como se estivessem vendo uma cena de filme.

- Não ligue para eles, precisamos ir atrás de Reneesme. – Jasper disse sério.

- Certo. Vamos para o hotel, pegar as nossas coisas e depois andar pela cidade toda até encontrar minha filha. – eu disse séria. O ódio, a raiva, o mostro que há dentro de mim, me dominava. Eu não tinha mais controle sobre mim mesma. Eu acharia a minha filha nem que para isso, eu tenha que procurar pelo mundo inteiro.

Fomos para o hotel e arrumamos as nossas coisas. Depois todos saímos pela cidade novamente procurar por Félix e Reneesme. Obviamente ele deve estar com minha filha, já que meu pai trabalha para ele. Eu e Edward fomos para um lado e os outro se dividiram e cada um foi para um lado. Passamos horas procurando e não encontramos nada.

Era como se eles nunca tivessem existido. Depois de algum tempo, comecei a reparar que alguém seguia a mim e a Edward. Edward também reparou isso, então começamos a nos afastar da cidade e levamos o vampiro que nos seguia para um tipo de casa. Entramos na casa e esperamos o vampiro entrar, quando ele entrou, eu pulei em cima dele e Edward o segurou.

Ele estava de capa e quando puxei sua capa, me surpreendi com o que vi. Era Hank, mas sua cara estava um pouco deformada e seus olhos estavam totalmente vermelhos.

- Hank? Mas o que...

- Olá Bella. Aposto que já deve saber sobre quem sou. Meu pai, quer dizer nosso pai, deve ter lhe contado toda a história. – Hank disse sério. Ele estava diferente, não parecia ser o mesmo de antes.

- Sim ele me contou, mas o que aconteceu com você? – Perguntei.

- Eu lutei contra uns lobisomens, quando me encontrei com Félix...

- Félix? Você o viu? – Edward perguntou.

- Sim. A uns dois dias. Mas ele foi embora. – Hank disse sério.

- Droga! E agora o que faremos?! Félix foi embora e não temos a mínima idéia de onde ele possa estar! – Edward gritou com raiva.

- Não fique bravo Edward, logo você o acha, talvez demore um tempo, mas você irá achá-lo. – Hank disse.

- Esse é o problema Hank. Félix mandou Charlie seqüestrar Reneesme e agora precisamos encontrar Félix, para eu e Bella acharmos a nossa filha. – Edward disse sério.

- Reneesme foi seqüestrada? Como isso aconteceu? Me contem tudo o que aconteceu depois que fui embora da mansão. – Hank pediu.

Eu e Edward contamos tudo o que havia acontecido a Hank. Quando comecei a contar sobre Charlie Hank ficou bravo e quando contei sobre Vitória, senti como se Hank tivesse perdido o chão.

Ele se ajoelhou no chão e chorou, nem se importou com as lágrimas que caiam de seus olhos, que era uma coisa totalmente nova para ele. Ele apenas chorou. Quando Hank parou de chora, ele veio em minha direção e me abraçou forte.

- Me perdoe Bella. Por não ter contado a verdade a você. Eu juro a você que te ajudarei a encontrar Charlie e Félix e aí nós o mataremos. – Hank disse agora olhando em meus olhos.

- E como faremos isso? – Edward perguntou.

- Vamos procurar pelos lobos, eles sabem onde Félix está. – Hank respondeu.

- E porque eles nos diriam onde Félix está? – Edward perguntou.

- Por que eles não devem querer morrer não éh? – Hank perguntou sério.

Eu entendi completamente o que ele quiri dizer sobre isso. Nós iríamos lutar. Iríamos atrás dos lobos e fazer com que eles nos diga o que queremos. Eu particularmente não me importo. Eu somente quero a minha filha novamente.

POV Edward

Não sei se é uma boa idéia lutarmos com lobos, mas a dor que Bella está sentido é tão forte, que eu não tenho forças de impedi-la. Lutarei até o fim, até que Félix esteja morto e minha filha salva. A cada dia que se passa o fim está mais próximo. Logo a batalha recomeçará e somente o mais forte sairá vitorioso.

POV Narrador

Edward, Bella e Hank foram de encontro aos outros. Contaram-lhes o que havia acontecido e depois foram rumo a onde os lobisomens estavam. Alice ligou para Esme e lhe contou o que havia acontecido. Esme quando soube que Reneesme havia sido seqüestrada por Félix, caiu ajoelhada no chão. Ela sabia que sua neta havia sido levada, mas tinha a esperança de que ela somente tivesse se perdido. Esme ficou com Anthony e os outro foram atrás do lobisomens. O fim está mais próximo do que eles podem imaginar. Ali nos arredores da cidade, estavam os lobos e os Cullens. Estavam prontos para começar a luta. Logo a verdadeira batalha recomeçará. E aí somente o mais forte ganhará. Bella olhou atentamente para o lobo a sua frente, que trazia a marca. Sorriu e falou:

- Onde esta Félix?

O lobo soltou um rosnado. Ninguém entendeu anda a não ser Bella. O lobo havia lhe dito:

*Lute comigo e se venceres eu lhe direi o que queres.*

Bella sorriu mais e respondeu ao lobo. Ela sabia que o lobo estava confiante que a venceria.

- Então lutaremos e seu eu ganhar, você me dirá onde Félix está.

Dito isso, Bella pulou sobre o lobo e os outros fizeram o mesmo. Cada um pulou em cima de um lobo e então a luta começou.

Fim do cap 10

Notas finais
Gostaram? Por favor deixem reviews, não custa nada. Isso me ajuda muito. É bom saber se estão gostando ou não. Beijos.