Notas iniciais
O 1º Cap, tem muitas partes da 1ª temporada dessa fic, pois eu postei ela em outro lugar e como muitos não chegaram a ler a 1ª temporada eu coloquei, para que as pessoas pudessem entender parte do que estava acontecendo.

Capítulo 1 – Um novo começo — Parte 1

POV Bella

Já se passaram 200 anos desde que fui parar naquela mansão. Hoje sou Isabella Marie Cullen, esposa de Edward Cullen. Nós moramos na mansão ainda, mas para manter as aparências compramos uma casa em Forks e fingimos morar lá.

Para todos, nós nos mudamos a um ano do Canadá, para essa cidade. Todos acham esquisito eu e o Ed sermos casados e termos filhos, o melhor de tudo é que ainda aparentam ter quatro anos. Cursamos a Faculdade de Forks. Aqui tenho 20 anos, apesar de aparentar ter 17 anos. Hoje em dia ninguém se importa com a idade mais.

As coisas mudaram muito nesses anos. Ultimamente aqui em Forks, andam acontecendo muitas coisas esquisitas. Forks é uma cidade calma, mas ultimamente muitas pessoas andam desaparecendo e muitas casas andam sendo queimadas. Não sei por que, mas por alguma razão, isso tem haver com vampiros. Uma coisa meio impossível, pois há alguns anos, a maior parte dos vampiros estão mortos, somente sobraram minha família e mais a família Denali.

Alguma coisa está acontecendo e eu preciso descobrir, estou com um pressentimento ruim sobre isso. Por que será?

- Bella — Alice gritou do segundo andar.

- Quê? — gritei de volta.

- Vamos ao shopping comprar roupas para usarmos amanhã na faculdade? — Alice disse aparecendo do meu lado.

- Alice, nós fizemos compras ontem. — Eu disse sem ânimo algum. Alice desenvolveu a partir de uns 150 anos pra cá, ela virou uma maníaca por roupas. Todo dia temos que ir fazer compras. Isso é muito irritante.

- Eu sei Bella, mas você sabe como eu amo comprar roupas. — Quem não sabe. Ed me ajuda.

- Alice eu... — Fui interrompida por Edward.

- Alice me desculpe, mas a Bella é minha hoje, ontem você a roubou de mim, então hoje ela é minha. — Ed disse aparecendo e me dando um beijo no pescoço.

- Ok, então vou levar meus sobrinhos. — Alice disse animada, com a idéia de levá-los.

- Ok Alice, mas não acostume meus filhos assim. — Já está muito bom uma maníaca de compras em casa.

- Hahaha — Ed começou a rir. Havia me esquecido de bloquear meus pensamentos.

- Você é louco Edward. — Alice disse saindo pela porta.

- Não precisa ficar com ciúmes — Acho que ele está ficando muito tempo com o Emmett.

- Ed, por favor, não discuta com a Lice, quando ela está MPR (Maníaca por roupa). — Eu disse lhe dando um beijo.

- Só se você me der outro beijo. — Ele disse sorrindo malicioso.

- Um beijo e depois vamos caçar. — Eu disse e depois o beijei.

- Podemos caçar depois, porque não aproveitamos que estamos sós. — Ed disse chegando perto de mim.

- Eu ainda estou aqui! — Emmett gritou da sala.

- Cala a boca Emmett! — Edward gritou com raiva.

- Já lhe dei o beijo, agora vamos caçar. — Eu disse me levantando.

- Ok senhora Cullen. — Odeio quando ele fala assim. Eu me sinto uma velha.

Eu e Edward fomos para a floresta de Forks, caçar alguns animais. Terminamos de caçar, mas quando estávamos voltando, sentimos o cheiro de sangue humano no ar, e corremos para saber de onde era. Quando chegamos lá, havia uma garota de uns 17 anos morta. Olhamos em volta e nada havia. Eu cheguei perto do cadáver e vi algo que me chocou muito.

A era dos humanos acabou. Todos morreram e nós governaremos a terra.

- Edward, venha ver isso! — Eu o chamei, pois ele estava olhando um pouco mais longe para ver se encontrava algum rastro.

- O que foi meu amor? — Ed disse aparecendo ao meu lado.

- Olhe o que está escrito. — Eu disse apontando para o cadáver no chão.

- Mais o que é isso? — Edward perguntou chocado.

- Eu não sei, mas não foi um humano que fez isso. — Eu disse um pouco alterada.

- Eu também acho, não encontrei nenhuma pista. — Ed disse pensativo.

- Ed eu acho que é um vampiro que está fazendo isso. — Eu disse a ele. Ele me olhou como se eu estive louca.

- Meu amor, os único vampiros que existem agora somos nós e a família Denali. Eles não fariam isso. — Ed disse me abraçando.

- Pode ser amor, mas eu estou com um pressentimento ruim. Eu não sei o por que. Mas algo muito ruim está para acontecer. — Eu disse lhe abraçando forte.

- Meu amor não se preocupe. Nada irá acontecer. Confie em mim. — Ele disse me beijando.

- Eu confio. — Eu disse lhe beijando, o que fez com que nós dois caíssemos no chão.

- Estou tendo umas idéias muito interessantes. — Ele disse sorrindo maliciosamente.

- Será que são as mesmas que a minha? — Eu disse sorrindo maliciosamente também.

- Não sei, mas se você quiser, eu mostro para você as minhas idéias. — Ele disse sem tirar o sorriso do rosto.

- Claro, porque não. — Eu disse chegando perto da sua boca, ele então me beijou. Começamos com um beijo calmo, que foi ficando mais urgente. Ele começou a passar as mãos pelo meu corpo, eu comecei a tirar sua blusa.

- Apressada. — Ele disse sorrindo. Eu nada respondi, somente tirei sua blusa. Mais uma vez contemplei seu lindo tórax. Ele sorriu ao ver que eu estava com um sorriso safado no rosto.

- Sou todo seu. — Ele disse baixinho na minha orelha. Eu sorri com seu comentário, então comecei a beijá-lo novamente. Edward começou a tirar minha blusa, enquanto eu beijava seu pescoço. Fui fazendo uma trilha de beijos até o seu umbigo.

- Agora é a minha vez. — Ele disse sorrindo. E me colocando por baixo dele. Ele começou a beijar meu pescoço, enquanto tirava meu sutiã. Ele foi fazendo uma trilha de beijos até um de meus seios. Ele começou a beijá-lo e depois a sugá-los, enquanto retirava a minha calça. Começou a beijar o outro, enquanto retirava a minha calçinha. Depois começou a fazer uma trilha de beijos até a minha boca e depois me beijou. Senti ele enfiando um de seus dedos dentro de mim. Enquanto ele me beijava ele me penetrava com seus dedos e estimulava meu clítoris. Edward me levava a loucura. Eu não aguentava mais, precisava dele dentro de mim.

- Edward anda logo. — Eu disse gemendo.

- Então pede Bella, pede. — Edward disse bem baixinho nos meus ouvidos.

- Edward. Faça-me sua. Não me torture mais. — Eu disse um pouco alto.

- Diga-me o quer que eu faça Bella. — Edward disse beijando meus lábios.

- Eu quero você dentro de mim. — Eu disse bem baixinho em seus ouvidos. Ele arrancou suas calças e me penetrou me proporcionando muito prazer. Ele se movimentava muito rápido, me levando a loucura. Eu gemia seu nome e ele o meu, fazendo-me enlouquecer, e dizer coisas que nem eu mesma compreendia. Então eu e ele gozamos ao mesmo tempo. Depois disso ele saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado.

- Bella eu queria lhe dizer algo. — Ed disse se virando para mim.

- O quê? — Eu disse sorrindo.

- Há uns dois anos eu escrevi algo para você, mas nunca tive a oportunidade de lhe dizer. — Ed disse sorrindo.

- Então diga. — Eu disse sorrindo mais.

- Ao meu amor... A minha razão... Declaro que é com você que quero passar os meus dias, e encontrar a verdadeira felicidade, é você que eu amo e não há tempo nem espaço, que possa matar esse amor... Quero te amar a vida inteira, ter você em meus braços e te amar com intensidade. — Quando terminou ele me deu um beijo.

- Que lindo meu amor. Por que não me falou antes? — Eu perguntei curiosa.

- É que não tive a oportunidade certa de falar. — Ele disse me beijando.

- Acho melhor voltarmos, logo as crianças chegam. — Eu disse me levantando.

- Eu também acho. — Ed disse se levantando. Nos trocamos, e fomos para casa.

- Bella! Olha essas roupas! — Alice disse pulando em cima de mim, quando chegamos a casa.

- Calma Lice. — Eu disse arrancando-a de cima de mim.

- Calma Lice, assim você mata a minha esposa. — Ed disse me abraçando.

- Desculpa senhora Cullen. — Essa baixinha quer que eu mate ela, só pode ser.

- Alice, eu já disse que não gosto de senhora, soa uma pessoa velha. — Eu disse emburrada.

- Mais você é. Tem 217 anos. — Só podia ser o Emmett.

- Emmett, porque não cuida da sua vida. Além disse sua calcinha ta aparecendo.

- Onde? Onde? — Ele começou a procurar na bunda. Rose lhe deu um tapa na cabeça.

- Seu idiota. Ela está zuando com a sua cara. — Rose disse rindo.

- Como assim? — Meu Deus ele ainda não percebeu?

- Emmett, esquece. — Eu disse indo para a cozinha.

- Oi mãe. — Eu disse a Esme.

- Oi filha, como vai? — Ela disse sorridente.

- Preocupada. — Eu disse sinceramente.

- Com o que, minha linda? — Esme perguntou preocupada.

- Ultimamente ando preocupada com algumas coisas. Não sei o porquê, mas estou com um pressentimento ruim. Os atentados, as pessoas desaparecendo, têm alguma coisa haver com vampiros. — Eu disse a Esme séria.

- Vampiros? — Esme perguntou incrédula.

- Sim. Eu sei que só existe nossa família e a família Denali, mas hoje eu Ed encontramos, enquanto caçávamos um corpo e nele estava escrito uma mensagem. — Esme ouvia atentamente o que eu dizia.

- Mensagem? Que mensagem? — Esme perguntou.

- Dizia: “A era dos humanos acabou. Todos morreram e nós governaremos a terra.” — Eu disse exatamente o que estava escrito.

- Era? Meu Deus, o que está acontecendo. Bella concordo com você. Temos que falar com Carlisle sobre isso. — Esme disse vindo em minha direção.

- Temos mesmo. Mas não agora, Carlisle está trabalhando. — Eu disse a ela.

- Ok querida, mas quando ele chegar. Iremos conversar com ele. — Esme disse séria.

- Ok.

- Mãe! — Reneesme gritou.

- O que foi minha filha? — Eu disse correndo até ela.

- O Anthony está tentando colocar fogo no meu cabelo. — Reneesme disse chorando.

- Legal né? Eu que dei a idéia. — Emmett apareceu sorrindo.

- Só podia ser você. — Eu disse brava.

- Não fica brava. — Emmett disse sorrindo.

- Não ficar brava? — Ele ainda me pede isso?

- Mamãe, a formiga, a cigarra e a centopéia combinaram de se encontrar na casa da formiga. A cigarra chegou na hora marcada, mas a centopéia só chegou depois de uma hora e a formiga perguntou: “Por que você demorou tanto?” Você sabe o porquê mamãe? — Anthony perguntou.

- Não tenho a mínima idéia. — Eu disse sorrindo.

- A cigarra falou: É porque na porta tem um aviso, escrito assim: \"Por favor, limpe os pés.\" — E do nada Anthony começou a rir. Não sei onde estava a graça, mas para ele não rir sozinho, junto com o Em, eu comece a rir junto.

- Ele aprendeu comigo. — Emmett disse sorrindo.

- Deu para perceber. — Eu disse olhando para o Emmett.

- Sabe o que eu dei de presente para ele? — Ai Meu Deus, o que é agora?

- O que você deu para o Anthony? — Perguntei desesperada.

- Eu dei a minha meia da sorte, que num lavo a mais de 400 anos. Vai dar muita sorte para ele. — Emmett disse sorrindo orgulhoso.

- O que?! Emmett você é louco?! — Eu gritei para ele.

- Não. Por quê? — Emmett disse sem entender.

- Olha Emmett... — Fui interrompida pelo grito da Alice.

- Bella! Estamos atrasados para ir à faculdade! — Alice gritou.

- Já to indo. Anthony e Reneesme se comportem, obedeçam a avó de vocês. — Eu disse aos dois.

- Ta bom mamãe. — Os dois disseram juntos.

- Nessie vamos brincar de pega-pega? — Anthony perguntou a Reneesme.

- Sim! — Reneesme disse entusiasmada. E depois os dois saíram correndo.

- Eles são fofos, não é? — Rose perguntou aparecendo do meu lado.

- São sim. Então vamos? — Perguntei a Emmett e Rose. Eles assentiram e fomos para o carro de Edward, que era um volvo cinza. Em 20 minutos chegamos à escola. Estávamos um pouco atrasados. Todos estavam estudando na mesma sala. O professor já havia começado a aula.

- Com licença professor, podemos entrar? — Alice perguntou educadamente.

- Claro, mas da próxima vez, tentem chegar no horário. — O professor disse bravo.

- Sim senhor. — Todos dissemos ao mesmo tempo e entramos. Havia algumas pessoas novas na sala. Nossos lugares eram lá trás, fomos até lá e sentamos.

O professor começou novamente a dar a aula. Depois de três aulas com o mesmo professor, o sinal bateu.

- Intervalo. Vamos? — Rose disse se levantando.

- Claro. — Eu disse me levantando. Pegamos nosso material e fomos para o refeitório, sentamos na nossa mesa de sempre. Uma das alunas novas, começou a vir em nossa direção.

- Olá, meu nome é Vitória, posso me sentar com vocês? — Ela perguntou.

- Claro. — Eu disse sorrindo.

- Deixa-me apresentarmos. Sou Alice, essa é Isabella, mas a chame de Bella. Essa é Rosalie, Edward, Emmett e Jasper. — Alice disse apontando para cada um.

- Prazer em conhecê-los. — Ela disse sorrindo, especialmente para o meu marido! Argh, que raiva.

- É nova na cidade? — Ed perguntou a ela. Ed não fala com essa perua não!

- Sim, faz uma semana. — Ela disse sorridente. Espera só eu acabar com a raça dela, quero ver ela sorrir.

- Hahahaha — Alice começou a rir. Olhei em sua mente e ela me viu atacando a vadia. Ed me olhou com uma cara assustada. “A Bella ta com ciúmes. A Bella ta com ciúme.”’ Alice dizia em seu pensamento.

- O que foi? Por que estão rindo? — Emmet perguntou.

- Não é nada. — Eu disse séria.

- Então Ed, o que tem de interessante para fazer nessa cidade? — Ed? Essa mosca morta da pedindo.

- Nada. — Ele disse rindo, da cara que eu estou fazendo.

- Bella, você está com dor de barriga? — O que? Ela me paga.

- Kkkkkkkkkk. — Todo mundo riu.

- Isso não tem graça. E não estou com dor de barriga, somente estou preocupada com meus filhos. — Uma coisa que não era mentira.

- Filhos? Você tem filhos? — A vadia perguntou.

- Tenho dois. — Eu disse orgulhosa.

- Nossa, e os pais das crianças? — Pais? Ela me chamou de P$#%@?

- Na verdade é um pai só, querida. — Todos estavam rindo de mim, pelo meu ataque de ciúme e torcendo para eu avançar em Vitória.

- Desculpe-me. E quem é o felizardo? — Ela perguntou sorrindo amarelo.

- O meu marido. — Eu disse sorrindo.

- Você é casada? — Só podia ser loira.

- Sim. Sou Isabella Marie Cullen, esposa do Ed. — Eu disse sorrindo.

- Você é casado? — Ela perguntou incrédula a Edward.

- Sim. Sou casado com a mãe de meus filhos e a mulher da minha vida. — Hahaha, se ferrou vaca.

- Nossa, meus parabéns. — Vitória disse com raiva. Não agüentei e li seus pensamentos. “Ele é casado? Com essa garota? Só pode ser brincadeira. Além disso tem filhos com ela? Edward Cullen vai ser meu”

- Querida vai tirando o cavalinho da chuva, pois o Edward é meu e de mais ninguém! E se quiser continuar viva, fique bem longe dele! Eu disse brava.

- Hahahahha, vai lá Bella acaba com ela. — Rose disse rindo. Vitória ficou vermelha de raiva e saiu da mesa.

- Agora fiquei com medo de você Bella. — Jasper disse se distanciando.

- É isso aí Bella, protege o que é seu. — Rose disse me dando apoio.

- Hahahhaha — Edward ria histericamente.

- Do que você está rindo? — Perguntei brava.

- Da sua cena de ciúmes. Foi muito engraçado. Bella eu nunca te trairia. — Edward disse me abraçando.

- Eu sei, mas aquela vaca se insinuando para você, me deu muita raiva. — Eu disse abraçando ele.

- Bella se por um acaso eu morrer, quero morrer sua amiga. — Alice disse sorrindo.

- Gente já chega. — Edward disse aos irmãos.

Meu telefone começou a tocar. Vi que era de casa, atendi correndo.

- Alô? — Eu disse preocupada.

- Mãe o Anthony, ele... — Reneesme disse chorando.

- O que seu irmão fez meu amor? — Eu perguntei mais preocupada.

- Ele colou chiclete no meu cabelo, por que o tio Em, falou que faz bem pro cabelo e agora não quer sair. — Reneesme disse chorando.

- Minha filha, quando eu chegar em casa eu resolvo, meu amor. Fala para sua avó te ajudar.

- Ok mamãe. Beijos, tchau. — Reneesme disse e depois desligou.

- Emmett posso saber desde quando chiclete faz bem pro cabelo? — Eu perguntei brava.

- O que ele fez agora Bella? — Rose perguntou.

- Ele disse ao Anthony que chiclete faz bem pro cabelo e o Anthony grudou chiclete no cabelo da Nessie. — Eu disse brava.

- O que?! Emmett Cullen você fez isso?! — Rose gritou.

- Não. — Ele disse, que cara de pau.

- Fez sim! Você é louco?! Por que fez isso?! — Rose perguntou brava.

- Era brincadeira. — Ele disse rindo.

- Que não teve graça. — Eu disse séria.

- E agora? O que vou fazer com o cabelo da minha modelo? — Modelo?

- Modelo? Então é por isso que está exaltada? — Emmett disse rindo.

- É claro que não. Ela também é minha sobrinha. — Rose tentou corrigir o que falou, mas não deu muito certo.

- Que tal irmos para a aula? Já vai começar. — Alice disse se levantando. Todos nos levantamos e fomos para a aula. E quando chegamos na sala, Vitória tropeçou e me tacou um litro de água, que não sei da onde ela conseguiu.

- Meu Deus, me desculpe. – “Ninguém mexe com Vitória.” Ela disse em pensamentos.

- Isabella você está bem? — Perguntou o professor.

- Sim, estou. — Edward veio me ajudar.

- Meu amor, você está bem? — Edward perguntou.

- Claro, foi só um acidente. — Eu disse sorrindo. Aquela vaca me paga.

- Que pena, que você vai ter que ir embora. — Ela disse orgulhosa. “Depois o Edward é só meu.” Aquela vaca pensou.

- Eu não vou embora. Estou bem assim. — Eu disse pegando a mão do Ed e indo se sentar.

- Você tem certeza? Você pode se resfriar. — O professor perguntou.

- Não se preocupe. Qualquer coisa, o Ed me ajuda a esquentar. — Se Vitória pudesse soltar fumaça pelos ouvidos, ela estaria fazendo isso agora, de tanta raiva que ela está de mim.

- Hahahaha. — A sala começou a rir.

- Senhora Cullen, por favor, não diga coisas inapropriadas dentro da sala. — Essa foi a primeira vez que gostei que me chamassem assim.

- Pode deixar professor. — Eu disse sorrindo.

- Bella como você é má. — Edward disse rindo.

- Com o meu marido ninguém mexe — Eu disse dando-lhe um beijo.

- Gostei de “meu marido”. — Ele disse sorrindo.

- Essa é uma sala de aula, não um motel. — Vitória disse.

- Se estiver incomodada, então se retire. Eu não tenho culpa se meu marido não lhe quer. — Eu disse a ela.

- Ai, essa doeu. — Emmett disse.

- O que você disse sua vaca? — Vitória disse se levantando da cadeira onde estava sentada.

- Além de loira burra é surda? — Eu perguntei a ela.

- Hahaha — Todo mundo começou a rir.

- O que?! Agora você me pega sua vaca! — Vitória disse vindo para cima de mim. Ela começou a puxar o meu cabelo, e nós duas caímos no chão. Emmett tentou tirá-la de cima de mim, mas acabou apanhando junto.

A raiva que senti foi tão grande que joguei ela na parede, do outro lado da sala. Até parece né? Eu somente a joguei do meu lado e me levantei.

- Sua vaca! — Vitória disse se levantando e vindo para cima de mim de novo, mas nessa hora o diretor chegou.

- Posso saber o que está acontecendo? — O diretor perguntou bravo.

- A Vitória começou a bater na Bella. — O professor respondeu.

- Mentira, ela que me atacou. — Vitória disse, ela ainda tinha a coragem de mentir?

- Eu não acho isso Vitória, a senhora Isabella, é uma mulher casada e tem dois filhos, por que ela se daria a esse luxo? — O diretor perguntou.

- Por que... — O diretor a interrompeu.

- Você nem tem uma explicação para isso. Agora vá para a minha sala, precisamos conversar. — O diretor disse bravo.

- Mas eu não... — Vitória tentou falar, mas o diretor a interrompeu.

- Eu não quero saber! Vá agora para a minha sala! — O diretor disse bravo. Vitória pegou suas coisas e saiu da sala, com muita raiva.

- Senhora Cullen, me desculpe isso não vai mais se repetir. — O diretor me disse e saiu da sala, nesse mesmo instante tive uma visão de crianças sendo assassinas, mas eu não conseguia ver quem era a pessoa, que estava fazendo isso. Mostrei a minha família à visão. Todos me olharam horrorizados.

- Professor, acho que não estou me sentindo bem. Acho melhor eu ir para a casa. — Eu disse fazendo cara de dor.

- Tudo bem, pode ir. — O professor disse.

- Eu posso levar o meu marido? É que preciso que alguém me leve. — Eu disse

- Tudo bem. Vá Edward, e vê se cuida bem da sua esposa. — O professor disse.

- Ok. — Ed veio na minha direção e me pegou no colo. Pra que isso? Depois saímos da sala e ele me levou até o carro.

- Temos que correr Ed, aquelas crianças, não podem morrer. — Eu disse desesperada.

Edward entrou no carro acelerou para o lugar de onde havia vindo às imagens. Era em uma creche que existia a pouco tempo em Forks. Em 10 minutos nós chegamos lá. Eu sai correndo do carro e fui em direção ao parque onde estavam as crianças.

Quando cheguei lá. Uma das crianças estava sendo enforcada e as outras no chão chorando. A raiva que eu estava sentindo era tão grande que não pensei antes de agir. Peguei o homem pela gola de sua camisa e o joguei longe, fazendo-o bater com tudo na parede.

O mais incrível, foi que ele se levantou, uma coisa impossível, pois o cara deveria estar morto. Edward chegou ao meu lado, sem entender o que estava acontecendo.

- O que está acontecendo? — Edward me perguntou olhando para o homem.

- Eu o peguei e o joguei na parede, ele deveria estar morto. — Eu disse mais pra mim mesma. O que aconteceu no segundo seguinte foi incrível, o cara começou a se transformar em um cachorro, seus olhos estavam vermelhos e grandes dentes surgiram em sua boca.

- Não pode ser, lobisomens deixaram de existir a muito tempo. — Edward disse. Lobisomens? Meu Deus aquilo era um lobisomem?

(Foto lobisomem — http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom.aspx?uid=879029572389047973&pid=1244581260495&aid=1243156180)

- Edward pegue as crianças e as leve daqui. — Eu disse com a voz firme.

- O que? Não vou te deixar sozinha com esse lobisomem Bella. — Edward disse sério olhando para mim.

- Eu vou ficar bem, agora as leve daqui. — Eu disse andando para frente, a cada passo eu me aproximava mais do lobisomem.

- Vou levá-las Bella, mas vou voltar. — Edward disse firme, depois pegou as crianças e as levou daqui.

- Por quanto tempo mais você acha que poderá protegê-los? — O lobisomem disse a mim. Mas como? Eles não deveriam falar.

- Do que você está falando? — Perguntei rosnando.

- Diga-me. Por que proteger esses humanos imundos. Eles são só alimento para nós, nada mais do que isso. — O lobisomem disse se aproximando.

- Por que eles... — Fui interrompido com o rosnado atrás de mim, quando me virei Edward, Alice, Rosalie, Emmett, Jasper, Esme e Carlisle, estavam todos em uma linha reta, em posição de ataque.

- Que coisa linda, a família reunida. Agora só faltam as crianças, onde elas estão? — O lobisomem disse. Ainda não consegui entender o por que dele falar.

- Isso não te interessa. — Eu disse rosnando.

- A mãe protegendo os filhos. Você os ama tanto assim? — Ele me perguntou.

- Eles são a minha vida. — Eu disse a ele rosnando mais. Por que ele estava me perguntando isso?

- Então você morreria por eles? — Ele me perguntou.

- Lógico. — Eu disse brava.

- Então terei que te matar primeiro e depois seus lindos filhos. — A raiva que eu estava sentindo era enorme que agi sem pensar e ataquei o lobisomem, que foi jogado pra longe.

- Bella você está bem? — Edward me perguntou chegando ao meu lado com os outros.

- Só por ela estar falando sozinha, já é sinal te que não está bem. — Emmett falou.

- O que? — Eu perguntei sem entender.

- Você ficou falando sozinha. Você falava Lógico, eles são a minha vida, etc... Ninguém estava entendo que você estava falando. — Emmett me explicou.

- Gente, desculpe-me interromper, mas o lobisomem está vindo na nossa direção. — Jasper disse a todos preocupado.

Quando eu fui olhar para o lobisomem, já era tarde demais, ele estava em cima de mim e me empurrou com tudo para a parede. Edward pulou em cima dele, mas o lobisomem era mais forte e acabou jogando-o longe.

Todos tentaram lutar com o lobisomem, mas não conseguiram, até Emmett que era o mais forte, não conseguiu. Senti uma energia diferente no ar. Como se alguém estivesse ali, nos observando.

Olhei para minha família, e me surpreende com o que vi. Todos estavam petrificados ou algo assim. Estavam parados, sem se mexer. Quando olhei novamente para o lobo, ele não estava mais lá.

Tentei me mover, mas não consegui. Somente senti algo entrando dentro de mim. Quando olhei para o que era, me surpreende ao ver as grandes unhas no lobo no meio de meu estomago. Senti ele me levantando do chão, ele se virou para mim e disse.

- Ora de dizer Adeus. Gostaria de dizer alguma coisa para seus filhos antes de morrer, eu farei questão de dizer a eles, antes de matá-los. — Quando ele me disse isso. Eu petrifiquei. Meus filhos, ele ia matá-los. Isso não podia acontecer. Não sei da onde eu tirei forças, mas eu peguei em seu braço e o quebrei no meio.

Ele uivou de dor. Peguei seu braço mesmo e enfiei em seu coração o que fez com que ele caísse morto no chão.

Corri para ver minha família. Todos estavam bem, ainda bem. Senti de novo aquela presença, olhei para todos os lados, mas nada vi. Alguma coisa estava acontecendo nessa cidade, algo nada bom. Tenho que descobrir, antes que seja tarde demais.

- Nossa Bella, você me surpreendeu, nunca pensei que você fosse mais forte que eu. Que tal um duelo entre mim e você. — Tinha que ser o Emmett para falar uma coisas dessas nessa hora.

- Emmett dá pra você parar de falar bobagem pelo menos por um tempo? — Eu perguntei a ele séria.

- Tudo bem. Então vamos duelar? — O Emmett não muda mesmo.

- Meu amor você está bem? — Edward perguntou preocupado.

- Sim e vocês? — Perguntei a todos.

- Estamos bem. Bella posso te perguntar uma coisa? — Alice me perguntou.

- Pode. — Eu disse a ela séria.

- Você estava conversando com o lobisomem, não estava? — Todo mundo olhou pra mim nessa hora.

- Sim eu estava, mas vocês também estavam ouvindo, não estavam? — Perguntei a eles.

- Não Bella. A única coisa que ouvimos foi ele uivando. — Jasper disse sério.

- Espera. Eu fui a única a ouvir o lobisomem falar? — Perguntei incrédula. Todos assentiram.

- Mas como isso... — Carlisle me interrompeu.

- Essa é uma outra história. Que vamos te contar quando chegarmos em casa. — Eu apenas assenti.

Queimamos o corpo do lobisomem e fomos para casa. Quando chegamos lá Reneesme e Anthony estavam dormindo no sofá. Edward os pegou no colo e os levou para seus quartos.

Uma imagem linda, nunca pensei que aquele homem, que me torturou, matou meu amigo, o meu anjo/demônio, se transformasse em meu marido, o amor da minha vida. Depois de alguns minutos Edward apareceu descendo a escada, com o meu sorrido torto preferido. Edward me olhou e sorriu mais.

- Você fica linda, quando fica babando por mim. Eu sei que sou gostoso. — Ele disse com sorriso malicioso.

- Convencido. — Eu disse a ele, dando beijos em seu pescoço.

- Tem quartos se vocês não sabem. — Tinha que ser o Emmett pra estragar o clima.

- Valeu viu Emmett. — Edward disse bravo. Haushuahsuahsua.

- De nada. — Ele disse alegre. Eu hem.

- Bella, acho que está na hora de você saber sobre os lobisomens. — Carlisle disse sério. Fomos todos para sala e então Carlisle começou.

- Bella você sabe que o demônio existe, mas você sabe que ele tem uma esposa? — O que?

- Esposa? — Perguntei incrédula.

- Sim. Mas essa esposa não podia lhe dar filhos, pelo menos não o que ele queria. Então ele fez com que ela gerasse um mostro, um ser que pudesse ser forte, andasse no meio dos humanos. Esse monstro era um lobisomem....

- Foi o primeiro lobisomem que existiu, ele se chamava Marcus. Irmão de Aro. Aro havia sido criado por um propósito, assim como Marcus. Marcus foi obrigado a servir seu irmão Aro. Ele caçava pessoas e as transformava em lobisomens, para que seguissem os vampiros. Um dia Marcus se cansou de ser tratado como escravo e se revoltou contra os vampiros.....

- Foi assim que começou a guerra entre as duas raças. Marcus foi aprisionado depois de um tempo, e os lobisomens foram obrigados a seguirem os vampiros outra vez, mas com o passar do tempo, eles deixaram de existir. Bella você falou com ele não foi? — Carlisle me perguntou.

- Sim falei, mas por que somente eu consegui entender-lo? — Perguntei preocupada.

- Bella você lembra do que eu disse sobre os poderes de Safira a 200 anos atrás? — Carlisle me perguntou.

Flash back

- Bella você já ouviu falar em Safira Padparadscha? — Que?

- Não.

- É uma pedra preciosa, mas eu não estou falando disso, mas sim do que ela representava para povos antigos. Já ouviu falar dos povos chamados Twilight? Ou melhor, crepúsculo?

- Quem?

- Crepúsculos são os instantes em que o céu próximo ao horizonte no poente ou nascente toma uma cor gradiente, entre o azul do dia e o escuro da noite. Normalmente acontecem no instante em que o Sol, ao nascer ou se pôr, também chamado de lusco-fusco, encontra-se logo abaixo da linha do horizonte marítimo, sendo que em alguns casos, como em regiões montanhosas, podem ocorrer antes do pôr-do-sol ou depois do nascer do astro....

- Antigamente existia um povo que a chegada do crepúsculo, venerava sua deusa Safira. Safira realmente existiu, mas ela era uma vampira, com o poder de controlar tudo. Ela podia ter os poderes de qualquer pessoa, na hora que quisesse. E acho Bella, que de alguma forma, você faz parte dessa linhagem. Aro quer você, talvez por saber que você possa ser a vampira mais poderosa de todo o mundo.

- Que?!

Fim flash back

- Sim me lembro, mas o que isso tem haver com os lobisomens? — Perguntei.

- Bom Bella, seus podres são desconhecidos, não sabemos até que ponto eles vão, além disso seus poderes não estão desenvolvidos. Acho que de alguma forma você e aquele lobisomem se conectaram. — Ok, isso está

muito esquisito.

- Bella o que foi que você e aquele lobisomem conversavam? — Emmett perguntou, então comecei a contar.

Flash back.

- Eu vou ficar bem, agora as leve daqui. — Eu disse andando para frente, a cada passo eu me aproximava mais do lobisomem.

- Vou levá-las Bella, mas vou voltar. — Edward disse firme, depois pegou as crianças e as levou daqui.

- Por quanto tempo mais você acha que poderá protegê-los? — O lobisomem disse a mim. Mas como? Eles não deveriam falar.

- Do que você está falando? — Perguntei rosnando.

- Diga-me. Por que proteger esses humanos imundos. Eles são só alimento para nós, nada mais do que isso. — O lobisomem disse se aproximando.

- Por que eles... — Fui interrompido com o rosnado atrás de mim, quando me virei Edward, Alice, Rosalie, Emmett, Jasper, Esme e Carlisle, estavam todos em uma linha reta, em posição de ataque.

- Que coisa linda, a família reunida. Agora só faltam as crianças, onde elas estão? — O lobisomem disse. Ainda não consegui entender o por que dele falar.

- Isso não te interessa. — Eu disse rosnando.

- A mãe protegendo os filhos. Você os ama tanto assim? — Ele me perguntou.

- Eles são a minha vida. — Eu disse a ele rosnando mais. Por que ele estava me perguntando isso?

- Então você morreria por eles? — Ele me perguntou.

- Lógico. — Eu disse brava.

- Então terei que te matar primeiro e depois seus lindos filhos. — A raiva que eu estava sentindo era enorme que agi sem pensar e ataquei o lobisomem, que foi jogado pra longe.

Fim flash back

- Por que ele iria matar as crianças? — Alice perguntou preocupada.

- Eu não sei Lice, mas alguma coisa não está nada certa. — Eu disse me sentando.

- Não se preocupe meu amor, nada acontecerá aos nossos filhos. — Edward disse me abraçando.

- Eu sei, mas estou com um pressentimento ruim. Alguma coisa está acontecendo e eu preciso descobrir. — Eu disse me levantando.

- Mamãe! — Reneesme gritou, sai correndo para seu quarto. Quando cheguei lá ela estava com os olhos arregalados e tremendo muito.

- O que foi amor? O que aconteceu? — Eu disse abraçando-a.

- Eu tive um pesadelo mamãe. De uns cachorros vindo pra cima de mim. — Ela disse me abraçando.

- Foi só um pesadelo querida, nada mais. Tudo ficará bem. — Eu disse apertando ela contra meu peito.

- Eu e sua mãe, estamos aqui minha vida, não se preocupe. — Edward disse nos abraçando.

Reneesme ficou um tempo me abraçando, até cair no sono. Depois que a coloquei na cama novamente, todos fomos para sala. Eu precisava contar a eles, sobre aquela presença que senti, enquanto lutávamos com aquele lobisomem.

- Carlisle tenho que te contar uma coisa. — Eu disse séria.

- Claro Bella, o que queres me contar? — Carlisle me olhou sério. Todos nos sentamos, vi a curiosidade nos olhos de minha família.

- Quando nós estávamos lutando eu senti uma presença diferente no local, como se estivessem me vigiando. A energia era muito forte e quando o lobisomem disse que ia matar meus filhos, essa energia ficou mais forte, o que fez também, que eu matasse o lobisomem daquele jeito. Pode parecer estranho, mas acho que esses desaparecimentos e tudo que está acontecendo é por causa de vampiros. — Eu disse calmamente.

- Bella, depois do que vi, também tenho a estranha sensação de que alguma coisa está acontecendo e que os vampiros estão por trás disso, uma coisa meio impossível. Vou tentar descobrir algo sobre isso, e vocês fiquem atentos, caso outro lobisomem volte. — Carlisle disse se levantando e saindo da sala.

- Dim dom, dim dom. — A campainha começou a tocar, estranho.

- Eu atendo. — Esme disse se levantando do sofá.

- Olá, é... Os meninos estão? — Uma vozinha irritante perguntou. O que aquela vaca da Vitória está fazendo aqui?

- Claro, entre. Estão todos na sala. — Esme disse carinhosamente.

- Obrigado. Sua casa é bem linda. — Vitória disse. Naquele momento minhas mãos se fecharam em punhos. Emmett começou a rir. Que filho da mãe, espera só ela ir embora.

- Olá Cullens como vão? — Vitória disse sorrindo, principalmente pro meu marido. Emmett se rachava de rir.

- Estamos bem, obrigada. — Eu disse gentilmente. Todos arregalaram os olhos. Que foi? Eu também sei ser educada.

- Querida, sente-se. — Esme disse aparecendo na porta.

- Claro. — Ela disse se sentando do lado do Ed. Ela ta querendo morrer.

- Então Bella, eu vim te pedir desculpas pelo que te fiz hoje na escola. É que foi o meu primeiro dia. — Vitória disse triste. Até parece. Resolvi ler seus pensamentos. “Agora o Ed vai ser meu, custe o que custar”

- Não se preocupe, todos erramos. — Eu disse sorrindo. Vitória se espantou com o que eu disse, acho que ela queria que eu disse o contrário, para ir para os braços de Edward.

- Nossa, obrigado. — Ela disse sorrindo.

- Fico feliz que as duas tenham se entendido. — Esme disse sorrindo. Emmett começou a rir mais, parecia que estava tendo um ataque de riso.

- Emmett me perdoe, mas do que você está rindo? — Vitória perguntou.

- Nada. — Ele disse ainda rindo.

- Você é muito linda e educada, não é Ed? — Esme perguntou. Todo mundo começou a rir, mas é claro que bem baixo, para Vitória não perceber.

- Claro mãe. — Nossa que raiva eu tive quando ele disse isso.

- Obrigada. — Ela disse sorrindo. “O Ed, vai ser meu, a se vai.” Agora essa vaca vai ver. Quando eu ia falar algo, senti novamente aquela presença.

- Me desculpem, mas preciso me retirar um pouco. — Eu disse brava, mas não era por Vitória que eu estava assim, mas sim por essa presença.

- Querida você está bem? — Esme perguntou preocupada. Eu não queria que ninguém percebe o que estava acontecendo.

- Não se preocupe, estou bem. Só não estou me sentindo a vontade. — Eu disse me retirando da sala. Fui até a escada e senti a presença mais forte, então comecei a subir a escada e um pressentimento ruim, quanto aos meus filhos surgiu. Fui correndo até o quarto deles, ninguém ouviria os meus passos. Quando cheguei lá.

Um homem estava sentado na cama de minha filha. Ele passava as mãos pelo pescoço dela, senti uma grande dor no coração. Ele se virou par mim e sorriu. Não consegui ver seus olhos por causa de sua capa, somente sua boca. De repente ele desapareceu.

Minha filha dormia que nem um anjo e a presença dele não estava mais ali. Corri para o quarto de Anthony e ele estava dormindo que nem um anjo. Aquela presença, havia desaparecido, mas eu sentia que algo ia acontecer a alguém. Então eu desci até a sala novamente.

Vi Vitória quase se agarrando com o Ed. A raiva e o ciúmes tomou conta de mim, mas quando eu ia descer, vi algo horrível. Vitória sendo morta, exatamente daqui a 2 horas, aqui perto de casa. Apesar de tudo, ela não merece morrer. Então a única maneira, era fazê-la ir embora. Então fui em direção a sala e me sentei no lugar onde eu estava.

- Bella, você está bem? — Esme perguntou muito preocupada.

- Vitória, acho que já está na hora de ir embora. — Eu disse com uma voz fria.

- Eu estou incomodando? — Vitória disse meio triste.

- Claro que não querida, Bella o que foi que te deu. — Esme disse séria.

- Por favor Vitória vá embora, e fique o mais longe possível da minha família. — Eu disse fria, eu não queria sua morte, apesar de tudo. E se ela continuasse perto de nós sua vida ia ser colocada em risco.

- Bella, não seja mal educada. Ela é uma ótima pessoa. – “Uma esposa excelente para Edward.” Esme pensou, mas havia algo de errado nesse pensamento.

- Vitória vai embora. Se não eu terei que fazer as coisas da minha maneira e você não vai gostar disso. — Eu sei que não deveria falar assim, mas depois que eu vi aquele homem perto de minha filha, me fez ficar muito nervosa.

- Bella já chega! — Esme disse brava. Esme, porque não tenta compreender-me?

- Vitória vai! — Eu disse gritando. Minhas mãos estavam se fechando em punhos.

- Bella se acalme isso tudo por ciúmes? — Emmett disse se levantando.

- Ciúmes? Poupe-me Bella, agora você vem com isso? — Esme disse indo até Vitória que estava chorando.

- Vitória, acho melhor você ir para sua casa. — Carlisle disse aparecendo.

- Bella, só está com ciúmes. — Esme disse brava.

- Esme agora não é o momento. — Carlisle, sabia o porquê de eu estar agindo daquela maneira. Edward não estava me olhando com raiva. Ele não podia ler os pensamentos de Carlisle, pois eu estava protegendo.

- Ok, eu vou indo. Não precisam brigar. — Vitória disse correndo pra porta.

- Está feliz agora Bella? — Esme perguntou brava.

- Carlisle, ela vai ficar bem não vai? — Perguntei muito triste.

- Não se preocupe Bella. Você acabou de salvar a vida dela. Se ela ficasse mais tempo aqui, com certeza, ele ia matá-la. — Carlisle disse vindo em minha direção.

- Do que vocês estão falando? — Jasper perguntou.

- Bella teve uma visão, de que Vitória ia ser morta por um homem, depois que saia daqui. Exatamente daqui a duas horas. Então ela fez com que Vitória fosse embora antes, para que nada lhe acontecesse. — Carlisle explicou.

- O que? Ai, meu Deus. Bella a respeito do que você viu em minha mente eu não sei o porque de eu ter pensado aquilo, foi muito estranho e... — Eu a interrompi.

- Não se preocupe Esme, todos sabem o que é melhor para nossos filhos. — Eu disse desaparecendo. Fui ver como meus filhos estavam. Os dois dormiam que nem anjos.

- Meu pequenino, como eu te amo. Eu gostaria de te contar uma história, a história da minha vida. — Eu disse fazendo carinho nos cabelos de meu filho. Ele dormia profundamente, mas mesmo assim eu iria contar.

- Eu nasci há 217 anos. Minha vida, era horrível. Meus pais, brigavam muito e me batiam muito. Quando completei 5 anos, comecei a trabalhar. Eu arrumava a casa e depois eu tinha que pedir esmolas. Minha mãe me obrigava, pois se não eu ficaria sem comer por um bom tempo....

- Minha vida era um tédio, até o dia em que eu e meus amigos fomos a uma festa. Aquele dia, nós bebemos muito. Um de meus colegas, decidiu ir até uma mansão que para todos era assombrada, pelos Cullens. Aquela mansão, atualmente é a nossa casa, apesar de estarmos aqui nessa casa em Forks....

- Naquela casa eu enfrentei tanta coisa. Primeiro, eu conheci um ser que para mim, não existia. Foi seu tio Jasper, o primeiro que vi. Ele estava mordendo minha amiga, foi horrível ver aquilo.

Flash Back.

Quando chegamos lá aquela sensação de ser observada ainda não havia me deixado, olhei por fora da mansão inteira e não vi ninguém. Acho que deve ser alguma coisa da minha cabeça, esse medo e essa história de fantasmas está mexendo com a minha cabeça.

Respira Bella, não ta acontecendo nada, ninguém ta de observando, é só impressão.

Eu e as meninas entramos na casa, e não vimos os garotos e nem a Lauren em lugar algum. A casa era muito bonita por dentro, os móveis que davam pra ver por causa da lua eram de um tempo antigo, deve estar aqui desde e o tempo em que os Cullens desapareceram. Nossa o que será que aconteceu com os Cullens quan... - Socorro! — Eu e as meninas pulamos com o grito que a Lauren deu. Nossa que susto, a menina vem gritando socorro e... Espera aí, ela gritou socorro?

Quando percebemos o que a Lauren havia gritado todas corremos para o lugar de onde havia vindo o grito e quando chegamos lá, encontramos os meninos desmaiados no chão e a Lauren sendo segurada pelo pescoço por um homem eu acho só que com presas nos dentes e olhos vermelhos que nem sangue.

Ele nos olhou e sorriu e depois mordeu o pescoço da Lauren, as meninas começaram a gritar, eu fiquei horrorizada pelo que vi e comecei a me distanciar, quando me virei para sair correndo, dei de cara com o ser mais lindo de todo o planeta, mas também o ser mais acho que não tem nem palavras para dizer o ser desprezível que vi em sua expressão.

Seus olhos cor sangue e seu sorriso perfeito. Um Deus Grego e o Diabo em pessoa. Não sei por quanto tempo fiquei assim, a única coisa que sei é que tudo começou a ficar escuro e depois senti dois braços gelados me segurarem antes de perder os sentidos.

Fim Flash Back.

- Para mim seu pai era o meu anjo/demônio. Acho que me apaixonei por ele, desde o dia em que eu o vi naquela sala. Depois disso acordei em um calabouço. Só havia um de meus amigos lá.

Flash Back

Nossa que dor de cabeça. Onde será que estou? Não consigo enxergar nada. Além disso, porque não consigo me mexer? Espera um segundo. Eu estou acorrentada? Mas por quê? Não me lembro do que aconteceu. Minha santinha o que aconteceu comigo? A única coisa que eu me lembro é de ter entrado na mansão assombrada e depois, eu vi o ser mais lindo de todo o mundo, com olhos vermelhos e presas nos dentes. Igual a um, vampiro? Aquele Deus Grego era um vampiro? Não pode ser. Vampiros não existem, nunca existiram. Como isso é possível? Tenho que descobrir sobre isso e bem rápido.

- Bella? É você amiga? — Essa voz me era conhecida, acho que é da Ang.

- Ang é você? — Perguntei tremendo.

- Sim miga, sou eu. Você está bem? Fiquei preocupada depois que aquele homem levou você. — Ang me disse chorando. Homem me levou? Como assim?

- Ang não chore e me explique o que aconteceu quando o homem me levou ok? — Disse a Ang tremendo mais ainda.

- Eu não sei muito bem o que aconteceu com você. A única coisa que me lembro foi de ter visto você desmaiar e um homem que estava na porta de pegar no colo e depois desaparecer. — Ang disse chorando mais ainda.

- Ok Ang, não chore, ficará tudo bem. Agora me diga o que aconteceu depois de eu ter saído de lá. — Eu disse nervosa.

- Bella. Ele nos fez coisas horríveis. — Ang começou a chorar mais, se é que dava.

- O que ele fez a vocês Ang? E cadê o resto do pessoal?- Eu disse sentindo lágrimas escorrendo dos meus olhos, eu estava com muito medo do que ela poderia me dizer.

- Depois que você saiu o outro homem que tava mordendo o pescoço da Lauren, a jogou no chão e começou a vir em nossa direção. Quando ele chegou perto da gente ele nos deus uma surra na cara e abusou da Jéssica e depois pegou cada um de nós e nos trouxe para esse lugar.

- Meu deus que monstro faria isso com a Jéssica?- Perguntei chorando.

- Eu! — Uma voz musical e bem bonita disse ao entrar no lugar onde estávamos clareando tudo naquele lugar. Foi aí que percebi que só estávamos eu e Ang acorrentadas ali, esse lugar parecia uma espécie de calabouço.

- Onde estão ou outros? O que fez com eles e onde estamos seu cachorro? — Eu disse com todo raiva do mundo.

- Calma gracinha. Primeiro, eu não sou um cachorro, eu sou um gato; Segundo, não posso lhe responder nada até que a minha família dessa; Terceiro a única coisa que irei responder mesmo não podendo é o lugar onde estão. — Ele disse dando um sorriso enorme. Ai que raiva que vontade de quebrar aquela cara.

- Tudo bem, então me diga onde estamos cachorro — Eu disse a ele fria. Além disso ele tinha toda a razão do mundo, ele não era um cachorro, mas sim um gato e que gato hem.

- Bom, vocês estão no calabouço da mansão Cullen. — Ele disse de mau-humor. Ta parecendo meus pais. Falando neles, será que estão preocupados comigo? Acho muito difícil de acontecer, já que eles não se importam comigo.

Como eu pensei, estávamos em um calabouço e na mansão Cullen ainda.

- O senhor eu me acho um gato? Que horas a sua família virá?- Eu disse sarcástica.

- Já estamos aqui. — Um cara alto e forte com um grande sorriso debochado disse.

- Então pronta para conhecer a família Cullen?- Uma mulher baixinha disse. Espera um minuto, ela disse Cullen?

Fim Flash Back.

- Nunca imaginei que alguém fosse capaz de lago tão horrível como aquilo. Fiquei morrendo de medo. E quando sua tia Alice me disse sobre a família Cullen, eu comecei a tremer mais ainda de medo.

Flash Back

- Cullen? Os Cullen morreram a mais de 200 anos atrás, isso não pode ser verdade. Por um acaso vocês são descendentes deles, que ninguém sabe que existe? — Eu falei assustada. Não sei o porquê, mas todos começaram a rir.

- Muito boa garota, gostei de você. Mas respondendo a sua pergunta. Não somos descendentes deles, mais sim os própios Cullens. — O grandão disse se aproximando de mim.

- C-como a-assim o-os p-própios Cullens?- Eu disse gaguejando e na última palavra o grandão me deu um tapa nas costas, bem forte por sinal. Que dor.

- Calma garota, não gagueja não. Assim tu pareces um daque... Ai! Porque me bateu amor? — Uma mulher linda lhe deu um tapa na cabeça. Antes dele terminar a frase, o que será que ele ia me dizer?

- Para você parar de falar bobagens. E você não está vendo que Carlisle quer falar com essa humana? — Só aí, percebe que um homem bem bonito me olhava de um jeito esquisito.

- Não responderei nada até vocês me dizerem o que aconteceu com meus amigos.

- Olha aqui sua... — A mulher linda ia me dizer algo, mas foi interrompida pela baixinha.

- Eu falo pra ela o que ela tem que saber e depois chamamos o Edward e começamos o jogo. — Jogo? Mais que jogo? Edward? Quem é esse? Será que é o meu anjo em forma de demônio?

Fim Flash Back.

- Sua tia me contou o que eu precisava e depois conheci seu pai. Ele era diferente do que é agora, antes ele era mal educado, egoísta, mal, entre outras coisas. Quando me lembro do passado, eu começo rir do nada, era tanta idiotice. Seu pai apesar de sério era uma criança, é claro que não igual ao Emmett. Eu estava assustada aquele dia. Foi a primeira vez que seu pai tentou me matar.

Flash Back

- Edward? Quem é Edward? — Perguntei à baixinha. Será que é aquele garoto com que quem eu dei de cara mais cedo?

- Eu. — Falou uma linda voz. Quando olhei de onde havia vindo essa linda melodia, dou de cara com um anjo, o mesmo anjo de mais cedo. Mas também com um demônio em pessoa. Meu corpo começou a tremer, quando eu olhei em seus olhos. Não sei de onde tirei coragem, mas lhe perguntei.

- Porque estamos aqui? — Eu perguntei, olhando em seus olhos.

- Porque estão aqui? Horas, por nada, somente quero me divertir com vocês — Ele disse dando um lindo sorriso torto. Como ele era lindo. Ok, para tudo, o que você ta pensando Bella esse ser falou que quer se divertir com você. O que ta acontecendo comigo?

- Seu abusado, só porque manda em tudo em todos aqui não quer dizer que manda em mim. — Eu disse grossa.

- Sabe garota, você ta querendo perder a cabeça mesmo. — Ele disse se aproximando.

- É melhor do que olhar para essa sua cara, seu verme. — Eu disse brava.

- Não foi o que você achou quando eu te levei para o meu quarto. — Ele disse com um sorriso malicioso. Espera aí, ele disse quarto? OMG, o que será que aconteceu não me lembro de nada. Ele deve estar mentindo.

- I-isso é m-mentira. — Eu disse gaguejando e corando.

- Não é isso que ta parecendo. — Ele disse sorrindo mais.

- Seu... — Eu mandar ele se ferrar, mas o grandão me interrompeu.

- Será que as duas crianças, poderiam fingir ser adultas por alguns estantes? — O grandão disse rindo e Edward rosnou pra ele. Meu deusinho, o cara rosnou, ta parecendo até cachorro.

- Em quem é você posso saber? — Perguntei ao grandão, eu tava morrendo de curiosidade.

- Eu sou Emmett Cullen, prazer. — O grandão chamado Emmett disse sorrindo

- É quase um prazer conhecê-lo. E os outros quem são? — Perguntei curiosa ainda.

- Que pena. Então deixa eu requentá-los. Essa é a minha esposa Rosalie, a minha irmã Alice, a baixinha, o Jasper seu marido, Esme minha mãe, Carlisle meu pai e Edward, que você já conhece. Ele está solteiro, quem sabe no futuro não faz parte da família. Emmett disse piscando.

- Cala boca Emmett, se for pra falar besteira, então fecha essa boca. — Adivinha quem falou. O idiota do Edward, o menino irritante.

- Não precisa falar assim com ele, idiota. — Esse garoto me tirou do sério.

- Do que você me chamou? — Ops, acho que eu o fiz ficar bravo. Não deu nem tempo de responder, ele já estava em cima de mim cravando seus dentes. Foi ai que conheci o meu anjo na pele de um demônio. Somente ouvi Ang gritando e umas pessoas se aproximarem e depois perde os sentidos

Fim Flash Back

- Depois eu acordei em um quarto, seu tio Emmett estava ao meu lado, levei um baita susto. Nós começamos a conversar e foi aí que eu conheci mais seu pai. Emmett começou a me contar a história de seu pai. Senti-me mais próximo dele. Depois disso, fomos para a sala, pois nós íamos participar de um jogo.

Flash Back.

- Agora que já estão todos presentes, podemos começar. — Edward disse olhando para todos, menos para mim.

- Então começa logo e para de enrolação. — Eu disse nervosa. Ele me ignorou e continuou falando.

- Bons talvez alguns de vocês não saibam ainda, mas eu sou Edward Cullen e essa é minha família. Esme, Carlisle, Jasper, Alice, Rosalie e Emmett. — Ele disse apontando para cada um que ele falava o nome.

- Espera. Você disse os Cullens? Eles morreram há muito tempo atrás isso não poder ser verdade. — Erick disse a Edward. Nossa como ele tem coragem. Gostei disso.

- Olha garoto. Primeiro, nós somos os mesmos Cullens que vocês acham que morreram a tempos atrás. E se fosse você pensava muito bem antes de dirigir a palavra a mim. Os únicos que podem fazer isso são minha família e a Bella. — O que? Eu? Ele endoidou?

- C-como a-assim não morreram? O que vocês são? Fantasmas? Zumbis? — Todos começaram a rir menos o Edward, ele estava sério.

- Não somos zumbis e nem fantasmas, somos vampiros. — Quando ele disse vampiros, um arrepio percorreu a minha espinha.

- Hahaha, vampiros não existe cara. — James disse rindo da cara do Edward. Acho que ele ficou bravo, pois começou a rosnar.

- E quem disse isso? Vampiros existem e eu irei provar a você. — Quando ele terminou de dizer isso, seus olhos viraram um vermelho sangue e dois dentes enormes e pontiagudos saíram de sua boca. Meus amigos começaram a gritar, Ang e Jéssica desmaiaram.

- Meu Deus. Isso não pode ser verdade. — Erick começou a fazer o sinal da cruz pra Edward.

- Alho, peguem alho e taquem nesses monstros. — James começou a gritar do nada. Ele ta querendo morrer mesmo. Pensei que os vampiros iriam rosnar ou algo do tipo, mas eles apenas gargalharam. Até Edward começou a rir. Não entendi. Eles não deveriam ficar com medo de alho?

- Vocês não têm medo de alho? — Perguntei incrédula. Todos olharam para minha cara e começaram a rir mais ainda. Depois eu que sou a esquisita.

- A Bellita você é tão engraçada. Porque você acha que temos medo de alho? — Ele perguntou ainda rindo.

- Por quê? Vocês são vampiros. Vampiros odeiam alho, crucifixo, estacas de madeira...

- Rsrs, essa foi boa Bella, mas você está muito enganada. Esses vampiros são aqueles dos livros. Nós somos muito evoluídos, do que aquela raça horrível. — Em respondeu. Não entendi de novo. Diferentes? Como assim diferentes?

- Como assim diferentes? — Perguntei ao Em, curiosa. Essa minha curiosidade ainda vai me matar.

- Isso não é da sua conta. — Edward se intrometeu na conversa.

- Mas eu quero saber. Vocês viram morcego? — E todos os Cullens riram de novo.

- Depois te conto Bella. — Em me disse piscando

- Se depender de mim nunca. — O Ed disse rosnando para o Em. Peraí, o Ed disse aquilo mesmo? Não pode ser.

- Ui, calma maninho eu sei que ela é só sua. – Só sua?! Como assim só sua?!

- Olha aqui garotos, eu não sou de ninguém. E dá pra vocês pararem de enrolação e contar sobre essa merda de jogo? — Eu disse brava, olhando para os dois.

- Você ta querendo perder a cabeça mesmo. Bom resumindo, vocês vão fazer o que mandarmos, e ganharão pontos e quem conseguir ganhar mais pontos, ganha o jogo e sua vida. Agora o restante, morrerá da forma mais fria, que possa existir. — Edward disse frio.

- M-morrer? Você está dizendo que vamos ter que lutar por nossas vidas? Você é maluco? — O que aconteceu na cena seguinte, foi a pior coisa do mundo. Edward arrancou a cabeça do James fora. Foi um horror. Como ele pode fazer isso?

- Seu crápula, porque fez isso com o James? Você é um animal. — Edward me pegou pelo braço. Ele apertava com muita força e rosnava pra mim. Havia ódio e a ira em seus olhos.

- Pense pelo lado positivo Bella. Agora é menos um para vocês se preocuparem. — Ele ainda deu um sorriso. Que canalha, ele acabou de matar uma pessoa, e age como se nada tivesse acontecido.

Edward apertava meu braço mais e mais. Desse jeito ele vai quebrar meu braço. Do nada ele começou a rir e depois olhou pra todos e disse.

Continua

Notas finais
Deixem reviews. Beijos.