A Italiana
3 Infernirzar- te
No dia seguinte Andréa havia recebido uma carta, com o endereço de uma mansão antiga que tinha ali por perto. Na carta estava escrito as seguintes palavras:
“Você me achou, agora é hora de cumprir minha profecia, você sabe bem não é? Um deve cair pela mão do outro...” Assinado, seu assassino preferido.
Ao ler aquilo Andréa sentiu um terror avassalador, começou a tremer, estava quase sufocando. Quando Corey bateu na porta, ela nem consiga se mover, então ele ao perceber que ela estava lá dentro, empurrou a porta até arrombá-la, ao entrar na casa de Andréa viu ela sentada no canto da sala, com a mão no pescoço tentando respirar, tremendo, suando frio e com a carta do assassino na mão.
Corey: — Andréa! O que foi? – mas ela não dizia nada, não conseguia. – O que é isto? – Pegou a carta da mão dela e leu – Andréa... Não... – Pegou ela no colo e deitou- a na cama, depois de alguns minutos ela voltou ao normal...
Andréa: — Corey!!!
Corey: — Estou aqui, se acalme... – disse abrando- a – Agora me diz quem te mandou essa carta?
Andréa: — Foi... Foi o assassino do meu pai...– disse ela começando a chorar
Corey: — Seu pai foi assassinado??
Andréa: — Sim... Sim... E eu vim para a América atrás desse maldito assassino! Descobri tudo sobre ele nesses últimos anos, mas... Mas... Ele também descobriu tudo sobre mim!
Corey: — Como??
Andréa: — Esses dias eu descobri que o meu ‘informante’ era um maldito mercenário, duas caras que trabalhava para mim e para o assassino de meu pai concomitantemente!
Corey: — Que coisa terrível! Mas Andréa, por que seu pai foi assassinado?
Andréa: — Meu pai era um poderoso magnata, muito rico, dono de vários monopólios, naturalmente tinha inimigos... Mas esse homem... Esse homem desprezível... Ele trabalhava para meu pai, era o assassino de aluguel dele, mas parece que o poder e dinheiro do meu pai subiram a cabeça desse matador de aluguel, ele matou meu pai a fim de ficar com todo dinheiro dele, um ato não pensado, é claro que ele não conseguiu um centavo do meu pai.
Corey: — Mas então? O que ele quer?
Andréa: — Ele quer dinheiro, paz e segurança, eu quero justiça. Só que não vai ser tão fácil assim, para ambas as partes. Pois eu sou a única herdeira do meu pai, eu não tenho irmãos, nem mãe, ela morreu há muito tempo devido a uma doença, mas o caso é que não perdi cinco anos da minha vida para deixar que esse demônio continue vivo e tente me infernizar, intimidar. – dizendo isso ela se levantou da cama e secou as lagrimas.
Corey: — Entendo... O que pensa em fazer?
Andréa: — abriu a gaveta da cômoda que tinha em seu quarto – Eu vou suprimir a existência dele.
Corey: — Andréa... Você não vai se meter com um assassino de verdade, não é?
Andréa: — Bom, tecnicamente eu já me meti, ou você não leu a carta que ele me mandou?
Corey: — Sim, mas isso é muito perigoso!
Andréa: — Corey, eu tenho um plano, mas preciso de sua ajuda...
Corey: — O que quer que eu faça?
Andréa: — Apenas me acompanhe até a antiga mansão... Eu tenho um plano, e se tudo der certo apenas um ira cair e o outro não terá culpa de sangue.
Corey: — E você vai agora?
Andréa: — Não... Preciso de umas horas para me acalmar... Encontre-me na esquina da rua da mansão. Ok?
Corey: — Certo. – Beijou Andréa e foi embora.
Andréa se preparou para ir confrontar o assassino, preparou dois revolveres, mas carregou somente um. Corey não foi armado. O assassino já espera Andréa, pois aquela carta que ele a enviara soou como um claro convite, uma declaração de que ele já estava pronto.
Quando Corey e Andréa chegaram à mansão, Andréa deu a Corey um dos dois revolveres que ela levara... Entraram na casa, estava tudo tão sombrio... Quando ouviram a voz dele, sim, a voz do assassino...
E agora? O que vai acontecer com Andréa e Corey? Qual o nome do assassino?
Não perca o próximo capitulo!
Continua!
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