A História dos TeMaS
8 Romantismo
Apenas Nate e seus pais souberam que os dois Slepen ainda estavam vivos. A espada Knote, quando penetra em um corpo, espalham-se vírus que se fundem às células tocadas. Isso impede que o indivíduo consiga alcançar sua fonte de poder, consequentemente deixando-o incapaz de utilizar qualquer poder. Os movimentos tornam-se mais limitados e o corpo que o vírus ocupa fica sem expressão de vida. Isso foi sem dúvidas o que iludiu os demais soldados. Essa forma de derrotar inimigos é genial, levando em conta que eles podem ressuscitar depois de um tempo, se forem mortos.
Os soldados de rank mais baixo, no comando de Edfer, já estavam navegando no imenso oceano, em direção a Ilha GoSoM.
– Comandante, quando os soldados de rank mais alto vão pegar seus navios? Estou até agora olhando e eles não chegaram no porto. — Perguntou um soldado que ficava no mastro.
– Não há necessidade de falarmos sobre isso. Se houvesse um ataque surpresa de algumas das famílias poderia abalar um pouco nossa estratégia porque fomos somente preparados para impedor que peguem a relíquia The Throne, não foi preparado uma defesa para receber um ataque inesperado. Eles estão atrasados por conta disso, estão ganhando tempo para que a corte e o rei se preparem para o que pode vir. De qualquer forma, eles virão. — Respondeu Edfer.
Fina guardou sua espada e em seguida reparou em um olhar atencioso vindo da sua direita, retribuiu o olhar, com um leve sorriso no rosto. Nate quase que não acreditava que ela estava o olhando; seu fascínio por ela era imenso, foi neutralizado por seu sorriso e absorvido pela sua destreza. Mesmo tão derretido, Nate não demonstrava em sua feição tudo que sentia, isso evitava-o de ficar patético. Então finalmente disse:
– Você é excelente.
– Obrigada, é muita gentileza sua.
– Bem, devemos ir.
Todos continuaram seu caminho até o porto, para viajarem pelo oceano. Já escurecia enquanto arrumavam tudo para finalmente navegarem.
– Tudo pronto, comandante!
– Muito bom, Note. — Disse Donatale.
Iniciou-se a navegação, muitos dos tripulantes entraram nos cômodos dentro do convés. Don Nate viu Fina distraída olhando o oceano; ele se aproximou, ficou ao lado dela e começou a olhar também.
– Você é muito talentosa, eu fiquei surpreendido com o que você mostrou.
– Eu não sou tudo isso – deu risadas e continuou. – Só cumpri com meu dever.
– Hey, não negue que você é boa. — Ele olhou-a, sorridente. — Fina, eu te acho linda.
– O quê? — Criou um olhar perplexo e e tímido e logo continuou. — Muito obrigada...
– Eu nunca tinha te visto em nosso reino, nem ouvi falar de você.
– Isso prova que não sou conhecida e que não tenho sorte de conhecer pessoas gentis.
– Bem... e-eu estarei aqui sempre que precisar, Fina.
– Obrigada. Vamos entrar? Está ficando frio. — Fina agarrou Don Nate pela mão e o levou para dentro do convés. Estando lá, foram até uma mesa isolada e voltaram a conversar. — É agradável sua presença.
– Eu digo o mesmo Fina. Você é casada?
– Não – ela solta uma gargalhada em tom baixo. — Pareço? Sou a mais pura solteira que já existiu.
– Ah, entendo. Pela sua beleza e seu jeito encantador eu diria que era sim casada.
– Pare, bobo! — Seu rosto avermelhou-se, desviou o olhar e demonstrou timidez. — E você, é casado?
– Não. – Don Nate aproximava seu rosto ao dela lentamente e tocou seus lábios nos dela. As mãos de Fina tocaram seu rosto e o acariciava durante o beijo.
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