A Madrasta

96 Último Capítulo - Felicidade


Notas iniciais
Último capítulo, mas ainda teremos o epílogo, certo? Leiam as notas finais!! Boa leitura a todos ❤

Último Capítulo — Felicidade.

[...]

— Você? Nem em um milhão de anos imaginaria que justamente você viria me visitar aqui. — Tanya falou irônica entrando na sala de visitas do presídio, dois dias depois de ter sido condenada a perpétua no tribunal.

— Achei que merecíamos esta última conversa. — Alice respondeu fria, vendo a ex-amiga sentar-se à sua frente. — Por que Tanya? Porque mentiu pra mim durante tantos anos?

— Eu não podia te contar pois você não me entenderia, Alice. Ninguém entende. — Deu de ombros — Não quis fazer mal a nenhum dos Cullens, se a Bella não tivesse entrado naquele quarto tudo teria sido totalmente diferente. — Justificou-se.

— Teria sido diferente se você não tivesse matado uma pessoa, isto sim! — A corrigiu.

— Pessoa? James era um cafajeste nojento, merecia o fim que teve. Lembra que ele te agarrou a força? E Billy? Esse era um velho rancoroso que tramava contra tudo e todos, não tirei a vida de nenhum inocente. Pode não ter sido certo o que fiz mas como disse eles caçaram, se meteram no meu caminho e por isso, tiveram aquilo que mereciam.

— E se tivesse sido eu? Se eu tivesse descoberto que você era a assassina você também me tiraria do seu caminho? — A morena indagou com os olhos cheios de lágrimas.

— Não fale besteira — Denali desviou o olhar.

— Responda a minha pergunta Tanya. — Insistiu.

— Você é minha melhor amiga, Alice. Não acho que teria coragem de te fazer mal. — Manteve seu olhar longe do dela. — Você também era amiga da Bella e olha o que fez com a vida dela. — Suspirou se levantando — É uma pena que uma amizade de tantos como a nossa tenha acabado desta maneira. Eu lamento muito mas não vou conseguir me relacionar com alguém que matou duas pessoas e não se arrepende.

— Alice, espera! — Tanya pediu mas não foi atendida pois segundos depois, a chef de cozinha já tinha ido embora para sempre daquela prisão.

~*~

— Ai Tony! — Renesmee resmungou quando levou uma bolada do irmão durante uma partida de vôlei na piscina.

— Para de ser fresca, Ness! — O ruivo revirou os olhos.

— Renesmee não é fresca, é só uma garota sensível e isso é muito fofo, aliás. — Alec a defendeu olhando a menina com os olhos brilhando.

— Obrigada Alec. — Renesmee agradeceu com as bochechas coradas.

— Hum... — Tony cruzou os braços.

— Ness... — O garoto se aproximou dela e segurou sua mão. — Quer ser minha namorada quando ficarmos mais velhos?

— Namorada? — A garota arregalou os olhos. — Claro que sim! — Afirmou sorrindo.

— Que palhaçada é essa de namoro? Minha irmã não vai namorar você não, oras! — Anthony reclamou emburrado.

— Ta com ciúme de mim, maninho? — Nessie brincou jogando a bola para ele.

— Claro que não! Tô nem aí pra vocês! — O filho de Edward negou mostrando a língua para os dois.

Enquanto as crianças brincavam na piscina, Edward — ainda se recuperando da operação — e Charlie os observavam de longe.

— Eles parecem felizes. — Charlie puxou assunto.

— E estão. Dá pra sentir daqui. — O ruivo notou tomando um gole de suco fresquinho.

— Edward — O delegado engoliu em seco — Sinto muito por ter te prendido meses atrás.

— Imagina, você só estava fazendo seu trabalho.

— Desde que... Tudo aconteceu nós nunca mais voltamos a conversar direito e não tive a chance de te agradecer por ter salvo a vida da minha filha, que é a pessoa mais importante do mundo para mim, duas vezes.

— Não precisa agradecer Charlie, está tudo bem. — O ruivo garantiu dando um sorriso leve para ele.

— Está mesmo? — Estendeu a mão.

— Sim. — Edward confirmou apertando a mão dele que nada disse, apenas sorriu de volta.

~*~

[Londres]

— Que malas são essas? — Victória perguntou confusa ao entrar no hotel e se deparar com três malas ao lado da cama. — Vamos viajar de novo, querido?

— Você vai. — Douglas respondeu pondo seu paletó.

— Para onde? Não estou entendendo. — Deu um sorriso sem graça.

— Para Nova York, seu julgamento é daqui cinco dias. — A lembrou vendo os olhos da moça de cabelos de fogo se arregalarem. — Por que nunca contou para mim que estava sendo processada, Victória?!

— Espera, como sabe disso se nunca te contei?! — O respondeu com outra pergunta.

— Porque mandei que investigassem você. Faço isso com todas as mulheres que me interessam e descobri cada coisa sua... — Riu caminhando pelo quarto, em busca de sua maleta.

— E depois do meu julgamento Douglas? O que vai acontecer com a gente? — Victória perguntou preocupada, passando a mão por seus cabelos.

— Não existe mais nós dois, Vic. O que vivemos foi intenso, gostoso, mas se resumiu a apenas mais uma das minhas aventuras amorosas. Porém, agora acabou. Vou seguir minha vida e você, com a sua.

— Não Douglas! — Correu até ele pondo a mão em seu peito forte -

Eu te amo, quero casar, ter filhos com você e...

— Você ama o meu dinheiro — A afastou — E no tempo em que estivemos juntos, você usufluiu bastante dele afinal, te dei muita coisa como jóias, roupas! E pra mostrar como sou generoso não irei lhe pedir nada em troca e ainda por cima comprei sua passagem de volta para Nova York.

— Não acredito que está fazendo isso comigo. — Tentou forçar o choro.

— Por favor, sem drama. — O milionário pegou sua maleta e caminhou até ela — Quando eu voltar não quero mais te encontrar aqui. Adeus! — Despediu-se dando um último selinho na vilã e saindo do quarto.

— DESGRAÇADO! — Victória gritou furiosa pegando um vaso, o jogando contra a parede e partindo-o em mil pedaços.

~*~

— Posso saber quando é que vocês dois me darão netos? — Esme perguntou sorrindo, enquanto tomava uma deliciosa xícara de chá.

— Netos? Hum... O que acha Rose? — Emmett perguntou puxando a esposa pela cintura.

— Acho que ainda vai demorar um pouquinho sogra, pois meu trabalho na delegacia ocupa muito tempo. Mas sei que logo o meu relógio biológico vai tocar e o momento de ter um fruto do meu amor vai chegar. — A loira falou recebendo um beijo na bochecha dado pelo jogador.

— Quero essa casa recheada de netos. Todos felizes, sorrindo, brincando... — Esme sorriu — Mas logo vamos ter um novo membro na família, antes mesmo do que imaginam.

— Por acaso sabe algo que não sabemos, mãe? — Emmett questionou com a sobrancelha arqueada.

— Rose e eu sabemos, mas você só vai saber daqui uns dias, filho. — A morena respondeu toda misteriosa, deixando o jogador com uma pulga atrás da orelha.

~*~

— E aí? Como está se saindo como pai de primeira viagem, Jasper? — Carlisle indagou para o genro, assim que ele entrou em seu escritório.

— Estou adorando sogro. — O loiro respondeu sorrindo — Alec é um menino muito tranquilo, inteligente. Alice e eu estamos nos sentindo nas nuvens, nunca imaginei que poderia ser tão feliz nesta vida.

— Eu disse que daria tudo certo e aí estamos! Finalmente com a paz que merecemos.

— Sim. Mas ser pai não é fácil, dá um trabalho... Hoje te entendo quando você comentava sobre as dificuldades de ser pai, educar uma criança para ser do bem e principalmente, pra que não repita os erros que eu mesmo já cometi no passado. — Suspirou.

— Exatamente, mas parabéns, pois você está fazendo um ótimo trabalho com seu filho, Jasper. — Carlisle o elogiou sorrindo de volta.

~*~

Aro estava preso há alguns meses aguardando seu julgamento por todos os crimes que cometera, entre eles a tentativa de assassinato a Edward. Por ter ensino superior, o moreno conseguira direito a uma cela isolada dos demais presos.

Isolado.

Era exatamente assim que ele estava há meses.

A única visita que recebera nesse meio tempo tinha sido de Carlisle, que o humilhou e possesso de raiva, lhe deu um soco, sendo retirado rapidamente da cadeia pelos guardas.

— Visita pra você, Aro. — O carcereiro avisou abrindo a cela para o homem sair.

Aro nada disse, apenas seguiu calado até a sala de visita, tendo uma grande surpresa ao deparar-se justamente com sua filha.

— Victória — Riu — Lembrou que existo?

— Nunca esqueci. — A ruiva afirmou vendo-o se sentar a sua frente. — Só não vim antes porque estava viajando. Primeiro em Paris e depois, em Londres.

— Com o milionário Douglas Mayer? Eu leio os jornais. — Deu de ombros.

— Sim, com ele mesmo. Mas fui dispensada e por isso tive que voltar para cá. — Suspirou — Por que nada dá certo para nós, meu pai?

— Por causa dos malditos Cullens.

— Não acredito que ainda está com essa obsessão ridícula! Se toca pai, olha onde esse ódio todo te levou? Para trás das grades!

— Fique tranquila filha, pois logo você também estará atrás das grades.

— Espero que não. — A ruiva baixou a cabeça — Não quero ficar presa, pai.

— Então fuja enquanto é tempo. — Aro sugeriu frio.

— Não tenho dinheiro nem pra pegar um táxi, quanto mais fugir. Ainda tenho que vender as jóias do Douglas pra ter um dinheiro extra e poder tomar algumas providências, mas não pretendo fugir porque meu advogado disse que isso pioraria ainda mais a minha situação.

— Uhum...

— Pai! Será que não consegue se importar comigo pelo menos por um minuto?! Não vê que tô com medo? Tô precisando de apoio, não da frieza de sempre! Eu sei que quando estava no bem bom, sequer vim te visitar mas o senhor é meu pai e eu, ainda gosto de você. — Desabafou chorando.

— Eu também gostava de você, Vic. — A olhou nos olhos. — Mas aqui dentro agora só tem vazio, ódio, mágoa e desejo de vingança! Não consigo mais pensar em nada além disso. Desculpe!

— É, deu pra perceber. — A ruiva se levantou — É melhor eu ir! Adeus, pai.

— Adeus, Victória. — O vilão se despediu vendo-a ir embora e não esboçando nenhuma reação pois agora, mais do que nunca, só sentia mágoa e mais mágoa dentro de seu peito amargo.

~*~

— Gravidez? Quem disse que estou grávida? — Bella falou após ser questionada pela filha. — Foi a Esme? Ou a Rose?

— Elas também já perceberam? — A garota indagou sorrindo. — Mãe, desde o casamento da Dinda venho percebendo que você está mais gordinha, o pessoal ainda não percebeu porque o tiro do papai tirou a atenção de todos, mas eu sei que vou ter um irmãozinho sim, nem adianta negar. — A pressionou. — Sem contar que você não doou sangue para o papai quando ele precisou e aprendi nas aulas de biologia que grávidas não podem doar.

— Certo — Bella trancou a porta do quarto — Admito, estou grávida sim. Soube no dia da cirurgia do seu pai, mas não quero que conte isso a ninguém por enquanto.

— Por que? — A garota franziu a testa.

— Porque antes quero fazer uma surpresa muito fofa para o seu pai. — A morena explicou piscando e abraçando a filha com todo o carinho do mundo e juntas, ambas comemoram a chegada de mais um Cullen ao mundo.

~*~

[...]

Dias depois...

— Victória Volturi... Este tribunal lhe condena há sete anos de prisão em regime fechado pelos crimes de falso testemunho e omissão de provas.

Victória finalmente foi a julgamento e depois de dois dias, condenada pelos crimes que Isabella lhe acusou com provas tempos atrás. Ela estava com medo do resultado, mas quando ouviu a sentença dos lábios do juiz sentiu como se o chão tivesse se aberto embaixo de seus pés.

— Não pode ser. — Limpou as lágrimas que insistiam em cair dos seus olhos quando viu Bella se aproximar dela. — Veio tripudiar da minha desgraça, queridinha?! Finalmente conseguiu terminar de se vingar de mim, meus parabéns! — Ironizou batendo palmas.

— Não tente me culpar pela tua prisão, Victória. A única culpada por tudo isso é você e essa maldita ambição que te acompanha há muitos anos. E não, não vim tripudiar. Pelo contrário, sinto pena de você porque sei o que te espera no presídio afinal, passei dez anos dentro de um por sua causa. — Recordou — Só espero que daqui sete anos, quando for solta, você tenha se transformado em uma pessoa bem melhor do que é hoje. — Respondeu vendo a inimiga de uma vida inteira sendo algemada e levada pelos policiais dali.

— Está acabando, querida. — Vovó falou pondo a mão sob o ombro de Bella — Só falta o julgamento do Aro, mas esse ainda vai demorar mais um pouco porque aquele advogado safado fica adiando.

— Eu sei vovó, mas sinceramente pra mim esse pesadelo já acabou pois Aro já está preso e vai ficar lá pra sempre. Agora o que nos resta é sermos felizes. — Afirmou sorrindo lindamente para Elizabeth.

[...]

[Presídio Feminino de Nova York]

Após a condenação, Victória foi levada pelos policiais até a prisão mais próxima. Ao chegar lá, lhe tiraram suas roupas, jóias e lhe deram um banho frio. Ainda trêmula pelo banho, a vilã teve que vestir o macacão da prisão e depois recebeu uma caixa com alguns pertences pessoais e de higiene.

Foi levada então até uma cela gélida e escura, muito semelhante a que Bella ficou presa por muito tempo. Ficou trancada lá por longas horas olhando para a parede e pensando em todos os erros cometidos em sua vida, mas depois foi para o banho de sol onde teve uma curiosa surpresa.

— Tanya? — Arqueou a sobrancelha.

— Não acredito que estamos no mesmo presídio. — Já com visual desgrenhado, a ex advogada se aproximou dela — Quanto foi sua pena?

— Sete anos. — A ruiva respondeu pondo a mão na cintura.

— Bem feito. — Tanya zombou dela.

— Pelo menos eu não peguei perpétua como umas e outras aí... — Provocou mordendo o lábio. — Vou sair daqui bem antes de você.

— Sim, mas... — Denali a encarou olho no olho — Quando você sair daqui nunca mais será a mesma. — Sorriu esbarrando de propósito nela e se afastando para tomar seu banho de sol do outro lado do pátio.

— Idiota... — Victória resmungou se sentando sozinha em um dos bancos. — Lugarzinho horroroso, argh... — Resmungou olhando ao seu redor e vendo diversas presas por ali.

— Hum... Carne nova no pedaço? — Uma presa perguntou se aproximando dela.

— Carne nova? — A ruiva fez uma careta — Cruzes, que linguajar horroroso. — Revirou os olhos.

— Ta me chamando de feia, água de salsicha?! — A mulher, que era alta e corpulenta perguntou a puxando pelo colarinho.

— Eu, eu... Desculpe. Não foi o que eu quis dizer senhorita. Eu juro! — Assustada, a ruiva engoliu em seco.

— Acho bom mesmo, vadia. — A presa a soltou, não sem antes empurra-la para que caísse no chão.

Victória não reagiu, apenas baixou a cabeça e engoliu a raiva, tendo certeza de que seus sete anos privada de liberdade seriam certamente, os piores de toda a sua vida.

~*~

— Amor? Está pensando em quê? — Na tarde seguinte, Edward e Bella estavam passeando de carro por Nova York.

— Que a nossa primeira vez, quando concebemos o Tony, tinha sido em um carro, lembra? — Bella respondeu sorrindo e olhando para a paisagem cheia de neve.

— Oh se lembro. — Edward riu malicioso — Quer que eu pare o carro em algum lugar pra gente, er... Relembrar os velhos tempos? — Brincou todo safado.

— Edward! — O repreendeu dando risada — Não, não quero. Quer dizer, quero que estacione ali primeiro. — Apontou para o local.

— Na frente de uma escola? — Franziu a sobrancelha confuso.

— Não é qualquer escola. — Deu uma cotovelada nele que estacionou e saiu do carro deles, assim como ela. — Foi nesta escola que nos conhecemos há dezesseis anos.

— Caramba, faz tanto tempo. — O ruivo lembrou olhando para o local fixamente. — Foi aqui que te conheci e me apaixonei quase que instantâneamente.

— Sim! — Bella envolveu as mãos ao redor do pescoço dele, mantendo o sorriso no rosto — E foi em um dia de inverno como este, o dia em que minha vida mudou pra melhor e pra pior também.

— É... — Ele acariciou a cintura dela — Passamos por tantas provações durante todos esses anos, tanta coisa que acho que nossa vida daria uma novela ou um livro.

— Daqueles bem tensos em que o leitor surta a cada capítulo novo, né? — Isabella riu de novo — Mas sabe o que realmente importa? É que a nossa história vai ter um final feliz.

— Já está tendo, minha pequena. — Fez carinho no rosto dela, todo apaixonado.

— Mas falta a cereja do bolo... — Mordeu o lábio.

— E qual seria a cereja do nosso bolo? — Indagou confuso.

— Mais um fruto do nosso amor. — Revelou se afastando e pondo a mão na barriga.

— Espera — Edward disse com os olhos cheios de lágrimas. — Eu, eu vou ser pai de novo?!

— Sim, Ed. — Bella confirmou sorrindo ainda mais ao ver os olhos do amado brilhando mais do que nunca. — Foi por isso que não pude doar sangue para vocês no mês passado, porque você vai ser papai.

— Isabella Cullen, você acaba de fazer de mim o homem mais feliz da face da terra. — Afirmou beijando os lábios dela com amor, sentindo seu sabor misturado com suas próprias lágrimas.

— Pois eu também sou a mulher mais feliz do mundo, Ed. — Bella disse entre os beijos — E vamos ser felizes infinitamente, que nem na nossa tatuagem do infinito.

— Exatamente, se depender de mim vamos ser felizes eternamente. Eu te amo, Bella. — Edward disse de olhos fechados, com a testa colada a dela.

— Eu também te amo muito, Edward. E vou te amar para todo sempre. — A morena declarou-se após ser pega nos braços e rodopiada no ar pelo amor de toda sua vida.

Notas finais
Não tenho palavras para agradecer a quem leu esta história até aqui. Gosto de personagens complexos, profundos e tramas cheias de reviravoltas e estou muito orgulhosa do caminho que esta história tomou, cada capítulo foi muito trabalhoso de escrever, mesmo assim amei cada personagem que criei, tenho um carinho danado por todos, até mesmo pelos vilões que vocês super odiaram hahaha Também amei abordar alguns dos temas humanos que mais me interessam, no caso vingança e perdão. São sentimentos muito humanos e é muito bom terminar essa história mostrando o valor do perdão que é algo que temos que lutar para sempre estarmos dispostos a dar. Espero que essa fic tenha ensinado pra vocês que o que mais importa na vida é o amor, os sentimentos bons e é eles que sempre devem prevalecer nos nossos corações, sempre mesmo porque vingança não leva a nada. O resto dos agradecimentos deixarei para o epílogo, okay? Não deixem de comentar o que acharam deste capítulo caso tenham gostado dele, inclusive os fantasminhas, se puderem comentar ficarei muito feliz mesmo. Amo vocês, a previsão do cronograma é que eu volte aqui sábado com o epílogo, ainda vou escrever o epílogo mas espero conseguir cumprir esta meta ❤