Notas iniciais
Bem pessoal depois de dias eu resolvi ter a cara de pau para terminar o capítulo, e a falta de internet também ajudou a acabar não postando e o Nyah! saindo fora do ar e tudo o mais. Esse capítulo esta recheado de loucuras insanidades e tudo o que há de bom espero que gostem. Boa Leitura Pequenos.

Prólogo Parte 2 – Amor, sorrisos e brigas.

– Aqui perto tem uma cafeteria que tem um café muito bom, se quiser posso levá-la ate lá. – Aqueles olhos a analisavam como se pudessem perceber, ou ver a sua alma.

– Eu adoraria. – Com um leve sorriso nos lábios ela o respondera, mal ela podia esperar para a hora desse café.

– Eu saio daqui à uma hora, se quiser pode esperar aqui, ou eu a busco em algum lugar.

– Nessa rua tem algumas lojas que eu gostaria de olhar, então eu posso te ver aqui?

– Claro senhorita.

Com um último sorriso ambos se despediram e o Amor seguiu seu caminho indo de loja e loja, enquanto o nosso querido homem de sorrisos fáceis voltou a atender aquela cliente de antes.

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Uma Hora Depois

Ela caminhava calmamente pela calçada em direção a “Music Born”, ela estava ansiosa, muito ansiosa.

Ela estava atrasada, estava apenas três minutos atrasada mais isso não ira impedi-la de velo, eles tinham um encontro marcado não tinham?

A mesma virara a esquina e o avistara em frente à loja, mais o que avistará fizera o seu sangue ferver e subir as alturas.

Ela não poderia acreditar o que aquela mulher fazia ali? Estamos no outono, ela não deveria sair do mundo inferior nessa época.

E com passos rápidos a nossa jovem dama se dirija a ambos a sua frente, o barulho do seu salto no chão era quase frenético, e quando estava para chegar perto de ambos diminuirá o ritmo, não poderia parecer desesperada.

– Me desculpe o atraso Tyler, eu tive alguns problemas em uma das lojas. – Dissera assim que chegara perto deles atraindo a atenção de ambos para si. Com um pequeno sorriso em seu rosto ela analisava a mulher a com quem ele conversava.

Aqueles cabelos castanhos e aqueles olhos que mudavam de cor não a enganavam ela não ira perder essa disputa, a mulher a sua frente a olhara de forma irritada, parecia ate que o Amor a estava interrompendo, mais sejamos francos o Amor o viu primeiro.

O rapaz a olhara sorrindo, e a moça em frente a ele a olhava com ódio.

– Sem problemas Senhorita Vega, me desculpe Koré mais eu tenho que ir, eu a Senhorita Vega iremos tomar um café. – Com um beijo na bochecha o rapaz se despedira da morena a sua frente e dirigirá um sorriso para o nosso querido Amor.

– Eu poderia ir com vocês? – A jovem não tirava os olhos do Amor a olhando com um ódio profundo, o rapaz entre elas pareceu não perceber.

Mais o amor fora mais rápido que ele com a resposta, ela poderia estar em outra forma mais Perséfone não iria tirar Tyler Stirling dela.

– Me desculpe mais não, e um café entre amigos só entre mim e o Tyler, senhorita Koré. – O amor sorrira vitorioso.

Koré não esperava essa resposta e ficara vermelha de raiva antes que a mesma pudesse retrucar o Amor completará – Então vamos Tyler? Eu quero conhecer aquela cafeteria que você me falou.

– Me desculpe Koré, nós vemos depois sim? – O mesmo dera um sorriso para a moça a sua frente e se despedira dela novamente. – Vamos Senhorita Vega.

– Você pode me chamar de Lindsey. – Um sorriso estampara os lábios dela.

– Claro.

A morena via ambos se afastarem, o sangue corroia fervente em suas veias de raiva ela não iria perde ele para ela não iria, e pensando nisso um plano diabólico se formou em sua mente e a mesma sumira dali deixando apenas o cheiro de flores no local.

– Essa cafeteria fica muito longe ?

– Não, ela fica a duas quadras daqui. – Ambos pararam um de frente para o outro esperando o sinal abrir.

Naquele horário a rua estava um pouco lotada e aproveitando isso ela começara a observá-lo fazendo o mesmo olhar para ela e ambos desviarem o rosto olhando em outras direções, ela estava corada por ter sido pega no flagra e ele estava envergonhado por ter pensado em beijá-la naquele momento.

_Qual o nome da cafeteria que esta me levando Tyler ?

_O Nome dela e Strawberry and Coffee.

_Nome engraçado. Morangos e Café, gostei desse nome.

Ambos trocaram um sorriso e continuaram andando ate a cafeteria, a conversa com ele fluía de um modo que ela não conseguia acreditar, a vergonha de ambos naquele momento parados ao sinal fora esquecida, mais especificadamente deixada de lado, eles estavam ali apenas para uma simples conversa e nada mais que isso.

Ao menos e o que eles pensavam.
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O som da sineta na porta de entrada fora ouvido por toda a cafeteria.

O local tinha as paredes em tons claros de branco e vermelho e por todo o local ficavam espalhadas mesas e cadeiras na cor negra, tão brilhante que poderiam ser de mármore, o balcão recheado de doces e salgados que faziam a boca se encher de saliva esperando apenas para serem provados. Uma suave música tocava no local deixando o ambiente mais agradável do que já aparentava ser.

Os dois jovens que acabaram de entrar no local se dirigiram a uma das mesas que ficava perto da janela.

Uma atendente de longos cabelos pretos e olhos azuis olhará o casal que acabara de entrar na mesma, um sorriso brincalhão rondava os seus lábios, enquanto a mesma ia em direção a eles que estavam sentados na penúltima mesa ao lado da janela.

Em passos calmos a morena fora em direção a eles sem tirar o sorriso brincalhão de seus lábios, a conversa entre o casal fluía e mesmo que ela não queria atrapalhar era necessário.

_Sejam bem vindo os Strawberry and Coffee, e bom velo aqui de novo Tyler, em que posso ajudá-los?

_Olá Hera – O mesmo a cumprimentara com um pequeno sorriso nos lábios — Irei querer o de sempre mesmo.
_ E você senhorita?

A loira tirara os olhos do cardápio por um momento para olhar a mulher que os fora atender para dar um belo sorriso em seguida.

_Irei querer um café de menta gelado, e uma fatia de torta de morangos.

Ambas trocaram um sorriso brincalhão e a morena sairá para buscar os pedidos enquanto a conversa entre eles voltara a fluir normalmente.

_Você gostou desse lugar?

_Achei ele muito agradável e confortável

_Que bom que gostou, eu venho aqui todos os fins de tarde, a moça que nós atendeu e filha da dona do café. A mãe dela ama tanto a deusa Hera que decidiu dar a ela o nome de sua filha.

_Como sabe disso Tyler?

_Eu sou praticamente o tio dessa menina, por isso sei tanto.

_Tio?

_Quando eu cheguei na cidade a mãe dela me acolheu, ela e minha mãe eram velhas amigas. Quando eu cheguei a menina ainda era uma criança e ela me adotou como tio.

_Ata, acho que entendi.

Ambos foram interrompidos pela morena, Hera, que voltara a mesa com uma bandeja em mãos.

_Para a dama, um café com menta gelado e uma fatia de torta de morango. – A garota lhe olhara sorrindo e a mesma retribuiu antes de dar um pequeno gole no café com menta deixando a xícara marcada de vermelho. – E para o Tyler, um café amargo com um pouco de leite e um cupcakes de chocolate, sendo esse de amora e castanhas e o outro, cupcake sendo um red velvet. Não sei como você pode gostar tanto desse cupcake.

_Red Velvet* ? – A duvida estava estampada não só nos olhos como nas palavras da dama de cabelos loiros.

_Sim, esse cupcake faz muito sucesso por aqui – Bem irei deixá-los sozinhos foi bom ver você Tyler, qualquer coisa apenes chamem e eu irei atendê-los.

_Esse cupcake e bom?

_Sim, eu gosto dele – um sorriso maior ainda se formara nós lábios do rapaz – Veludo Vermelho.. Ele tem uma coloração diferente dos demais por isso gosto dele.

Depois daquela explicação ambos ficaram calados por alguns instantes mais logo voltaram à conversa, depois de terminarem o seu café ambos ficaram conversando um pouco mais ate Apolo começar a recolher o dia com sua carruagem e dar lugar a Nix e Ártemis para trazerem a noite tão almejada.

_Creio que está na hora de eu ir. – Afrodite sorrira para ele, ela olhara mais uma vez a lua em seu estagio crescente e o céu com apenas algumas estrelas aparecendo, outras tímidas outras não.

_Eu poderia acompanhá-la?- A duvida na voz, a veracidade nós olhos castanhos do rapaz a fizeram pensar antes de responder, a única vez que se sentira acanhada a aceitar um convite, fora na primeira vez que conhecera Hefesto é ele pedira para acompanhara ate seu palácio.

_Claro por que não? – Após ambos pagarem a conta, e ele insistira para pagar a dela, ele a acompanhara ate o ponto de ônibus a qual se despedira dela com um leve beijo na bochecha.

Depois daquele dia eles se encontraram várias vezes novamente, quando completaram um mês que tinham se conhecido naquela tarde de outono ele a beijara, começara com um leve roçar de lábios tímidos para depois vir um beijo calmo.

Depois de dois meses assumiram um romance, apenas alguns olimpianos descobriram e o que não deixou certa deusa da primavera contente, três meses após aquele dia eles tiveram a sua primeira vez, carinhos, lúxuria, amor, ardor.

Todos os sentimentos misturados em um só, eu poderia lhes contar como fora aquela noite mais prefiro deixar ela apenas guardada para eles.

Quatro meses tinham se passado, foi no quarto mês que as coisas pioraram.

Ela estava grávida. Por mais normal que tudo aparenta ser dessa vez não era, ela contara para Tyler e ele ficara feliz, contudo naquele mesmo dia ela discutira com Hefesto e foi ai que as coisas pioraram e muito.

Os planos de Koré naquela noite estavam dando certo, primeiro usara a poção com Ares e o resto que tinha usaria com Hefesto. “Vamos ver como Afrodite ira agir ao encontrar os seus dois amores com ódio dela querendo a sua morte, após isso terei o caminho livre para ficar com o Tyler, e de sobra Ares ou Hefesto ira matar a criança pra mim”

Ela fora embora sem saber que seu plano daria certo e ao mesmo tempo muito errado.
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Afrodite tinha acabado de sair de uma consulta de pré-natal com o Tyler ao seu lado, ambos se despediram com um beijo após, com muita insistência da parte dela, ele a deixar no ponto de ônibus para ir para casa.

A deusa estava radiante sorria e parecia ter mais brilho que o próprio sol, o que não era verdade e nem mentira, mais naquele noite tudo mudou.
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Ela andava tranquilamente pelos jardins do Monte Olimpo, o fim de tarde que se fora aos poucos e deixara as pequenas estrelas para enfeitar o céu e fazer companhia para a lua.

A deusa não percebera mais estava sendo seguida, um homem com barba por fazer e cabelos raspados com o corpo trabalhado por causa dos trabalhos na forja, que andava meio coxo, vestindo uma blusa branca e um macacão de mecânico a observava e a seguia, ele olhava como ela estava radiante mais outrora seus olhos castanhos agora assumiam um tom avermelhado/arroxeado a poção de Perséfone fizera efeito, Afrodite estava perdida.

De repente a moça se virará e dera um sorriso maior ainda, ela andara em passos ágeis mais ligeiro na direção do homem sorrindo, a cor dos olhos dele foram ignoradas por ela.

– Hefesto – Com um sorriso ela o abraçara, ele retribuirá o gesto com um pequeno sorriso mais o cheiro de outra pessoa invadira suas narinas ao puxar o ar para os pulmões.

– De quem e esse cheiro Amor? – Ela o olhara de forma estranha, sua voz que antes era rouca ficara grave. Algo estava errado mais ela não percebia.

– E o meu cheiro. -

– Não é não, também não e o cheiro de Ares. Andou me traindo de novo Afrodite – O abraço que antes era carinhoso se tornara apertado a voz que antes era rouca e calma se tornara grave e feroz, ela soltara uma exclamação de dor pela brutalidade do abraço, aquele não era o seu marido.

– Hefesto você esta me machucando – Ela olhara para ele e não o reconhecera os olhos, não era os seus amáveis olhos castanhos. Os mesmo que herdara de Hera. (N/A : Hera aqui não e má pessoal, e sim boa)

– Esse não e o seu cheiro. – Ele a tirara de seus braços e a empurrara com brutalidade em direção ao chão – Responde de quem e esse cheiro Afrodite.

Ela tremia. Pela primeira vez em sua vida sentira medo, aquele não era o seu doce Hefesto mais sim um louco insano que ela não reconhecia.

– E o meu cheiro eu já lhe disse isso – Ela gritara, mais sua voz não chegava aos ouvidos dele, ele não tinha mais posse da razão.


Um barulho de algo estalado fora ouvido por todo o jardim, Afrodite estava de olhos arregalados olhando para outro lado, aquilo não tinha acontecido o seu doce Hefesto batera em si.

– Responda pela última vez sua vadia de quem e esse cheiro – Quando ela voltara a si olhara para ele e pela primeira vez sentira medo, aquele não era Hefesto com o qual se casara e sim um louco insano.

– Eu já lhe disse que esse e o meu cheiro e não de outro homem – Outro tapa fora dado em seu rosto e seguido dele as lagrimas, ela estava grávida então estava mais sensível, mais não era por isso que chorava e sim pela insanidade que atingira seu marido pela primeira vez em séculos.

–Responda – O grito alto que ele dera a fizera tremer, e se levantara e olhara para ele. Ela tremia de medo, ele espumava de raiva de modo insano.

– Esse cheiro e meu e de mais ninguém – Ela gritara com ele de volta o que foi um grave erro, ele avançará na sua direção como se fosse bater nela e como uma última alternativa ela correu.

Correu aos gritos insanos e das ameaças dele as suas costas, correu tanto que ele a alcançará mais o que aconteceu depois não fora algo agradável.

Eles brigaram mais ainda, ela tentou fazê-lo voltar à razão mais levara dois tapas estalados no rosto mais ela revidara dessa vez. A briga continuara a gritos, as agressões pararam mais os gritos continuaram.

– Eu vou pergunta pela última vez de quem e esse cheiro —

– E o cheiro do meu Amante, esta feliz? Quer saber como ele me satisfaz na cama também? Quer saber o que? Como se chamara a filha que espero dele?- Ela se arrependera no momento seguinte que abrirá a boca ele fora para cima dela possesso de raiva e obsessão. Ela não tivera tempo de fugir.

Possesso como estava ele exigiu o direito de marido, a bateu, torturou e ainda abusou de seu corpo naquele chão frio no jardim que em épocas antigas fora o local que os dois iam para conversa.

Ela tentou impedir mais não conseguiu, foi abusada, humilhada e agredida, as roupas que ela usavam foram rasgadas, e seus gritos foram ouvidos por todo o jardim. Antes de desmaiar ela ouvira a última sentença que a fizera tremer dos pés a cabeça.

– Se não se afastar dele eu irei matá-lo e matarei a criança que esta em seu ventre quando a mesma nascer à escolha e sua Afrodite. – Ele a deixara ali nua e usada nem se preocupou em ao menos lhe tampar a nudez.

Ao longe uma mulher com seus dezesseis anos vira toda a cena e ficara horrorizada, a mesma tinha longos cabelos castanhos trançados com fitas vermelhas e azuis e vestia um leve vestido de seda vermelha, ela caminhara em direção a loira que estava nua deixada ao relento e a pegara nós braços.

A mesma a levara para o seu palácio e cuidara dela chamara IIitia para olhar como estava a criança e a deixara descansando.

Na outra manhã quando o sol começava a tomar o seu lugar no céu os primeiros raios da manhã entraram naquele quarto a qual a jovem loira agora protegida de sua nudez repousava, sentada em uma cadeira a olhando a mesma garota que a ajuda agora trajando apenas um vestido cor de pêssego a observava.

Aos poucos a loira fora acordando com os raios de sol batendo em seu rosto, a mesma demorará a se acostumar e nesse mesmo tempo demorará em enxerga a moça que estava na cadeira a olhando.

– Bom dia Afrodite – A voz leve e aveludada da jovem a espantara a mesma apena a ficara olhando sem nada proferir.

– Bom dia, Lady Hera – Após alguns minutos a mesma respondera com a voz rouca e fraca, a jovem apenas a olhara e sorrira caminhando em sua direção fazendo a mesma se encolher na cama e se agarrar aos lençóis.

– Não precisa ter medo pequena, eu não lhe farei mal algum – A deusa apenas se sentara na cama e fizera um leve carinho em seus cabelos com um sorriso reconfortante em seus lábios que fora retribuído pela mesma mais esse apenas um curva de lábios e nada mais.- Você deve estar com fome.

A deusa se levantara da cama deixando sua convidada deitada lá a pensar. A mesma voltara segundos depois com uma bandeja com bolinhos, sucos, frutas e algumas guloseimas para ambas, o desjejum fora tomado por ambas em silencio, uma tinha os pensamentos na noite anterior e estava perdida a outra pensava em como podia ajudá-la.

– Ele não ira fazer com você o que disse – O nosso amor apenas a olhara abaixando a cabeça e deixando o copo da bandeja.

– Ele estava louco, fora de si —

– Por que diz isso? —

– Ele não parecia o homem com quem me casei seus olhos..Não era os castanhos pelos quais passei a amar, eles tinham uma coloração vermelho/arroxeada. — Ambas voltaram a ficar caladas, um suspiro deixado pelos lábios rosados da acastanhada fora ouvido e a loira apenas a olhara e seu olhar fora retribuído na mesma intensidade.

– Procure ajuda. Não êxite em procurá-la. – Hera sorrira uma última vez para Afrodite antes de se levantar e pegar um embrulho em sua penteadeira e deixar em cima da cama. – Se vista com isso e vá procurar aquele de quem você carrega uma criança no ventre.

Com essas últimas palavras ela desaparecera deixando um cheiro de jasmins no ar, Afrodite ficara alguns minutos parada mais pegara o embrulho e o abrira olhando o vestido florido de alças para ela usar e a roupa intimava branca o acompanhava, a mesma fora ate o banheiro da deusa e olhara seu corpo no espelho não encontrando nenhuma marca mais sabia que ela estava lá.

Depois de cuidar da sua higiene pessoal em um banheiro que não era seu e colocar as roupas que lhe caíram como uma luva ela voltara pro quarto mais encontrara ele arrumado e um bilhete em cima da cama esperando por ela.

“ Tome cuidado Afrodite, eu tentarei falar com Hefesto e ver o que aconteceu com ele, mais peço que tome cuidado por favor.

Assinado Hera.”

A caligrafia bela e ajeitada a deixara sorrindo, a mesma saíra do quarto tomando cuidado com o que fazia, quando estava ao lado de fora do templo da deusa do casamento a mesma sumira deixando um cheiro de rosas no ar, mais esse cheiro era amargo e doce como se as rosas tivessem sido envenadas.

E na verdade tinham.

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A mesma aparecera em frente a uma casa que para ela já era bastante conhecida, os tons de creme que se mesclavam com o branco combinavam tão bem e davam um ar de calmaria para a casa, em frente a ele um pequeno jardim com um enorme carvalho que se estendia aos céus e em frente ao mesmo tinha um banco de metal na cor branca.

A deusa passará pelo portão de madeira negra e se dirigira ate a porta, ela tocara a campainha tão de leve que se ela não fosse alta o rapaz que estava no interior da residência não teria ouvido. Assim que a porta fora aberta ele fora circundado por braços de um ser loiro que o abraçara tão fortemente que demorara a retribuir o mesmo por demorar a identificar sua amada.

A porta fora fechada e ambos foram para a sala que estava decorada em tons de preto e branco com um enorme sofá vermelho no centro da mesma e outros aparelhos que os mortais normalmente necessitam e uma enorme estante de livros.

– Como você esta meu amor? – Ela o olhara sem responder, como contar que não poderiam mais se ver?

– Tyler... E-Eu..-Ela começara a chorar como nunca chorara antes o mesmo apenas a abraçara e esperara o choro passar o coração lhe doía ao ver sua amada chorando mais o que ela falou em seguida o assustou.

– Não podermos mais nós ver, minha família me proibiu – “e meu marido descobriu” ela completara a frase em pensamentos, mais a voz embargada e o choro o fez demorar a compreender a frase e quando o fez a abraçou apertado.

– Nada nem ninguém pode me separar de você esta me ouvindo? Nada entendeu? – Ele a abraçara mais apertado e a consolara enquanto a mesma chorava aos poucos o choro fora parando ate ela levantar o rosto para ele. O rosto dela estava inchado pelo choro mais ainda sim continuava belo como só ela poderia ser.

– Se eu não me afastar de você coisas ruins podem acontecer para nós e para a nossa filha Tyler. – Ela o olhara mais o beijo que ele lhe dera não deixara duvidas que ele iria ate os confins da terra por ela.

– Eu não ire me separar de você e ninguém ira impedir que eu fique com você e o nosso bebê. Eu vou proteger ambos. – Ele dissera para ela ao final do beijo e novamente ela voltara a chorar mais aquele era um choro de alegria.

Naquele dia eles ficaram juntos por um bom tempo ate ela ter que voltar para casa, mais dessa vez ela fora para um apartamento na cidade, mais eles sabia que tudo iria mudar em alguns dias e algo terrível iria acontecer e só uma pessoa poderia ajudá-la, e essa pessoa não seria Hera.

Notas finais
Eu espero que tenham gostado e nós desculpem os erros de português ate amanhã a tarde se tudo der certo teremos a terceira parte do prólogo que esta em reta final antes de a pancadaria realmente começar e teremos muitas surpresas espero que goste. A principio Afrodite não teria uma rival mais graças ao Nock eu resolvi mudar isso para ficar melhor o contexto da história para você. Então e isso ate a próxima pequenos.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.