Notas iniciais
esperam que gostem, sou uma aprendiz, comentem assim poderei melhorar...

Inglaterra, delegacia da cidade.

Detetive Moreno: Então o que temos?

Chrover: Bem, não temos muito sobre eles, segundo o arquivo de dados, eles tiveram uma filha: Suzanne... Os únicos parentes vivos moram em São Lorenzo, Cidadedo México: Maria, tiada Sr.ª Conti e Sebastian irmão do Sr. Conti.

Detetive Moreno: E a Suzanne? O que temos sobre ela?

Chrover: Nada, apenas o nome...

Delegado Lima: O que os meus melhores detetives estão tramando, desta vez?

—O delegado Lima falou entrando na nossa sala- *Fizemos Continência*

—Ele sentou em uma cadeira-

Chrover: Clarice e Os Conti, encontrados mortos essa manhã...-Chrover entregou a ficha para ele.

Delegado Lima: Fiquei sabendo desse caso, a perícia não encontrou nada até agora.

Chrover: Algumas Digitais, Fios de Cabelo, Sinais de arrombamento?

Delegado Lima: Ainda não, mais aqui,ja chegaram a fotos dos corpos!

—O delegado Lima falou nos entregando as fotos.

Detetive Moreno: Já temos o resultado do exame de necropsia?

Delegado Lima: Não, encontramos algumas marcas de furos em um dos braços das vítimas, deduzimos que sejam marcas de vacinas injetadas no dia da morte dos indivíduos, talvez a causa da morte tenha sido por conta de uma injeção letal...

No dia seguinte...

Eu e Chrover fomos investigar o local do crime envolvendo os Conti.

Chegando lá, um portão enferrujado e com um cadeado, nos impedia de entrar no terreno.

Então batemos palma, para ver se o caseiro da Família estava na casa.

#Toc #Toc

Esperamos uns 4 minutos, mas ninguém apareceu, então quando viramos para ir embora...

???: Posso ajuda-los em algo?-escutei alguém falando então me virei

Moreno: Olá, eu sou a Detetive Moreno... E esse é o detetive Chrover. –falei com a mão no ombro de Chrover-Estamos no caso da Família Conti, viemos procurar vestígios na casa e...-estava falando então o velho do outro lado do portão me cortou.

???: Vocês estão com a ordem judicial, para entrarem na casa?

Chrover: Não, mas somos detetives e é o nosso trabalho...-Chrover mostrou o seu crachá de detetive, mas mesmo assim o velho insistia.

???: Eu sou caseiro desta casa, o meu trabalho é protegê-la... Então só entraram aqui com uma ordem judicial.-ele falou se virando

Moreno: Espere!

Ele se virou.

Moreno: Você pode responder ao menos algumas perguntas, pelo menos?

Caseiro “Misterioso”: Sejam breves....-ele falou olhando para nós

Chrover: Você sabe com quem os Conti falaram na noite em que foram assassinados?

Caseiro “Misterioso”: B-bem no dia do ocorrido a Senhora Clarice (nome da falecida senhora Conti) estava meio indisposta, mas agia normalmente com os empregados da casa...-eu o cortei-

Moreno: Os empregados?... Á mas pessoas que trabalham nesta casa?

Caseiro “Misterioso”: Sim, o cozinheiro... O mordomo e a enfermeira que cuidava do casal...-ele falou com um olhar distante

Chrover: Podemos conversar com eles?...-Chrover falou o fitando

Caseiro “Misterioso”: N-nenhum deles vieram trabalhar hoje.

Moreno: E o Senhor sabe algo sobre Suzanne?... Suzanne Conti?...-falei vendo a reação do caseiro.

Caseiro “Misterioso”: N-não posso dizer, mas nada.. Tenham um Bom dia... -ele falou saindo sem falar mais nada e sem olhar para trás, entrou na casa e nos deixou lá plantados.

Chrover: E agora, o que faremos?...

Moreno: Esse caseiro sabe mais coisa, mais não quer nos contar...-falei pensando distante.

Chrover: E o que faremos agora?...

Moreno: Precisamos descobrir o que ele sabe... -falei pensando...

Chrover: Moreno!-olhei para Chrover.

Moreno: Ãn, oque?...

Chrover: E agora?...

Moreno: O jeito é perguntar para os vizinhos, talvez alguém tenha escutado algo no dia do assassinato. -eu falei indo para uma casa que ficava ao lado da mansão dos Conti. O Chrover me seguiu.

Batemos na porta da casa vizinha.

Toc# Toc#

Não demorou muito, a porta foi aberta um pouco, e alguém olhou entre ela. Em seguida uma mulher, aparentemente com seus 50 anos abriu á completamente. Olhou-nos de baixo a cima, abriu a boca, mais não falou nada, então resolvi começar a conversa.

Moreno: Bom dia senhora, somos detetives e estamos investigando o assassinato dos Conti, casal que morava ao lado da sua casa... A senhora sabe de algo?...

???: Não querem entrar?-ela falou entrando em sua casa, então entramos também. Ela sentou em uma poltrona velha e estendeu a mão como se estivesse pedindo para que nos sentasse, então, sentamos.

Chrover: Então, a senhora sabe algo sobre os Conti?...

???: Chá com bolinhos?-ela falou olhando para uma bandeja com Chá e bolinhos que estava em cima de um centro na frente do sofá onde estávamos sentados. Chrover se esticou para pegar um bolinho, então bate na mão de Chrover e o olhei fixamente.

Chrover: Desculpe...-ele falou baixinho para mim

Moreno: Muita Obrigada, mas não aceitamos... Estamos aqui para saber dos Conti...

???: Que pena... -ela falou se esticando, pegou uma xicara de chá e bebeu, fazendo um barulhinho. –Glup, glup,glup.. -ela bebeu. Em seguira, colocou a xicara no centro, e nos olhou... Respirou fundo e. -Meu nome é Isabel Truffaut... Eu e a Clarice, éramos melhores amigasno colegial...-ela falou começando a contar a história...

*FlashbackON *

Vivíamos coladas, éramos carne e unha... Fazíamos tudo juntas... Deveres da escola, nós duas éramos líderes de torcida, nós amávamos falar sobre os garotos, fazíamos tudo igual.

Mas havia uma coisa que nos diferenciava, Clarice tinha muita inveja de mim, quando eu comecei a namorar o garoto mais popular da escola, ela fez de tudo para que não ficássemos juntos. Eu como era ingênua, não percebia o jeito de como ela olhava para ele, e que ficava a todo minuto, tentando conquista-lo e em todo momento paquerava-o... Eu e o tal garoto, brigávamos sempre, por conta dela... Clarice colocava coisas na minha cabeça dizendo que Antônio(o menino popular) me traia... E eu boba, acreditava... Até que um dia a traição aconteceu mesmo e foi com quem eu menos esperava... Avistei-o e Clarice se beijando no vestiário da escola... Fiquei com tanta raiva, mais tanta raiva dela que brigamos... Fui expulsa do colégio e ela simplesmente continuou... Colocou a culpa toda pra cima de mim, tirou o corpo fora... Deste dia em diante nunca mais falei com ela, fiquei sabendo que anos depois ela havia se casado com o garoto.

Nunca mas nos falamos, quando me mudei para essa cidade, fui até falar com ela para resolvermos as pendências, sermos amigas de novo, quem sabe... Mas ela não aceitou, me xingou e bateu a porta na minha cara...

Não guardei, e não guardo ressentimentos dela, espero que ela esteja num lugar melhor agora...

*FlashbackOFF *

Moreno: Vocês se tornarão inimigas?...-perguntei intrigada.

Isabel, “A Invejada”: Como disse, não guardo ressentimentos, não sei se ela guardou... Não nos falávamos, mas acho que não chegamos a nos odiar ao ponto de sermos inimigas.

Chrover: E você sabe se ela tinha inimigos?... Inimizades... Talvez com os vizinhos?...

Isabel, “A Invejada”: Converso com muitos vizinhos, e soube que ela não falava com nenhum, todos, ela deu um jeito de procurar problema... Sabe?... Ela era uma pessoa que não se dava bem com ninguém... -ela estava falando, quando um homem barbudo, com barriga “saliente”, com uma estatura baixa entrou na sala, e á cortou.

???: Mulher, cadê meu café?-ele falou nos olhando.

Eu levantei para cumprimentá-lo.

Moreno: Bom dia, senhor... Eu sou a detetive Moreno e estou fazendo perguntas para a sua?...

???: Esposa... Pode me chamar de Toninho... -ele falou me cumprimentando.

Moreno: Prazer em conhecê-lo... -falei olhando para ele-Bem, muito obrigada senhora Truffaut...-eu falei cumprimentando-a. -Vamos Chrover?-falei olhando para ele que comia desesperadamente os bolinhos.

Chrover: S-sim, vamos... -ele falou levantando

Notas finais
gostaram?? conemte, por favor aceito criticas construtivas!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.