A Little Piece Of Heaven
23 Capítulo 22
Notas iniciais
Vamos aos recados de sempre:
* Obrigada a todas as minhas leitoras pelos reviews *O* Amei todos eles ainda mais por causa da raiva que vocês ficaram da Michelle kkkkkkkkk
* Leitoras fantasmas apareçam
* Queria convidá-las mais uma vez a ler minha nova fanfic Nightmare.
Esse capítulo tá pequeno, mas é pra causar polêmica u.u Você vão arrancar minha cabeça fora, eu sinto isso kkkkkkkkk
Beijos e boa leituta ;*
* leiam as notinhas!!! *
– Ju-Julliet, o seu c-cabelo, ele est....
– Eu sei McKenna.
– C-como iss...?
– Primeiro: para de gaguejar ou então cala a boca, eu acordo de mal humor não tô afim de te dar um fora. Segundo: Simplesmente eu acordei e ele estava assim, cortado.
– Quem fez isso devia ter inveja do teu cabelo, tá cheio de buracos e olha a sua nuca! – Disse Gena examinando o cabelo de Julliet, quando ela percebeu o olhar mortal que a menina lhe lançava, largou os fios dela e foi para junto de Zacky – Desculpe, é mania de cabeleleira.
– Não tem nada não. Enfim, você se importaria de dar um jeito nisso? – Julliet apontou para sua cabeça, que agora parecia que pertencia a alguém que estava tratando de uma doença e não queria por nada se livrar de seus preciosos fios.
– Claro que sim, eu tenho mesmo que ir fazer a limpeza geral no salão, enquanto isso eu arrumo essa bagunça. – Gena lançou um sorriso a Julliet que retribuiu.
– Obrigada.
– Não é nada.
– Então, vamos logo?
– Sim claro!
– Jimmy? – Ela chamou o amigo que estava trazendo uma jarra de suco para a mesa.
– Fala porquinha.
– Se fode! – Ele riu – Me empresta uma calça?
– Claro, vem comigo.
Ele passou um braço em volta da cintura de Julliet e a guiou para fora da cozinha até seu quarto.
Jimmy se dirigiu até a cômoda, pegando uma calça de moletom e lançou a Julliet. Enquanto a menina vestia a peça, ele ficou procurando uma touca.
– Então, você e Brian ontem...
– O que tem?
– Ér... ele foi, ahn, gentil?
– Sim claro, muito.
– Ah sim... Ér, ele em nenhum momento...
– Jimmy, você tá achando que a gente transou?
– Bem... É. – Julliet soltou uma gargalhada alta.
– Não aconteceu nada Jimmy, ele me enfiou de roupa e tudo no chuveiro, quando eu voltei a mim, ele me deu essas roupas e uma toalha e saiu do quarto. Fim da história.
– Ah, bom saber.
– Que foi, tá com ciúme é? – Ela riu.
– Na verdade, estou sim.
Julliet que estava andando em direção a ele ficou estática, encarando-o boquiaberta. Jimmy soltou uma risada baixa e sem graça e foi até onde Julliet se encontrava.
– Eu sei que pode ser meio estranho, mas você mexe comigo. E desde que... Desde aquele dia em que te beijei. A verdade é que você não sai da minha cabeça. – Ele disse enquanto colocava a touca na cabaça de Julliet e escondia os fios que restaram dentro da mesma.
Julliet se recuperou do choque, mas continuou a encará-lo. Jimmy a fitava, meio que faminto por uma resposta. A menina abriu a boca várias vezes, mas logo voltava a fechá-la ao perceber que não sairia som algum. Ele segurou o rosto dela entre as mãos com delicadeza, seus olhos estavam vidrados uns nos outros. Subitamente Jimmy a beijou, a principio com suavidade. Ao sentir que ela estava correspondendo, o beijo se tornou voraz, intenso, cheio de desejo. As mãos dele desceram até a cintura de Julliet, apertou a mesma enquanto a puxava para junto de si. Os dedos de Julliet enlaçaram-se no cabelo de Jimmy e ela puxou o mesmo suavemente.
Quando Jimmy fez menção de empurrá-la na cama, a menina delicadamente pôs suas mãos sobre seu tórax e afastou. Ela encarava o chão.
– Julliet, eu...
– Não, fala, nada.
Ela o puxou para junto de si e iniciou o beijo novamente,um pouco mais intenso que o anterior, mas que acabou depressa. Ela abriu um sorriso tímido e ele a fitou.
– Eu tenho que ir. – Ela disse caminhando em direção a porta.
– Espera. – Segurou o braço dela. – E então, posso ter uma... chance?
Ele baixou o olhar, incapaz de olhar para ela. Não sabia ao certo mas parecia divido, metade dele estava explodindo de felicidade pelo que havia acabado de acontecer, ele tinha chance, ela poderia ser dele. Mas por outro lado, a possibilidade da rejeição estava o dilacerando previamente.
– Talvez, quem sabe. Por que não?! – Ele levantou o olhar a tempo de ver ela abrir um sorriso, dar de ombros e se retirar do quarto.
O menino sentou-se na cama encarando o lugar onde há poucos segundos ela se encontrava. Estava catatônico, aquilo havia sido um sim? Um jeito delicado de dizer que iria pensar? Um modo de ganhar tempo para arrumar uma desculpa delicada para recusá-lo?
Não se importava, só o fato de ter dito tudo aquilo, da reação que ela teve, dos beijos... A junção de tudo já havia feito seu dia ficar completo.
Notas finais
HASUASHAUSAHUSAHSUASHAUSHAUSAHUSAHSUA
Espero que tenham gostado.
Beijoooos ;*
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