Notas iniciais
Olá, meninas. Tudo bem? Espero que sim. Butterfly obrigada pelas palavras e também confesso que assim como você e certamente, a maioria das meninas que acompanham a fic, eu também ansiava pra chegar à esse capítulo. Da mesma forma, como também eu receava a chegada aqui, pois sinceramente não me considero nada boa em capítulos hots apesar de já ter escrito alguns ao longo desse tempo que escrevi fics. Mas devo admitir que capítulos assim não são nada o meu forte. Tenho complexo de perfeição e pra mim nunca tá bom esse tipo de capítulo, quando escrevo. Invejo quem consegue escrever bem esses capítulos. Mas me esforcei nesse e acho até que me saí bem dessa vez. Fazendo figa aqui pra vocês gostarem do que escrevi. Tá leve, fofo e romântico. Pelo menos, eu acho. Vamos ver se vocês vão achar o mesmo.

—Você tá tremendo. — Sara comentou tão logo sua boca se afastou da minha, pondo fim ao nosso beijo que fora inciado por ela.

Realmente, eu estava tremendo um pouco. Era nervoso. Seria a primeira vez que estaria com uma garota daquela maneira íntima. E não era qualquer garota, era à Sara... A hóspede insuportável que virou minha namorada. E se não bastasse isso, ainda tinha também o fato de ser a primeira vez dela. Nervoso duplo. Triplo, talvez.

—Tem certeza de que quer fazer...

—Certeza absoluta. — Segurando seus rosto entre minhas mãos, eu me apressei em responder sua pergunta. _Eu só tô um pouco nervoso. — Contei sem jeito.

—Eu diria que você não tá só "um pouco" nervoso e sim, "bem" nervoso, quatro olhos.

Ela sorriu e eu também.

—Fica calmo. Vai dar tudo certo na nossa primeira vez. Pelo menos, eu acho. — Senti seus braços cercarem minha cintura.

Ela tentando me acalmar e me passar confiança, é a coisa mais linda.

—Geralmente, são os caras que tentam tranquilizar as garotas nesses momentos, dizendo essas coisas.

—Bom... Mas você é o mais visivelmente nervoso de nós dois... — Enquanto Sara ia sussurrando-me essas palavras com a boca há milímetros da minha, senti suas mãos irem subindo por minhas costas sob a camiseta que eu usava. Sara parecia visivelmente mais desenvolta na situação e menos nervosa do que eu ali. Pelo menos era essa a sensação que eu tinha. _... Então cabe à mim, tentar te tranquilizar.

—Me tranquilizar? — Sorri.

—Exatamente.

A gente riu juntos. Depois já sem rir, eu confessei:

—Eu quero muito você! — Resmunguei roçando meus lábios sobre os delas.

—Quer é?

—Uhum...

Ela sorriu.

E seu sorriso cheio de segundas intenções somado aquelas mãos suaves deslizando pelas minhas costas, fizeram meu nervosismo sumir como por encanto e acender mais ainda o meu desejo de ir em frente e tomar Sara em meus braços pela primeira vez.

Sem proferir mais qualquer palavra, eu anulei a quase inexistente distância que havia entre minha boca e a de Sara, e beijei a minha namorada com toda a vontade que existia e cabia dentro de mim naquele instante. Foi um beijo intenso e apaixonado, que fez meu corpo inteiro se arrepiar. Minha língua explorava com urgência sua boca e a língua dela fazia o mesmo na minha.

Passando meus braços em torno da cintura de Sara após ela largar a minha cintura pra agarrar meu pescoço com seus braços, eu juntei completamente nossos corpos um ao outro enquanto nossas bocas continuavam unidas naquele beijo.

Devagar eu fui fazendo-a caminhar de costas em direção à cama. Poucos instantes depois já estávamos deitados, comigo em cima de Sara.

Eu queria que aquilo fosse pra ela tão perfeito e principalmente, especial, quanto tinha certeza que seria pra mim.

Interrompi nosso beijo quando a necessidade de respirar falou mais alto em mim e em Sara. Então com minha boca passei a dar atenção ao seu pescoço cheiroso, enchendo-o de beijos e ouvindo Sara suspirar por conta disso. Depois foi a vez de seu ombro ganhar minha atenção com beijos. Fiz uma pequena de trilha de beijos que veio descendo de seu ombro, passou pelo colo e seguiu até meu rosto se esconder no vão da blusa regata que ela usava, bem entre o espaço que havia entre seus seios.

Ouvi-a suspirar e deixar escapar um "hum" enquanto suas mãos seguraram minha cabeça e seus dedos se enroscaram em meus cabelos, puxando-os levemente, no momento em que minha língua passeou por sua pele ali. Notei-a arrepiar-se toda com aquilo também.

Então minhas mãos seguraram na barra da blusa de cor preta que minha namorada vestia. Levantando minha cabeça, lancei um rápido olhar à Sara e depois fui devagar levantando a blusa dela expondo primeiro, a barriga lisa da minha namorada onde plantei um beijo, e logo em seguida, apareceram seus seios cobertos por um sutiã da mesma cor da blusa que Sara usava. Ela suspendeu os braços e passei a regata por sobre sua cabeça, livrando-a daquela peça e atirando a blusa no chão.

Vi Sara levemente ficar corada quando lhe encarei após ficar fitando por um breve momento seus seios. Sorri. Ela ficava uma graça envergonhada.

Voltando a me acomodar melhor sobre Sara, eu toquei seus seios por cima da peça íntima que ela usava. Eles pareciam tão perfeito. Cabiam perfeitamente em minhas mãos. Eram do tamanho exato pra mim.

Voltando a nos beijar, eu fui enroscando a ponta dos dedos indicadores em cada alça daquele sutiã e fui descendo-as pelo braço de Sara. E após interromper nosso beijo por mais uma vez, levantei minha namorada só um pouco pra abrir o feiche daquele sutiã. Me enrolei um pouco na tarefa de abrir aquilo, mas na terceira tentativa consegui. E logo, o sutiã já não estava mais em Sara, me proporcionando vislumbrar seus seios e constatar ainda mais o quão perfeitos eles eram. Além de lindos, é claro!

Deslizei minhas mãos por cima deles e poucos instantes depois, já estava sentindo o gosto deles em minha boca e ouvindo Sara suspirar e gemer baixo o meu nome.

Quanto parei de dar atenção aos seus seios, subi meu corpo até estar com o rosto próximo de Sara. E mais uma vez a gente se beijou. Eu já tinha me viciado nos beijos dela. Eram os melhores beijos. O gosto dos lábios dela eram únicos. Realmente viciantes!

—Você é a garota mais especial que eu já conheci, Sara. — Confessei tão logo nossos lábios se separaram.

Pude ver um brilho aparecer em seus olhos por conta das palavras que lhe disse. Ela ia ser pra sempre especial pra mim, mesmo com aquele seu jeito difícil de ser.

Não importa como será o nosso futuro depois que ela voltar pra cidade dela. Se é que a gente terá algum futuro morando longe um do outro. E não importa também se depois de um tempo, à distância fizer Sara esquecer de mim e deixar de gostar de mim. Ou mais, se a minha hóspede insuportável se apaixonar por alguém mais interessante que eu. Ou até mesmo, eu me apaixonar por outra.

Independente do que acontecer, eu nunca me esquecerei dela. Sara vai ter pra sempre um lugar especial no meu coração!

—Eu... Queria poder te dizer algo bonito em retribuição às essas suas palavras, mas... Eu não sou boa nisso... De falar coisas bonitas.

Meus lábios se esticaram num sorriso por suas palavras e por sua timidez ao admitir aquilo. Algo me dizia que deve ter sido difícil pra ela admitir-me isso.

—Eu sei disso. — Àquela sua "dificuldade" era compreensível levando em consideração seu jeito de ser e a personalidade que tinha. Eu a entendia. _E não precisa se incomodar com isso. O que você não consegui dizer com essa boca mal-criada... — Sorri levemente e ela também por isso. _...Você diz com esses olhos lindos.

Ela sorriu mais largamente pelas minhas últimas palavras. Seu sorriso tocou meu coração. Mas de repente, o mesmo sorriso se apagou e ela ficou me olhando de um jeito tão sério.

—O que foi? — Toquei seu rosto.

Será que havia batido o arrependimento nela, e ela queria parar por ali? Se fosse isso, eu estaria em maus lençóis. E teria que tomar um belo banho frio. De novo!

—Eu acho que não mereço um cara tão... Especial como você, Grissom.

Como é? Que papo era esse?

—Não diz besteira!

Foi tudo que eu disse antes de descer meus lábios sobre os dela de forma urgente. Aquele não era o momento pra questioná-la a razão pela qual ela achava aquilo. Em outro momento, sim, com certeza, eu tentaria descobrir isso. Agora, o que eu queria era fazer amor com ela.

Com sua ajuda, no instante seguinte, eu já me livrava da minha camiseta. Assim que me encontrava sem a peça de cima, vi Sara deslizar suas mãos pela extensão do meu peitoral até chegar à minha barriga, que se contraiu mediante ao seu toque. Em seguida, ela já desfazia o lanço do meu short e tentava me livrar dele junto com a cueca enquanto nós tínhamos tornado a nos beijar.

Ao notar sua dificuldade em me livrar das peças, eu me pus de joelhos entre suas pernas e me livrei do short juntamente com a cueca. Depois foi a minha vez de livrá-la do short jeans que ela usava e também da sua calcinha. Engoli à seco ao vê-la deitada na minha cama desprovida de qualquer peça de roupa. Ela era linda! E eu seria o primeiro em sua vida, assim como, ela seria a primeira na minha.

Notei seu olhar bater certeiro na minha ereção que àquela altura já me incomodava dado o meu grau de excitação, e detectei certa nuvem de apreensão quanto ao que ela via. A natureza tinha sido "camarada" demais comigo. E ao ver meu grau de excitação, Sara deve ter ficado preocupada se eu não ia lhe machucar com tudo aquilo.

—Eu não vou te machucar. — Procurei tranquilizá-la enquanto apanhava o preservativo de cima do criado-mudo.

—Tenho certeza que não. — Sara afirmou enquanto me via "vestir" o preservativo.

Tão logo terminei de fazer isso, fui me acomodar sobre ela. O atrito entre nossos quadris quando se roçaram, me arrepiou completamente e pude ver na pele dela que o mesmo lhe ocorreu também.

Fitei por um breve momento seus olhos antes distribuir vários delicados e lentos beijos por todo seu rosto até por fim beijar sua boca, enquanto que instintivamente, segundos depois já começava a me mexer sobre ela sem mesmo ainda estar de dentro dela, me esfregando em Sara e também sentindo-a fazer o mesmo sob mim. Eu precisava estar dentro dela. Meu corpo já pedia por isso. E o dela pelo visto também.

Terminando nosso beijo, eu me ajeitei melhor entre as pernas de Sara. Pude ver a tensão e a apreensão no olhar dela quando posicionei meu membro em sua entrada.

—Prometo que vou devagar. — Murmurei olhando nos olhos dela pra passar confiança à ela.

Apesar de eu ainda estar nervoso, não tanto quanto antes, mas estava. Eu tentava passar tranquilidade pra Sara. Não ia me perdoar se acabasse machucando-a num momento como aquele.

Sara apenas assentiu em resposta ao que lhe disse e posicionou suas mãos sobre meus ombros.

E então, devagar como prometi pra ela, eu fui me insinuando pra dentro dela, sem tirar os olhos de seu rosto e tentando ser o mais cuidadoso e gentil com ela nesse momento. Mas mesmo assim vi sua face se contrair em desconforto, ao mesmo tempo, em que sentia suas mãos me apertarem à medida que ia deslizando cada vez mais pra dentro dela.

Logo, eu já tinha rompido a "barreira" que até então lhe mantinha virgem e me encontrava todo dentro dela. Pude ver um leve desconforto em sua feição naquele momento.

—Tudo bem com você? — Me preocupei em saber murmurando em seu ouvido.

—Sim.

Não fiz qualquer movimento ainda. Resolvi que ia esperar pelo tempo dela, o tempo pra ela se acostumar comigo dentro dela pra só então começar a me mexer. Era ela que mais importava ali. Quando ela estivesse pronta pra eu dar continuidade, assim o faria. E isso aconteceu segundos depois, quando ela mesma me pediu pra me mexer devagar.

Fiz o que ela pediu. E devagar comecei a fazer movimentos lentos em vai-e-vem, sentindo a melhor sensação do mundo ir tomando conta de mim.

A princípio senti o corpo de Sara se retecer um pouco quando comecei os movimentos, mas logo depois já senti minha namorada ir relaxando e se acostumando.

—Eu quero que faça um pouco mais rápido, Gil.

Sussurrando em meu ouvido, ela me pediu isso pouco tempo depois de eu ter começado a me mexer. Eu atendi prontamente seu pedido, que também já era o meu àquela altura e acelerei meus movimentos. E a tendência disso só fez ir numa crescente.

Deus, como aquilo era muito bom! E estar sendo com ela tornava perfeito.

Suas pernas "abraçaram" minha cintura e eu acelerei mais ainda os movimentos, ouvindo bem rente ao meu ouvido, seus gemidos e sua respiração descompassadas. Ao mesmo tempo, em que sentia suas unhas arranjarem minhas costas.

Os músculos internos de Sara começarem a se contrair e me apertarem, assim como, suas pernas em torno de mim também.

—Gil...

Sua voz não passava de um sussurro. Eu sabia, ela já tava chegando ao orgasmo dela e eu tava bem perto do meu.

Então, pouquíssimos segundos depois disso, Sara "veio", chamando com a boca próxima ao meu ouvido, o meu nome em um gemido alto que me deixou louco e me fez acompanhá-la, e chegar ao meu orgasmo no instante seguinte à ela. Chamei seu nome assim como ela havia feito chamando o meu, e por muito pouco, não deixei escapar um: eu te amo! Porque era aquilo que eu sentia naquele momento.

Eu amava àquela insuportável!

Notas finais
Ah, nosso quatro olhos tá amando a insuportável! Que fofo! Nós sabemos bem em quê momento ele dirá esse "Eu te amo" pra ela e já tá perto. O que significa que infelizmente a fic tá chegando ao seu fim :( Um beijo e até o próximo.