A Híbrida
13 Capítulo final!
Notas iniciais
Bom, enjoy pessoas fantasmas e não fantasmas!
2 semanas depois dos Ramsey comprarem a casa nova.
Nós estávamos muito ansiosos para a luta que está prestes a acontecer. Meu namoro com Embry se aprofundará e isso não é nem um pouco aconchegante.
Agora corríamos pela floresta, eu e Embry na nossa forma humana. Eu pensava em mil coisas, enquanto eu sentia o vento gelado e sombrio bater na minha face, o cheiro bom dos eucaliptos e a neve se afundando enquanto nós corríamos rapidamente.
Chegamos até a clareira cheia de neve. Eu e Embry enlaçamos nossas mãos e eu as fitei. Será que somos um casal bonito como tantos são? Minha mão pálida, delicada e unhas pretas lascadas e a mão de Embry, bronzeada e grotesca.
Logo avistei os Volturi vindo na nossa direção. Todos estavam vestidos com roupas pretas com um capuz cobrindo a cabeça.
Eu vestia roupas parecidas : http://www.polyvore.com/cherllote_luta_contra_os_volturi/set?id=81227036. Olhei para o lider deles, Aro Volturi. Ele, de longe, me parecia tão... inofensivo. Sua pele branca feito pápiro, seus longos cabelos pretos caiam como um manto sobre sua cabeça e seus olhos tinham um tom vermelho leitoso. Quem pudera eu dizer que ele era inofensivo.
- Carlisle. — Aro disse gentilmente. Sua voz ecoava melodicamente por todo o local.
- Aro. — Carlisle deu um passo a frente, com os punhos cerrados. — Eu gostaria de dizer que essa jovem, a Renesmee, ela não é imortal. — Carlisle aumentou seu tom de voz em três oitavos.
Caius, que até agora examinava-me dos pés a cabeça, bufou. — Nós estamos vendo a criança! Não nos faça de burros!
- Ela não é imortal! — Carlisle disse no mesmo tom de voz que Caius. — Bom, pelo menos não totalmente.
- O que quer dizer, caro amigo? — Aro perguntou.
- Vocês podem ver o sangue passando pelas veias em seu rosto. Seus olhos não são vermelhos. São castanho escuro. E além disso, ela não matou nenhum humano até agora.
- Isso é um truque! — Caius berrou. — E se ela não matou nenhum humano agora, como podemos ter certeza de que não matará no futuro?
- Eu tenho a certeza! - Alice saiu das sombras das árvores, andando lentamente com seu jeito de fada, com sua mão esquerda enlaçada na de Jasper.
A boca de Aro se fez em um "O" perfeito. Ele sorriu maleficamente e arregalou os olhos.
- Alice. Que surpresa adorável. — Ele se virou para Marcus e Caius. — Não acham, irmãos?
Eu tinha toda a certeza de que Marcus não achava nada de "adorável", afinal, ele passara tanto tempo perto de Aro que quaisquer coisa não seja mais adorável para a opinião dele.
E já Caius... Bom, ele trincou sua mandíbula e semi-cerrou seus olhos vermelho sangue. Eu pude ouvir murmúrios vindos dos aliados de Aro. Eu não entendi muita coisa, apenas uma frase com muita importância. A estádia na Guarda Volturi.
Alice estendeu sua mão para Aro, que a segurou levemente. Seus olhos ficaram vidrados em um ponto fixo sem importância por alguns segundos. Os segundos se passaram minutos. E eu já estava ficando impaciente.
"O que tem demais nessa visão?" Juntei minha mente com a de Aro e a foi a coisa mais terrível que eu já tinha visto. Era eu.
Eu vestia um vestido preto comprido, mas conforme a posição em que o olhava podia ver imagens diferentes. Estava com um cajado na mão. Ele era de ouro puro. Eu estava em pé, apenas observando o que acontecia ao redor: Pessoas com armaduras gregas brigando, com espadas e escudos; Vampiros e lobisomens arrancando pedaços uns dos outros; Sátiros brigando com Fú... Benevolentes... Um caos.
A visão acabou e eu me senti tonta. Aro olhou para mim e arregalou os olhos. Alice sussurrou algo para ele, coisa que eu compreendi completamente. Não cause a guerra. Os mundo sobrenaturais irão sofrer.
- Irmãos! Vamos embora! — Aro disse para seus aliados que correram em sua velocidade vampírica, até estarmos totalmente sozinhos.
Alguns comemoraram, outros ficaram indignados. "Os Volturi não fazem isso", "Talvez ficaram com medo dos meus bicéps", Largue de ser idiota".
- Cher? — Embry me olhou. Eu assenti com a cabeça. Ele correu até a floresta e pegou um violão. Era de madeira clara na parte da frente e atrás era preto.
Ele se sentou numa das rochas, e começou a tocar uma música que eu reconheci imediatamente: Jason Mraz — 93 Million Miles http://www.youtube.com/watch?v=bcQwIxRcaYs.
93 million miles from the sun
People get ready, get ready
Cause here it comes, it's a light
A beautiful light, over the horizon
Into our eyes
Oh, my, my, how beautiful
Oh, my beautiful mother
She told me, son, in life you're gonna go far
If you do it right, you'll love where you are
Just know, wherever you go
You can always come home
240 thousand miles from the moon
We've come a long way to belong here
To share this view of the night
A glorious night
Over the horizon is another bright sky
Oh, my, my, how beautiful,
Oh, my irrefutable father
He told me, son, sometimes it may seem dark
But the absence of the light is a necessary part
Just know, you're never alone,
You can always come back home
Home
Home
You can always come back
Every road is a slippery slope
But there is always a hand that you can hold on to
Looking deeper through the telescope
You can see that your home's inside of you
Just know, that wherever you go,
No, you're never alone,
You will always get back home
Home
Home
93 million miles from the sun
People get ready, get ready
Cause here it comes, it's a light
A beautiful light, over the horizon
Into our eyes
Depois de ele ter cantado a música, tirou uma caixinha de veludo preto do bolso e a abriu. Um anel, de prata, com dois lobos no centro — que meigo.
- Cherllote Ramsey. — Ele disse — Aceita se casar comigo?
- Sim. — Eu disse e antes que ele pudessem comemorar eu completei — Com todas as células do meu corpo: SIM!
Eu o beijei com desejo. E nesse dia, eu soube que eu seria muito feliz.
Fim
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