Percy precisa encontrar Annabeth. Precisa sobreviver à missão. Ele não sabe se conseguirá. Mas continua com o pensamento positivo. Pensa em Annabeth. Repete a si mesmo: acho que estou indo bem.
Ele sabe que Frank e Hazel estão preocupados. Percy está tão distante, ficando pensativo de repente, como se desaparecesse em outro lugar, em outro mundo, em seu mundo. Só reaparecendo quando quer.
O que ele tanto pensa é em sua história com Annabeth. Diz a si mesmo que ainda não acabou. A tinta da caneta pode acabar, o lápis pode quebrar...mas ele encontrará outro meio de continuar a escrever sua história com ela. A tempestade pode tê-los separado, trazendo tristeza e saudade, mas ele desenhará o sol que trará a alegria e a paz de volta ao casal.
Ele quer que Annabeth saiba que ele está bem. Que ele se lembra dela. Quer que ela o veja. Ele sabe que ela está preocupada. Ela sempre se preocupa tanto com ele. Percy não aguentaria vê-la sofrendo. Mas ele voltará para ela. A lembrança de Annabeth o dá forças em meio a infelicidade de estar longe de casa. Longe de seus amigos. Longe de Annabeth.
Annabeth. O seu nome, sua imagem, suas lembranças...Hera ou Juno, tanto faz, pode ter apagado a memória de Percy. Mas ninguém nunca conseguiria apagar Annabeth. Ela não é só uma memória. É um sentimento. É sua força, sua alegria, seu amor. Ela não está só em sua mente. Está desde os fios de seus cabelos até a ponta de seus pés. Está correndo pelas suas veias. Está no ar que ele respira. Está em seu coração.
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