Notas iniciais
* Desculpem a demora em postar
* Sim, o capítulo esta uma boa merda, porque eu ando muito cansada e com sono, o tempo pra escrever está menor então não estou conseguindo revisar direito, me perdoem qualquer erro ou se o capítulo tiver muito ruim.
* Obrigada a todas as minhas leitoras pelos reviews, eu adoro todos eles, vocês são o máximo! Amo cada uma de vocês *O*
* Leitoras fantasmas apareçam!!!
* Assim na minha escola semana que vem tem prova, então avisando de antemão, pode ser que daqui até o fim da outra semana demore mais que o habitual para saírem novos capítulos.
* A fic recebeu mais uma recomendação! *O* Annia minha linda muuuuito obrigada mesmo, eu A-D-O-R-E-I!Esse capítulo é dedicado a você! u.u
Espero que gostem, boa leitura! ;*

* LEIAM AS NOTINHAS, É IMPORTANTE!!! *





POV Julliet


Fui para a cozinha lavar e guardar a louça que sujei do café. Quando estava terminando de guardar tudo resolvi fazer uma jarra com algo para beber. Olhei o armário de bebidas e algumas frutas, no fim desisti e peguei uma garrafa de vodca e copos e levei para a piscina onde McKenna já estava tomando sol na beira.

– Fantasma não consegue se bronzear sabia?

– Se fode Julliet. – Eu ri.

– Até que seu irmão aceitou bem.

– Pois é, mas se não fosse por você e por seu efeito hipnotizante eu teria falado merda.

– Eu não fiz nada demais.

– Não, imagina. – McKenna disse irônica.

– O que foi?

– Você não percebeu não é mesmo?

–Percebi o que?

– Brian... Ele tá babando por você, quase caindo aos seus pés. Só que ele tá sendo discreto o que é estranho, normalmente ele já teria te agarrado.

Engoli em seco. Brian? Esse Brian? Aquele homem lindo, me querendo? Só podia ser piada. Mas ao mesmo tempo era tentador demais pensar nessa possibilidade.

– D-deixa de ser boba McKenna.

Me sentei na espreguiçadeira ao lado de McKenna e acendi um cigarro. Algum tempo depois ouvi um grito ecoar, era Brian que vinha correndo em disparada da cozinha, trajando somente uma bermuda, suas tatuagens estavam completamente expostas e agora eu podia visualizar mais algumas já que não estava usando uma camisa. A visão de seu peito nu me entorpeceu, não consegui desviar o olhar dele.

Ele ergueu McKenna do chão e se jogou dentro da piscina junto com ela. Eu comecei a rir, ainda mais quando McKenna começou a bater em Brian e o xingar de todas maneiras possíveis até a quadragésima geração dele.

– Tá rindo é? Fica animada não que você é a próxima! – Brian disse rindo, mas ao mesmo tempo com olhar malicioso, por um instante eu paralisei naquele olhar, naquele rosto. Foi o meu erro, assim que dei por mim, ele já me segurava em seus braços.

Era uma sensação tão boa, minha vontade era de encostar a cabeça entre seu ombro e pescoço, me aninhar e nunca mais sair dali. Era um momento perfeito se não fosse pela ardência que sentia em minhas pernas.

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIII! – Gritei bem alto e numa voz quase chorosa.

– O que foi? – Ele olhou para mim preocupado.

– Tá ardendo!

– O quê?

– Você... O cloro da água, entrando no machucado.

Ele me soltou desajeitado e eu ainda tomada pela dor fraquejei e quase cai no chão, se não fossem os braços de Brian a me impedirem.

– Valeu.

– Não foi nada. – Eu levantei o rosto para lançar um sorriso para ele em agradecimento, quando meu olhar cruzou com o dele eu fiquei hipnotizada novamente, por dois motivos: primeiro, havia algo nele que me atraia, além de atração física, era algo a mais. Segundo, seu rosto estava tão próximo ao meu que eu sentia sua respiração batendo em meu rosto.

Não sei se era só impressão minha,mas nossos rostos foram ficando cada vez e mais perto. Minhas suspeitas foram confirmadas quando senti seus lábios roçarem levemente nos meus. A sensação de seus lábios, mesmo que superficialmente, era inebriante. Cada vez mais eu era dominada por uma vontade de beijá-lo. Eu simplesmente não conseguia me afastar, não conseguia resistir. E então eu senti seus lábios se encostaram nos meus, senti a ponta de sua língua encontrar-se com a minha por um ínfimo instante e depois... Nada. Estávamos separados. E Por quê? Quem disse que foi porque gritaram o nome de Brian acertou.

Da cozinha estava vindo uma menina loira, meio nariguda e... feia.

– BRIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAN! – Ela gritou em uma voz super esganiçada num misto de raiva e alívio. Sinceramente, deu vontade de entrar na piscina e ficar de baixo d’água para sempre, pouco me importaria a ardência, era melhor que aquela voz.

– Que foi porra? – Ele respondeu super grosso, confesso que me assustei um pouco com o tom de voz dele.

– Fiquei preocupada meu amor, você não apareceu hoje na escola. Vim saber se estava tudo bem! – Ela se aproximou dele e rapidamente o abraçou e deu um selinho rápido nele. Senti seu olhar pousar rapidamente em mim, era frio, calculista e tinha um profundo ódio estampado nele.

– Não fui porque não tava afim de ver sua cara, agora sai daqui.

– Ai amor, isso é jeito de falar com sua bebê? – Ela começou a quase se esfregar em Brian e fazia uma voz melosa e um biquinho, ele estava sem reação, não havia movido um músculo sequer, só respondia com ignorância o que a menina dizia.

– Você não é mais nada minha!

– Claro que sou, você só surtou ontem e pelo visto as vadias já começaram a cair em cima. – Ela falou apontando pra mim como se sentisse nojo.

– Ela não é vadia, a única puta aqui é você Michelle! Agora sai da minha casa porra! – Ele a segurou pelo braço e a arrastou cozinha adentro. Ela me lançou um olhar mortal e sussurrou um "Você me paga" antes de desaparecer de meu campo de visão.

Eu estava paralisada. Ele tinha namorada? E ele tinha se aproveitado do tempo que eles estavam dando. Eu não podia acreditar nisso. O que magoava mais era o fato do namoro, mesmo que eu não tenha motivo para sentir aquilo, algo me incomodou quando percebi a verdade, eu me sentia esquisita cada vez que ela pronunciava a palavra “amor”.

Eu não aguentava mais ficar naquela casa, eu não sabia como olhar novamente pra ele depois dessa cena.

Eu entrei num rompante dentro da casa de McKenna e subi para seu quarto, tirei as roupas de Brian e as joguei porta afora no meio do corredor, vesti minhas roupas sujas mesmo do dia anterior, peguei minha mochila e saí daquela casa.

Não sei muito bem dizer o porquê, mas aquilo ficava remoendo na minha cabeça, pesando dentro de mim. O que estava acontecendo comigo? Como alguém que acabei de conhecer podia mexer tanto assim comigo? De um jeito tão diferente?



Terceira Pessoa



Julliet chegou em casa e saiu batendo as portas e largando tudo de qualquer jeito, seus pais não estavam em casa então ela não precisava conter suas vontades. Ela subiu para o seu quarto, separou uma roupa e foi tomar um banho, a menina ficou um bom tempo de baixo da água quente pensando em tudo que havia acontecido: Nela e Brian na cozinha a noite, o quase beijo deles mais cedo e da cena da descoberta de uma namorada. Ao relembrar dessa ultima cena uma pequena lágrima desceu pelo rosto de Julliet.

Ela vestiu uma calça de moletom grossa e uma camiseta branca, ela precisava esvaziar a cabeça e ela só conhecia um jeito bom para extravazar: Pintar, fumar e beber.


***


Brian enxotou a maluca da Michelle para fora de sua casa ignorando seus gritos e ameaças, ele simplesmente bateu a porta na cara dela e entrou.

Ao chegar no jardim só encontrou McKenna com seus fones no ouvido, ele chegou perto da irmã e os puxou.

– Cadê a Julliet?

– Não sei. Parei de prestar atenção quando o momento meloso de vocês começou e liguei a música pra abafar a voz da Michelle.

– Ah sim

–Não liga, ela deve estar lá no meu quarto ou sei lá.

Brian apenas assentiu com a cabeça e foi se trocar, ao passar pelo corredor encontrou um monte de roupas jogadas no chão, suas roupas, as que Julliet estava usando. Entrou no quarto de McKenna, estava vazio. Ele foi até McKenna.

– Ela foi embora, liga pra ela.

– Estou sem créditos.

– Me dá o número dela.

McKenna passou o número da amiga a Brian que lhe mandou uma mensagem, depois disso o clima amenizou e os dois voltaram a brincar na piscina como se nada tivesse acontecido.


***


Julliet comprou umas latas de tinta em uma loja de matérias que tinha próximo ao bar onde no dia seguinte seria o show, de onde estava ela conseguiu enxergar Matt, Jimmy e mais dois meninos junto a eles, ela evitou ao máximo ficar exposta, não queria que eles a vissem, não estava com cabeça para conversas nem aturar ninguém, ela precisava de um momento só dela. Assim que comprou as tintas ela voltou pra casa.

Ela olhou em volta e resolveu começar a pintar um compensado de madeira que seu pai havia arrumado para ela usar como um enorme mural. Ela levou a grande placa para seu terraço particular e a apoiou na mureta. Trouxe o resto das coisas que precisaria e gosta de ter por perto: as tintas, uma caixinha de cigarros, uma garrafa de vodca e seu celular.

Ao checar o visor viu que tinha uma nova mensagem de um número que ela não sabia a quem pertencia.


Queria te pedir desculpas pessoalmente sobre o que aconteceu hoje. Me encontra mais tarde no bar?

Brian

Ela respondeu um “não vai dar, desculpa” e deixou por isso mesmo. Bebeu bastante de sua garrafa e acendeu um cigarro e então pôs as mãos na massa.


***


Mais tarde Brian estava ensinando McKenna a tocar guitarra (pra que aulas quando se pode ter um professor de graça não é mesmo?!). Eles estavam no quarto de Brian e McKenna usava a guitarra do irmão, ele ficava sentado a sua frente só lhe indicando o que deveria fazer.

Depois de algum tempo McKenna levantou para esticar o corpo, foi até a janela do quarto do irmão, mais por hábito do que por qualquer outra coisa. E então solucionou o mistério.

– Achei a fujona! – Ela disse rindo.

– O Que?

– Julliet.

– O que tem ela.

– Está ali. – McKenna apontou para frente e Brian veio para o lado dela.

– Essa garota não faz nada além de meter a mão na tinta?

– Talvez fizesse, se certas pessoas não fossem tão lesadas e agissem para entreter, sabe Brian. – Ela disse cutucando o irmão, eles iniciaram uma lutinha/guerra de cosquinhas.

No fundo Brian estava um pouco mais feliz, de certo modo ele gostou de ter Julliet como vizinha.


***


– Julliet?

– Fala McKenna.

– Nós vamos todos no bar, não quer ir com a gente?

– Nem Kenna, eu passei a maior parte da semana lá, tô enjoada daquele lugar.

– Esse enjoo tem nome é?

– Como assim?

– Brian.

– Ah isso.

– Você ficou grilada com o lance da Michelle né?

– N-não.

– Claro que não – McKenna riu – Ahn, Julliet eu descobri que você é minha vizinha.

– Como?

– Vai pra varanda de seu quarto. – Julliet ficou um pouco confusa, como McKenna sabia disso?!

– Pronto.

– Agora Olha pro quintal da casa da frente. – Julliet encontrou uma McKenna acenando da cozinha para ela, Julliet acenou de volta e voltou a entrar no quarto.

– Legal isso, bom pra fugas rápidas.

– E não é? – Julliet ouviu a voz de Brian ao fundo – Ahn Julliet, tenho que ir. Te vejo amanhã lá no show?

– Aham. Até lá.

– Beijo.

– Até. – Julliet desligou o telefone e foi tomar um banho para dormir.

Estava pensando seriamente em não ir naquele show no dia seguinte...



MICHELLE DIBENEDETTO MORRE EM TERRIVEL ACIDENTE!!!



Agora que chamei a atenção de vocês, queria avisar que estou com uma nova fanfic sobre o Avenged, chamada Nightmare.

Quem quiser dar uma olhadinha fique a vontade. Eu vou simplismente amar ter vocês me acompanhando lá também.

Espero vocês hein?!

Beijos

Link da Fanfic: https://www.fanfiction.com.br/historia/223110/Nightmare

Notas finais
E então, mereço reviews? alguma RECOMENDAÇÃO? kkkkkkkkkk
Vão me assassinar? ~le eu corre e me tranca no armário~
Espero que tenha ficado bom, porque né... enfins.
Beijos e até o próximo meus amores!