A Híbrida-Reneslec
6 Morte
Notas iniciais
P.O.V. Edward.
Acordamos com o grito da camareira.
—O que foi isso?!
Rapidamente nos vestimos e corremos até o quarto.
—O que houve?
—Alguém assassinou os guardas e matou Lorde e Lady Warrick.
—Mas, quem faria isso?!
—Eu não sei, mas foi alguém daqui de dentro.
Eles foram enterrados, velados e colocaram flores nos túmulos deles.
—Eu não me sinto mais segura aqui dentro. E se formos o próximo alvo?
—Mandei colocarem segurança extra no nosso quarto. Agora venha, vamos fazer um filho.
—Não vai dar. Porque eu já estou carregando um.
—Mas, já? Espero que seja um menino.
—Não é. É uma menina.
—Como pode saber?
—Eu sei.
Eu tinha treino de arqueria, ela assistiu ao treino e então pegou um dos arcos, flechas e começou a atirar. Ela atirava e cantava ao mesmo tempo e ainda assim não errava um tiro.
Ela pegou uma espada e começou a lutar com um dos Lordes. Ela o derrubou rapidamente, e colocou a espada na sua garganta.
Ela atirou a espada e acertou no alvo. Então ela saiu andando fez o portão abrir e saiu pelo portão cantando enfurecidamente.
P.O.V. Aleera.
Eu fui para o único lugar que eu conhecia. A minha casa.
Eu consegui abrir o portão e passar, coloquei os guardas para dormir. E fui passando pelos corredores que não haviam mudado nada até chegar á sala do trono.
P.O.V. Carslile.
Dava para ouvir a voz cantando. Se aproximava cada vez mais, então as portas se abriram e Jane tentou atacar, mas a garota continuou em pé. Ela correu para Alec e o abraçou.
—Senti sua falta pai.
—Eu não sou seu pai. Não posso ser seu pai.
—Porque você é vampiro?
Ela tocou o rosto de Alec e os seus olhos se moviam freneticamente como se ele visse algo que ninguém mais podia.
—Acredita agora?
—Como isso é possível?
—Você é um vampiro pai. O impossível não existe.
Eles se abraçaram e ela chorou no ombro dele.
—Alec, o que está acontecendo?
—Eu vou ter uma filha. E Carslile vai ter uma bisneta.
—Eu?
—Eu sou Aleera Cullen Volturi. Nasci em cinco de dezembro de dois mil e dezessete.
—Mas, isso é daqui á cinco séculos!
—Se você diz. Eu não sou boa com números.
—Como você está aqui agora?
Perguntou Marcus.
—Você tá diferente. Ta feliz. A sua mulher ta viva?
—Didime é uma imortal.
—Ela vai ser assassinada. Aro vai matar ela.
—Meu irmão não faria isso.
—Ele vai fazer. Ele é um idiota.
—Eu posso te ouvir minha cara.
—Ainda bem né?
—Eu ouço seu estranho coração e um segundo coração.
—Isso é porque eu to grávida.
—O que você come?
Perguntou Marcus.
—Sangue, comida humana posso sobreviver com os dois. Mas, sangue é o meu preferido.
—Você é a única da sua espécie?
Pergunta Aro.
—Não. Eu tenho a minha mãe e o Nahuel. Existem vários tipos de híbridos na minha época, cada vez mais.
—Porque?
—É a evolução meu filho. Cada geração mais potente do que a anterior.
—Se me permite... somos...
—Parentes? Consanguíneos não. Eu sou parente consanguínea de um de seus filhos adotivos. Ele é o meu avô biológico. Eu tenho que voltar, o meu marido está me esperando.
—E quem se posso saber é o seu marido?
—Edward IV. Rei da Inglaterra. Eu sou filha da minha mãe afinal.
—Eu volto pra visitar vocês papai e tia Jane.
—Não vai ficar para jantar conosco?
—Eu não janto inocentes. Só inimigos.
Ela saiu cantando a mesma música que entrou cantando.
P.O.V. Edward.
Um dos meus guardas a encontrou e a trouxe de volta.
—Onde você estava?!
—Em casa. Visitando meu pai, meu bisavô e minha tia. Eu sei cuidar de mim mesma Edward. Faço isso a um bom tempo.

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