A História De Alice Cullen
11 Capitulo 11 – Primeiro contacto
Notas iniciais
Este é curto por isso postei!
Já tinha passado um ano desde que “acordara dos mortos”. Já tinha superado o trauma da morte da família mas de vez em quando ainda me vinha á cabeça a imagem dos mulher a fugir com os filhos atras, esforçava-me para não me lembrar.
Já consegui andar entre os humanos sem me apetecer beber o sangue de todos mas como era esse o nosso alimento tinha de matar um humano de vez em quando mas tentava aguentar o mais possível.
Tinha-me mudado para outro lugar, Ocean Spring’s, era uma terra não muito longe de Biloxi (foi onde acordei), não era bonita mas calma e as pessoas eram bastante simples não acharam estranho uma rapariga se mudar para lá, ao conviver com os humanos sentia um ardor na garganta mas conseguia suportá-lo.
Logo no primeiro dia comecei a simpatizar com as pessoas mas ainda tinha pensar numa história credível para eu estar ali.
- Olá, como te chamas? – Perguntou-me uma rapariga mais ou menos da minha altura (bem eu era pequena), com os cabelos castanhos-claros pelo meio das costas, olhos pretos como dois bocados de carvão, tinha uma voz suave.
Eu atrapalhei-me, pois não tinha pensado nem num sobrenome nem sequer como me ia apresentar, que idade tinha, de onde vinha, essas coisas que as pessoas querem saber.
- Alice. – Respondi brevemente para ela não notar a inquietação na minha voz.
- Alice, quê? – Perguntou com um sorriso encantador.
- Alice… Carter – disse rapidamente para ela não desconfiar – E você?
- Trata-me por tu e chamo-me Micaela Scott – disse alegremente – Vens para aqui morar?
- Por uns tempos. – Respondi.
- Tem sítio onde ficar? – Perguntou.
- Não – disse – existe aqui alguma pensão?
- Não, mas se quiser posso dar-lhe abrigo na minha casa. – Ofereceu.
- Era muito amável da sua parte. – Agradeci – Obrigada.
Ela levou-me para uma casa pequena caiada de branco, ela vivia coma irmã que foi muito amável.
Fiquei naquela cidade por uns bons 3 anos na casa de Micaela, as pessoas não desconfiavam de nada mas estava farta de estar naquela cidade onde nada acontecia.
Assim em 1923 parti despedindo-me daquelas pessoas simpáticas que tão bem me acolheram.
Notas finais
E para todos as flores que têm lido e comentado!
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