A História de Laura Caixão
5 Abdução
Notas iniciais
Com o passar de um pequeno tempo, novos casais de formaram em Belavista: Miguel Solteirus, já chegando à fase idosa, casou-se com Dina Caliente e Don Lotário estava de casamento marcado com Cassandra.
Vladmir e Laura continuavam com sua feliz e pacífica vida. Laura estava na sala de estar da mansão, tocando seu piano. E Vladmir encontrava-se no terraço da casa, novamente bisbilhotando as constelações naquela tão magnífica noite. Alexandre estava brincando com seus amigos em alguma parte do tão grande quintal da mansão. E Cassandra havia saído com o noivo. Os pais da jovem sempre sentiram certa antipatia por Don, pois sabiam que o mesmo era mulherengo e interesseiro, ou seja, só estava se envolvendo com Cassandra para enriquecer às custas do sogro.
Mais tarde, os amigos foram embora e Cassandra retornou para casa exausta, se dirigindo diretamente ao seu quarto, para uma longa noite de sono. Todos, com exceção da filha mais velha de Vladmir e Laura, custaram a pregar o sono, pois aquela noite estava muitíssimo fria.
Após conseguir dormir, o dia amanheceu rapidamente. Laura, como em todas as manhãs, levantou-se tarde e se dirigiu à caixa de correio, à procura de novas correspondências. Para sua surpresa, havia uma, especialmente dirigida à ela, que dizia:
Dona Laura Caixão,
Encontre-me em minha casa hoje à noite. É urgente.
Don Lotário.
– O que será que ele quer?
Laura estremeceu diante do bilhete. O que Don teria de tão importante para falar com ela? Era algo relacionado ao comportamento de sua filha Cassandra? De qualquer jeito, teria que esperar até o fim do dia para saber de que realmente se tratava.
A noite também chegou quase que rapidamente naquele mesmo dia. Laura estava se preparando para ir à casa do genro. Como sempre, usava um de seus vestidos de coloração vermelha, sua cor predileta desde a infância. Tocou a campainha da casa do jovem, esperando ser atendida rapidamente, pois estava extremamente curiosa para saber do que se tratava aquele assunto. A porta foi aberta pouco tempo depois do barulho da campainha percorrer pela casa inteira.
– Dona Laura... A senhora veio! — disse Don, sorrindo para a sogra — Entra.
– O que de tanto importante você quer falar para mim? É algo relacionado à minha filha? — perguntou ela, seriamente, fitando o genro dos pés a cabeça.
Havia uma mulher fazendo faxina naquela casa. Laura reconheceu-a facilmente. Catarina Langerak, a faxineira do bairro.
– Ah... Vamos para o terraço, conversar melhor ao ar livre... — disse ele, olhando rapidamente para Catarina.
Laura assentiu, e os dois subiram rapidamente as escadas, até que se encontraram no pequeno terraço da casa de Don.
– Bom... É o seguinte... — disse Don, olhando fixamente para os olhos da sogra, segurando-a firmemente e agarrando a sogra. Aproximava-se cada vez mais do rosto de Laura, na tentativa de beijá-la. Por ser uma situação inesperada, Laura não pensou duas vezes e lutou contra Don. Depois de tanto esforço, livrou-se dos fortes e musculosos braços do rapaz, porém, logo após conseguir soltar-se, uma enorme luz surgia simplesmente do nada e Laura, ao reparar que a luz surgia do céu, olhou para cima e, surpresa, soltou um berro, pois jamais imaginaria ver o que tinha visto: Um OVNI, aquelas naves espaciais dirigidas por extraterrestres em filmes de suspense ou terror.
A porta da nave, que se situava na parte inferior, abria-se cada vez mais e Laura, de olhos arregalados, era transportada para seu interior, desaparecendo. Após abduzir Laura Caixão, o OVNI partiu para longe.
Notas finais
Então povo, posta review ai =D
Se gostarem, divulguem...
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