A Lenda da Chama Sagrada

17 Capítulo Dezessete: Laya é resgatada!


Notas iniciais
Leiam as notas finais!

Narrador

–Então o palhacinho acha que pode destruir a floresta e sair impune...? A floresta não é o seu picadeiro, pra você sair fazendo tudo o que quer! Acho que vou te ensinar alguns modos. – Ryan disse, sacando as piques.

Lire, aproveitando que Ryan distraía Zidler, deu a volta e tentou alcançar os equipamentos, mas Ortina a alcançou.

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Narrador

E novamente, Amy e Jin estavam naquela casa em meio à neve. Will emprestou roupas para os dois, dois pijamas de frio para eles.

Estavam dormindo no mesmo esquema de antes, Amy na cama e Jin no chão.

–J-jin...

–... O que foi, Amy...?-É-é que eu estava p-ensa-ando s-se o-o chão n-não é-é m-muito du-uro p-pra d-dormir... E-e c-como u-uma d-diva-a s-sempre c-cui-ida d-de s-seus f-fãs, e-então...

–Ahn, você quer que eu durma na cama. – Por estar dormindo á pouco, o ruivo demorou a entender. – Q-quer q-que e-eu s-suba n-na-a c-cama?!

Amy acenou positivamente com a cabeça.

Para o azar – ou sorte – da rosada, as pedras de granizo começaram a cair novamente. Sem querer, Amy deixou escapar um gemido de medo, acordando Jin.

–Amy...? O que foi?

–A-a-as p-edra-as... Jin-n, a-as pe-edra-as...

–As pedras não vão pegar em você, Amy... – Jin disse, porém Amy não escutou, tamanho o medo que tomava conta de si. Uma pequena lágrima começava a se formar nos cantos dos olhos da rosada.

Ao ver aquela pequena lágrima começar a descer pelo rosto de Amy, Jin a tomou em seus braços, encostando suas bochechas, esmagando a pequena lágrima.

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Narrador

–Você é amada e tem sorte por isso. Estou com raiva, por quê ninguém me ama assim? – Disse a azulada, fechando o acesso às teclas do piano e virando-se para Mari, mirando-a com suas orbes âmbar.

–Diga nosso desafio e não lhe incomodaremos mais. – Mari

A azulada soltou uma rajada de vento em direção à Mari, que teria a cortado ao meio, se Sieghart não interceptasse o golpe com a lâmina.

–Uma batalha? Ótimo, estava com vontade de matar alguma coisa... Não se preocupe, você serve.

A azulada continuou a mandar rajadas, até que Mari usou sua marreta e montou uma base nv.2, e a transformou num canhão que lançava bombas em grupos de três em direção à azulada, cujo nome ainda não sabiam.

–O que a gente fez pra você? Nem seu nome sabemos ainda! – Sieghart

–Não te interessa. – A azulada formou uma bola de ar com as mãos (N/A: RASENGAAAAN!!), lançando-a em direção a Sieghart, mandando junto várias outras, mas três balas de canhão a atingiram...

Ou pelo menos assim se esperava.

Quando a fumaça se dissipou, a azulada estranha estava intacta.

–Mas... Como?

–Mesmo tendo defendido meus golpes ainda não percebeu...? Mas é muito burro. – Ela preparou mais uma das esferas de ar, mas a manteve em sua mão esquerda, exibindo-a a Sieghart. A esfera levitava, num contínuo movimento de sobe-desce. – Imortais: por serem tal, são burros e prepotentes. – Ela bateu na própria testa. – Eu controlo o ar, seu idiota. E já que vão morrer aqui, deixarei que saibam meu nome. Setsuna. – disse, dando um sorriso malicioso.

–Se eu sou Imortal, como eu irei morrer?

–Pode não saber, mas eu e minhas amigas, e um amigo meu também, somos capazes de matar Imortais, se não, logicamente, o Desafio perderia a graça.

–Amigos...? – Mari

–Sim, amigos. Ou vocês acham que são apenas os dois que estão passando pelo Desafio? Haha~ Falando nisso, sua tataratataratataraneta deve sem bem forte, para estar até agora viva... Mas, ela está presa junto com aquele albino mestiço. Ah, que lindo! Os elfos vieram resgata-los. Se eles estão lá, significa que eles passaram pela Ma-chan... Com certeza ela facilitou, e muito! Mas vamos ao que interessa...

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Sebastian

Finalmente havíamos chegado àquela sala, onde estava o corpo de Laya. O corpo diminuto da Senhora do Desafio Água estava deitado sobre um grande altar de pedra. Assim que pus meu pé dentro da sala, bolhas de ar envolveram nossas cabeças, dando-nos suporte de respiração.

Assim, o holograma surgiu diante de nós.

–Guerreiros, vocês conseguiram! Me resgataram! Peguem a pedra de onde o holograma sai, e coloquem em cima do meu coração, por favor. — Ela disse, e em seguida, o holograma se dissipou. Eu peguei a pedra citada. A pedra era branca, brilhante, e tinha o inscrito de Bal-sama nela.

Coloquei a pedra sobre o corpo de Laya, que brilhou intensamente. Logo depois, ela nos agradecia.

–Muito obrigada, Grand Chase, e Sebby!

–Que seja, vamos logo com isso. — Dio

E lá estava a próxima porta. A porta era amarelada, com um escudo pentagonal nela. Tentamos fazê-la vir conosco, porém ela disse que apenas atrapalharia, visto que não tinha pernas e dependeria de alguém que a carregasse.

Entramos.

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Holy

Aquela batalha estava difícil.

Astaroth, um homem malvado que quer dominar o mundo, enviou hordas e mais hordas inteiras de monstros para atacar o Reino da Luz e pegar a Bíblia da Revelação, mesmo que seja preciso massacrar todo o Reino e matar até mesmo o Papa Constantino.

Quando, finalmente, algo que não eram apenas subordinados saiu daquele portal. Os generais daquelas hordas de monstros: Vairne e Drall. Enquanto meus colegas do Reino da Luz concentraram-se em Drall, por este ser maior, eu me concentrei em Vairne.

Ele rapidamente notou minha presença, começando a atirar bolas negras que se moviam rapidamente em minha direção. Eu desviei e coloquei símbolos DoT em meu redor, caso elas fossem teleguiadas.

–Olha, tem alguém que se recusa a morrer... — Ele disse, com a voz carregada de escárnio.

–Pare, por favor! Se parar antes de matar alguém, os deuses o perdoarão! – Disse, tentando-o convencer.

–Tsc, tsc. Morra com seus deuses, garota! – Ele se abaixou e concentrou magia no solo. Quando se ergueu, agradeci aos deuses por ter sido treinada tão arduamente. Ele criou várias explosões de energia que vieram de cima. Algumas delas me perseguiram, mas eu coloquei símbolos DoT para impedir que me machucassem.

Avancei contra ele. Tentei dar uma martelada lateral em seu corpo, porém, como ele era um Mestre Assassino mais poderoso, desviou facilmente. Rodei o martelo horizontalmente ao redor do meu corpo, caso ele decidisse atacar por trás.

–Golpe Poderoso! – Tentei atingi-lo com o martelo, porém ele escapou, saltando para trás.

Num movimento rápido, ele veio às minhas costas, e com suas garras, arranhou no formato de “x”. Caí ao chão, com minhas costas sangrando. Minhas mãos estavam doendo, pela força com que eu segurava o martelo, mas isso não impediu que o martelo fosse retirado delas por Vairne.

–Crianças não devem andar com coisas perigosas. – Terminou, jogando o martelo para longe.

Reuni meus últimos suspiros para dizer aquela pequena palavra...

–Benção.

O Geass dos deuses me envolveu. Senti meu corpo, antes pesado, ficar mais leve, me senti capaz de fazer qualquer coisa. Logo depois, Vairne já estava avançando contra mim novamente, porém...

–DESISTA! Martelo Demolidor! – E o mandei em direção a Drall, jogando os dois para longe. Logo depois, desmaiei, pois o Geass dos deuses era forte demais.

Acordei logo depois, no Hospital do Reino da Luz. Uma das enfermeiras, percebendo que eu acordara, me chamou.

–Holy-chan, você acordou!

–Hnm...? – Logo depois, reconheci-a. Asuka, uma aprendiza de enfermeira que salvei em uma missão da Ordem dos Paladinos da Luz. – Asuka-chan?

Alguns dias depois, o corte nas minhas costas e os demais machucados havia cicatrizado, porém, fiquei com a cicatriz nas costas.

Notas finais
Sim, gente, eu demorei QUATRO MESES pra postar essa droguinha de cap.

Eu ia fazer com 2,500 palavras para recompensar, mas ocorreram alguns contra-tempos...

Boa notícia? A fic está longe de terminar!

Espero que perdoem essa autora desavergonhada. x.x'
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.