A Lenda do Vapor
1 O início do vapor.
Notas iniciais
Era uma vez um lindo vapor, viajando por aí nesse mundo de arco-íris. Geralmente os vapores não têm muito tempo de vida, estamos certas? Mas o Vapor Pedritto era diferente! Ele sabia cantar. Ele era um cavaleiro de ouro. Ele vivia para sempre! Porém, para isso, era preciso completar uma missão a cada 100 anos, que era encontrar um objeto dado por um guardião — mas dado apenas com uma prova de poder.
E nesta estória, irá ser mostrado o quanto ele lutou por este objeto. O quanto ele agarrou a ideia de que, um dia, estaria segurando em suas mãos o lendário, raro e deslumbrante objeto, um alecrim dourado.
Ele não era solitário por ser o único vapor "vivo". Ele tinha uma amiga; Água. Ela era igual Pedritto. Vivia para sempre! Ela não ficava suja, ela não era gasta pelos humanos, ela era livre.
Citamos que eles tinham forma humana? Forma, apenas forma. Mas a sua composição, o seu modo de agir e os seus poderes o diferenciavam. E sim, eles eram invisíveis.
E juntos, a cada 100 anos, iam para a sua esperada jornada. Bem, "juntos" entre aspas! Eles iam para mundos diferentes, conquistar objetos diferentes, se comunicando apenas por um relógio-comunicador. Clichê, não? Mas acho que você gostaria de ter esse clichê. Eles tinham. Havia sido fabricado pelo gênio Dois — este não era apenas um, mas dois em um. Tente decifrar isso.
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