O prisioneiro estava com as mãos amarradas diante do corpo,cansado,subjugado e imundo, mais com uma postura altiva digna de sua herança espanhola real seu captor Valentim ,olhava-o com desdém,sentado em um trono dourado,luxuosamente esculpido.Tudo que o prisoneiro podia ouvir eram o som dos anéis ornados contra a lateral do trono dourado. Valentim olhava-o de cima, os olhos estreitos, insolentes e triunfantes. O garoto preso era de um reino Espanhol chamado Mulaain. O seu título oficialmente era o de príncipe do império de Mulaain mais ele prefiria mesmo pensar so mesmo como príncipe do seu pai. O fato foi que Valentim mandou sequestrar o príncipe pois ele detinha em seu pescoço algo muito precioso um pedaço da pedra de Rajá ao lado do seu captor entrava-se Subay filha de Valentim e noiva do seu irmão mais velho.

O prisioneiro falou primeiro,lutando para manter longe a sua voz de cansaço:

- Por que o senhor me trata com tanta falta de hospitalidade?

Indiferente,valentim fixou um sorriso irônico em seu rosto.

-Meu caro príncipe, você tem algo que me pertence.

-Mais nada justifica isso, se quisesse algo era só me pedir e eu o daria.

Valentim esfregou o maxilar,os olhos brilhando.

-Planos mudam meu caro príncipe,seu querido irmão me prometeu me ajudar a alcançar meus objetivos.

O príncipe voltou sua atenção para Subay,que exibia uma pose submissa e recatada.Seu irmão esperava pelo casamento arranjado era um acordo para que os dois reinos pudessem unirem.esteve ausente por quase um ano para supervisionar operações militares numa região distante,deixava ao irmão a responsabilidade de cuidar do reino.

Então Kanon estava cuidando de outras coisas além.

-Você enganou todos nós.É como uma cobra pessoenta esperando para da o bote.

Valentim riu irônico.

- O caso é que eu quero o que me pertence a pedra de Rajá.

O prisioneiro cerrou o maxilar e disse apenas:

- Nunca só com a minha morte.

Valentim sorriu

-Então ousa mesmo me desafiar,pois bem serei obrigado a pegar a parte da pedra de Rajá a força.

Saga se inclinou na direção de Valentim e protestou com firmeza:

- Pois terá que me matar primeiro.

Valentim estendeu a mão agarrou o pulso de Saga procurando uma faca de ouro entre suas vestes fazendo um corte profundo no braço do mesmo e pingando o sangue de Saga em uma pequena e estranha fazendo com o que o mesmo grite de dor e veja uma luz forte em seu rosto e tudo se apague.

Continua...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.