A Love Boring
3 Capítulo 03- Erros que não ficam apenas no passado
Notas iniciais
PS: já estou me preparando psicologicamente para as ameaças de morte, então, podem me matar a vontade u.u
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LEIAM AS NOTAS FINAIS!
- Tem certeza de que quer ouvir? – perguntou o ruivo – A história é um pouco comprida...
- Quero sim. Até por que... Eu nunca entendi o porquê de você ter casado com aquela mulher, Sasori.
O Akasuna suspirou e olhou nos olhos do moreno que estava a sua frente esperando uma resposta. Iria contar tudo para ele por mais que não sejam tão íntimos, mas algo dizia para si, que teria que contar, pois já não aguentava mais guardar todo esse sofrimento para si. Tinha necessidade de desabafar com alguém.
__Flash Back on __
Faltava 48 horas para o “tão esperado dia”. Não que fosse um dia muito esperado pelo Akasuna, mas com certeza marcaria a sua vida para sempre.
“Eu sou mesmo um idiota... Um completo idiota! Porque que eu nunca tive coragem!?” O ruivo se repreendia em seus pensamentos diante do espelho, até que foi interrompido pela campainha do seu apartamento.
Caminhou até a sala, olhou pelo pequeno visualizador da porta e pode ver a cabeleira loira. Abriu a porta e deu passagem para ele adentrar o apartamento.
- Yo Danna! – falou olhando o ruivo dos pés da cabeça, literalmente – Poxa, esse terno caiu bem em você! – sorriu
- Hm... É. – falou sem nenhum ânimo.
- Bem, eu vim para te ajudar... Eu disse que vinha, não disse? – falou puxando o braço do ruivo até o quarto.
- Hm... Deidara não precisa se incomodar com isso, eu consigo me virar sozinho com esse troço, e...
- Não un! Eu sei que o Danna precisa de ajuda, e é por isso que eu estou aqui! Seu casamento é daqui a dois dias, e eu sei que você não leva jeito pra isso, un!
- Ok Deidara, se você insiste em me ajudar... Mas eu acho que qualquer um é capaz vestir um terno e arrumar alguns embrulhos.
O loiro sabia como Sasori era frio e não ligava. Mesmo sabendo que ele estava prestes a casar, iria ajudá-lo. Por mais doloroso que fosse.
Deidara sempre amou o Akasuna, mas nunca falou nada, pois sabia que ele não era gay, e agora, era a pior hora para pensar no seu amor platônico, pois daqui a dois dias o amigo vai casar. Mas o loiro decidiu ignorar o pensamento lógico e seguir o seu coração ao menos uma vez.
“Eu tenho que falar...eu nunca vou me perdoar se eu não falar isso para ele antes que ele se case.”
- Danna... — falou enquanto olhava para a gravata do terno de seu amigo.
- hm?
- Err... — O loiro terminou de arrumar a gravata e fitou o amigo – Danna, eu... – deu dois passos para trás afastando-se do ruivo. – E-eu...
- O que foi Deidara? – continuou olhando para o mais novo a sua frente com o mesmo olhar indiferente de sempre.
- Eu te amo, Danna.
- Hã?
- E-eu... Sempre te amei, Danna! Sempre!
- D-Dei...
- Me desculpa, Danna! Me desculpa...mas...Eu não podia guardar isso pra sempre! – o loiro deixou escapar algumas lágrimas – Desculpa... – falou por fim colocando as duas mãos no rosto e desabando em lágrimas.
- Deidara...
Sasori correu e o abraçou, sem se importar com nada. Não acreditava que finalmente estava confortando aquele que tanto ama em seus braços. Ficou por alguns minutos acariciando aqueles cabelos loiros e compridos, até que levantou aquele rosto tristonho e cheio de lágrimas com as duas mãos para visualizá-lo melhor.
- Deidara... Você acabou de dizer que...
- Danna, eu só queria que você soubesse. Eu sei que você não é gay e que vai casar, mas eu queria que você ficasse sabendo. E também... Se quiser, pode esquecer que eu falei isso. Eu não quero que você deixe de falar comigo, Danna. Não quero acabar nossa amizade, por isso nunca falei.
- Deidara, calma! Você está falando rápido demais e... Ah Dei...
O ruivo não pensou duas vezes e beijou aqueles lábios úmidos e convidativos que tanto desejou.
- Deidara... Você não sabe o quanto o sonhei com isso... — falou em um sussurro próximo ao ouvido do loiro, para logo em seguida morder o lóbulo deste.
- Da-Danna... — falou fechando os olhos.
- Eu sempre sonhei com esse momento, Dei. Eu te quero... Te quero...- continuou falando próximo ao ouvido do alvo.
Sasori desceu seus beijos pela face alva de Deidara, e continuou a trilha até chegar ao pescoço do mesmo, parando nesta região para dar chupões e mordidas. Já estava deixando várias marcas vermelhas na pele clara e macia do loiro, que no momento só olhava para o teto com os olhos entreabertos e gemia baixo.
O ruivo colocou suas mãos por dentro da blusa do mais novo, alisando o corpo magro e bem formado que tanto desejou, até que decidiu tirara-la de vez. Deidara estava corado, ainda pensou em resistir, mas este também sempre sonhou com esse momento e não seria agora que abriria mão deste sonho.
-Deidara... — falou tirando a gravata e o terno preto que usava, ficando apenas com a blusa branca que vestia por baixo – eu te quero... E eu vou tê-lo – tinha a voz sedutora.
Tirou a ultima peça de roupa que cobria seu tronco e jogou em qualquer canto, fazendo o loiro corar fitando o peitoral perfeito de Sasori. Avançou novamente no mais novo, beijando-o intensamente. Suas línguas exploravam a boca um do outro, enquanto as mãos do ruivo descobriam o corpo de Deidara, este, alisava o peitoral do ruivo, com a outra mão segurava sua nuca para aprofundar cada vez mais o beijo.
Cessaram o beijo por falta de ar, mas continuaram com os corpos colados. Sasori não estava mais aguentando de tanta ansiedade, pois sempre foi muito impaciente. Abriu a calça de Deidara, sentindo sua excitação. Sorriu malicioso. Era muito bom saber que era o culpado de fazer o loiro ter essas reações.
- Da-Danna, eu.... — olhou para o lado, tentando não olhar a face do mais velho.
- O que foi, Dei? – falou sussurrando no ouvido deste, fazendo-o ficar mais arrepiado.
- É que... Eu sou virgem un. – corou ainda mais.
Essa declaração foi como uma passagem de ida aos céus para Sasori. Ele seria o primeiro. O primeiro a fazer amor com o loiro que sempre desejou.
- Tudo bem Dei... Eu vou fazer você ter a melhor noite da sua vida.
Beijou-o novamente, alisando seu corpo com uma mão e com a outra enfiou dentro da calça do alvo e ficou estimulando o seu membro. Este gemia coisas sem sentido por conta do prazer que sentia. Parou e olhou para o loiro que estava tão inerte pelo prazer. Voltou a beijar sua boca úmida andando com ele até a cama, deitando-o nesta e ficou por cima. Tirou sua calça junto a Box que o mais novo usava ficando a admira-lo por alguns minutos.
- N-não fique me olhando assim, un. – desviou o olhar novamente
- Você é perfeito. – falou lambendo um mamilo deste.
Começou a passar a língua nos mamilos rosados de Deidara. Sentia o loiro estremecer em seus braços gemendo por seu nome e essa sensação era muito boa. Porém ainda não foi o suficiente, sua excitação queria mais, implorava por mais. Queria tomá-lo para si. Tirou o resto das roupas que lhe atrapalhavam, ficando igualmente sem vestimentas assim como o mais novo.
- Danna...
- Dei... Posso te pedir uma coisa? – beijou o pescoço do loiro.
- O-o que foi?
- Me chupa.
Deidara corou totalmente mais do que já estava, se é que era possível. Viu que Sasori sentou-se na cama. Olhou para ele abaixando-se, ficando cara-a-cara com o membro já rijo do ruivo. Lambeu um pouco, e depois tentou coloca-lo todo na boca.
- Aah, Dei... Tente coloca-lo aos poucos...- falou enquanto acariciava os longos cabelos claros.
O loiro que era totalmente inexperiente nisto, começou a chupar toda a sua extensão, alternando por lambidas e leves mordidas. Ao que parecia, estava tendo sucesso.
- Isso Dei... Você... É incrível. – olhou para o ruivo vendo que este o olhava intensamente – chupa mais, Dei. – O forçou para que este intensificasse mais os movimentos, segurando as longas madeixas loiras.
Sentir o sexo oral que Deidara fazia em si era uma sensação incrível e o olhar que o loiro lhe lançava, sua inexperiência no assunto... Era ainda melhor. Ele por dentro com certeza é melhor ainda, se é que é possível.
- Você gosta disso, Danna?
- Sim Dei... aah – gemeu com uma leve mordida em seu membro – essas suas mordidas... São incríveis... Aah... Eu vou... Gozar, Dei... Eu vou gozar...
- Goza... Na minha boca Danna... Por favor.- fez uma carinha de “cachorro pidão” enquanto lambia o membro do ruivo, até que este despejou todo o esperma em sua boca e em seu rosto.
Apesar da ejaculação o membro de Sasori continuava com sua rigidez. Este empurrou o alvo e ficou por cima novamente. Beijou o loiro, logo depois parou o beijo colocando a mão na boca de Deidara que já sabia o porquê disso. Chupou os dedos com muita vontade, deixando o ruivo ainda mais excitado.
Tirou os dedos da boca de Deidara e introduziu um deles na entrada do mesmo. Viu que ele estava um pouco desconfortável, então desceu até o membro do loiro e começou a chupá-lo. Enquanto fazia sexo oral continuava penetrando-o com o dedo, até que foi colocando mais dois dedos ali.
- Eu também quero sentir o seu gosto, Dei. – lambia o membro rijo dele e viu que ele já não aguentaria por muito tempo – vamos Dei... Despeje tudo na minha boca. Eu quero experimentar o seu gosto.
Dito isto, o loiro ejaculou na boca do ruivo. Este lambeu o redor de sua boca, para sentir melhor o gosto de Deidara.
- Você é delicioso, Deidara. – o beijou, para que ele pudesse sentir seu próprio gosto, e ao mesmo tempo o masturbava para que ele ficasse excitado novamente o que não demorou muito, pois seu membro já estava rijo.
Tirou os dedos de dentro dele e o olhou. O mais novo ficou um pouco apreensivo, pois sabia o que viria a seguir. Fechou os olhos sentindo o membro de Sasori penetra-lo. Apertou as costas desde com as unhas gritando de dor, pois era algo quase que insuportável. O ruivo o penetrou por completo e ficou um tempo parado para que o loiro se habituasse.
- Da-Danna... Se mova – falou por meio de alguns gemidos.
E Sasori nada falou, apenas começou a estocá-lo devagar aumentando o ritmo conforme Deidara gemia pedindo por mais. Ao mesmo tempo em que o estocava, ele o masturbava para que o mesmo também sentisse o máximo de prazer possível.
- AAH, Da-Daanna...- O ruivo notou que estava atingindo-o no local de maior excitação, a sua próstata, e começou a estoca-lo somente neste local, até que depois de algumas estocadas, Deidara ejaculou em sua mão e pouco depois, Sasori despejou-se dentro do loiro. Saiu de dentro deste deitando ao seu lado, ambos tinham a respiração descompassada. O mais velho o abraçou, fazendo com que sua cabeça ficasse na curva de seu pescoço. Ficou acariciando as longas madeixas loiras, para conforta-lo.
- Eu te amo, Dei.
- Eu também te amo, Danna.
A noite foi tranquila, afinal, dormir ao lado daquele que se ama, é certamente, uma das melhores sensações que se pode sentir na vida. É uma pena que coisas boas durem pouco, como essa noite, que passou como um piscar de olhos.
Nove horas da manhã, Deidara estava sentado na cama olhando ao redor do apartamento, vendo várias caixas e embrulhos. Sentiu sua mão ser segurada pela de Sasori, e sorriu.
-Danna...
- Dei, vamos tomar um banho? – falou enquanto levantava da cama.
- S-sim.
No banho eles trocaram apenas alguns beijou, carícias abaixo da água morna que caía em seus corpos. Após se vestirem, Deidara sugeriu que fossem tomar o café da manhã em alguma cafeteria e assim fizeram.
Chegaram á uma padaria que tinha próximo do apartamento de Sasori, escolheram uma mesa que estava ao lado de uma grande janela de vidro e fizeram seus pedidos para a simpática garçonete que os atendeu.
- Acho que..precisamos conversar...- O loiro falou olhando para a janela que tinha próximo a mesa.
- ...Dei, eu...
A moça que os tinha atendido, voltou com os pedidos de dois cafés expresso, deixo as duas xícaras sobre a mesa e se retirou.
- ...Danna, eu sei que você vai casar amanhã. – olhou bem nos olhos do mais velho – E..eu estou disposto a aceitar qualquer decisão sua. Você sabe onde eu moro, e qualquer coisa, é só me procurar, a qualquer hora. Eu...estarei disponível para te escutar. – levantou.
- Deidara, espera..
- Tchau Danna. Até...- saiu Dalí em passos rápidos, sem nem ao menos tomar o café que pedira.
Sasori voltou para casa e passou o dia quase todo deitado ou lendo. Não conseguia se concertar em nada, apenas pensar sobre sua vida, mais necessariamente no loiro.
“Eu amo o Deidara, quero ficar com ele, mas... Não posso simplesmente lagar tudo assim. É a família da minha noiva que eu devo encarar. Seria ridículo da minha parte abandona-la por um outro homem. Não! Eu definitivamente não posso fazer isso! Eu tenho que cumprir com minhas responsabilidades! Não posso simplesmente ignorar a voz da razão para seguir um sentimento... Isso é estúpido!” O ruivo estava decidido em seus pensamentos. Tinha que seguir a razão e não a emoção. Pelo menos era isso que ele achava.
Enquanto isso, Deidara aprontava todo o seu plano de aula em seu computador portátil, mas na realidade, seu pensamento estava em certo ruivo de orbes castanhos. No fundo, ele já sabia que Sasori pensaria no que era mais lógico. Ele nunca iria abrir mão de um futuro estável para uma relação homossexual incerta.
Era obvio.
Mas ainda assim, tinha um resquício de esperanças. Sua esperança viveria até a hora do casamento. O loiro suspirou, cansou de pensar nesses assuntos e voltou ao trabalho.
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A noite estava fria, mas por sorte o jardim da casa tinha uma grande parte coberta, e seria nessa parte que aconteceria a festa de casamento. Tinha algumas luzes pelo local, algumas mesas... A decoração estava toda em flores de cores brancas e rosas. Apesar de ser somente um casamento no civil, o jardim da casa estava totalmente decorado. Na parte que não tinha teto, se encontrava uma mesa que serviria como altar com algumas cadeiras enfileiradas a frente desta, que provavelmente, seria o local da cerimônia.
Vários convidados e familiares da noiva estavam chegando, até que o noivo conseguiu avistar alguns amigos que também estavam chegando.
- Parabéns Sasori! – o ruivo – não sabe o quanto estou feliz! Mas será que não dava para mudar essa cara de quem comeu e não gostou pelo menos no dia do seu casamento!?
- Obrigado Pain... Eu acho – suspirou
- Você é muito corajoso, Sasori-san – Tobi falou se aproximando do noivo – deve ser difícil uma vida de casado – riu.
- Hm... É.
- Parabéns – falou a azulada com uma cara emburrada. – te espero sentada perto do altar, Pain. – beijou o namorado e foi em direção as cadeiras enfileiradas, sentando ao meio destas.
Pouco depois foi chegando mais convidados que Sasori sequer conhecia, até que chegou todos os seus amigos, inclusive ele... Deidara. O loiro chegou e caminhou até o ruivo, e este, estava muito apreensivo, não sabia o que falar.
- Parabéns Sasori.
O ruivo apenas desviou o olhar. “Sasori... Como assim Sasori!?” Estranhou. O loiro sempre o chamou de Danna, primeiramente porque na época do colégio este era mais velho, mas ao invés de chamá-lo de Senpai, o chamava de Danna e também porque é de certa forma, um apelido carinhoso para seu amigo. Ele nunca o chamava de Sasori.
- Deidara, eu...
Antes que o mais velho pudesse terminar de falar, foi anunciado que a noiva estava chegando. Deidara apenas o olhou e saiu calado, em direção as cadeiras. Sentou ao lado esquerdo de Konan. A garota o olhou segurando sua mão e Pain, que estava do lado direito dela achou estranho, mas na comentou nada, pois sabia que sua namorada era super amiga dos demais.
A cerimônia começou, a noiva de cabelos rosados chegou, estava com um belo vestido branco. Foram à mesa, onde o juiz realizou todo o discurso. Foi doloroso para o loiro quando ouviu Sasori dizer um “aceito” diante de todo mundo, tanto que, uma lágrima escapou de seus olhos. Ele virou o rosto e limpou a lagrima. Olhou novamente para a cena, os noivos estavam assinando o papel de contrato, e logo em seguida, as testemunhas escolhidas.
Não poderia suportar, levantou e saiu andando calmamente para alguma parte da casa onde não estivesse ninguém. Konan suspirou e levantou para ir atrás do amigo.
- O que ouve Konan? – O namorado da garota perguntou confuso
- Depois eu te explico... — Deu um selinho neste e saiu atrás do loiro.
Deidara caminhou até a rua que estava deserta. Parou quando sentiu uma mão em seu ombro. Virou, pode ver a azulada. O loiro não falou nada, apenas abraçou a amiga e chorou em um ombro amigo.
__Flash Back off __
- E o que aconteceu depois do seu casamento Sasori?
- Bom... Ao que eu soube, o Deidara voltou para casa. Konan me falou que ele voltou um pouco indisposto, me xingou e me deu alguns sermões...- suspirou – Mas eu só falei com ele novamente quando voltei da lua de mel. Eu fui a seu apartamento e ele me falou que seria melhor fingir que aquela noite nunca aconteceu, que eu deveria me concentrar mais no meu casamento.
- É... lembro que no seu casamento o Deidara sumiu...
- Foi... — suspirou pesadamente – Eu passei uma semana e meia em lua de mel viajando... Quando voltei, eu fiquei sabendo que o Tobi e ele estavam muito íntimos, até que um mês depois eles começaram a namorar. E a nossa amizade... Nunca mais foi a mesma. Só nos falamos de vez em quando por conveniência.
Fitou os olhos do moreno, este estava calado e com a mesma expressão de sempre. Sasori, que também é quase sempre inexpressivo, estava com um semblante um pouco triste.
- Eu só te digo uma coisa, Itachi... Não seja um tolo como eu. – virou e saiu caminhando em direção a mesa onde os amigos estavam. Pouco depois o Uchiha foi atrás.
- Porra, vocês demoraram pra caralho! Tavam se comendo no banheiro, é!? – O albino falou zombando dos dois.
- Cala a boca, Hidan! – exclamou o mulato
- Deixa de ser chato, Kakuzu. Deixa o Hidan falar, é engraçado ouvi-lo. – o azulado falou rindo.
Itachi olhou de relance para o Hoshigaki e desviou o olhar rapidamente, fitando o copo de wisk. Sempre fica com raiva quando este está perto de Kakuzu. Ciúmes, talvez? Não. Não poderia ser!
“Porque ele e Kakuzu sempre são tão íntimos! Tsc! ...Mas...porque estou pensando nisso!? Isso não é da minha conta mesmo!” Pensou o moreno, colocando o copo de vidro com certa força a mesa e levantando logo em seguida.
- Já vai Itachi? – perguntou a única garota ali presente.
- É... — pegou a carteira do bolso, retirou algumas notas – acho que isto dá para pagar o que eu bebi. – jogou-as em cima da mesa.
- Espera, Itachi, não vai embora agora não....- a garota tentou insistir, mas foi em vão, o moreno já estava saindo. – eu já volto – revirou os olhos e foi atrás dele.
O Uchiha já estava colocando a chave em seu carro para abrir a porta deste, quando foi interrompido por aquela voz feminina tão conhecida.
- Itachi, quer fazer o favor de me explicar o que ouve!?
- hm – respondeu secamente como sempre.
- FALA – gritou
- Você quer que eu fale!? – virou e fitou os olhos cor de mel – Acha que estou a vontade com o kisame aqui, Konan!? Você sabe que brigamos! E outra...
- “E outra” o que, Itachi!? Fala!
- Aquela amizade...- suspirou – Aquela amizade toda do Kisame com o Kakuzu! Não gosto disso!
A garota olhou para ele meio incrédula, e depois começou a rir, deixando o moreno ainda mais emburrado.
- Você....tá com...ciúmes!? Cíumes!? KKK!! CIÚMES DO KISAME COM O KAKUZU!? HÁ, FALA SÉRIO ITACHI!!! – falou entre as risadas.
- Tchau Konan! – abriu a porta de seu carro e entrou neste.
- Esperaa..kkk....Itachi kkk – não conseguiu continuar a falar por conta das risadas.
Itachi ficou com tanta raiva das circunstâncias, que saiu ‘de segunda’ no carro, e quando finalmente pegou uma pista já deserta, começou a dirigir em alta velocidade até que seu celular tocou.
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- E ai, ele não quis voltar mesmo? – Perguntou para sua namorada, que estava sentando ao seu lado.
- Não... — a garota falou sorrindo
- O que deu nele – Tobi perguntou.
- Não sei Tobi... — sorriu mais ainda.
- Eu odeio quando você sorrir assim – Falou Pain novamente.
- Vocês sabem que o Uchiha é sempre assim... — se manifestou Sasori que até então estava calado, porém, seu celular começou a tocar. – com licença. – levantou e saiu atendendo o mesmo.
- Acho que é a mulher dele. Que saco! – O albino falou.
Deidara apenas suspirou e olhou para o seu namorado.
- Vamos indo, Tobi?
- Já?
- Tô cansado... — levantou – tchau gente, até outro dia. – sorriu.
Sasori continuou falando com a esposa no celula, e de onde estava, viu que o Deidara saía com Tobi... Este ficou com tanta raiva, que desligou o celular ‘na cara’ da esposa, se retirando logo em seguida.
- Eu tenho que ir – deixou um dinheiro – até depois – saiu.
- Nossa... que bom humor o desse pessoal...- falou o azulado indignado.
- Eu também tenho que ir. – Zetsu disse – até outro dia.
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Itachi acabou de chegar a seu apartamento, estava exausto, foi até as almofadas da sala e deitou sobre estas. “Droga, amanhã tenho que ir jantar com a minha família... que saco!”.
Suspirou e lembrou das boas lembras que teve naquele chão, em cima daquelas almofadas. Se auto repreendeu por pensar nessas besteiras de sentimentalismo, afinal, ele é um Uchiha, não poderia se deixar levar pelos sentimentos... E nem pelo ciúmes.
(continua...)
Notas finais
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A fic que vou divulgar nesse capítulo é O alvorecer do Rock. Essa fic também é escrita por mim, então, quem quiser, estão convidados a leitura. Esta também é yaoi da Akatsuki:
https://fanfiction.com.br/historia/256644/O_Alvorecer_Do_Rock/
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Fiquei muito feliz com os comentários, se tiver bem muitos comentários eu postarei o próximo quinta ou sexta. Mas não vale aqueles comentários broxantes, tipo "gostei, continua", gosto de comentários que vocês discutem sobre a história ou que me ameaçam. kkk'
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Beijinhos da Juh' ♥
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