A Love Boring

4 Capítulo 04 - Um corpo, duas mentes


Notas iniciais
Geente, estou muito feliz, tanto é que eu iria postar só na quinta, mas adiantei o cap porque eu tive uma nova recomendação!
~~
Dedico o cap para a AlphaSensei que recomendou a minha fic, e me deixou super feliz, além de me fazer postar mais rápido. Quem quiser seguir o exemplo dela, pode seguir /o/

Não importa o que aconteça. Não importa o que ele diga ou o que ele faça... Eu o amo, sempre amarei, independente se este sentimento for recíproco ou não.


Mesmo que seja doloroso?


Sim, mesmo que seja doloroso. Não há como arrancar este sentimento de meu coração, e mesmo se fosse possível, eu não o faria.


Deve esquecê-lo. Para o seu bem. Para o nosso bem.


Não... Nunca!


Então porque não conta para ele?


Porque ele pode se afastar e isso seria ainda pior.


Então prefere vê-lo nos braços de outro ao invés de lutar por ele?


Se os braços do outro o conforta e o faz feliz... Sim. Eu prefiro.


Que estúpido. E você, como fica nessa história?


Eu... Digo, nós ficamos satisfeito. Até porque, nem tudo é um mar de rosas, certo? E só de ver aquele sorriso eu já fico feliz. Não preciso ser o motivo dele sorrir todos os dias, mas eu posso estar ao lado dele e vê-lo sorrir. Isso basta.


Tolo.



Acordou exausto e com uma forte dor de cabeça, devido às bebidas da noite anterior. Não que tivesse bebido além da conta, mas não era de seu feitio beber. Pousou a mão acima do despertador, cessando o irritante barulho que este fazia.


Era domingo, poderia voltar a dormir, porém optou por levantar e começar o seu dia.


Saiu da cama com certo receio e dificuldade, porque, sinceramente, uma parte de si queria permanecer deitado, mas seu outro lado, acabou levantando. Fez toda a higiene matinal, quando já estava preparando o café da manhã, seu celular toca.


Era uma mensagem de Tobi:


Zetsu-senpai, preciso falar com você. Quando puder, me liga =/

Tobi.



Leu a mensagem, e já imaginara o que ele queria lhe falar. Suspirou e voltou a tomar o seu café da manhã. Quando terminou, pegou seu celular. Ligou para Tobi, querendo saber o que queria. Esperou poucos segundos, logo a ligação foi atendida.


– Alô...


– Zetsu-senpaaai!


– O que ouve Tobi?


– Eu preciso falar com você... – falou em um tom choroso.


– Hm... Já imagino o que seja e como conheço você, sei que está agora, nesse minuto, em seu carro vindo aqui... Certo?


– Nossa! você realmente me conhece, Zetsu-senpai – riu.


gostaria de conhecer ainda mais” pensou o mais velho.


– Hm... É Tobi. Bem, estou esperando.


– Ta, até já – desligou.


Passaram-se aproximadamente 15 minutos até que ele finalmente chegou. Os dois ficaram na cozinha que tinha uma mesa média no centro, uma bancada de mármore e atrás desta, um pequeno fogão, a geladeira e um micro-ondas. Uma típica cozinha de apartamento de solteiro.


– E então... O que aconteceu dessa vez? – o mais velho começou o diálogo, colocando acima da mesa uma jarra com suco de laranja e dois copos.


– É que... — olhou para baixo – Acho que o Deidara-senpai nunca vai me amar.


– Olha Tobi... — suspirou – Não é fácil estar próximo da pessoa que você ama sem ser correspondido, eu sei como é isso, mas não desista. Se você acha que vai conseguir fazer ele te amar, então continue tentando.


– Eu sei... Você sempre me fala isso. – olhou bem nos olhos deste – Zetsu-senpai... Você sempre me diz isso, que é chato estar perto da pessoa que gosta e não ser correspondido... Você gosta de alguém? Quem é?


– Não é de mim que estamos falando, Tobi.


– Mas eu quero saber. Quem é senpai? Porque, nossa, você é um cara muito legal, eu aposto que essa pessoa não sabe o que está perdendo – sorriu – Agora fala, quem é!? Eu conheço? Falaaa...


Zetsu apenas olhou para ele, levantou e chegou perto do mais novo. Tocou no queixo deste, fazendo-o olhar para si e o beijou, fazendo com que Tobi ficasse surpreso e totalmente sem reação. Rapidamente ele parou com o beijo e o olhou.


– N-n-ão... Não me diga que essa pessoa...


– Sim, é você, Tobi.


– Z-Zetsu-senpai... — levantou ainda surpreso – porque... Não falou isso antes? Quer dizer... Você sempre me ajudou com o Deidara, sempre escutou meus problemas sobre ele. Por Kami... Como eu sou... Terrível.


– Tudo bem Tobi. Eu nunca te falei nada, não tinha como você saber.


– Mesmo assim! Eu... Eu acho melhor eu ir, Zetsu-senpai. Desculpa incomodá-lo sempre. – falou já derramou uma lagrima.


– Tobi, espere! Não chore...


– Até... Outra hora, Zetsu-senpai!! – falou deixando o local.


Saiu do apartamento do seu amigo chocado. Nunca imaginou que seu senpai nutria sentimentos por si e agora que descobriu, estava se sentindo péssimo, afinal, este sempre lhe ajudou e sempre foi seu conselheiro amoroso. Não era justo para ele.



Droga, porque eu fiz isso!?


Já devia ter feito há muito tempo. Como sou estúpido!


Isso estragou a nossa amizade! Para sempre!


Não seja estúpido. Ele está passando por dificuldades nesse relacionamento. É a chance perfeita para estar próximo dele.


Não vou me aproveitar de um momento de fraqueza dele.


Vamos sim. Ele precisa de apoio.


É errado isso que eu estava fazendo, mas você estragou tudo! Droga!



Fechou a porta da sala que havia sido deixada aberta quando o outro passou por esta apressadamente, e foi em direção ao sofá da sua sala deitar para tentar relaxar um pouco. Afinal, não é fácil ter certo tipo de dupla personalidade.



–---------



O toque irritante do celular se alastrava por todo o quarto, fazendo com que o moreno levantasse da cama em um movimento rápido. Pegou o aparelho vendo que era apenas o despertador e logo fez com que esse parasse de tocar.


“Tsc, é só o despertador...”


Se decepcionou, afinal, fazia aproximadamente uma semana que ele não ligava para si, ou melhor, não tinha ido atrás para tentar pedir desculpas e voltar com o relacionamento. Isso com certeza estava irritando o Uchiha.

Estava deixando-o em um conflito.


“Porque ele não ligou ainda? Será que...ele arrumou alguém? Mas ele deveria me dizer, oras! ...mas...droga, eu nem devia estar pensando nisso! Eu tenho coisas mais importantes para fazer.”


Voltou a deitar, já que era o único dia da semana no qual poderia ficar na cama até tarde. Suspirou pesadamente revirando algumas vezes sobre os lençois, esperando o sono voltar, mas foi em vão. Levantou irritado, saiu da cama para se aprontar para o dia. Depois de toda a higiene matinal e do seu café da manhã, Itachi ficou corrigindo algumas provas e vendo os e-mails do trabalho. Após toda a trabalheira, foi preparar a aula do dia seguinte, depois foi assistir TV.


Deitou no sofá com o celular e o controle remoto na mão, ligou a televisão, mas não conseguia se concentrar no que estava passando, pois de cinco em cinco minutos ficava olhando o celular para ver se tinha alguma mensagem ou se alguém ligava.


Olhou novamente o celular e nada. Levantou-se irritado, indo em direção ao banheiro. Tomar outro banho. A água gelada fazia com que o calor daquela tarde quente fosse esquecido e deixando apenas seu corpo relaxar.


“Eu preciso relaxar um pouco. Vou acabar enlouquecendo assim. Se ele não liga, então que se seja, eu não vou correr atrás! Eu nunca corro atrás, ele sabe disso. E ele vai vir atrás de mim, que eu sei... Não é para eu ficar paranóico desse jeito.”


Seus pensamentos foram interrompidos com o toque de seu celular. Saiu correndo, literalmente, do banheiro e foi até o seu telefone móvel. Pegou, quando olhou, teve uma decepção. Era a sua mãe.


– Alo.


– Filho, sou eu a mamãe. Estou ligando só para te lembrar que hoje a noite vamos ter um jantar em família. Você não esqueceu, né?


– Não mãe, não esqueci.


– Ótimo, venha mesmo, porque se você não aparecer, você sabe como é o seu pai... E parece que ele tem um assunto importante para falar com você e seu irmão.


– Tudo bem mãe, na esqueci. 7 horas eu estarei ai.


– Ta bom. Beijos, até mais tarde.


A ligação foi encerrada, e o moreno estava bufando de ódio. Provavelmente seu pai iria querer jogar uma noiva para si como sempre. Bufou, voltando para o seu banho, afinal, isso era a única coisa que poderia deixá-lo mais relaxado no momento.


–---------



Parou de ler e pegou o celular após escutar um breve toque de mensagem:


Quer almoçar comigo hoje? :)


Deidara.


Suspirou após ler a mensagem de seu namorado, pois não estava com cabeça para nada depois de ouvir aquela inesperada declaração de seu amigo. Seu melhor amigo. Sentia-se culpado por estar fazendo-o sofrer, afinal, Zetsu sempre o ajudou, sempre esteve ao seu lado, mas nunca passou por sua cabeça que este nutria sentimentos por si. Releu a mensagem e decidiu responde-la.


Ok, onde você quer almoçar? ^^


Tobi.


Em poucos minutos a mensagem foi respondida. O loiro falava nesta que preferia que Tobi fosse até a sua casa para passarem o dia juntos e ele fez, saiu em direção á casa de seu namorado para passarem o resto do dia juntos.


–---------



A noite finalmente estava chegando, e como sempre, o ruivo adorava ficar fitando o pôr do sol pela varanda, enquanto lia algum livro. Era incrível o poder que esse fenômeno natural tinha de desviar seus pensamentos para um certo loirinho. Quando o sol finalmente se pôs, ele ouve um barulho da porta de sua casa sendo aberta. Fechou o livro e foi receber sua esposa que tinha passado o dia fora com as amigas no shopping.


– Sasori, cheguei!


– Hm... Como foi por lá? – falou adentrando a sala.


– Foi divertido sair com as meninas... — falou dando um selinho neste. – E você? Já sei, passou o dia todo lendo...?


– hm... É.


– Estou tão cansada. – suspirou – não estou a fim de fazer o jantar... vamos sair para comer fora. O que acha?


– hm... É. Pode ser.


– Ok, vou só tomar um banho e nós vamos. – falou animada, saindo rapidamente em direção ao banheiro para banhar-se.


Logo depois da rosada se arrumar eles foram para algum restaurante que tinha no bairro em que moravam. Ficaram por lá conversando ou melhor, sua esposa conversava, ele apenas concordava ou perguntava algumas coisas e a garota continuava falando. Era totalmente chato ficar ao lado de Sakura, ele realmente não tinha nenhum assunto e tinha que fingir estar falando com ela a fim de evitar alguma briga idiota. Depois do jantar, muita conversa vindo da garota, ambos voltaram, mas no caminho de casa foi tudo silencioso, a garota falou pouco no carro, para o alívio do ruivo.


Chegando a casa, o ruivo foi em andando em direção ao quarto, com a intenção de tomar um banho antes de dormir, porém foi surpreendido com um abraço por trás da rosada. A garota começou a distribuir beijos em seu ombro passou pelo pescoço até chegar em seu ouvido, para sussurrar.


– Hoje estou com muita vontade, Sasori. – mordeu o lóbulo deste.


O ruivo virou-se para ela, agarrou-a pela cintura e começou a distribuir beijos no pescoço da rosada, que rapidamente já estava tirando sua blusa para deixar seu peitoral à mostra. Sasori conduziu-a para cama, ficando por cima desta, começando a beijar seu pescoço, deixando marcas vermelhas em sua pele clara.


– Aah... Dei...


– DEI!? – a garota falou empurrando-o – Do que você me chamou!? Quem é Dei!?


– há... Hm... Er... Calma Sakura, eu...


– Calma!? CALMA!? Você acabou de chamar o nome de outra pessoa enquanto estávamos quase transando, Sasori! EM QUEM VOCÊ ESTÁ PENSANDO!?


O ruivo estava sem palavras, não sabia o que dizer, até porque não tinha o que falar. Passou a mão na cabeça, bagunçando os cabelos, até que a rosada voltou com seu falatório.


– Olha... Sai daqui Sasori. SAI DAQUI, SAI DESTA CASA AGORA!


Nada falou, apenas pegou sua blusa que estava acima da cama e vestiu, pegou sua mochila que estava no quarto e saiu. Ainda pensou em pegar a chave do carro, mas achou melhor sair sem levar nada de valor. Talvez esse erro tenha sido bom, pois já não aguentava mais o seu casamento.


Andou pelas ruas, até chegar a um ponto de táxi. No começo estava andando sem rumo, iria passar a noite em um hotel qualquer, porém quando viu os táxis, pensou em uma coisa... Uma idéia que poderia até não dar certo, mas não custava nada tentar. Apanhou um automóvel e foi em direção á um apartamento que há muito não visitava. Ao chegar ao seu destino, pagou o taxista e andou em direção a porta. Apertou a capainha.


Fazia pouco mais de dez minutos que seu namorado havia saído, quando a ele escutou o som da campainha de seu apartamento. “Será que ele esqueceu alguma coisa?” sorriu e foi em direção à porta, abrindo-a rapidamente.


– Esqueceu alguma coisa, To...- ficou surpreso ao ver quem era — ... Sasori? Un


– Oi Dei... Posso passar a noite aqui? – Os olhos castanhos do ruivo fitaram os azuis de Deidara.


–---------



Estava em seu carro ouvindo algumas músicas aleatórias que tocavam na rádio. Ele realmente estava sem vontade nenhuma de ir para este jantar, mas conhecendo bem o seu pai, sabia que este depois ia ficar enchendo o saco. Chegou a frente a grande casa de seus pais, logo o porteiro abriu o portão para dar passagem ao carro. Estacionou e logo saiu de dentro de seu veículo.


Era grande, típica daquelas casa de magnatas. Todo esse luxo era pelo fato de seu pai, Uchiha Fugaku, ser o dono de uma grande empresa no ramo automobilístico. Itachi entrou, indo em direção á sala de visitas. Ao entrar no compartimento percebeu que era o último a chegar.


Seu pai, como sempre, estava sentado com a mesma expressão séria, raivosa. Seu irmão com um sorriso sacana, conversando com sua mãe, que tinha um sorriso doce e verdadeiro. Ele cumprimentou todos se sentando em um dos sofás, para conversar um pouco. Logo em seguida, a empregada da casa anunciou que o jantar estava servido, e assim, toda a família foi para a sala de jantar.


O jantar foi calmo até a parte em que seu pai começou a falar o mesmo assunto chato, tedioso de sempre.


– Conheci as filhas de dois amigos meus. São belas garotas.


– hm... — Sasuke respondeu com o resmungo de sempre e o irmão mais velho apenas continuou comendo, sem nem sequer responder.


– Elas dariam belas noivas – o patriarca prosseguiu – São jovens, bonitas e filhas de empresários. Eu já falei com o pai delas, eles disseram que seria ótimo unir as famílias.


– O que!? O senhor falou de casamento com eles sem antes nos perguntar? – o irmão mais novo perguntou indignado.


– Sim, já falei. Elas são muito bonitas, vocês dois não poderão mais negar.


– Pai, não acha que está sendo precipitado demais? Vejamos bem, nós ainda somos jov... — Itachi teve sua fala cortada pelos berros do irmão mais novo


– EU NÃO VOU ME CASAR E PRONTO!


– Olhe como fala, Sasuke!


– Não vou olhar coisa nenhuma! E outra, eu já tenho um compromisso, não vou deixar meu namoro de lado por uma noivinha que você escolheu, Papai! – se tom de voz foi de sarcasmo na ultima palavra dita. Todos que estavam presentes se nem sequer se surpreenderam. Sempre souberam que o Uchiha mais novo foi rebelde.


– Sasuke, você já é bem grandinho, não vou mais tolerar esses seu comportamento estúpido! E sobre esse seu compromisso eu quero que saiba que essa garota não é melhor do que a sua futura noiva!


– Tudo bem, nem vou discutir isso... Afinal... Não é uma garota...


– O-o que..? – todos agora olharam surpresos para o mais novo.


– Isso mesmo que você ouviu, papai. – falou novamente com sarcasmo na mesma palavra – Eu tenho um namorado e não vou deixá-lo porque você quer! Sinto muito, Mas eu não irei casar e estou pouco me importando para a sua aprovação!


– COMO VOCÊ PODE FAZER ISSO COMIGO!? – Fugaku falou levantando da mesa e indo a direção do filho mais jovem que também já estava de pé – VOCÊ NÃo PODE ESTAR FALANDO A VERDADE!!


– MAS EU ESTOU!


– VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO SASUKE, NÃO PODE FAZER ISSO COMIGO! – Agarrou a gola da camisa de seu filho – ISSO SÓ PODE SER MENTIRA! – o soltou e colocou uma mão no peito. Deu dois passos para trás.


Itachi e Mitoko levantaram rapidamente para tentar separar a possível briga e perceberam que o patriarca da família não estava muito bem, até que o irmão mais velho o segurou pelo braço e ajudou este a sentar novamente, enquanto ele apenas gritava, se lamentava.


– PORQUE, MEU DEUS!? PORQUE!? ONDE FOI QUE EU ERREI!? EU DEI TUDO PARA O MEU FILHO E ELE ME FAZ ISSO...


– pai, calma! Senão o senhor vai ter um ataque cardíaco. – Itachi tentou acalma-lo


– Fugaku, pelo amor de Deus, se acalme! – sua esposa estava preocupada.


Enquanto isso, o mais novo apenas saiu de casa, mas antes de sair parou na porta e encarou o pai.


– Eu sinto muito, mas não fui eu que decidi. Não posso controlar os meus sentimentos. – dito isto, ele se retirou do local.


Vendo que seu pai estava ficando pálido, Itachi correu até o telefone fixo da casa para chamar o médico da família. Enquanto a ligação não era atendida, este não conseguia em pensar em mais nada a não ser em sua própria situação.


“Por Kami... Se ele agiu assim, imagina se.., Droga, se fosse eu no lugar de Sasuke? Droga, droga, droga!”



(continua...)


Notas finais
Posto o próximo ainda nessa semana se tiver mais recomendações e muitos comentários *-*
~~
Quero agradecer novamente a AlphaSensei por recomendar e a Gabi2969 por ser minha beta linda ♥
~~
A história dessa semana que eu vou recomendar é a Oneshorts em chat. São várias oneshorts postadas por mim, Gabi, Feeh e Megumi. Todas elas são yaoi da Akatsuki :)
http://fanfiction.com.br/historia/262148/One-shorts_Em_Chat/
~~
Vejo vocês no próximo cap.
Beijinhos da Juh ♥