A Irmãzinha
20 Capítulo Dezenove
Notas iniciais
Voces ainda estão bem furiosas com o Edward né? Eu nao culpo voces, os fins justificam os meios ;)
Quero dedicar esse capitulo a minha querida Garota Problema que usou lindas palavras para recomendar a história. Muito obrigada querida, eu adorei, de verdade!
Então vamos ao capitulo de hoje.
Espero que gostem.
Boa leitura!
Caminhei devagar e desanimada pelos corredores compridos do convento, segurando o terço de Edward com a mesma força com que eu segurava as minhas lagrimas, lagrimas de decepção por estar aqui outra vez quando imaginei que estaria para sempre ao lado do meu amor.
Ter entendido seus motivos – e os motivos por trás dos motivos – não me livrava da falta que ele me faz, mesmo depois de penas cinco minutos longe, afinal que eu mais queria era estar com ele seja em algum canto conversando, beijando, fazendo amor, escutando suas brigas com Alice, as brincadeiras com o Emmett, suas reclamações, ou até mesmo sem fazer nada, em silencio. A única coisa que eu precisava era estar com ele apenas... Juntos.
Respirei fundo quando eu parei em frente a minha porta para só então entrar no quarto onde eu encontrei uma Rosalie tentando secar o rosto banhado em lagrimas. Ela olhou para mim e eu pude perceber seu nariz vermelho, assim como os olhos úmidos.
-Você está bem? – perguntei depois de terminar a minha avaliação. Ela me deu um sorriso fraco e suspirou.
-Sim, eu estou bem. Só não achei que fosse tão difícil voltar depois de passar dez dias com os Cullen – eu ri.
-Eu já sabia disso. É muito fácil se apegar a eles. Eu ia te avisar, mas eu sou suspeita demais para falar. Eles são como uma extensão da minha família, outra mãe, outro pai, mais um irmãozao e uma irmãzinha... Sem falar é claro do Edward que é...
-Como se fosse um pedaço de você – ela completou – eu vi isso durante esses dias. A união de vocês, a forma carinhosa como se tratam e vi também como todo mundo apoia isso e da a maior força para que fique juntos, dando apoio quando ele sai bem cedinho pra ver você ou você dorme com ele...
-No começo foi bem difícil, os Cullen eram novos na cidade e meu pai não gostava de me ver para cima e para baixo com um menino ainda mais sendo desconhecido. Mas logo viram que a nossa amizade era especial, pura. Quando contamos que queríamos seguir a vida religiosa ai sim que tudo ficou como está hoje, nossos pais confiam em nós.
-Eu percebi, mas vou ser sincera, se eu não te conhecesse, se não tivesse escutado a historia de vocês, eu teria realmente pensado que vocês são alguma espécie de alma gêmea ou coisa assim.
-É o que todo mundo pensa – dei de ombros sorrindo sem graça e me aproximei devagar me sentando ao lado dela – agora para de me enrolar e me conta por que é que você está assim tão pra baixo, tão chorosa. Só não me diga que vai sentir falta do tempero da Esme que eu não vou acreditar – eu ri e ela me acompanhou.
-É... Eu acho que você sabe que não, apesar da comida dela ser muito boa – ela riu de novo olhando constrangida para seus dedos entrelaçados em seu colo e eu esperei pacientemente em silencio que ela dissesse algo o que não demorou a acontecer – mas eu vou morrer de saudades do Emm.
-Verdade? – Sussurrei e ela assentiu sem dizer nada. Depois de alguns instantes voltei a insistir – A ultima vez que falamos sobre ele você estava tão relutante em aceitar a amizade dele. O que mudou?
-Eu pensei no que me disse, alem de já ter observado bastante ele aquela altura e percebi que você tinha razão, Emmett é mesmo um bom homem. Tão divertido e carinhoso e brincalhão e alegre e... Bonito. Quer dizer... Todos eles são – ela emendou envergonhada e eu sorri.
-São mesmo não é? Esme e Carlisle são lindos e tem filhos maravilhosos. Mas você não precisa se preocupar por que se eu conheço o Emm ele não vai deixar você sentir saudades por que vai vir ver você em breve pode apostar. Ele gosta muito de você.
-Sim, eu sei.
-Sabe?
-Ontem nós ficamos na sala de TV para ver aquele filme que Alice disse querer ver, mas nem apareceu, lembra?
-Claro.
-Quando o filme acabou Emmett disse que tinha uma coisa importante para me dizer. Ele disse que estava muito feliz por eu ser amiga dele e por eu ter deixado que ele se aproximasse de mim.
-Ele ficou mesmo radiante quando você se aproximou dele, mas do que estaria se tivesse ganhado sozinho o maior premio da loteria.
-Sabe que eu não fiz isso por mal não é? Sabe que eu queria ter sido amiga dele desde o começo, mas eu simplesmente não conseguia. Eu me senti tão mal por ter feito isso a ele, por tê-lo afastado por tanto tempo.
-Eu tenho certeza que ele se esqueceu de tudo assim que você sorriu para ele pela primeira vez, Rose.
-Ontem eu tentei contar a ele o porquê de eu ter me afastado, mas ele disse que não queria saber e a única coisa que importava é que agora éramos amigos e ele me pediu para que nunca mais me afastasse.
-E o que mais?
-Foi só isso.
-Tem certeza, você ficou tanto tempo com ele lá dentro que eu pensei que...
-Ontem não aconteceu mais nada. Eu fiquei muito constrangida com o rumo da conversa e não conseguia responder mais nada do que ele falava até que ele desistiu e perguntou se eu queria ir para junto do resto da família e eu fui. E hoje, quando ele veio nos trazer, quando você e o Edward desceram do carro, ele pediu que eu esperasse um pouco, por que ele tinha mais uma coisa para falar comigo.
-E o que ele queria?
-Bella, ele disse que está apaixonado por mim – eu ofeguei e ela assentiu sorrindo ao limpar outra lagrima fujona – falou que se apaixonou na primeira vez que me viu quando veio buscar você e o Edward no primeiro ano e que desde aquele dia não parou mais de pensar em mim.
-Eu percebi mesmo que ele parecia estranho naquele dia, ficou tão quieto e estranho, me enchendo de perguntas sobre você e a sua vocação. Agora eu entendo o por que. O que mais ele disse?
-Que não queria que eu voltasse e que se eu pedisse ele faria qualquer coisa por mim, para ficar comigo – eu sorri apertando suas mãos.
-Rose isso é maravilhoso. Mas depois disso tudo por que você está aqui? Por que você não foi embora com ele?
-Eu não sei... Eu acho que gosto dele também, mas eu fiquei apavorada. O ultimo homem que disse que me amava acabou com a minha vida.
-Rose... Você mesma disse que confiava nele, você viu que o Emm é um bom homem. Você não deveria ter hesitado, nem deveria ter descido daquele carro.
-É complicado – as lagrimas desciam com mais frequência pelo seu rosto e logo ela estava chorando copiosamente – principalmente pela minha atual situação. Eu sou uma noviça agora, não posso simplesmente me envolver com um homem. Bella é pecado você sabe disso.
-Sim, eu sei – falei baixinho e abracei minha amiga querida – apenas se lembre de que você não está aqui por que a sua vocação falou mais alto. Você está aqui procurando uma paz que já encontrou, vai atrás da sua felicidade agora que a paz vai junto, seja onde for. Deus quer apenas que sejamos felizes, não importa como. Se for o Emmett que vai te fazer feliz, não hesite.
-Eu gosto dele, mas eu não sei se deixaria a segurança e a paz que tenho aqui. E se o meu pai me encontra e se ele me leva de volta para aquele monstro? Bella eu prefiro ficar aqui.
-Você é quem escolhe o que quer para a sua vida e eu não vou interferir, quero apenas que você pense bem minha amiga e siga o seu coração. O Emm te faria muito feliz e te protegeria de tudo, de todos aposto tudo o que eu tenho nisso. Pense minha amiga, pense em você, no que é melhor para a sua vida para a sua felicidade. É com ela que você deve se preocupar em primeiro lugar.
-Obrigada Bella, por tudo – eu a abracei outra vez enquanto ela chorava, mas alguns instantes depois escutamos uma batidinha de leve na porta.
-Oi meninas – irmã Carmem colocou a cabeça para dentro do quarto e entrou depois de avaliar a nossa situação por um momento. Ela sentou na cama sorrindo com condescendência – às vezes é bem difícil voltar não é? – perguntou com carinho e Rose fez que sim com a cabeça – no começo eu chorava por dias de saudade da minha mãe, da minha família, principalmente quando eu voltava das férias- seu olhar ficou perdido enquanto ela via algo em seu passado, mas voltou a olhar para nós e continuou.
-Eu me lembro bem dessa época, mas todo mundo é assim, logo logo você vai estar bem de novo, é questão de pouco tempo. Quando essas crises aparecerem lembre-se do quanto você é feliz aqui, da beleza dessa entrega que estamos fazendo, uma entrega de corpo a alma a Deus, dando as nossas vidas para ajudar a quem precisa e seguir os ensinamentos de Jesus. Pense no amor que trouxe você aqui que tudo mais é esquecido, que o resto fica lá longe. Em breve a família vai visitar, e pode telefonar a qualquer hora, então não tem motivos para choro e tristeza.
Rose secava os últimos vestígios de lagrimas do seu rosto enquanto eu remoia as palavras da Carmem em minha cabeça. Foi por amor que eu entrei aqui, um amor diferente do que ela sentia, mas ainda assim tão sincero e tão incondicional como o dela e se foi por amor que ela continuou e seguiu em frente, sei que também posso fazer isso.
Eu sei que Edward me ama e sinto que depois de tudo o que passamos ele não vai conseguir ficar longe, da mesma maneira que eu não consigo e pode parecer loucura, mas eu sinto que o nosso amor ainda vai vencer por que ele é mais forte do que tudo o que eu já senti.
-Você tem toda a razão, obrigada Carmem.
-Não por isso querida, tudo vai ficar bem certo? – Ela assentiu e sorriu – Ótimo, agora venham comigo que está na hora do retiro, sei que é a primeira vez de vocês e tenho que avisar que a irmã Irina não gosta de atrasos e ela já está prestes a começar, vão bem depressa.
Seguimos a irmã Carmem até o jardim dos fundos do convento, onde todas as outras irmãs já estavam reunidas, sentadas em bancos espalhados em volta de uma cadeira confortável onde a irmã Irina estava sentada com todo o seu mau humor.
-Acho que ela ainda não começou – Carmem sussurrou para nós – sentem-se antes que ela brigue – ela ia se afastando por onde chegamos e eu a chamei.
-Você não vai ficar?
-Não. Eu vou receber as novas aspirantes e ficar com elas, à noite eu volto. Agora vão – Rose e eu avançamos em silencio e nos acomodamos bem na hora que a irmã iniciava a oração.
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As horas passavam lentamente e eu gostaria de fazer algo distrair um pouco a minha mente ou que eu não tivesse tanto tempo para pensar e refletir, como estou tendo.
Desde que chegamos, estamos fazendo um retiro espiritual, para o desligamento do mundo exterior, deixando o resto do mundo lá de fora e nos concentrarmos outra vez em nossa total entrega a Jesus. Todas as irmãs estão cada uma em seu canto, meditando a palavra e rezando, no mais absoluto silencio, totalmente concentradas.
Era o que eu deveria estar fazendo também, mas eu não conseguia me concentrar em nada que não fosse o Edward.
Parece que faz meses que eu estava de volta, que eu estava longe dele e não apenas alguns poucos dias. Com o terço que ele me deu nas mãos apertando firmemente cada conta, eu pensava em todos os momentos que passamos em todos os beijos rápidos que trocamos escondidos, em todas as madrugadas juntos e em cada vez que fizemos amor.
De cinco em cinco minutos eu olho para o relógio e fico imaginando o que nós dois poderíamos estar fazendo àquela hora, não importando o que fosse desde que estivéssemos juntos e então eu apertei com mais força o terço em minhas mãos, me sentindo unida a ele. Por mais que parecesse estranho, o simples fato de tê-lo comigo era mesmo como se estivesse com o Edward, de algum modo louco, ele estava ali comigo, eu podia sentir e acho que era apenas por isso que estava aguentando firme tudo aquilo.
Domingo à noite, recebemos a visita do padre Laurent que celebrou uma missa para nós encerrando o retiro e iniciando o novo ano de trabalho. Após a missa fizemos uma reunião designando as funções de cada uma. Eu consegui ficar no orfanato, dirigindo o trabalho com as aspirantes o que eu já vinha fazendo desde o dia dos meus votos.
No dia seguinte, depois de quase uma semana de regresso eu finalmente pude ir para o orfanato e quando cheguei, me sentindo muito bem e animada por pelo menos ter um lado bom em meio a todo o drama da minha vida. Vou ficar sem o Edward, mas pelo menos eu tenho a Molly. Sorri imaginando o enorme sorriso que ela daria a me ver, provavelmente tão grande quanto meu.
A Sra. Clarke veio nos receber no portão e a maioria das meninas estava com ela, já fazendo festa por conhecer as novas aspirantes e saudando as antigas. Depois de toda a recepção a Sra. Clarke finalmente pode se aproximar de mim:
-Irmã Isabella que bom te ver. Todas nós já estávamos morrendo de saudade, como você mesma pode perceber não é meninas? – elas começaram a gritar que sim e eu ri me sentindo acolhida ali.
-Eu também estava morrendo de saudades de todas.
– Três de nossas meninas ganharam um lar no fim do ano queriam muito se despedir de você. Foi uma choradeira só, mas eu prometi que daria o recado – Olhei em volta procurando mais uma vez entre os rostinhos que me cercavam e não encontrei o qual eu mais ansiava – Vamos crianças, vamos para dentro, está muito frio aqui fora – elas correram para dentro e eu segui alcançando a Sra. Clarke.
-Quem foi adotada? – perguntei sem conseguir desfazer o nó da minha garganta, a voz embargada e os olhos cheios de lagrimas.
-Foram as menorzinhas Kate, Maggie e a...
-Sra. Clarke, por favor, venha comigo – uma das auxiliares interrompeu – é a Emily outra vez, a febre voltou e ela parece muito mal.
-Oh meu Deus! Vamos, vamos logo. Irmã eu nem preciso dizer a você que fique a vontade não é? Eu volto assim que der – ela gritou por cima do ombro enquanto ia apressada para ver a menina, preocupada com ela. Eu nem me dei ao trabalho de responder e sai apressada pelos corredores procurando pela minha menina.
Eu sei que era egoísmo da minha parte, que ela merecia ter uma família que amasse e cuidasse dela e que por mais que ela fosse querida nesse orfanato, ela merecia uma família, mas a possibilidade de não ter mais a Molly comigo estava me deixando atordoada.
Chorando eu passei a correr chamando seu nome e procurando em cada cantinho, em todos os quartos, no pátio, na cozinha e nada. Molly não estava em lugar nenhum. Eu tinha medo de perguntar para alguém e ouvir com todas as letras que ela não estava mais ali que eu a tinha perdido.
Eu precisava dela, precisava sentir seu calor em meus braços, da sua voz doce, o riso contagiante. Eu precisava vê-la crescer e me assegurar que sempre estivesse feliz, sempre estivesse bem. Mas agora ela não está aqui, como eu vou cuidar dela? Minha menina, minha Molly. O que eu vou fazer sem ela?
Então entrei no quarto que a Sra. Clarke deixava para mim quando eu dormia aqui, o único lugar que eu tinha para poder me acalmar um pouco. Joguei-me na cama chorando copiosamente com o rosto nos travesseiros para abafar o barulho.
De repente eu senti a cama se afundando um pouco ao meu lado e imaginei que fosse alguém que me viu entrar e me recriminei por não ter trancado a porta. Funguei um pouco me preparando para ver quem estava ali e tentar dar uma explicação para esse rompante quando eu sinto uma mão afagar minha cabeça sobre o véu.
Esse gesto só me fez chorar mais ainda e eu desisti de tentar falar com quem quer que estivesse ali, apenas chorei tentando aliviar meu coração.
-Bella não chora não, por favor – eu me levantei depressa ao ouvir a voz eu tanto ansiava – não gosto de ver você triste – Molly me olhava com os olhinhos cheios de lagrimas e sem pensar duas vezes eu a puxei para mim e a abracei com toda a minha força sem pensar em mais nada, a não ser em aplacar a saudade que eu sentia.
-Oh Meu Deus você está aqui, você está aqui eu nem acredito. Molly, eu fiquei com tanto medo de não te ver nunca mais, tanto medo meu amor. Deixa eu te ver querida.
Eu me afastei apenas o suficiente para olhar seu rostinho preocupado os olhos atentos me observando. Ela esticou a mãozinha limpando as lagrimas de meus olhos com o cenho franzido.
-Não precisa ficar triste, eu devolvo a sua boneca se você quiser.
-Não meu bem, eu não quero a boneca, ela é sua.
-Então por que você voltou? Você não disse que não ia mais vir, que não era mais freira?
-Aconteceram muitas coisas comigo, mas o que importa é que eu estou de volta para ficar com você – ela sorriu, exatamente o enorme sorriso que eu estava esperando.
-Então você não vai mais embora?
-Eu vou ficar um tempão com você ainda meu bem, vamos brincar e se divertir muito, todos os dias.
-Que bom! Eu amo você Bella, senti tanta saudade – ela me abraçou apertando com força e eu ri.
-Eu também te amo querida, te amo para sempre – olhei para ela reparando que ainda estava de pijamas – você acordou e veio para cá? Alias o que estava fazendo aqui, eu fiquei te procurando feito uma doida.
-Você está brava? A tia Siobhan me deixou ficar aqui até você voltar eu dormi na sua cama todos os dias, eu e a Bella.
-Eu não fiquei brava, estou feliz por que você dormiu aqui. Você e a Bella – falei olhando para a boneca – mas agora Dona Molly, vamos tomar café da manhã?
Nós seguimos para a cozinha, vazia a essa altura da manhã. As meninas mais velhas estavam na escola e as menores divididas em varias atividades com as aspirantes, as irmãs que trabalhavam aqui e mais alguns voluntários, vários rapazes que eu nunca tinha visto por aqui.
Enquanto ela comia me contava tudo o que eu tinha perdido, cada brincadeira que tinha feito e tudo o que tinha aprontado.
-No dia que você foi embora a gente colocou uma arvore bem enorme na sala cheiinha de luzes e enfeites tão bonitos.
-A arvore de natal?
-É essa mesmo. Eu queria que você visse.
-Por que não me conta como era?
-Ta bom. Tinha uma estrela bem lá em cima e umas bolinhas coloridas, só que o mais legal de tudo foi o que aconteceu na manhã seguinte – ela gesticulava, contando com os olhos arregalados de empolgação e eu entrei na dela.
-O que aconteceu? – respondi no mesmo tom.
-O papai papel deixou um monte de presente em baixo dela. E tinha um até para mim. Bella por que você está rindo? – ela franziu o cenho me encarando.
-Quem você disse que deixou presentes?
-O papai papel. Você não sabe quem ele é?
-Não. Conta para mim.
-Não fica triste, eu também não sabia, mas eu vou tentar explicar para você tá? – Eu assenti e ela continuou – Ele é um velhinho com uma barba bem comprida que traz presente para todo mundo que se comportou bem.
-Eu acho que esse é o papai Noel – uma voz veio de trás de nós e Molly e eu olhamos para ver quem era, apesar de que eu reconheceria aquela voz de qualquer lugar. Edward estava encostado no batente da porta sorrindo para nós.
-Edward? – Chamei confusa e ele deu alguns passos para dentro – o que você está fazendo aqui?
Notas finais
O que o Edward está fazendo no orfanato? Só na terça que vem hehe *--*
Vejo voces aqui então? vamos descobrir?
Garota Problema obrigada mais uma vez!
E um obrigada especial a todas que deixam seus comentarios, as que estão de greve, as que brigam comigo, as que me elogiam, as que querem bater no Edward e dar uma sacudida na Bella, as fantasminhas que eu nao faço ideia do que estão achando e novas leitoras que estão chegando. Obrigada por estarem aqui.
Té terça!
Beeeijos
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