A Lei Do Casamento.

24 Mais um acidente de poções. 1/2


Notas iniciais
Oi lindas!
Segue mais um capítulo...
Desculpe o erros, ele não foi betado.
Ah! Antes que eu me esqueça esse capítulo é especialmente para Juliana Snape que fez uma linda indicação para essa fic. Obrigada Juliana Snape!!!
Vamos à história...

Pov Severo.

Teria sido muito melhor se eu não tivesse pensado duramente sobre o que eu tinha feito com Granger. Então a coisa toda não teria acontecido, Granger não teria feito à coisa monumentalmente estúpida que tinha feito, (me forçando a fazer algo igualmente estúpido), e o menino Longbottom não teria sido transformado em uma menina de forma permanente.

Mas, então, a outra coisa com Granger não teria acontecido, e essa parte foi muito bom. Realmente, realmente muito bom. Então, talvez, apenas talvez, as coisas funcionaram da maneira que deveria. Em um tipo completamente ridículo de sorte que só um membro do trio de ouro poderia realizar.

Surpreendentemente, eu poderia viver com isso.


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— Analisamos os testes. Elisabeth Blackwell disse reunindo os papeis em suas mãos ao mesmo tempo em que limpava a garganta.

Senhorita Blackwell, tinha recebido as melhores notas de uma escola mágica privada na Bélgica e teve um dos melhores curandeiros do mundo mágico como tutor. Suas credenciais eram exemplares. Eu tinha pesquisado e pedido especialmente para que ela supervisionasse o meu teste.

Ela tinha a reputação de ser bastante rígida com sua equipe, repetindo os testes a exaustão até não deixar nenhuma maldição de fora.

Já que eu estava sendo forçado a passar com um curandeiro devido ao recente incidente no qual eu denominei efeito Longbottom eu certamente poderia escolher quem iria realizar os meus exames.

— E? indaguei.

Mais pigarro.

— Nós encontramos um dano residual nos nervos devido a exposição excessiva a maldição Cruciatus. Gostaria de recomendar uma terapia física e algumas doses de poções para reparação neural.

Uma pausa.

— O incidente de poção de rejuvenescimento, no qual lhe transformou em uma criança já não se encontra em seu sistema e não causou nenhum dano físico ou com o seu núcleo mágico. Infelizmente as mudanças feitas pela poção anterior como bem sabe são irreversível.

— E a maldição de que eu falei?

Blackwell, pareceu ficar ansiosa, folheando os papeis em suas mãos.

— Sobre isso... Será que você poderia responder algumas perguntas?

— Você é bastante criteriosa em seu trabalho, não é mesmo? Eu sabia que tinha feito uma boa escolha.

Suas bochechas ficaram levemente coradas e seus olhos se abaixaram por um instante antes de voltar a se focar em mim.

-Você poderia me dizer um pouco mais sobre seu relacionamento com a senhorita Granger?

— Não posso dizer que temos exatamente um relacionamento...

— Eu achei que tinha me dito que iriam se casar. interrompeu confusa.

-Eu sei exatamente o que eu disse. retruquei, antes de abrandar minha raiva ao ser interrompido. Devido a essa nova lei do Ministério...

— Ah! exclamou com os olhos azuis luzindo em compreensão, me fazendo subitamente desconfortável. — Essa nova lei tem deixado muitos assistentes e bruxas que sequer eram cogitados juntos a estar caminhando para o enlace do matrimonio e a lei explica o fato de você considerar desposar uma aluna.

— O que está insinuando?

— Eu não estou insinuando nada. Eu só estou tentando determinar as circunstancia que manifestou a... Humm... A maldição que você disse estar sobe efeito. Eu preciso saber o que causou ela e pelo que relatou tudo tem haver com a senhorita Granger. justificou.

— Acredito então que suas perguntas sejam pertinentes. ponderei. — O que quer saber?

— A senhorita Granger já fantasiava em se casar com seu professor de poções antes que a lei foi decretada?

— Meu interesse limitado no funcionamento da mente dos adolescentes termina na porta da minha sala de aula, senhorita Blackwell. respondi repressivamente.

— Claro, eu não estava sugerindo nada. Foi apenas curiosidade. Desculpe minha indiscrição. pausa. Como você descreveria a senhorita Granger antes... ela parecia em uma perda.

— Por que eu tenho a impressão que você está muito mais interessado na senhorita Granger do que em mim?

— Não é nada disso. Eu só... Ele vai me ajudar a entender os resultados de seus exames se eu souber exatamente como você se sente em relação à Senhorita Granger e o que... Humm... O que o envolvimento de ambos tem afetado em todo o episodio. justificou.

— Muito bem. Como aluna ela estava sempre irritantemente levantando a mão, fazendo perguntas e respondendo perguntas, mesmo quando não solicitado. Por bastante tempo tentei ignorá-la, mas em algum momento percebi que era inútil resistir. Ela sempre foi difícil de ignorar.

Senhorita Blackwell deu uma risadinha. Eu não consegui entender o motivo de graça.

— Uh... Desculpe, por favor, continue. O que aconteceu naquela manhã? Algo incomum?

— Eu realmente não sei por que isso é importante. Já lhe disse o que ocorreu, o que há mais para saber?

— Satisfaça-me, por favor.

Suspirei exasperado.

— Tudo bem. Não, nada fora do comum. Senhorita Blackwell arqueou a sobrancelha. — É uma escola de magia, dois ou três incidentes são inevitáveis. Enfim. Senhorita Granger chegou pontualmente em sala de aula, com o decorrer da aula ergueu a mão para suas perguntas irritantes. Eu ainda não sei por que ela ainda se dá o trabalho, não é como se todos os outros alunos não soubessem que ela uma sabe-tudo que gosta de esbanjar seu conhecimento. Ela sempre está discutindo comigo sobre as aulas, o modo que eu trato os demais alunos, politica escolar, sobre se precisamos ou não precisamos de biscoitos com o chá... Merlin, ela não se cala nunca. Ela realmente tem a audácia de acreditar que ganha os argumentos.

Blackwell limpou a garganta.

— Você disse para eu dizer tudo. Eu estou dizendo tudo, então você vai ter que esperar eu chegar no ponto crucial da história.

— Claro professor Snape.

— Como eu estava dizendo antes de ser rudemente interrompido, foi uma aula como qualquer outra. Os alunos estavam preparando suas poções. A senhorita Granger estava sorrateiramente passando instruções para Longbottom, mesmo quando eu disse a ela para não fazê-lo. Mas como sempre minhas palavras caíram em ouvidos surdos. Como se não bastasse os sorrisinhos que ela fica dando a Potter e Wesley.

— Parece que você não gosta deles.

— O que há para gostar? E eu não entendo o porquê de tantos abraços entre eles. E eu disse isso a ela. Sabe o que ela fez? Apenas sorriu. Eu disse coisas desagradáveis sobre sua interação com seus amigos e ela só ficou lá sorrindo para mim. Eu estou falando, a convivência com esses dois idiotas está afetando seu cérebro.

— Amigos se abraçam.

Estreitei meus olhos me perguntando se as credenciais de Blackwell não tinham sido compradas no fim das contas.

Respirei fundo tentando reinar em meu temperamento.

— Que tipo de poção eles estavam trabalhando? ela mudou de tópico.

— Uma simples poção Polissuco. respondi. — O fato é que Longbottom como sempre é incapaz de seguir recomendações e instruções simples.

E pensar que eu tinha que ensinar o menino. Resisti em gemer e enterrar minha cabeça entre minhas mãos, enquanto as lembranças inundavam minha mente.

Notas finais
Lembrando que esse capítulo foi dividido em duas partes... Desculpe por isso, mas tive alta do hospital ontem e não tive tempo de digitar todo o capítulo, mas não quis deixa-las esperando muito. Assim que possível eu posto a segunda parte...
Reviews???
Beijos.
Josi.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.