A Maldição De Ondine
1 As Crianças
Notas iniciais
Eles entraram palestinamente na saleta, onde tudo aconteceu.Eles não sabiam que em contra partida, a besta estava esperando atrás da escrivania, se preparando para dar aos meninos os seus tristes estiolamentos.
Era um dia ensolarado na Florida, numa cidade chamada Lake Black, eu estava no hospital com meu irmão Nogom, era uma consulta sobre a doença do meu irmão, ele estava com uma doença rara chamada Maldição de Ondine, essa doença é quando uma pessoa para de respirar quando adormece. Felizmente achamos um médico que era especialista nessa doença, ele se chamava Dremo
Quando eu e meu irmão estávamos indo pra casa, nos deparamos com uma casa nova, nunca tinha mos reparado nela, ela era linda,a casa era de madeira, tinha um vitral de um anjo caído, eu e meu irmão decidimos explorar a casa, achávamos que não tinha ninguém pelo seu estado
Quando entramos, nos deparamos com uma saleta, as paredes eram cobertas com tapeçarias vermelhas ,de lindo nobre pura ceda , no centro tinha uma lareira de tijolos rodeada por dois sofás de couro,um pouco mais à frente tinha um corredor que nos direcionava à uma escada de mármore, nós estávamos fascinado pelos detalhes enquanto subíamos, nós, nos deparamos com uma porta dourada, por sorte ou azar, ela estava aberta, a porta nos levara a um escritório, lá tinha uma escrivania banhada á ouro, e um lustre de rubi no teto, mas parecia com uma sala de jantar do que com um escritorio, quando entramos no meio do escritório, percebemos que no chão e nas paredes havia sangue.
Saimos correndo daquele lugar, quando déssemos as escadas vimos que tudo estava com sangue, chegamos na porta, mas quando abrimos entramos correndo ,e não vimos que á porta não dava mais na rua mas sim no escritório.Andamos devagar para o centro, parece que não andamos silenciosamente, pois alguém nos ouviu, vimos que algo saia de trás da escrivania, era o Dremo, o médico do meu irmão.
Ele se transformou em um mostro,peludo com a cara deformada, os olhos pretos, e ele não tinha lábios, era como a pele indo direto a boca.Ele pulou em cima de nós, nos desmembrou, foi quando conheci a morte.
Eu acho que é isso, que os meninos contariam se estivessem vivos, mas é impossível alguém ir na minha casa e sobreviver, alguém quer me visitar?
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