A Híbrida

8 Capítulo VIII


Notas iniciais
*Agora, todos os capitulos teram uma musica que representará ele, ok.... aproveitem!

- Como? Quem é você? — Ela perguntou

- Sou Embry. Não quero que você mexa com ela, nunca mais.

Ela bufou e saiu porta afora.

- Tudo bem? — ele perguntou, olhando para mim.

- Sim. — eu disse — Embry? Que tal você ir comigo e com as meninas numa trilha pela floresta? Hein?

- Ótimo. Posso chamar os meninos?

- Aham... — Marcie e Nora concordaram. Embry e eu nos entreolhamos e rimos. — Estão rindo do que?

- Nada. — continuamos rindo, mais e mais. Até que elas tacaram as almofadas na gente. Começamos a brincar de guerra do travesseiro quando meu irmão Danny entra no quarto e observa a bagunça.

— meu irmão Danny.

Ele suspirou fortemente e balançou a cabeça num gesto negativo e olhou seriamente para mim.

- O quê eu faço com você? — ele perguntou

- Me interne num hospício... — eu disse e fiz uma cara malvada.

- Com certeza. — Ele disse e balançou a cabeça. Saiu do quarto com uma cara de desespero.

- Seu irmão é um gato, você sabe disso né? — Nora disse e um segundo depois gemeu. Marcie tinha tacado uma almofada na barriga dela, e ainda por cima, a mais dura.

- Ele é meu! — ela disse, com uma cara brava.

- Seu o caralho, ele é meu irmão, e só meu, suas prostitutas de Las Vegas.

- E se ele namorar a D. Oferecida? — Embry questionou.

- Eu arranco a cabeça dela. — eu disse convencida.

- Fica calma. — Embry afagou meus cabelos. — Bom, vou chamar os meninos. — Ele disse e saiu.

Fomos nos trocar. Eu me vesti básica: http://www.polyvore.com/cherllote/set?id=81859145

Marcie se vestiu de um jeito roqueiro: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=83191783&.locale=pt-br

Já Nora, se vestiu simples: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=83192309&.locale=pt-br

- Meninas? Vamos? — Jared perguntou, já na sala de estar. Todos estavam lá, prontos para a trilha.

- Aonde as crianças vão? — Stefan quis saber.

- Vamos fazer trilha e não somos crianças! — eu disse brava e ofendida.

- De acordo com os meus 1.200 anos, vocês são crianças.

- Urgh. — eu resmunguei e sai porta afora.