A Love Boring
7 Capítulo 07 - Amar ou não amar? Eis a questão!
Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS FINAIS!
~~
Boa Leitura
- O Kisame... Também vai para Osaka? – O moreno perguntou confuso e surpreso.
- Acho que sim Itachi. Já que... Vocês estão brigados. – A azulada respondeu. O moreno nada falou, apenas fitou o albino e a garota voltou a falar. – Fale Hidan, o que queria me dizer?
- Não é nada Konan, é que... Há, caralho... — abaixou a cabeça e deixou algumas lágrimas teimosas saírem.
- Hidan... Você não está em condições de dar aula. Vem comigo para a enfermaria da faculdade, eu digo que você não está bem.
- Não Konan, eu estou bem. – Falou tentando limpar as próprias lágrimas.
Por sorte, o local perto do estacionamento de alunos era um bloco antigo da faculdade que estava quase abandonado e não havia ninguém por ali.
- Olha Itachi... Eu só vou te dizer uma coisa, cara... Não deixe a pessoa que você ama ir embora. É doloroso e eu só não pedi para ele ficar, porque, eu não quero ser um fardo na vida do Kakuzu. Eu quero vê-lo crescer ainda mais. – olhou para o moreno – Mas... Quem sabe com o Kisame pode ser diferente. Então... Pense bem, caralho.
O moreno apenas suspirou. Não falou nada, na verdade, não sabia o que falar. Talvez Hidan tivesse razão.
“Talvez eu esteja... N-não... O que eu estou pensando...?” O moreno estava em um conflito interno com seus pensamentos. Olhou para o lado com um olhar um tanto nervoso que não passou despercebido por seus amigos.
- Itachi, o que foi? – a garota perguntou.
- Não foi nada. Eu tenho que ir, minha aula vai já começar! – saiu andando em passos rápidos.
O Uchiha não queria pensar em nada, apenas ocupar sua mente com algo e nada melhor do que o trabalho para isso.
Konan e Hidan ficaram sentados em um batente, à azulada se sentia na obrigação de ficar ao lado do amigo enquanto este não estivesse bem.
- Sabe Hidan... Eu imagino o que você está sentindo. Não estar perto da pessoa que você ama é realmente muito difícil.
- É Konan.., Você não faz ideia.
Os dois ficaram mais um tempo conversando, ou melhor, a azulada ficou tentando consolar o amigo que estava muito triste, até que o deu o horário de suas aulas e ambos tiveram que ir aos afazeres.
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A luz do sol invadia o quarto atravessando a cortina branca com bordados. A claridade não passou despercebida pelo loiro que logo começou a despertar para iniciar o seu dia.
Abriu os seus olhos e a primeira vista de seu dia foi do ruivo que tanto ama. Estavam abraçados e bem próximos. Conseguia sentir a respiração quente de Sasori entrar em contato com a pele suave de seu rosto.
Levantou rapidamente, desfazendo o abraço. O Ruivo acordou com o movimento brusco do loiro.
- Bom dia, Dei.
- Dan-er... Sasori! – Levantou rapidamente – Bom dia! Tem um banheiro lá na sala, pode ir tomar banho! Eu vou tomar banho no banheiro do meu quarto, ok!? un – Ficou claro o nervosismo em seu tom de voz.
- Deidara, quer se acalmar? – levantou da cama ainda sonolento.
- Se quiser tem uma escova de dente nova, têm dentro do espelho do banheiro é só pegar, un! Eu tenho que ir, o Tobi deve estar me esperando na faculdade! un
- Ok Deidara... — suspirou – ok. – saiu do quarto do loiro.
Sasori olhou a hora e viu que já eram oito e meia da manhã. Como hoje sua primeira aula começaria apenas às 10 horas, ainda tinha algum tempo. Após fazer toda a sua higiene matinal, viu que o loiro já estava na cozinha preparando o café da manhã.
— Estou preparando algumas torradas, vai querer alguma coisa, Sasori, un?
- Somente um café, por favor.
- Ok, un. – Falou colocando uma xícara de café para o ruivo. – Que horas é sua primeira aula hoje, un?
- As dez.
- A minha é às nove e meia. Você vem comigo de carro, un?
- Sim.
E assim o café da manhã de ambos seguiu-se em silêncio. Após a primeira refeição eles foram para a faculdade no carro do loiro, já que o mais velho não estava com o seu veículo.
O percurso também foi silencioso, até que começou uma nova conversa após o loiro estacionar.
- Deidara, hoje eu vou atrás de algum hotel. Obrigado por me deixar passar a noite em seu apartamento.
- Não foi nada, un.
- Obrigado. – falou com o típico olhar de indiferença. Abriu a porta do carro e saiu deste, olhando mais uma vez para o loiro.
Deidara apenas o olhou saindo do local. Suspirou pesadamente, afinal, ainda não havia compreendido o que aconteceu na noite anterior.
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- Sensei, o senhor escreveu “Cromossômica” errado, bem ali. – uma aluna apontou para o erro de escrita.
- hm? – olhou em direção a palavra escrita errada. – Hm, é mesmo... – corrigiu rapidamente no quadro.
Algo de realmente muito estranho estava acontecendo com o Uchiha e isto era visível. Até seus alunos conseguiam notar, pois o moreno nunca erra algo, principalmente um erro simples na escrita de um termo biológico.
Não conseguia se concentrar em mais nada. Por mais que relutasse, era claro que seus pensamentos estavam direcionados para apenas uma pessoa.
“Mas que droga, até quando eu vou ficar assim!? Droga!!”
Terminou de escrever para acabar logo com a sua aula. Certamente não estava com cabeça para o trabalho.
- Eu quero um trabalho de no mínimo cinco folhas sobre este assunto e não aceito trabalho digitado.
Os alunos reclamaram entre si, pois era uma matéria um tanto complicada e trabalho escrito à mão é ainda mais trabalhoso. O moreno apenas ignorou os comentários saindo rapidamente da sala de aula, indo em direção ao estacionamento dos professores.
No meio do caminho pode avistar aquele no qual tem tomado conta de seus pensamentos: Kisame.
Sem pensar duas vezes, o Uchiha escondeu-se rapidamente atrás de algumas árvores do local, ficou a observar o mais velho. Ele estava acompanhado de uma garota.
“Porque essa alunazinha barata está acompanhando ele!?” pensava consigo mesmo, até que seus devaneios foram quebrados por uma voz um tanto familiar, dando-lhe um susto.
- Ita! – falou sorrindo de um modo feliz, fazendo o moreno virar para si por reflexo, como um susto. – o que você está fazendo ai?
- Konan! Não me assuste assim, tsc...
- Ok, ok... Bem, estava te procurando. Eu já achei uma boate para a minha despedida de solteira! Você vai vir comigo, não é? Vai ter muuitos gatões por lá!
- Não sei Konan, eu ando meio atarefado, e... — pensou na cena que vira agora a pouco. – mas... Eu estou precisando de um relaxamento mesmo...
- É isso mesmo, Itachi! Vamos viver um pouco, só um dia não vai te matar. Além do mais, você é solteiro agora, não é?
- É Konan... Você tem toda razão... Afinal eu estou solteiro agora!
- Tá... — achou estranho ele aceitar tão facilmente – Você já vai embora, Itachi?
- Sim, estou com dor de cabeça. – viu que o maior não estava mais por lá e caminhou até seu carro. – Até depois.
- Até – sorriu.
Após o Uchiha sair, a garota suspirou. Tinha alguma coisa de errado com ele, e provavelmente o grande culpado é ele mesmo em relação a sua vida amorosa.
“Eu tenho que fazer algo em relação ao Itachi, porque se for depender dele mesmo, tudo vai ficar pra sempre desse jeito! Do jeito que ele é cabeça dura... ”
- Yoo Konan, un!
- Oi Dei!
- Demorei, un?
- Não. Vamos?
- Claro, un.
Os dois entraram no carro da azulada e quando ela já estava dando a partida para se retirar do local, o loiro voltou a falar.
- Você estava distraída? Pensando em algo?
- Sabe Dei... — suspirou – Eu estava pensando... Enquanto eu estou indo experimentar o meu vestido de noiva, tão feliz e contente, todos os meus outros amigos andam com problemas. Eu me sinto mal, sabe?
- Não pense assim, Konan. Nem todo mundo tá ruim e outra, todo mundo vai ficar bem un. Você ta falando do Itachi não é, un?
- Mais ou menos. O Hidan ta muito mal também, ele e o Kakuzu terminaram...
- Eles terminaram, un !? – surpreendeu-se
- Não soube? É que Kakuzu recebeu uma promoção para trabalhar em Osaka e ele aceitou.
- Poxa... O Hidan deve estar muito mal un.
- Pois é.... E... Não é só ele que está mal – olhou para o loiro.
- Se estiver falando de mim, fique sabendo que eu estou muito bem, un! Meu namoro com o Tobi está indo muito bem, ele é super carinhoso comigo, me entende e está sempre ao meu lado!
- É, o relacionamento pode parecer bem, mas na verdade você ainda ama o Sasori, eu sei muito bem Deidara!
- E-eu já esqueci ele, un!
- Mesmo? E naquele dia depois do casamento dele, hã? Quem foi que ficou ao seu lado escutando suas lamentações e choros? Nem venha me enganar dizendo que esqueceu ele porque eu sei que isso não é verdade.
- Konan, não vamos falar de mim ok? Estamos ir ver o seu vestido de noiva, não está contente?
- Claro que sim...
- Então vamos falar de coisas boas, né?– a azulada apenas confirmou. Não queria persistir em um assunto que não iria agradar o amigo, preferiu respeitar sua vontade. – Então... Me fala como é que está o noivado com o Pain? Você deve estar ansiosa não é? Afinal, daqui á alguns dias vai casar!
- Nem me fale, Dei... Eu já não aguento mais de ansiedade! E o Pain é tão... Perfeito! Ele é carinho e selvagem ao mesmo tempo, se é que me entende... — riu.
- Sei como é – sorriu e assim prosseguiram o percurso do carro falando de seus relacionamentos.
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- Kakuzu...
- Que é?
- Eu quero perguntar uma coisa... – dito isto, ambos fitaram-se.
Eles estavam no quarto do apartamento do mais velho, deitados na cama, suados devido ao ato prazeroso que fizeram ainda á pouco.
- O que... Somos? – falou sentando na cama e desfazendo-se do abraço — Quero dizer... Nossa relação... Faz um pouco mais de um mês que agente se encontra só para transar e transar... Eu quero saber qual a nossa relação! Somos só amantes?
- Não sei Hidan. – sentou-se na cama fitando bem o albino.
- É que... — olhou para o lado.
- Você quer namorar comigo, Hidan? – o moreno perguntou sem mais enrolasses.
- Isso... É sério, seu putão? – perguntou olhando para o mulato, um tanto surpreso.
- Eu tenho cara de quem ta brincando, Hidan?
- Seu idiota... É claro que eu aceito – beijou-o.
O mais velho o segurou pela cintura, fazendo-o deitar, ficando sobre ele. Seus beijos nunca eram coisas românticas... Sempre com avidez e selvageria. Era como uma sede que nunca saciada que ambos necessitavam. Suas línguas pareciam guerrear entre si em uma batalha onde nenhum queria perder.
Kakuzu desceu os beijos para o pescoço alvo de Hidan, que já estavam cheios de marcas vermelhas e roxas devido á alguns instantes atrás.
- Aah, Kakuzu... — estava delirando com os beijos e chupões do mais velho – E-eu... Já to ficando excitado novamente caralho... Aah
O moreno nada falou, apenas continuou com os beijos, foi descendo até chegar aos mamilos deste, lambendo-os e chupando-os. Gostava de ver o albino gemer. Para escutar ainda mais os seus gemidos ele levou sua mão até o membro já rijo do alvo, iniciando uma masturbação.
- AAh... Aaah Kakuzu, não me provoque porra... Aah...
- O que você quer Hidan?
- Você sabe... Aah.
- Não, não sei — olhou para o albino e logo em seguida mordeu-lhe o lóbulo.
- Me fode Kakuzu, porra!
Sem esperar duas vezes, o maior se posicionou entre as pernas do alvo e o penetrou, fazendo-o gritar de prazer. Hidan odiava ter que ficar implorando para que Kakuzu começasse, porém, sempre valia a pena, pois o grande prazer que sentia era-lhe recompensado. O mais velho começou estocando-lhe com rapidez, selvageria, porque era assim que ambos gostavam. Mesmo já tendo transado na mesma noite, ainda sim tinham energia o suficiente para mais algumas.
- Aah Ahh... Kakuzu.,. M-mais... Aah
- Haa, como você é delicioso Hidan... — falou aumentando o ritmo das estocadas, vendo que o albino gemia de forma mais descontrolada por estar sendo acertado em seu local de maior prazer. – Eu não me canso... De fuder esse seu rabinho delicioso! Aah!
- Aah... Kakuzu eu vou... Aah!
- goza! – começou a masturbá-lo com rapidez enquanto continuava com as estocadas. O albino não conseguia mais sequer formular uma frase, apenas gemia de prazer. Abraçou a cintura do maior com suas pernas para senti-lo ainda mais fundo, até que não aguentou por mais muito tempo e derramou todo o líquido de seu prazer na mão do moreno. Pode sentir que este gozou dentro de si quase ao mesmo tempo.
- aah... Kakuzu... Foi... Delicioso – sorriu
- Eu sei... — sorriu maliciosamente.
Ambos estavam com a respiração descompassada. O pardo saiu de dentro do albino e deitou ao lado deste, para ficar fitando-o logo em seguida. Ficaram se olhando até pegarem no sono.
O transito não estava muito bom, mas também não chegava a ser infernal. Chegou a frente ao prédio onde mora e ficou dentro do carro, pensando. Fitando a paisagem que era mostrada pela janela do carro... As pessoas passando, os carros e toda a movimentação. Não tinha vontade de sair de dentro do seu automóvel. Na verdade, não tinha vontade de nada, apenas de voltar no passado, reviver as lembranças que nunca mais voltariam.
Estava sendo difícil para Hidan, mas claro, era o futuro dele. Não iria atrapalhá-lo em seu futuro profissional. Deveria ficar feliz apenas com as lembranças e em falar em lembranças... Estas sempre vinham a tona em sua mente, como a do dia em que começaram a namorar. Não fora nada de muito romântico, muito pelo contrário, o pedido veio de uma ‘transa casual’, porém, o que isso importa? O importante é que estavam juntos, mas agora a realidade é outra. Ele vai embora, para sempre, talvez, e a vida continua.
Saiu de dentro do seu automóvel, deixando-o estacionado na calçada do lado oposto do prédio onde reside, atravessou a avenida indo em direção ao seu apartamento. Ao chegar neste, que fica no terceiro andar, entrou cansado. Caminhou diretamente para o seu quarto, sem pensar duas vezes jogou-se na cama, olhando o teto. Ficou mais um tempo pensando em tudo que passara com Kakuzu. Balançou a cabeça negativamente, não poderia ficar assim para sempre.
Levantou-se rapidamente, olhou para a foto de ambos no criado mudo ao lado da cama. A fotografia era de um dia qualquer, no qual o albino insistiu em tirar a bendita foto, porém, kakuzu saiu com cara de raiva como sempre e Hidan estava com um grande sorriso. Pegou o retrato, lembrou-se. Suspirou, levantou da cama e foi atrás de uma pequena caixa de papelão, ao achar uma pela dispensa, pegou tudo o que lembrava aquele antigo relacionamento e guardou dentro deste. Após guardar tudo, colocou a pequena caixa em seu guarda roupa, em uma das gavetas de baixo, pouco usada.
Suspirou novamente resolvendo tomar um banho.
A água morna do chuveiro caia sobre sua pele, fazendo-o relaxar, pois foi mais um dia cansativo.
“É hora de começar tudo novamente... Não vou ficar nessa porra de melancolia pra sempre...”
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O moreno acabou de sair do banho, estava com uma roupa larga para dormir. Deitou e abraçou um travesseiro, logo em seguida fechou os olhos tentando dormir, mas era em vão, pois seus pensamentos sempre eram direcionados á Kisame... Acabou por adormecer pensando nele.
(continua...)
Notas finais
Gente, nesse tempão que eu demorei, apareceu vários leitores fantasmas, ou seja, será que eu vou ter que demorar sempre para que vocês comentem? Por favor, comentem, isso é muito importante pra mim, okay!?
ENTÃO, COMENTEM! Porque não tenho a intenção de ficar postando para fantasmas.
OBS: quero agradecer a todos que comentam, muito obrigado :)
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beijinhos da Juh ♥
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