Notas iniciais
Yey! Eu finalmente voltei cá para o Nyah! Deuses, eu estive muito tempo fora... Eu espero atualizar minhas fics em breve... Enfim.
Espero que gostem!
Era para ser de Halloween, mas, né... :/
Foi meio inspirado na música "Gothic And Loneliness", mas farei muitas mudanças... Hm...
Boa leitura! :D

Você se recusaria a entrar na mansão caindo em pedaços?Os portões foram abertos de forma que todos percebessem, mas não havia ninguém na redondeza. Apenas uma única garota, que estava vagando sozinha na floresta.

"Maldito nevoeiro." Ela resmungava, andando no úmido e morto mato antes verde.

Sua calça jeans, com as bainhas para fazer, estavam todas encostando no chão enlameado, sujado-as, juntamento com o seu tênis. Talvez teria sido um erro ela ter deixado sua casa naquele momento, mas o simples modo de como ela era odiada estava a ser irritantemente agoniante, pois no final ela nem ao menos era ouvida, então, para quê continuar naquele lugar onde idiotas só falavam palavras sem sentido entre si?

Seus pés estavam cansados, logo, ela realmente estava mais sem vontade de andar por aquela densa floresta.

Estava de noite, seu estômago começava a reclamar da falta de proteína. "Cala a boca!" Disse para a parte de seu corpo, como se a mesma fosse responder em revolta.

Olhou para o céu, à procura de algum sinal de onde ela deveria ir, e logo viu uma brilhante luz, como se fosse a luz da lua, mas estava errada. A mesma parecia se mover a cada passo que cada, mas se mover a diferentes lados, como se mostrasse algum local onde ela deveria ir.

Sem pensar duas vezes, esfomeada, e morta de frio, seguiu-a, na esperança de encontrar algo, ou alguém para ajudar-lhe naquele momento desconfortante.

A estrela brilhava cada vez a cada passo que dava, e, sem tirar os olhos dela, caminhou, desviando de pedras sem mesmo vê-las, até o momento em que a estrela parou. Seu brilho diminui. Ela estava... Normal. Como uma alma perdida que havia achado seu local.

A garota, sem entender muito bem, desviou seus olhos da estrela e passou a reparar no local onde encontrava-se. Ainda estava na floresta, porém bem a sua frente, havia um grande portão enferrujado. Após esse portão, se encontrava um enorme caminho com flores antes coloridas ao redor, e então, uma mansão.

"Isso... Isso está abandonado..." Pensava a garota, tentando agasalha-se. "Logo... Ainda deve ter camas..." Ela olhou novamente para o local, confirmando a sua partida. Chegou perto do portão e o tocou. Estava trancado. "Droga... Porque ainda deixam essa merda assim...?!" Sacudiu-o na expectativa de romper-se com as ferrugens, mas nada. Estava sendo um desperdício de esforço. Ela encostou-se no portão, deixando cair-se lentamente na grama morta. "Que droga... Estou cansada... Abre logo!" Resmungou para si mesma.

Como se suas palavras fossem mandos mágicos, atrás de si, sentiu o enferrujado de grades se distanciarem dela, e ouviu-se um irritante barulho de metais se chocando.

Levantou-se, na expectativa de seu pensamento está certo e viu-se em frente apenas ao caminho morto de flores, e de uma pequena estrada de pedras quebradas. Ela olhou atônita e feliz ao caminho, com o pensamento que chegaria a mansão intacta e deitaria na possível empoeirada cama. Era isso, havia conseguido.

Ela andava pelo caminho de pedras lentamente, reparando nas ruínas de pedras ao lado das flores, e nas flores mortas. As ruínas poderiam ter sido algum dia uma passagem onde as pessoas andavam livremente, conversando e brincando. No meio do caminho, ela deparou-se com uma fonte que habitava água, mas que agora encontrava-se um espesso liquido vermelho. Nem a sereia de pedra estava em condições para jorrar água de sua cabaça de serpente branca. Ela desviou da ponte e prosseguiu ao fim do caminho de pedras. Parada diante à grande porta, vislumbrou a antiga mansão. Era realmente grande, como se antes alguém de nata importância acomoda-se-se aqui.

Ela pôs lentamente suas mãos na maçaneta personificada e, de imediato, a porta abriu-se, como se apenas o seu toque fosse capaz de abri-la, o que não seria possível. A porta era verdadeiramente frágil, e não havia nada trancando-a do lado de dentro, deixando que qualquer um a usufruir-se.

"Que desperdício de construção." Comentou ela, adentrando no local. Fechou a porta atrás de si, e encostou-se na mesma após, observou o local, aderindo a cada detalhe remanescente. Dando seu primeiro passo para sair de perto da porta, ouvi-se um miado.

Ela olhou novamente pelo local, e ao lado da janela quebrada, encontrava-se um gato preto, sem a perna direita. Ela o estranhou, mas continuou seu progresso. Ela aproximou-se do gato, e ele recuou. Sem desistir, aproximou-se ainda mais, e ele por fim concordou em receber o carinho da jovem.

"Você não parece ser tão selvagem assim..." Comentou, acariciando-o "Essa é a casa que usas para abrigar-te? Ela deve ser confortável..."

Após fazer com que ele a reconhecesse, o pegou no colo e subiu escada acima.

Notas finais
Espero que tenham gostado!
Comentários?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.