A Little Piece Of Heaven

22 Capítulo 21 - O show


Notas iniciais
Oi oi oi (8)' kkkkkkkk
Eu sei, eu sei. Demorei muito para postar não foi? Então, não me culpem, se querem bater em alguém, batam no inferno que chamam de escola. Assim demorei por 3 motivos:
1- Essa semana foi de provas, não tive tempo pra nada.
2- Estava tão cansada que a criatividade não fluiu ( como se eu tivesse alguma criatividade kkk)
3- Os reviews diminuíram.
Sim, sim minhas caras, percebi que o número de reviews estão caindo, várias leitoras amadas e seduzentes sumiram. E eu queria saber o porque. A história não está mais agradando a vocês? É isso? Se for podem falar eu não ligo, posto porque gosto, não por reviews, mas eles animam a vida de qualquer autor né?!
Vamos aos recadinhos de sempre ok?! OK!
* Obrigada a todas pelos reviews que têm mandado, eu amo cada um deles, vocês são ótimas.
* Leitoras fantasmas apareçam!
* Quem ainda não leu minha nova fic, por favor, dá uma passadinha lá e diz o que achou? É a Nightmare, deixei o link no capítulo anterior.
Então, FINALMENTE ELE CHEGOU! O CAPÍTULO MAIS ESPERADO DE TODOS ( segundo o que precebi pelos reviews).
NESSE CAPÍTULO O SHOW E O MISTÉRIO DO PAINEL, CHEGARÃO AO FIM!
Pois é, já tava na hora deles chegarem não é? kkkkkk
Já vou logo dizendo que o capítulo ficou ruim, pelo menos eu não gostei dele, escrevi e reescrevi e nada dele me agradar. Resolvi postar assim mesmo pois já demorei demais para deixar algo novo. Ignorem os erros e o capítulo tosco.
Vou parar de falar aqui kkkkkk.
Boa leitura, espero que gostem!

* LEIAM AS NOTINHAS INICIAIS, É MUITO IMPORTANTE!!! *



Julliet acordou no dia seguinte se sentindo mais leve, finalmente ela conseguiu tirar o descanso que seu corpo merecia e estava renovada. Espreguiçou-se, coçou os olhos e virou-se para ver as horas. O relógio marcava 15h. Levantou assustada e tomou uma ducha rápida, tinha prometido a seus pais que faria o serviço hoje. Vestiu um short jeans preto e uma camiseta lisa branca, prendeu os cabelos de qualquer jeito sem pentear mesmo e desceu correndo as escadas. Não encontrou ninguém no andar de baixo. Foi até a cozinha.

Em cima da bancada de granito preto havia um bilhete de seus pais.


Filha, fomos dar uma volta, não quisemos te acordar porque dá pra ver que está muito cansada.

Nós te amamos.

Ela sorriu e resolveu retribuir o que eles haviam feito, afinal ela ultimamente vem andando em falta com eles. Foi até a geladeira e armários e pegou todos os ingredientes que precisava. Ela fez um nhoque de ricota com molho vermelho e um brownie com gotas de chocolate branco e deixou tudo em cima do fogão para quando eles voltassem.

Voltou para seu quarto e novamente olhou para o relógio, eram 18h. Ela olhou para as tintas encostadas em um canto e depois para a porta de seu closet, ela estava travando uma batalha interna, até que por fim se decidiu e foi fazer o que queria realmente fazer.


***


– Brian! – Gritava McKenna.

– Que é?

– Anda senão vamos nos atrasar.

– Ainda está cedo.

– Não está não, já são quase 19h. O show começa as 20h.

– Vai dar tempo.

– Brian Jr. larga esse cabelo de Sonic pra lá e vamos embora! – Nesse momento ele desceu as escadas finalmente aparecendo na sala.

– Calminha, já acabei.

– Já não era sem tempo!

Brian e McKenna entraram no carro e foram até a casa das gêmeas buscar Matt, Val e Michelle (sendo que essa ultima Brian meio que deixou entrar em seu carro contra vontade, ele queria mesmo era amarrá-la ao carro e a vir arrastando pelos cabelos em alta velocidade).

Depois de algum tempo eles chegaram ao bar onde os outros meninos esperavam junto de Gena e Lacey.

Todos entraram juntos, as meninas foram para uma área vip e os meninos foram para o camarim.

– Cadê a porra da bebida? – Gritou Jimmy.

– Já vai encher a cara antes de subir no palco? – Disse Johnny.

– CLAAARO! Todos vocês sabem que toco melhor bêbado, e com você é a mesma coisa, todos ficamos melhores no palco alterados.

– Ele tem razão. – Concordou Brian.

– Então, que sejam entornadas as garrafas! – Gritou Matt, logo após soltando uma de suas risadas estrondosas.

Os meninos esvaziaram algumas garrafas de vodca e mais umas duas latas de cerveja cada um. Quando Jimmy iria abrir a garrafa de absinto para a felicidade de todos – principalmente de Brian – Drake abriu a porta pedindo para que eles se dirigissem aos seus lugares no palco pois o show começaria em cinco minutos.

– É agora pessoal, é a nossa chance e eu sei que vamos conseguir! – Disse Zacky e todos eles se deram tapinhas de incentivo (lê-se: quase se esmurraram tamanha era a delicadeza) e percorreram o corredor até chegarem ao palco e assumirem os seus lugares. As cortinas se abriram.



A plateia começou a gritar cada vez mais e mais alto, o bar estava lotado e eles estavam com uma sensação de que aquela noite prometia, em todos os sentidos.

As luzes do palco se acenderam, iluminando-os e pondo a mostra todo o resto dos detalhes que compunham o todo.

Eles começaram o show com Lips Of Deceit, como a maioria das pessoas ali eram locais, já conheciam a banda, então foram cantando a música junto a eles.

A cada música tanto o público quanto eles ficavam cada vez mais fora de si. Todos pulavam, gritavam, balançavam a cabeça, se jogavam uns por cima dos outros, Brian entre uma música e outra se arriscava inventando solos de guitarra complexos na hora. Era uma insanidade completa. Todos estavam mergulhados num êxtase indescritível.

Brian então a viu... estava na lateral do palco, sentada em um caixote observando todo o show, seus olhares se cruzaram e eles trocaram sorrisos tímidos. Julliet apontou para o painel e Brian finalmente lembrou que ele fora alterado. Assim que seus olhos bateram na obra de Julliet ele não conseguiu conter o espanto. Estava completamente diferente do original.

A estrada fora substituída por uma paisagem sombria, como se estivesse à noite, tudo estava num tom de azul e verde bem fechados. Agora o que havia retratado ali não era mais um carro com asas numa estrada cheio de homens e mulheres, e sim um cemitério. Grades retorcidas em alguns pontos, plantas mortas, um céu nublado, mãos em estado de decomposição estavam saindo da terra ao redor, uma pequena lua cheia no canto. A neblina que pairava próxima ao chão deixava tudo ainda mais macabro. E o que mais chamou a atenção foram as alterações feitas com as pessoas. Todas as mulheres retratadas estavam nuas, entretanto suas partes íntimas estavam tapadas por partes do corpo do que deveriam ser os homens juntos a elas, porém os mesmos foram substituídos por esqueletos.

Em cada um deles uma característica da obra original havia sido preservada: um deles usava um chapéu, o outro óculos escuros e uma bandana, um terceiro tinha um moicano, os outros dois tinham penteados um pouco parecidos, o que os diferenciavam era que um tinha um piercing no queixo e o outro duas marcas nas maçãs do rosto. Cada casal estava sentado ou recostado em uma lápide.

Aquilo estava perfeito, muito melhor do que o que havia sido planejado e Brian tinha que admitir que a aquela menina tinha muito talento.

Brian virou-se para lançar um “Obrigado” mudo à Julliet, mas a menina havia desaparecido.

Ao se aproximarem do final da ultima música uma luz meio que arroxeada começou a piscar freneticamente, os meninos estranharam, pois não tinham falado em nada sobre uma iluminação daquelas, mas continuaram a música mesmo assim. Quando a luz pôs-se a piscar novamente, gritos ensurdecedores ecoaram pelo lugar. Matt simplesmente mandou todos os outros quatro se virarem e olharem para o painel.

Em meio as nuvens um símbolo se formava, era uma nova caveira e dela saiam grandes asas de morcego. Agora estava entendido o motivo dos gritos, sem aquela luz especial não era possível distinguir a imagem no painel era como se ela não existisse, só ficava aparente no momento em que a luz se acendia.

Eles encerraram o show, agradecendo a todos e saíram do palco. Brian saiu correndo atrás de Julliet, mas não a encontrou em lugar algum atrás do palco.



Os meninos se dirigiram de volta ao camarim, onde já estava acontecendo uma festinha privativa com comida e — é claro – muita bebida. Matt foi de encontro a Val e a beijou calorosamente, eles sentaram-se em uma poltrona (Val no colo de Matt, óbvio) e eles ficaram trocando leves carícias e elogios. Zacky e Johnny receberam beijos de Gena e Lacey respectivamente, enquanto Jimmy e Brian conversavam. Michelle estava em um canto isolada mexendo em suas unhas.

Passado o momento de congratulações e beijos, todos começaram a encher a cara novamente, pouco tempo depois os meninos estavam visivelmente alterados e as meninas – com exceção de Michelle que não quis participar de nada – estavam quase apagando.

Ouviram-se batidas tímidas na porta e depois uma figura pequena entrou na sala num rompante, sua entrada brusca foi explicada poucos segundos depois quando McKenna entrou eufórica seguida de Arin.

– QUE FODAAAAAAAAAA! EU AMEI, VOCÊS ARRASARAM, E AQUELE EFEITO NO FINAL, FOI SURREAL!

Todos riram do escândalo que McKenna estava fazendo, mas logo a atenção foi direcionada a outra pessoa. Uma menina baixinha de longos cabelos negros que estava recostada na parede.

Brian lançou-lhe um sorriso que não foi retribuído e isso fez com que ele se sentisse... estranho. Ele fez menção de se levantar, mas foi impedido por Michelle que se jogou em seu colo e começou a agarrá-lo. É claro que Michelle se lembrava do rosto de Julliet e ao percebê-la na sala não iria deixar escapar a chance de alfinetar a menina um pouco, é claro que aquilo não era nada comparado ao que ela planejava fazer posteriormente.

Enquanto Brian tentava se desvencilhar de Michelle, que se grudava cada vez mais nele feito um carrapato, Jimmy percebeu Julliet e foi gritando até ela.

– MEU AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOR! – Ele a abraçou a levantando do chão e rodando-a.

– Fala aí seu poste!

– Como você está minha porquinha? Senti saudades!

– Também senti sua falta Jimmy. Não sabia que essa era sua banda.

– Pois bem agora já sabe, e quero você sempre em todos os shows. – Eles sorriram.

– JULLIET! – Matt veio cumprimentá-la com um abraço sufocante.

– Fala grandão.

– Gostou do show?

– Eu não assisti tudo, só a um pedaço, mas eu amei. Vocês são ótimos, já virei fã.

– Acho bom mesmo. – Disse Jimmy.

– E então vocês gostaram do meu trabalho?

– Foi você quem pintou o painel? – Perguntou Matt surpreso.

– Sim, fui eu. E então, O que acharam?

– Ficou foda! – Disseram todos na sala em coro.

– Então você já conhece todo mundo? – Perguntou Arin.

– Não, só o Jimmy, Matt, Brian e vocês dois – Ela falou apontando para McKenna e Arin.

– Então vamos às apresentações. – Falou Jimmy passando um braço à volta da cintura de Julliet e a guiando para perto das pessoas.

– Essa é a Lacey, namorada do Johnny que é esse gnomo aqui – Jimmy despenteou o moicano de Johnny que o xingou e foi para frente do espelho ajeitar as “madeixas”.

– Oi Julliet! – Ela abraçou a menina que retribuiu o gesto caloroso.

– Essa é a Val, namorada do Matt e a Gena namorada do Zacky, que é aquela rolha de poço ali. – Ele apontou para onde Zacky se encontrava atracado com uma rosquinha.

– Se fode Jimmy! – Ele ralhou com a boca cheia de doce, mal dando para compreender o que foi pronunciado.

– E essa é a Michelle.

– Julliet! – A mulher fingiu uma animação e veio abraçá-la. Julliet limitou-se a retribuir a ação fracamente e se afastar.

Michelle voltou para o colo de Brian e Julliet continuou “presa” a Jimmy. Em momento algum os olhos de Brian desgrudaram de Julliet – que mal notava o fato – e de Jimmy, tentando captar algum laço além de amizade entre eles.

– Agora que a minha guria chegou podemos continuar a festejar, mas na minha casa, onde podemos ficar mais a vontade se é que vocês me entendem. – Ele soltou uma gargalhada de trovão.


***


Chegando à casa de Jimmy, todos se espalharam pela sala, Matt e Zacky disputavam no vídeo game, as meninas conversavam Jimmy tinha ido junto a Johnny pegar as bebidas, Michelle estava praticamente pendurada no pescoço de Brian e não o soltava por nada apesar de Brian já a ter xingado e a afastado bruscamente, ela sempre voltava e não parava de lançar olhares fulminantes à Julliet, que estava – ou fingia estar – alheia ao fato.

A menina se encontrava junto de McKenna e Arin que estavam entretidos em uma conversa melosa entre um beijo e outro. Mas a menina nem se importava, por algum motivo se sentia, esmagada, destroçada, não estava muito a vontade, ainda mais com aquela loira oxigenada que não parava de encará-la.

E Brian simplesmente continuava não conseguia desgrudar o olhar da figura de Julliet. Aquela menina era como um imã, no momento a única coisa que impedia a proximidade dos dois era Michelle.

Pouco depois Jimmy e Johnny retornaram da cozinha carregando mais garrafas que conseguiam aguentar, depositaram-nas em cima da mesinha de centro e logo todos estavam sentados a volta da mesma.

– E então, o ritual de sempre? – Perguntou Jimmy olhando desafiador para cada uma das figuras sentadas a volta.

– CLAROOOOOOOOOOOO! – Gritou Matt.

–Ótimo! Quem tá dentro? – Zacky, Johnny, Brian e McKenna levantaram a mão.

–Nem pense nisso McKenna! – Brian a repreendeu.

– Ué. Não era você que queria me acostumar logo? Então, fica quieto aí e me deixa.

– Não!

– Se fode Brian! – Ela gritou, mas ao ver o misto de fúria e decepção no olhar do irmão ela desistiu de participar.

– Ér, que ritual é esse? – Perguntou Julliet.

– É uma disputa nossa, nós vamos virando as garrafas sem parar, quem aguentar mais vence e pede o que quiser, dentro dos limites do possível é claro. – Explicou Jimmy.

– Entendi, tô dentro também.

– Julliet. – Jimmy soltou uma risada de trovão – Você realmente acha que vai conseguir bater um de nós?

– Já me viu bebendo seu poste? Não fala sobre o que você não sabe. – Todos soltaram em coro um “UUUUUUIIIII”.

– Falou então porquinha. Só estava querendo te poupar.

– Sei me cuidar. – Eles riram.

E assim eles se prepararam e a disputa foi iniciada. Cada um possuía uma garrafa de vodca em mãos e a viravam diretamente do gargalo em suas gargantas num ritmo que fazia parecer que tinham passado dias em um deserto e aquela garrafa era a ultima que sobrou no mundo.

Julliet, Brian e Jimmy foram os primeiros a terminar a primeira garrafa e já iam para a segunda, Zacky desistiu no meio do caminho, pois começou a se sentir enjoado por conta da mistura exagerada de álcool e doces.

Ao terminarem a segunda garrafa, Matt saiu da disputa e Jimmy estava quase cedendo. Eles então abriram a garrafa de absinto. Cada um se serviu de uma dose e viraram, na segunda Jimmy não aguentou.

Sobrando somente Julliet e Brian que estavam sentados frente a frente. Ele a encarou por alguns instantes e percebeu que ela não aguentaria por muito mais tempo. Os copos foram reabastecidos. Brian ergueu o seu e fez um brinde no ar a Julliet e sorriu vitorioso. A menina levou a bebida aos lábios, mal havia dado o primeiro gole e largou o copo levando as mãos à cabeça e fechando os olhos com força. Estava com uma dor de cabeça insuportável.

– E BRIAN É O VENCEDOR! — Gritou Johnny.

– Como sempre. – Disse Brian.

Julliet ainda estava com as mãos na cabeça, o incomodo causado pelo excesso de álcool claramente visível. Brian suspirou e se levantou.

– Deixa que eu cuido dela. – Ele disse.

– Ah qual é Brian, aproveita que você ganhou e faz o que você quer, a Kenna cuida dela. – Disse Michelle irritada.

– É isso que eu quero, eu vou cuidar dela.

– E vai me deixar aqui? – Ela perguntou aumentando o tom de voz irritante.

– Eu já te deixei! Aceita isso e me esquece caralho.

Brian pegou Julliet com cuidado a colocando em seu ombro e a levou escada acima. Levou-a até o banheiro do quarto de hóspedes, e a colocou de roupa e tudo em baixo do jato de água frio e recostou-se na pia, olhando enquanto a menina lentamente despertava. Quando ela fechou o chuveiro, Brian lhe jogou uma toalha.

– Obrigada.

– Não foi nada demais.

– Porque fez isso?

– Não sei. – Ele deu de ombros – Você estava prestes a quase entrar em coma alcoólico ou algo do tipo, tinha que fazer algo, porque aquele povo nem tava percebendo.

– Obrigada de novo.

– Não precisa agradecer. – Brian foi até o quarto e voltou com umas roupas – São do Jimmy, mas você não deve se importar, já usou as minhas mesmo.

Eles riram. Brian saiu do banheiro para deixar ela se trocar. Algum tempo depois Julliet apareceu no quarto ainda um pouco cambaleante. Ela deitou-se na cama e tirou a pulseira que carregava e em seguida apagou. Brian antes de saiu do quarto, tomado por uma súbita curiosidade foi até o criado mudo e pegou o objeto que antes se encontrava no pulso de Julliet.

Era uma delicada corrente de prata, decorada com vários pingentes de cristal lapidados em formato de coração.

Ele sentiu uma sensação estranha e estremeceu levemente. Imagens vagas e turvas lhe passaram pela cabeça: uma menina rindo, duas crianças se abraçando e por fim ele quando era pequeno chorando.

Como em um instinto reflexo, ele largou a pulseira em cima do móvel e saiu do quarto, deixando ali uma Julliet que dormia feito pedra.


***


Julliet acordou no dia seguinte somente com uma leve tontura. Ela adorava essa característica nela: nunca ficava de ressaca.

Ela levantou e foi até o banheiro, lavou seu rosto e olhou seu reflexo no espelho, de início não viu diferença alguma, ainda estava apagada demais para notar algo, mas assim que correu seus dedos por seu cabelo, notou o que estava diferente: seu cabelo havia sido cortado.

Onde antes havia enormes fios negros que pendiam até sua cintura, agora tinha um cabelo cortado de qualquer maneira, como se houvessem passado um cortador de grama em sua cabeça. E o pior de tudo próximo a nuca o cabelo foi cortado bem rente.

A primeira reação de Julliet a principio foi querer gritar, mas depois pouco se importou. Deu de ombros e voltou para o quarto, no qual encontrou a cama infestada de fios que antes pertenciam a sua cabeça.

No meio do ninho de cabelo, ela encontrou um papel, onde várias letras cortadas de uma revista tinham sido coladas.


Isso foi só o começo. Não fique no meu caminho ou então da próxima vez a tesoura vai cortar seu lindo pescoço.

Ela ficou imaginando quem seria a pessoa que havia feito tal coisa, poderia ter sido qualquer um, não fazia a menor de ideia de quem cogitar. A menos que...

Julliet enrolou o papel bufando de raiva e guardou-o dentro da cueca – sim ela estava usando uma cueca nova de Jimmy — e saiu do quarto em direção à cozinha onde todos já se encontravam reunidos tomando café.

Assim que entrou no cômodo todos ficaram estáticos, os olhares todos voltados para ela.

A menina limitou-se a olhar todos os rostos dar de ombros e ir pegar uma torrada no prato que estava sobre a mesa.

– Que foi, parece que tão vendo um fantasma. – Ela disse dando uma mordida na torrada e sentando-se na bancada e encarando a fatia de pão tostada em sua mão.

Notas finais
E então, vão me assassinar lenta e torturantemente? Eu sei que vão kkkkkkkkkk
Então, espero que apesar de ruim o capítulo tenha agradado a algumas pessoas.
Prometo que vou fazer o próximo melhor pra compensar.
Reviews? Recomendações? Não?! Então tá né T.T
kkkkkkkkk
Beijos e até o próximo! ;*