A Love Unraveled
27 Capitulo 27 – Provocações e Desmascarando Debrah
Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS INICIAIS
Capitulo 27 – Provocações e Desmascarando Debrah
P.O.V. Melissa
Eles voltaram, Castiel nem sequer olhou para mim.
– O que você esperava, que ele desejasse um Parabéns? – disse minha consciência.
– Não. – ri.
As aulas passaram e quando acabou eu fui resolver meu caso com a diretora.
– Senhorita sente-se.
– Obrigada.
– Bem, vejo que você aprontou, é a primeira vez que está na minha sala.
– Vamos logo ao assunto que interessa, diga, qual será minha punição?
– Vamos com calma Melissa. – ela disse sorrindo. – Por que brigou com a Debrah?
– Por que quer saber? Vamos só me dê logo uma suspensão e todos ficamos felizes. – disse sorrindo.
– Está bem. – ela disse já cansada. – Vamos pode sair.
– O que? Não vai me dar nenhuma punição?
– Eu não tenho o porquê de te dar.
– Mas tem uma garota lá machucada, e fui eu que a machuquei.
– Que estranho, você parece querer ser punida.
– Eu só não gosto de joguinhos.
– Está bem, se é isso que quer, você vai ficar á tarde toda aqui, ajudando no clube de basquete.
– Está bem.
– Você já se preparou para as provas?
– Ainda não. Nem sei se vou. – dei de ombros.
– Okay. – ela disse. – Já pode ir, o clube te espera.
Sai de lá, acho que seria bom ficar fora de casa por algumas horas, eu só não esperava ter que encarar certa pessoa.
P.O.V. Lysandre
As aulas acabaram e a Maggie saiu rápido de lá, segui ela e a parei.
– Ei, por que a pressa? – disse a segurando.
– Agora não Lys, eu não posso chegar atrasada em casa. – ela disse e eu a soltei, seus braços estavam machucados, o que havia acontecido?
– O que houve com seus braços?
– N- Nada. – ela disse e cobriu puxando a manga de sua blusa.
– Tudo bem se eu te acompanhar até sua casa?
–NÃO. – ela disse e eu estranhei. – É melhor não. – ela disse.
Qual era o problema?
– Lysandre espera. – disse o professor.
– O que houve?
– Você vai precisar fazer um trabalho.
– Por quê?
– Você faltou muito, e eu resolvi passar um trabalho de recuperação.
– Está bem.
– Tem mais uma coisa.
– O que?
– Vai ser durante as férias.
– O que? Isso vai afetar a banda, já até tínhamos um show.
– Desculpe, mas é o que consegui.
– Está bem, obrigada professor.
– Até.
Olhei para Meggie, mas ela já não estava lá. Droga. Acabei indo embora, não tínhamos ensaio, pois Castiel tinha treino de basquete, então fui para casa estudar.
P.O.V. Melissa
Fui até o clube de basquete e ele estava lá, sabia que Dajan estaria, mas Castiel nunca me disse nada sobre jogar basquete, mais uma coisa que ele não me contará. Ele não confiava em mim, por isso nem sequer falou da Banda, ou do clube.
– Oi Mel. – disse Dajan. – Fiquei sabendo que está com o Nathaniel, parabéns.
– Obrigada. – disse e então olhei para Castiel, ele me olhou e por isso acabou errando a cesta.
– Mas que droga. – ele disse.
– Então o que faz aqui? – perguntou Dajan o ignorando.
– Eu dei uma surra na Debrah e bem, agora tô pagando. – disse e ele riu.
– Só você pra bater numa PopStar.
– Eu bateria até na Michelle Obama se ela me provocasse. – riu ele. – Não sabia que o coisinha ali, também jogava.
– Ele piorou nesses últimos dias. – ele disse e eu estranhei.
Será que era por causa... De... De Nós?
– Bem vamos ao que interessa. – disse ignorando meus pensamentos. – O que eu tenho que fazer?
– Bem você tem que nos servir.
– O que?
– A gente pede e você faz.
– Tá brincando né?
– Não mesmo. – ele riu.
Ele foi pra onde o Castiel estava e eu acompanhei.
– Oi. – disse séria.
–... – ele não respondeu, só continuava treinando.
– Decidiu não falar comigo foi? – disse e houve um silêncio. – Quem é o infantil aqui? – perguntei e ele virou para mim.
– Oi. – ele disse e eu sorri fraco.
– Estarei ali, qualquer coisa. – disse e fui me sentar.
– Espera. – ele disse, e eu me surpreendi.
– O que foi?
– Pega uma garrafa d’água pra mim. – ele disse.
– Nem morta.
– Você está aqui para isso. – ele disse sorrindo.
Ele estava brincando comigo só pode, mas fazer o que. Fui buscar a água.
– E bem geladinha. – ele disse.
...
– Aqui está. – disse entregando de má vontade.
Ele bebericou e cuspiu em mim.
– Seu desgraçado. – disse séria.
– Eu disse gelada, isso está quente. – ele disse. – Traga outra.
– O que? Se tá brincando.
– Não, vai logo, eu não vou beber essa água quente.
– Seu... – olhei para o Dajan e ele negou com a cabeça, entendi que eu não tinha escolha.
...
– Pronto. – disse voltando com outra água.
Ele bebericou da água e cuspiu de novo.
– Está muito gelada. – ele disse sorrindo, mas fazendo uma careta.
– O que você quer que eu faça? Você pediu assim.
– É mais está MUITO gelada, eu quero uma água fresca. Que dificuldade.
– Eu não vou buscar outra.. – disse já cansada.
– Será que eu terei de reclamar com a diretora? – ele disse e eu puxei a garrafa de sua mão. Idiota.
P.O.V. Castiel
Era muito bom brincar com á Mel, e eu tinha que aproveitar o quanto podia.
– Castiel para de brincar com a garota, você nem está com sede de verdade, está? – disse Dajan.
– Não, nem um pouco, é só para me divertir um pouco.
– Só você. – ele riu.
P.O.V. Melissa
Voltei com a maldita água, agora estava ótima, pois eu mesma experimentei, dessa vez deixei uma grande surpresa, eu cuspi dentro da água, agora estava perfeita, docinha.
– Prontinho. – disse sorrindo e ele olhou sério pra mim.
– Você cuspiu não foi?
– Claro que não. – menti.
– Pois então beba você primeiro. – ele disse.
– Obrigada, eu não estou com sede. — menti.
– Pois eu não vou beber essa água ai. Tem um filtro ali, vai lá e troca a água, assim poderei ver se você não envenenou a minha água.
– Seu...
– Vai lá. – ele disse sorrindo. Mas que merda, ele descobriu. Droga! Droga!
...
Voltei de novo com a maldita água.
– Pronto. – disse já cansada.
– Você demorou tanto para trazer uma água gelada, que eu até perdi a sede. – ele disse.
ELE ESTÁ DE SACANAGEM.
– Agora você vai beber. – disse nervosa.
– Não mesmo, não tenho sede.
– Não tem problema, você se refresca então. – disse e joguei a água toda nele.
– Sua... – ele disse, mas parou. – Agora vai ter que buscar um pano para eu me secar. — ele riu.
– Não. – disse. – Já estou cansada.
– Você nem fez nada. – ele disse sério. – Vamos traga logo, ou eu conto para a diretora que você não está fazendo um bom serviço.
– Quer saber, vai lá fala. Estou cansada dos seus joguinhos. – disse já cansada.
– Eu... Vou mesmo. – ele disse.
– Vai, o que está esperando? — disse e ele não foi.
– Esquece. – ele disse sério.
– Não vai? – disse sorrindo agora.
– Não, esquece.
– Castiel, você é realmente um idiota. – disse e o empurrei.
– Eu?
– É você. Se não estivesse estragado tudo, não precisaria estarmos assim.
– Assim como?
– Fala sério Castiel, está na cara que eu te odeio, e que você também me... – ia dizendo, mas ele tampou minha boca.
– Eu não te odeio. – ele disse e eu me calei, ele foi tirando as mãos da minha boca.
Ele saiu dali e foi para o vestiário. Ele não me odiava!?
– Castiel? – disse e fui atrás dele.
Fui até o vestiário, hesitei, mas logo entrei.
– Castiel. – disse e ele já estava sem camisa, seu tanquinho era todo definido, abaixei a cabeça.
– Garotas são proibidas aqui. – ele disse sorrindo, ele havia percebido que eu havia o reparado.
– Castiel, o que quis dizer com... Você não me odeia?
– Não tenho motivos para te odiar. – ele disse. – Já você.
– Então sabe que eu estou agindo certo.
– Não, não está. – ele disse. – Você disse que pela nossa amizade você aceitaria o que eu pedi.
– E assim fiz. – disse.
– Não, você está julgando a Debrah.
– Se você soubesse o que ela me disse de você, você nunca ficaria assim comigo. – disse. – Mas você não confia em mim, acredita mais nela do que em mim.
– Você não me dá motivos para acreditar em você. – ele disse e eu me aproximei.
– Tem certeza? Castiel esse tempo todo eu disfarcei que não gostava de você, e quando nós ficamos na festa, eu já havia me rendido toda.
– Mel?
– Eu nunca passaria por cima de alguém só porquê eu gosto de você, nunca mentiria pra você entende, se isso não tivesse acontecido, eu a aceitaria numa boa, apesar de ela te levar para longe.
– Como você sabe?
– Sua irmã me contou. – disse.
– Tinha que ser.
– Mas não importa, você acha mesmo que eu passaria por cima dela só para ver vocês dois separados?
–...
– ACHA? – disse impaciente. – Não acredito que pode pensar uma coisa dessa de mim, e sabe apesar de tudo isso, eu não consigo te odiar, o pior é isso.
– Não consegue me odiar?
– Você é surdo? – disse sorrindo. – Mas não importa não é? Não importa o que eu diga, você não vai acreditar em mim. – ele não respondeu. – NÃO VAI? – disse pensando que ele voltaria atrás.
– É melhor pararmos por aqui, você só vai pior as coisas entre nós.
– É, é melhor pararmos, você já acabou com todas minhas esperanças, mas sabe eu não vou desistir, eu ainda vou desmascarar a Debrah, e nesse dia eu quero jogar na sua cara como estava errado. – disse séria.
– ESSE DIA NÃO VAI CHEGAR. – ele disse nervoso.
– Pode ter certeza que vai. – disse. – Como pode confiar tanto nela á ponto de perder a nossa amizade.
– A culpa é sua, se você não estivesse a julgando o tempo todo, isso não aconteceria.
– Não? Você estava jogando na minha cara que eu era um nada na sua vida, dizer que nós mal nos conhecíamos?! – disse e ele se calou. – Ou dar um presente que era meu pra ela?! – perguntei.
– Você disse para eu dar. – ele gritou.
– Acha mesmo que eu queria que você desse um presente que era tão especial pra mim, quanto era pra ser pra você. – disse também gritando agora.
– Especial? – ele disse para si mesmo. – Se eu fosse tão especial como você disse, não estaria com o representante idiota.
– Todos já sabem que eu sou louca por você, não é nenhum segredo. – disse triste. – E sabe o que é o pior de tudo? É que você nem ao menos ligou para meus sentimentos e saiu atropelando.
– Você gostava mesmo de mim?
– Não, eu não gostava, eu gosto... Eu o Amo. – disse enfim e o beijei.
Isso não era a Melissa de agora, era a Melissa antes de seu coração ser destruído e ser despedaçado por outro, eu o AMAVA, isso seria o suficiente? Me separei dele.
– Você confia em mim? – disse.
– Você... Você realmente precisa de ajuda.
– O que? – disse me afastando dele.
– Você não entende. – disse Castiel nervoso. — EU NÃO TE QUERO. – ele disse e senti uma dor enorme, ele havia falado a mesma coisa que o Josh disse.
FLASH BACK ON
No dia que o Josh me deixou eu não tinha mais forças, mas não desistiria. Fiquei a noite compondo uma música e no outro dia fui atrás dele.
– Por que não entende? – disse Josh nervoso. – EU NÃO TE QUERO.
– Não sou boa o bastante pra você? – disse chorando
– Não. – ele disse friamente.
FLASHBACK OFF
Quando percebi já estava chorando.
– Mel eu... – disse ele se aproximando.
– Fica longe de mim. – disse.
– Não foi minha intenção. – ele disse.
– Não liga, essas lágrimas não te merecem. – disse sorrindo.
– Eu disse que só pioraria tudo. – ele disse.
– Tem razão, mas eu ainda vou te fazer mudar de ideia. – disse e sai dali.
Ele acha que eu estou errada, eu vou jogar na cara dele que não estava.
UMA SEMANA DEPOIS...
P.O.V. Melissa
Semanas das provas, que ótimo. Mas apesar disso, o bom é que as férias logo se aproximam, mal tive tempo de conhecer melhor a Meggie, mas nessa pequena semana, ela já se destacou como Melhor Aluna da Sala, ela também se tornou uma grande amiga de Lys, apenas isso até agora.
Mas ainda tem aqueles dois, eu nunca pensei que Castiel pudesse desconfiar tanto de mim, mas eu não deixaria ela ganhar, apesar de tudo Castiel ainda era meu amigo e eu precisava ajuda-lo.
A hora da Prova chegou, e pensar que nessa confusão toda nem ao menos pude estudar, dei uma olhada para Castiel e ele também me olhava.
– Não estudou? – ele disse baixinho.
– Não, e você? – perguntei.
– Também não. – ele sorriu.
– Sabe a resposta da 1.
– Você ainda tá ai?
– Sim, e você?
– Eu mal comecei. – riu.
– SILÊNCIO. – disse o professor.
– Eu sei que você sabe da matéria. – disse a ele. – Boa Prova.
– Boa Prova. – ele disse e voltou a fazer a Prova.
Acho que isso me ajudou, pois eu terminei e nem achei tão difícil assim, agora era a hora de armar meu plano, sabia que Debrah seria a última a sair, ela não tinha pego nada, eu esperei ela o professor sair e logo entrei, ela guardava suas coisas.
– Debrah? – disse.
– O que você quer?
– Fez uma boa prova? – perguntei.
– Fui mal. – ela sorriu. – Mas não importa, amanhã já saiu daqui com o Castiel.
– Amanhã? – disse.
– Sim.
– Bom, não importa eu vim lhe pedir um favor.
– Você, o que quer?
– Me empresta o seu celular, aconteceu uma coisa muito grave e preciso ligar para minha mãe. – menti.
– E seus amiguinhos?
– Eles já foram embora, POR FAVOR. – disse.
– Você deve estar com problemas mesmo. – ela disse e me entregou o celular.
– Obrigada, eu já te entrego fica ai. – disse e fui pra fora da sala, mandei uma mensagem para Castiel.
“Gatinho eu preciso que venha até a sala de aula, eu sei que está no clube, mas é urgente.
Te Aguardo. Bjs
Pronto, agora é só prosseguir com o plano.
Entrei na sala e entreguei para Debrah o celular.
– Obrigada, foi de muita ajuda.
– Bem, qual era o problema?
PROBLEMA?
– Problema? – disse.
– É, qual era a urgência?
– Eu... Tive que contar para minha mãe, ordens da diretora. – disse inventando uma desculpa.
– Ohh sim. – ela disse e ia sair.
– Espera. – disse.
– O que é?
– Posso te perguntar uma coisa?
– Claro, hoje é sua última chance.
– Você realmente amou o Castiel?
– Claro que não, eu tinha um plano desde o começo, aquele bobinho achava mesmo que eu o amava, e ainda acha.
– E o que pretende fazer quando ele não for mais útil?
– Vou fazer o mesmo que ele te fez, Vou deixa-lo, inventarei algo, ele cairá feito patinho mais uma vez, e vou fazer sucesso novamente. Ele sempre foi usado o tempo todo. – ela disse.
– Quer dizer que você me usou esse tempo todo!? – disse Castiel entrando, ele havia ouvido tudo.
P.O.V. Castiel
Recebi uma mensagem da Debrah, fui até a sala e ouvi ela falando com a Mel, decidi ouvir.
– Você realmente amou o Castiel? – disse Mel.
– Claro que não, eu tinha um plano desde o começo, aquele bobinho achava mesmo que eu o amava, e ainda acha.
O que? Ela nunca me amou.
– E o que pretende fazer quando ele não for mais útil? – disse Mel.
– Vou fazer o mesmo que ele te fez, Vou deixa-lo, inventarei algo, ele cairá feito patinho mais uma vez, e vou fazer sucesso novamente. Ele sempre foi usado o tempo todo. – ela disse rindo.
– QUER DIZER QUE EU FUI USADO ESSE TEMPO TODO?! – entrei.
– Castiel? – disse Debrah. – Eu não...
– Não tente me enganar, eu ouvi muito bem. – disse. – Você realmente é uma víbora, devia ter acreditado na Mel.
– Ai gatinho você não vai acreditar nela vai?
– Chega Debrah, eu não vou cair novamente nos seus joguinhos. – Vai embora, eu não vou mais com você.
– Você não pode fazer isso. – ela disse chorando.
– Engula essa lágrimas, eu não só posso como já fiz.
– Você vai se arrepender. – ela disse.
– Não mesmo. – disse e ela saiu correndo.
Olhei para Mel e ela me encarava, ela foi saindo pela porta.
– Ei Mel, espera. – disse e a parei. – Foi você que mandou a mensagem, não foi?
– Foi.
– ME desculpe, eu devia ter acreditado em você.
– É devia. – ela disse e se soltou.
– Espera Mel. – disse. – Você me perdoa?
– Sim. – ela disse friamente e saiu.
– Não vai jogar na minha cara que eu estava errado? — perguntei.
– Não, eu mudei de ideia.
– Se me perdoa, por que então está assim comigo?
– Estou do jeito que devia.
A segurei pelos dois braços.
– Não está. – disse. – Você ainda está magoada comigo. — afirmei.
– Não estou, sério.
– Então, por que está tão fria? – perguntei.
– Não estou. – ela disse e eu então me aproximei para selar nossos lábios, mas ela desviou.
– Está sim. O que há com você?
– QUER MESMO SABER CASTIEL, ENTÃO LÁ VAI. – ELA DISSE SE SOLTANDO DE MIM.
Prosseguiu.
– EU REALMENTE POSSO TE DESCULPAR, POR TER FICADO COMIGO E DEPOIS NO OUTRO DIA ESTAR COM OUTRA GAROTA, EU TE PERDOO FACILMENTE POR TER DITO QUE NÓS MALS NOS CONHECIAMOS E EU ATÉ POSSO PERDOAR VOCÊ, POR NÃO TER CONFIADO EM MIM. – ELA DISSE. – MAS DIZER QUE EU SOU CIÚMENTA, E AINDA DIZER QUE EU QUERIA ESTAR NO LUGAR DA DEBRAH, JAMAIS.
– Mel eu não queria.
– Mas fez. – ela disse ríspida.
– Mel por favor.
– Castiel, já chega. – ela disse dando as costas pra mim, mas eu a virei até mim.
– MEL... POR FAVOR ME PERDOA. – pedi olhando nos seus olhos.
– Castiel... Eu...
Continua...
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