A Irmãzinha

35 Capítulo Trinta e quatro


Notas iniciais
Feliz ano novo minhas queridas irmãzinhas :)) Ahh um capítulo bem doce para iniciar o ano com o pé direito. Eu espero que vocês gostem bastante viu? Boa leitura!

Abri meus olhos e sorri.

Edward estava dormindo com o rosto bem perto do meu, deitado em meu travesseiro e seu corpo tão emaranhado no meu que parecíamos um só.

Eu fiquei ali olhando para ele — tão lindo e sereno enquanto dormia — me lembrando das muitas vezes que dormimos juntos, desde crianças e até bem pouco antes de entrarmos para a vida religiosa e eu sempre esperava ele dormir para ficar olhando para seu rosto quase que a noite inteira, decorando cada linha, cada traço e rindo baixinho das caretas que ele fazia durante o sono, rezando e desejando muito que um dia ele pudesse ser meu.

E hoje ele é — eu ri de alegria — Edward agora é meu. Meu marido.

Passei as mãos pelos seus cabelos macios e bagunçados acariciando devagar para não acordá-lo. Mas mesmo assim ele se mexeu, estreitando ainda mais seu abraço me puxando para si.

A boca dele estava me chamando desde que abri os olhos e agora que estava tão perto eu não pude me conter e beijei seus lábios, em honra os milhares e milhares de vezes que eu gostaria de ter feito isso e não fiz.

Apenas uma vez não foi suficiente e então meus lábios tocaram os dele uma, duas, três... Várias vezes até que Edward sorriu juntando ainda mais nossos corpos, para que pudesse aprofundar o beijo. Sua língua invadiu minha boca e tocou a minha que dançaram em conjunto, até que precisamos de ar.

–Opa... Não era para você acordar — eu disse ofegante tão logo nossas bocas se separaram o fazendo rir.

–Eu não me importo nenhum pouco. Eu jamais acordei de um jeito tão gostoso...

–É mesmo? — eu sussurrei encostando novamente meus lábios aos dele.

–É sim — ele sussurrou também — Além de estar ao lado da pessoa que mais amo no mundo, é muito bom estar assim juntinho, com a boca na dela... Hmm... Não ha mais nada que eu possa querer.

–Mais nada? Tem certeza?

–Bem já que você colocou assim, eu consigo pensar em algumas coisas que eu posso querer... Principalmente com você.

–Eu imagino no que está pensando e eu quero tudo isso também, mas agora não podemos — eu disse aceitando os beijos que ele distribuía em meu pescoço.

–Por que não?

–Eu quero ir ver a Molly e acredito que já dormimos demais... — resmungando, Edward levantou a cabeça e olhou para o relógio se jogando de volta na cama logo em seguida.

–Está bem cedo ainda. Você está com essa sensação por que estava dormindo há catorze horas.

–É mesmo? — perguntei com o cenho franzido e Edward riu.

–A gente se cansou bastante na noite passada e você está grávida. É normal que durma bem.

–Sim, mas catorze horas é demais.

–Não faz mal, poderemos repor todas as horas que você dormiu — ele me deu um beijo rápido e mordeu meu lábio inferior suspirando.

–Você dormiu tanto quanto eu...

–Na verdade, eu só dormi até essa hora por que passei boa parte da noite lendo o presente que Alice deixou para gente — ele abriu um sorriso enorme.

–O que foi que ela nos deu? — perguntei desconfiada e ele esticou o braço pegando um livro no criado mudo e estendeu para mim — Ai meu Deus, eu não acredito que ela fez isso! — exclamei corando e Edward riu.

–Eu jamais poderia imaginar que haveria um livro que ensina varias maneiras de fazer sexo.

–É difícil de acreditar, mas é verdade. O Kama Sutra existe a centenas de anos — Edward me olhou impressionado tirando ele da minha mão.

–De onde é que você conhecia esse livro?

–Alice me falou muito sobre ele na noite anterior ao nosso casamento, você não tem ideia do quanto. Ela até me descreveu algumas posições, dando sua opinião sobre elas e algumas dicas para deixá-las ainda melhores.

–Essa minha irmã não tem jeito — ele disse rindo — junto ao livro ela deixou um bilhete que dizia: Essa é a nova bíblia de vocês aproveitem e divirtam-se. E sabe o que eu acho?

–O que? — perguntei contagiada pelo sorriso dele.

–Que devemos seguir o conselho dela e tentar fazer essa aqui — Edward abriu o livro sorrindo animadamente — o que você acha? Parece ser bem gostoso...

–Eu vou adorar querido, mas não agora... Nós precisamos ir.

–Ir onde?

–Ver a Molly.

–Ainda está muito cedo para isso, termos muito tempo ainda.

–Eu sei, mas Edward eu não estou me aguentando de vontade de ver a minha menina, de falar com ela, por favor.

–Tudo bem — ele suspirou — mas depois você não me escapa...

–Eu não quero escapar — eu dei um beijo em seu biquinho emburrado e me levantei — agora vamos quanto mais rápido a gente for, mais rápido poderemos voltar...

Sai do quarto e fui para o banheiro e assim que liguei o chuveiro Edward veio para me acompanhar. Tomamos um longo e delicioso banho depois de fazer amor debaixo do chuveiro, depois juntos e nos secamos e vestimos para sair.

Durante todo o caminho, Edward foi me contando tudo o que fez para conseguir adotar nossa filha, como providenciou todas as coisas, num primeiro momento em segredo e depois, quando voltamos para casa contou com a ajuda de seus pais, irmãos e até da minha mãe. Todos ajudando para que Molly se tornasse nossa.

Foi assim que rapidamente chegamos ao orfanato.

–Senhor e senhora Cullen — A senhora Clarke nos saudou sorridente quando a encontramos em seu escritório — como anda a vida de casados?

–Estamos indo muito bem graças a Deus — Edward disse todo orgulhoso quando ela disse meu nome — apenas ansiosos para levar nossa menina para casa.

–Falta bem pouco agora que os papeis estão prontos e assinados. Logo logo vão poder levar a filha de vocês.

–É o que nós mais queremos senhora, pode acreditar.

–Desde que Molly chegou aqui, ela e sua esposa se deram muito bem, e durante dias, era a única que a fazia comer, dormir, enfim, que a fazia viver — ela disse sorrindo para mim — foi com ela que a menina voltou a falar e sempre se deram muito bem. Tudo só se intensificou quando veio para cá e se uniu a elas. Não existe em lugar nenhum um lar melhor para essa menina do que com vocês dois, isso eu garanto, qualquer um poderá ver.

–É o que eu espero também. Estou um pouco nervosa com as visitas da assistente social...

–Não fique. É muito tranquilo. Ela só irá para constatar se o que foi declarado é verdade, vai dar tudo certo — ela e Edward começaram a conversar sobre os detalhes, mas a conversa foi perdendo o sentido para mim e a cada minuto eu olhava em volta ansiosa.

Eu suspirei.

Por mais que eu gostasse de falar com a senhora Clarke, hoje eu não estava muito no clima, já que tudo o que eu queria de verdade era ver minha menina. Eu comecei a me mexer impaciente, percebendo isso Edward riu e disse:

–Será que podemos falar com Molly agora?

–Sim, é claro. Eu vou buscá-la, fiquem a vontade, por favor — assim que ela saiu Edward me abraçou.

–Acalme-se Bella, vamos vê-la daqui a pouquinho.

Eu assenti me deixando ser abraçada, incapaz de dizer alguma coisa. Ela demorou uma eternidade para voltar e a cada segundo meu coração batia ainda mais desesperado, louco para ver a minha menina, minha filha.

E quando de repente a vimos chegar, correndo como um pequeno furacão em nossa direção eu paralisei no lugar e todos os nossos momentos juntas vieram a minha mente e só de imaginar que ficaremos juntas para sempre, eu comecei a chorar copiosamente, sem conseguir me conter.

Edward me deu um beijo na testa e foi ao encontro da nossa menina, um pouco afastado de mim.

–Oi querida — ele disse depois de um longo abraço e olhou para ela analisando suas roupas — por que você ainda está com o vestido que usou no casamento?

–É que eu fico muito maravilhosa com ele e não queria tirar — e ainda chorando eu ri junto com Edward e me aproximei um pouco para poder ouvir melhor.

–Você fica maravilhosa de qualquer jeito — Edward disse com carinho — e além do mais, esse vestido não é seu, precisamos devolver para a loja.

–Eu sei, a Alice me disse, mas eu não queria tirar e ela falou que eu poderia ficar com ele dois dias, mas que eu tinha que ser muito cuidadosa e me comportar como uma princesa.

–E você está sendo cuidadosa? — ela assentiu freneticamente.

–Eu estou sim, ele nem está sujo olha — ela abril os braços para que Edward examinasse, mas logo voltou as mãos para esconder uma mancha — opa...

–Ah é? Então o que é isso? — ele perguntou rindo.

–Foi só um acidente pequenininho, quase nem dá para ver, e se você não contar ela nunca vai saber. É um segredo nosso.

–Tudo bem, eu não vou contar — ele riu segurando a mão dela — e por falar em segredo, eu contei o nosso para a Bella — Molly olhou para mim, parecendo me ver pela primeira vez e franziu o cenho.

–E ela não gostou?

–Gostou sim, ela está muito feliz.

–Então por que ela está chorando?

–É justamente por isso. As pessoas também choram quando estão muito felizes.

–Ah bom — ela soltou da mão dele e veio em minha direção. Eu me abaixei, ficando a sua altura e Molly se aproximou limpando minhas lágrimas — eu não gosto que você chore Bella, mesmo que esteja feliz.

–Tudo bem — eu disse com a voz embargada e sorri — não vou chorar mais — Molly sorriu de volta por um instante antes de ficar séria novamente.

–Vocês não vieram pegar o vestido de mim né? Alice disse que podia ficar até amanhã e que ela viria buscar... Eu ainda não quero tirar ele.

–Você pode ficar com vestido mais um pouquinho, hoje nós não viemos para isso.

–Então eu vou para casa com vocês? — ela riu pulando no lugar — Vamos passear?

–Hoje não querida — Edward disse — nós viemos conversar um pouquinho com você tudo bem? — Ela assentiu e segurou a mão que ele oferecia. Edward olhou para mim e estendeu a outra mão e juntos fomos devagar para debaixo da árvore que passávamos as nossas tardes antigamente.

Era até engraçado ver a Molly caminhando com aquele vestido, ela andava devagar tomando cuidado com cada passo que dava para que nenhum outro acidente ocorresse.

Quando chegamos ao nosso lugar favorito Edward e eu sentamos no chão encostados no tronco da arvore e ele tirou o casaco para que Molly se sentasse sem sujar o vestido, de frente para nós, atenta.

–O que vocês vieram falar? — perguntou ansiosa — A ultima vez que vocês vieram para falar comigo foi para falar que não iam voltar aqui. Vocês não vão embora não é?

–Não querida — Edward disse — Hoje nós viemos falar sobre o nosso segredo que, já não é mais segredo por que agora a Bella sabe — ele segurou minha mão sorrindo para mim — eu contei a ela.

–Que coisa feia — Molly disse com as mãos na cintura parecendo indignada — eu quase contei um monte de vezes, mas eu me segurei por que você disse que não podia...

–Não poderíamos esconder isso para sempre, se era uma surpresa para ela, alguma hora Bella teria que saber...

–Mas eu queria ter contado.

–Eu contei, mas podemos fazer de conta que ela não sabe de nada, não é?

–Sim. E você pode me dizer que grande segredo é esse senhorita Molly? – pedi me mostrando curiosidade e ela olhou para o Edward sorrindo, pedindo permissão.

–Vamos querida, conte a Bella o nosso segredo — ela olhou para suas mãozinhas por um instante e depois para mim.

–Edward me disse que gostaria que nós fossemos uma família: você, ele e eu — ela parou um pouquinho olhando para a minha barriga com a cabeça inclinada, pensando — e agora o bebê que está em sua barriga também né? — ela olhou para Edward que assentiu — Ele disse que ia tentar com todas as forças, para conseguir com que eu pudesse ir morar com vocês para sempre.

–E durante todo esse tempo você não me contou nada não é? — eu disse fazendo cócegas nela, tentando cumprir a minha promessa de não chorar — e eu estava louca, desesperada pensando em um jeito de trazer você para mim enquanto você e o Edward tramavam pelas minhas costas...

–Ele não me contou o que ia fazer e mesmo assim eu não poderia te contar nada — ela disse me afastando entre gargalhadas — mas eu queria tanto, tanto, tanto que desse certo que pedi para você rezar comigo. Deus vai nos ajudar não é Bella?

Eu olhei para Edward que assentiu para mim sorrindo e eu suspirei.

–Acho que vamos ter que rezar outra vez, mas agora é para agradecer querida, por que ele já nos ajudou — eu suspirei olhando em seu rostinho — Edward conseguiu e em poucos dias vamos poder te levar para casa e então vamos ser uma família de verdade.

–Então quer dizer que agora o Edward é o meu papai? Meu papai de verdade? — ela perguntou rindo e pulando no lugar.

–Sim... Eu sou o seu pai querida — Edward respondeu cheio de orgulho e Molly gargalhou.

–Ah que bom, que bom! Eu tenho um papai, um papai lindo, o papai mais lindo desse mundo! — ela cantava entre risadas que era uma delicia de ver e nos contagiava — eu posso te dar um abração?

–Quantos você quiser — Edward abriu os braços e ela se jogou neles rindo de alegria.

Era uma linda cena e eu inevitavelmente deixei minhas lagrimas caírem livremente emocionada demais para me conter e acabei soluçando quando eles se separam e isso atraiu a atenção de Molly que pulou para meus braços para secar minhas lagrimas.

–Mamãe não chora, por favor... Disse que não ia chorar mais lembra? — aquelas palavras me fizeram paralisar, meu coração batendo muito, muito forte no peito quase me deixando sem ar.

–O que você disse? — perguntei ofegante.

–Que não precisa ficar triste só por que eu abracei o papai primeiro, eu já ia te abraçar também — ela esticou os bracinhos e me abraçou.

Olhei por cima dos ombros dela e encontrei Edward tão surpreso e tão maravilhado quanto eu e em meio a lagrimas eu ri.

–Eu ouvi direito? Você me chamou de mamãe? — Molly se afastou olhando para baixo parecendo envergonhada e assentiu.

–Eu não podia? É que eu pensei que como o Edward é meu papai você seria a minha mamãe... — ela falou baixinho segurando minha mão — eu gosto muito de você por que desde que a vovó foi pro céu, só você cuidou de mim e me contava historias, e brincava comigo como as mamães das historinhas fazem...

–Oh querida — eu disse trazendo de volta para os meus braços — é assim como eu me sinto também. Você é a minha filha, minha filhinha adorada... Eu te amo tanto, tanto, tanto!

–Então eu posso te chamar de mamãe?

–É claro que sim meu amor, você deve — eu disse rindo — eu sou a sua mamãe e o Edward é o seu papai. É assim que você deve nos chamar de agora em diante...

–Por que nós finalmente somos uma família completa agora — Edward disse se juntando a nós em um abraço.

–Eu nem acredito que agora eu tenho um papai, uma mamãe e um irmãozinho... — Molly disse animada olhando para mim e eu ri tentando parar de chorar.

–E não é só isso, você também tem duas vovós, dois vovôs...

–Dois tios e uma tia louca — Edward completou.

–Eu tenho?

–Sim, a partir de hoje é Tio Emmett, tio Jasper, Tia Alice, vovó Esme, Vovó Renée, vovô Carlisle e vovô Charlie.

–Toda a família de vocês? — ela perguntou maravilhada.

–Agora é toda a sua família também meu amor.

–Eu tenho uma família bem grande agora? — ela me perguntou sorrindo e eu assenti — estou tão feliz mamãe, tão, tão feliz!

–Nós também estamos querida, estamos muito felizes por ter você em nossa família.

.

–Eu queria ir embora com você mamãe — Molly me pediu quando chegamos ao portão e inevitavelmente eu sorri ao ouvi-la me chamar daquele jeito.

Passamos quase que o dia todo com ela a ouvindo dizer papai e mamãe no fim de todas as frases, mas nem eu ou Edward nos cansávamos disso, ficávamos emocionados e felizes todas as vezes que ela se dirigia a nós assim e estávamos mais que ansiosos para ouvir todos os dias.

–Também queria que você fosse conosco, mas em poucos dias você vai poder ir. A senhora Clarke disse que só temos que passar por algumas visitas para que a Assistente Social veja que temos condições de receber você e então poderá ir.

–Eu espero que seja logo, eu quero muito ir para casa com você e o papai.

–Vai ser logo meu anjo — Edward disse beijando a testa dela — e quando menos esperar vamos estar todos juntos em casa. Até lá seja boazinha e devolva o vestido para tia Alice amanhã sem mais acidentes tudo bem?

–Eu vou tentar — ela disse envergonhada olhando para a nova mancha no vestido — quando vocês vão voltar?

–Logo querida, por que na semana que vem eu vou voltar a trabalhar e então a mamãe vem pegar você para ficar com ela. Enquanto isso se despeça de todo mundo, brinque em todos os seu lugares favoritos e desenterre todos os seus tesouros do quintal.

–Tá bom — ela disse rindo.

–Que Deus te abençoe filha, nós amamos muito você.

–E eu amo muito você papai, e você também mamãe — ela passou os bracinhos em volta do meu pescoço e do de Edward distribuindo muitos beijos aos dois.

E mesmo antes de me afastar, eu fui ficando com o coração apertadinho de ter que deixar minha filha ali, sendo que o lugar dela era em minha casa, ao meu lado. Mas eu precisava ser forte, falta só um pouquinho para que ela seja nossa para sempre.

Eu fui acenando para ela, até já não dava mais para ver seus bracinhos acenando freneticamente do portão. E então eu me deitei no ombro de Edward suspirando.

–Tudo bem querida?

–Eu estou sim, aliviada por ter falado com ela, mas ao mesmo tempo triste por ter que deixá-la.

–É apenas por poucos dias meu amor — ele disse segurando minha mão para me tranquilizar — somos os pais daquela garotinha maravilhosa, ninguém vai poder afastá-la do papai e da mamãe — ele riu e eu o acompanhei.

–Eu estava me preparando para ouvir essas palavras somente daqui a alguns anos, quando o nosso bebê começasse a falar, que ouvir Molly se referir a nós dessa maneira me pegou completamente desprevenida, foi incrível, emocionante.

–Mesmo eu que sabia que ela seria nossa, não imaginei que ela nos chamaria assim tão rápido. Normalmente leva meses, ou até anos para que uma criança se acostume com os novos pais e os chame assim.

–Nossa ligação com ela é profunda demais, tanto que já somos uma família a muito tempo, só estamos regularizando as coisas, colocando os pingos nos is, para não ter erros, ou duvidas — suspirei vendo ele parar o carro diante a nossa casa — já vencemos todos os obstáculos para isso, agora nosso único inimigo é o tempo que está contra nós parecendo voltar ao invés de seguir adiante.

–Mas isso é fácil de resolver — Edward disse e desceu do carro correndo para a minha porta e a abrindo para mim — vamos para o nosso quarto que eu vou fazer com que o tempo passe bem rapidinho — eu sorri aceitando a mão que ele oferecia, disposta a me perder nele e esquecer de tudo, por enquanto.

Notas finais
E ai? Vão me contar o que acharam? Por favor, digam eu adoro saber kkkkkk Com esse ano que vem chegando quero agradecer a cada uma acompanha, que comenta ou que é fantasma, que me acompanha desde Luz Camera e Tesão e que ainda vai ficar comigo quando a irmazinha acabar e Perdendo a Linha estiver por ai, por que eu sinceramente espero passar mais alguns anos com vocês. Obrigada pelo carinho de sempre, e que esse ano seja cheio de paz alegria e muitas historias. Que Deus abençoe, tudo de bom! Mil beijos e até semana que vem.