A Love Unraveled
3 Capitulo 3 - Uma manhã bem agitada
Notas iniciais
Acordei cedo era 5: 15, ainda faltava bastante tempo para eu ir para escola. Minha mãe não tinha ligado, isso era bom, mas sentia que precisava dela, sabe AQUI, COMIGO, mas mesmo assim, não era ela que eu queria, claro que era ELE. E mesmo ápos alguns meses, ainda não consigo esquecê- lo, uma parte de mim QUERIA esquecê-lo, mas outra NÃO queria esquecê-lo, e isso era uma tortura pra mim, indecisa.
Pensei em fazer alguma coisa durante esse longo tempo de espera, mas lembrei que não tinha AMIGOS, talvez as garotas mas não tinha o número delas e muito menos sabia onde moravam.
Decidi ir para um parque, não tão longe da minha casa. Peguei meu violão, SIM EU TENHO VIOLÃO E SIM EU TOCO, e depois sai para o parque.
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Andei até chegar ao parque, bastante pessoas estavam naquele parque, de crianças á idosos. Fiquei encostada em uma árvore, e lá comecei a tocar um pouco e a cantar.
Wish You Were Here
I can be tough
I can be strong
But with you, it's not like that at all
There's a girl
That gives a shit
Behind this wall
You've just walked through it
And I remember, all those crazy things you said
You left them riding through my head
You're always there, you're everywhere
But right now I wish you were here
All those crazy things we did
Didn't think about it, just went with it
You're always there, you're everywhere
But right now I wish you were here ...
Eu Queria Que Você Estivesse Aqui
Posso ser durona
Posso ser forte
Mas com você, não sou nada disso.
Há uma menina
Que se importa muito
Atrás desta parede
Que você acabou de passar.
E eu me lembro de todas coisas loucas que você disse
Ela ainda estão na minha cabeça
Você está sempre lá, está por toda parte
Mas agora eu queria que você estivesse aqui.
Todas as coisas loucas que fizemos
Não pensamos em nada, só curtimos o momento
Você está sempre lá, está por toda parte
Mas agora eu queria que você estivesse aqui ...
Avril Lavigne
– Ainda falta acabar, mas não quero pensar nele. — disse pra mim mesma.
FLASH BACK ON
– Sabe de uma coisa, eu sempre adorei compôr. — disse Josh.
– E por que ? — perguntei.
– Acho que com isso, é a melhor forma de se expressar. — disse ele sorrindo, — E você ?
– Também, mas quando estou com você consigo me expressar. — sorri.
– Tem razão. — disse ele e nos beijamos. — Não tem como se expressar melhor com um símbolo ainda maior que a música, o AMOR, o nosso AMOR. — disse isso e voltou a me beijar.
Suas palavras soavam tão bem, ele sempre tinha as palavras certas pra tudo.
– Sim. — disse concordando. — Obrigada pela Festa, foi importante pra mim que você estivesse lá.
– Como eu não poderia estar na festa da minha princesa, você vem sempre em 1º Lugar.
– Suas palavras são tão encantadoras. — disse e ele riu.
– Acho então que essa vai ser ainda mais "encantadora". — ele disse e suspirou e virou diretamente pra mim e olhou nos meus olhos. — Eu Te Amo.
– Eu também Te Amo. — disse e nos beijamos.
FLASH BACK OFF
Não bastava ele me abandonar, ele queria de certo modo que eu sofresse, aquelas palavras que para mim valia muito e para ele não passava de ... simples palavras.
– Com licença, posso me sentar ? — perguntou um garoto de cabelos cinzas.
– Ahh sim, claro. — disse me desligando de meus pensamentos.
– Bonito dia, não ? — perguntou ele já escostado na árvore.
– Sim. — disse.
– Muito prazer, meu nome é Lysandre. — disse ele agora olhando para mim, seus olhos eram bicolores, eram lindos.
– Muito prazer, Lysandre. Eu me chamo Melissa, mas me chame só de Mel.
– Encantado. — disse ele sorrindo e tirando um bloco de notas do bolso.
– Você compôe ? — perguntei.
– Sim, nesse momento estou tentando terminar uma canção que compus.
– Me desculpe, eu não queria atrapalhar.
– Não me atrapalha, ultimamente não tenho inspiração nenhuma.
– Nem eu.
– Também compoe ?
– Sim. Que tal se ... — ia dizendo mas parei. — Deixa pra lá.
– O que ia falar ? — perguntou ele.
– Nada, só estava pensando em, e se eu te ajudasse e você me ajudasse. — disse. — Mas não foi uma boa ideia.
– Bom, eu achei bem interessante. — disse ele. — Parece ser divertido.
– Então, você topa ? — perguntei com aquele sorriso bobo de criança.
QUE FIQUE CLARO QUE NÃO TENHO NADA CONTRA CRIANÇAS. — AUTORA.
– Sim. — disse ele firme na voz.
– Legal, bom vamos lá, posso ? — perguntei pedindo para ele o bloco.
– Claro.
Peguei e vi o que ele tinha escrito até o momento.
The Scientist
Come up to meet you, tell you I'm sorry
You don't know how lovely you are
I had to find you, tell you I need you
And tell you I set you apart.
Tell me your secrets, and ask me your questions
Oh let's go back to the start
Running in circles, coming up tails
Heads on a silence apart.
ColdPlay
O Cientista
Vim pra lhe encontrar, dizer que sinto muito
Você não sabe o quão amável você é
Tenho que lhe achar, dizer que preciso de você
E te dizer que eu escolhi você.
Conte-me seus segredos, faça-me suas perguntas
Oh, vamos voltar pro começo
Correndo em círculos, perseguindo a cauda
Cabeças num silêncio à parte.
ColdPlay
– Então o que achou ? — perguntou ele.
Eu fiquei pasma, ele tinha escrito aquilo sozinho, uma parte de mim se encaixava naquela pequena música, em tão pouco ele disse tudo. Lembrei de Josh, eles escreviam da mesma forma colocando tudo o que sentia numa folha de papel.
– Sabia que tinha ficado ruim. — exclamou ele.
– Não é isso. — disse me voltando a ele. — A música está perfeita mas já sei como pode acabar.
– Sério, então... — disse ele segurando meu violão. — Pode ?
– Tudo bem, mas não sei se você vai gostar do ritmo.
Comecei.
THE SCIENTIST
Come up to meet you, tell you I'm sorry
You don't know how lovely you are
I had to find you, tell you I need you
And tell you I set you apart
Tell me your secrets, and ask me your questions
Oh let's go back to the start
Running in circles, coming up tails
Heads on a silence apart
Respirei e continuei.
Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Oh take me back to the start
I was just guessing at numbers and figures
Pulling the puzzles apart
Questions of science, science and progress
Don't speak as loud as my heart
So tell me you love me, come back and haunt me
Oh, when I rush to the start
Running in circles, chasing in tails
Coming back as we are
Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be so hard
I'm going back to the start
OOhh [x4
Ninguém disse que era fácil
É uma pena nós nos separarmos
Ninguém disse que era fácil
Ninguém jamais disse que seria tão difícil assim
Oh, me leve de volta ao começo
Eu só estava pensando em números e figuras
Rejeitando seus quebra-cabeças
Questões da ciência, ciência e progresso
Não falam tão alto quanto meu coração
Diga-me que me ama, volte e me assombre
Oh, quando eu corro pro começo
Correndo em círculos, perseguindo nossas caudas
Voltando a ser como éramos
Ninguém disse que era fácil
É uma pena nós nos separarmos
Ninguém disse que era fácil
Ninguém jamais disse que seria tão difícil assim
Eu estou indo de volta para o começo
Oh.
Avril Lavigne
– Então o que achou ? — perguntei. — Ficou uma droga, né !? — disse e me levantei. — Me desculpe, acho que não foi uma boa ideia. — disse e segui andando com minhas coisas.
– Ei, espera. — disse ele parando na minha frente. — Você só me surpreendeu um pouco, sua voz é tão ... GRACIOSA.
– Obrigada. — disse. — Mas e então gostou da música ?
– Sim, você compôs tudo tão rápido e o ritmo, adorei. — disse ele sorrindo.
– Que bom. — disse sorrindo. — De qualquer forma já tenho que ir.
– Espere. — disse ele.
– O que foi ?
– De onde tirou tanta inspiração ?
– Acho que uma parte dessa música fala muito por mim, uma coisa que eu gostaria que acontecesse. — sorri.
– Obrigada. — disse ele sorrindo, um sorriso que me fez acordar. — E não pense que eu esqueci, assim que cehgar da escola, nos encontramos aqui. Pode ser ?
– Sim. Tchau Lys, posso te chamar assim ?
– Pode sim, tchau Mel.
Fui correndo até meu APÊ e só peguei minha mochila e corri para a escola, cheguei lá correndo e alguém esbarra em mim.
Agora é toda dia ?!
– Presta atenção, garoto. — me virei já imaginando quem era, mas me enganei era o Lys.
– É me desculpe ... — dizia ele de cabeça abaixada. — Mel !? — disse olhando pra cima agora.
– Lys !? — disse ao mesmo tempo que ele. — Me desculpe pensei que fosse um outro idiota. — disse e me toquei no que tinha falado. — Não foi o que eu quis dizer, é q-que e-eu me referia a um outro garoto e não quis dizer que você era um idiota.
– Calma ai Mel, tudo bem eu já entendi. — disse ele sorrindo. — E então o que faz aqui ?
– Eu estudo aqui. — disse. — E você ?
– Eu estudo aqui também.
– Que conhecidência. Em que sala você está ?
– Sala A !
– Sério ? A minha também, é bom conhecer alguém por aqui.
– Legal.
– Não te vi ontem ! — exclamei.
– É que eu faltei.
– Ahh, mas agora está tudo bem, não ?
– Sim.
– Que bom. — disse. — Então, vamos entrar ?
– Sim, já estamos atrasados.
Entramos na escola, os corredores estavam vazios e então Lys e eu entramos na sala, ouvimos alguns comentários mas nem eu nem ele ligou.
– Desculpe o atraso professora. — disse Lys.
– Sempre atrasado, senhor Lysandre. Não quero que isso se repita. — disse ela e olhou em direção a mim. — E você, posso saber o motivo de seu atraso ?
– Maldito despertador, professora. — disse arranjando uma desculpa qualquer. — Mal ai, pelo atraso.
– Tudo bem, mas sem repetições.
– Tranquilo, eu vou cuidar do meu despertador. — disse indo me sentar.
– Ei Mel, vem sentar aqui. — disse Lysandre.
Quando ele disse isso a sala parou e olhou para mim e para o mesmo.
Que legal. — pensei. — Como eu adoro ser o centro das atenções.
– Está B-Bem. — disse indo até ele.
– Olha se não é a marrentinha. — disse u garoto ruívo, e eu logo reconheci.
– Oi pra você também, tomate. — disse mostrando a língua.
– Cada dia é um apelido ? — perguntou ele.
– Claro, assim não perco a prática.
– Perai, vocês dois se conhecem ? — perguntou Lys.
– Sim, felizmente. — disse sarcasticamente.
– Também te ODEIO. — disse Castiel.
– Fala sério Lys, você conhece esse ... pimentão ? — perguntei.
– Pimentão ? — perguntou Castiel.
– Depende o que você prefere ? — perguntei. — Fósforo, Tomate ou Pimentão ? — disse sorrindo.
– Ei, eu estou aqui. — disse Lys.
– Foi mal Lys, mas sério que você conhece essa criatura ?
– Lys ? — perguntou Castiel. — Olha tem até apelidinho já. — disse Castiel rindo.
– Cala a boca. — disse Lysandre. — E sim Mel, eu sou amigo dessa criatura. — disse e riu.
– Sinto Muito. — disse e ele riu. — Mas e então Castiel, quanto pagou ? — disse séria.
– Há, há. Muito engraçada, dona Marrenta. — disse Castiel e eu mostrei a língua.
– Então Castiel contou pra ela da nossa Banda ? — perguntou Lys.
– BANDA ? — disse gritando e todos olharam pra mim, inclusive o professor. — Quer dizer, ahh dane-se. E vocês cuidem da suas vidas.
– O que disse Laryssa ? — perguntou a professora.
– 1º É Melissa, não Laryssa. 2º Nada professora. E 3º Sua conta está errada, é 28 e não 26.
Todos ficaram pasmos.
– Tem razão Lary ... Melissa, Obrigada.
Voltei minha atenção aos garotos.
– Nossa. — disse Lys.
– Esse povo gosta de cuidar da vida dos outros.
– Nisso eu tenho que concordar.- disse Castiel.
– Mas e então, que papo é esse de Banda, Castiel você não me falou nada.
– Porque você é uma estranha. — disse ele.
– Você vai ver a estranha. — tirei a minha COCA-COLA * olha a propaganda * e abri ela, joguei em cima dele, até não sobrar mais nada. — OPS! — disse pondo a mão na boca.
Todos viram e começaram a dar risada de Castiel, essas horas ele já estava um PIMENTÂO literalmente, estava vermelho de raiva. Acho que exagerei. * ela sempre exagera *.
– Ei calem a boca, vê se vão cuidar da suas vidas. — disse isso, não queria que todos ficassem rindo dele. Todos ficaram quietos. — Professora eu posso sair um pouco, é que eu tenho ASMA e não consigo respirar.
– Sim, vá imediatamente. — disse ela toda preocupada.
Respirei como se pedisse ar. — Castiel pode ( Respirei de novo com calma ) vir comigo ? — disse piscando o olho para ele.
– SIM. — disse ele sério.
Saimos da sala, e eu tirei o modo teatro.
– Por que fez isso ? — perguntou ele.
– Isso o que ? — disse sorrindo.
– Por que fingiu ? — disse ele sério.
– Acho que eu exagerei um pouco, me desculpe. — disse séria agora. — Vem vou te ajudar a se secar.
– Não precisa. — disse ele novamente sério.
– Foi mal, sabe eu não queria masa você provocou. — disse com a cara fechada. — É sério eu quero te ajudar.
– Me poupe, eu dispenso sua ajuda.
– Qual é o seu problema não sabe brincar ?
– Sei, só que tudo tem limite.
– Você, justamente VOCÊ está falando de limite.
– Você não me conhece. — disse ele sério e nervoso.
– Realmente não, achei que você saberia suportar uma coisinha dessas.
– Acha que eu não suporto ? — perguntou ele se aproximando de mim.
– É o que parece. — disse.
– Pois está errada, isso não foi nada mas precisava fazer isso. — ele disse isso em um tom alto que realmente me assustou. — Está com medo ?
– Eu com medo de você ? Fala sério. — dizia rindo.
– Parece que está desesperada. — ele disse me pressionando contra a parede.
– Me solta. — disse.
– Vai fazer o que ? Gritar ?
– Não, eu não vou gritar. Posso me defender.
– Há, há.
– Quem é o desesperado ?
– Você consegue me tirar do sério.
– Não sabe como isso me agrada. — disse me aproximando dele aos poucos e senti sua respiração mas próxima da minha e então o beijei foi então que o chutei lá embaixo.
– Droga, Mel. — disse ele já no chão.
– Não se meta comigo, Castiel. Você ainda não me conhece, assim como eu não te conheço.
– Ahh. — ele gemia de dor.
– Toma. — disse jogando a toalha em sua cara. — Vai se secar, você está todo molhado.
– Droga. — disse ele. — Foi mal.
– Tudo bem, só não faça mais isso. Você não é a melhor pessoas do mundo quando você está de TPM. — disse rindo.
– Que engraçadinha. — disse ele se levantando. — Sua crime de asma já passou ?
– Sim.
– Graças ao meu beijo.
– Nem foi você que me beijou, foi o contrário.
– Tá bem, marrentinha.
– Só mas uma coisa, não comente isso com ninguém. Muito menos com o Lys.
– Gosta dele ?
– Acho que sim, ele é divertido, compôe, e também canta.
– E eu faço isso e mais. — disse ele baixinho, mas ouvi.
– Só que não é divertido.
– Tem certeza, você vive rindo de mim.
– É só que de dó. — eu disse rindo.
– Engraçadinha.
Voltamos para a sala e o tempo passou voando, quando sai da escola o Lys disse que tinha ensaio e então cancelou o nosso é ENCONTRO. Voltei para casa e passei a noite inteira pensando no BEIJO, sim nele. Por que eu havia beijado ele ? Eu sei porque, mas não pensei que iria gostar. Esquece esses pensamentos são tolos.
continua.....
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