A Lenda De Um Imprinting.
2 Capítulo 2 - Acontecimentos.
Notas iniciais
Meninas eu percebi que muitas ficaram perdidas no primeiro capitulo, o que é normal, pois eu mudei toda a história kkkk Eu só peço que viajem comigo, eu explicarei tudo em todos os capitulos.
Obrigada a todas que me mandaram comentários, eu amei todos :D e para as fantasminhas de plantão! Eu não mordo kkk Apareçam!!
Beijinhos...
Bora ler?
Boa Leitura!!!
Capitulo 2 – Acontecimentos.
Ataquei a vampira dilacerando o seu corpo gélido de mármore em pedaços, sentindo o seu corpo petrificado se desfazendo entre os meus dentes. A raiva havia tomado conta de meu corpo, um desejo por vingança crescia dentro de mim. A raiva, o ódio natural que eu sentia contra os vampiros nojentos havia aumentado quando eu a perdi. Ela não era mais minha, para dizer a verdade nunca foi de fato. Mas eu tinha chance, se aquele sanguessuga nojento não a tivesse roubado de meus braços.
Ainda sentindo a raiva, o instinto natural de vingança em meu ser, não satisfeito, eu corri em direção ao vampiro loiro de cabelos cacheados que Sam e o resto da matilha tentavam pegar.
“Esse sanguessuga é meu” – Pensei em bom tom, soltando um rosnado agudo de minha garganta.
Corria em direção ao vampiro que corria desesperado após ver a sua companheira virar cinzas e se ele tivesse um coração batendo em seu peito, este mesmo estaria completamente descompassado de medo. Quando por fim nós conseguimos cerca-lo eu conseguia ver medo em seus olhos vermelhos, porém o espanto, o medo vidente em seus olhos me fez crer que ele não sabia sobre a nossa existência, que ele nunca havia ouvido falar sobre as lendas verídicas dos lobos quileutes. Ele era um recém-criado, não tinha duvida disso. Um rosnado agudo de raiva arranhou minha garganta e correndo como o vento eu e os outros lobos o atacamos dilacerando todo o seu corpo petrificado que virou cinzas em segundos.
“Legal! Nós os matamos.” – Seth pensou alegre comemorando nossa vitória.
“Mas esses não são os últimos” – Pensei com raiva. – “Sempre existirão mais sanguessugas como esses. Vamos embora!” – Ordenei.
Corria em direção à praia de La Push enquanto todos me seguiam calados ouvindo os pensamentos que gritavam sem controle em minha cabeça. Eu já não sabia controlar meus pensamentos. Eu vaguei por muito tempo sem compartilha-los com ninguém, pensando de maneira gritante e angustiante até que Sam se transformou. Quando Sam se transformou eu tentei esconder meus pensamentos, mas após anos nenhum de nós dois conseguia mais esconder a dor profunda que existia dentro de nós. Sam e eu havíamos visto pessoas morrerem, nossos familiares sumirem um a um. Mas as mortes e as piores batalhas que eu havia enfrentado nenhum dos lobos da minha nova matilha haviam presenciado...
Em 1931, quando os Estados Unidos estava preocupado com a Grande Depressão de 1929 e tentando estabelecer um New Deal, eu e minha antiga matilha junto com o meu povo enfrentávamos uma grande batalha contra os sanguessugas. Um exercito de recém-criados invadiu Forks e La Push para dizimar todo o povo quileute. Eles foram criados para matar todos os descendentes dos lobos, para acabarem com toda a nossa raça, com os seus inimigos naturais. Foram muitas brigas, batalhas, estávamos todos em desespero vivenciando a nossa própria guerra. Dias de escuridão haviam se apoderado sobre La Push, noites intermináveis regadas a mortes, tristeza e sofrimento. Nós os guerreiros quileutes, lutamos até o fim contra os sanguessugas malditos enquanto nosso povo derramava lagrimas por aqueles que não conseguimos salvar dos ataques dos vampiros e ficamos de luto, pois perdemos um de nossos lobos na guerra. Bill Cody de apenas 16 anos, um de meus lobos, morreu tentando salvar a sua impressão dos sanguessugas. Uma morte que eu carregava em minhas costas, um vazio que eu não conseguia tampar...
Um uivado de dor saiu arranhando minha garganta, e se eu pudesse chorar na minha forma de lobo eu choraria com as lembranças ruins que se apoderavam de minha mente. Aquele ano foi um dos piores para mim, eu havia fracassado com a minha tribo, com os meus lobos e como um alpha. Nada do que eu fizesse tiraria aquela lembrança de meus pensamentos, o meu povo morrendo diante de meus olhos. Meu coração sangrava sobre as feridas abertas que não cicatrizavam dentro de mim, e quando eu por fim percebi que estava compartilhando toda a minha dor com os outros lobos eu corri mais rápido na intensão de que aquilo me livrasse deles, mas eu sabia que não adiantaria. Eu queria ficar sozinho, sentir o vento gelado bater em meu rosto atravessando os meus pelos com fúria, não queria compartilhar as minhas dores com eles, não aquelas.
“Jake..." – Leah.
“Vão todos para a tribo, nos encontraremos ao anoitecer na praia.” – Falei em pensamento.
“Mas Jacob...” – Questionou Jared.
“Vão logo!” – Ordenei.
Observei-os indo embora e antes de pegar o caminho para casa, examinei toda a floresta para ver se não tinha mais sanguessugas rodando na área.
Depois de fazer a ronda fui para a casa, precisava pesar para colocar meus pensamentos no lugar e tomar um banho relaxante para tirar o odor horroroso dos sanguessugas de meu corpo. Tomei um banho o que me relaxou e sentei-me no sofá olhando tudo ao meu redor sentindo o silencio gritante dos cômodos vazios. Eu estava há muito tempo sozinho, mas não havia ainda me acostumado com a solidão. Olhando tudo ao meu redor eu ainda conseguia ver a casa antiga de madeira e meu pai Billy sentado em sua cadeira de rodas. Tudo havia mudado, os tempos haviam mudado e a velha casinha de madeira já não existia mais. Com o dinheiro que eu juntei durante esse tempo e com a reabertura da oficina que eu tinha que fechar de tempos em tempos para as pessoas não perceberem que os anos passavam e eu não envelhecia, eu reformei a casa de madeira vermelha de meu pai a deixando maior e mais confortável. Porém havia feito aquilo para me distrair, a vida de um lobo nem sempre é emocionante... Nós lobos não conseguimos evoluir muito profissionalmente, não podemos trabalhar, porque como explicaríamos as saídas para a ronda? Não podemos viajar e nem nos afastarmos muito da tribo, nunca se sabe quando um clã de vampiros pode aparecer, então temos que estar preparados a todo o momento... Esse era o preço que se pagava por ser um quileute com os genes de lobo ativo. Mas tínhamos as nossas vantagens, poderíamos ser donos dos nossos próprios negócios, sermos livres mesmo trancafiados, sermos selvagens, andar por quatro patas e sentir o vento gelado bater em nosso rosto, não precisávamos de muita roupa, isso sem falar que podíamos matar vampiros... Eu amava o que eu era; um lobo, só não gostava das consequências que ser um transformo nos trazia.
Sem que eu percebesse acabei cochilando no sofá, e quando acordei, levantei-me e caminhei até a janela olhando para o céu, observando a noite cair lentamente manchando em tons escuros as nuvens vermelhas. O crepúsculo estava se esvaindo e daqui a pouco eu iria ter a reunião com a matilha. Eu precisava conversar com eles sobre a tribo. Havia chegado a hora de contar todas as histórias para eles.
Fiz algo para eu comer, um macarrão a minha moda e coloquei uma roupa, pois ainda estava somente de toalha. Vesti uma bermuda, coloquei uma blusa preta, tênis e sai pegando minha moto preta, indo em direção à praia.
– Até que enfim brother! – Escutei a voz de Seth, assim que cheguei à praia.
–Estão todos aqui? – Perguntei serio olhando para ver se estavam todos. – Onde está Embry? – Perguntei a todos.
– Estou aqui. – Respondeu atrás de mim. – Desculpa o atraso. – Assenti com a cabeça.
–Jacob, por que você nos chamou aqui hoje? – Leah perguntou.
– Nós iremos dobrar as rondas. – Falei.
– Mas Jak...
–Nós não correremos o mesmo risco que corremos hoje. – Continuei. – A tribo acima de tudo tem que estar protegida. Aqueles vampiros que apareceram hoje, eles não estão sozinhos, com certeza não estão. – Falei.
– Como você sabe disso? Se eles estavam com mais vampiros? – Jared perguntou.
– Eles eram recém-criados. E os recém-criados nunca estão sozinhos. – Falei com dor e raiva.
– Recém-criados? – Perguntou Seth.
– São vampiros novos, geralmente criados como soldados para acabarem com alguma raça. Eles são mais fortes do que os vampiros normais, pois o sangue humano ainda corre por suas veias. Eu já lutei contra exércitos deles e não quero lutar de novo. – Falei lembrando-me novamente da guerra de 1931. – Eu só quero que fiquem atentos, acabou a brincadeira, nós estamos lidando com a vida e a morte. – Falei olhando para eles, e vendo medo em seus olhos. – Agora vão para as suas casas, amanhã eu quero ver todos na oficina para as escalas, eu e Sam vamos fazer a ultima ronda da noite. – Ordenei.
Sam e eu observávamos os outros irem para as suas casas enquanto íamos andando de vagar na direção da floresta. Quando estávamos bem perto da floresta, eu fui para trás de uma arvore, enquanto Sam foi para outra para tirarmos a nossa roupa. Tiramos as roupas e nos transformamos, correndo entre a mata escura, iluminada somente com a luz da lua.
“Jacob, você acha que isso seja possível?” – Sam perguntou em pensamento.
“Eu não sei, mas não irei perder mais nenhum lobo!” – Grunhi. – “Dessa vez se acontecer, eu irei estar preparado”.
Notas finais
Será que outra guerra está para começar??
~Curiosa!~
Comentários??! Mandem!!! Recomendações?? Amaria :D
Beijinhos amores...
Até o próximo capitulo...
Obs: Eu fiz um grupo no face, para as minhas leitoras, está no meu perfil. ENTREM!!!
By: Milleyd ♥
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