A História de Laura Caixão
6 Uma Terra Desconhecida
Notas iniciais
Don, com expressão de desespero, correu em direção à mansão dos Caixão, pois só queria ser amante de Laura, com a finalidade de se garantir financeiramente, tendo boladas e boladas de dinheiro. Não queria o mal para a sogra, pelo menos, não era o que aparentava. A pessoa que havia atendido a porta era Cassandra, que havia acabado de chegar à mansão.
– Cassandra, a sua mãe esteve lá em casa, eu queria falar com ela sobre o nosso casamento e... De repente, um ÓVNI, aquelas naves de alienígenas que geralmente só aparecem em filmes, levou ela embora. — dizia, esperando de todo o coração que a noiva acreditasse nele naquele momento.
– Não entendo o que você está dizendo, Don. É mais uma daquelas suas brincadeiras de mau gosto? — perguntava Cassandra, fitando Don seriamente.
– Eu estou falando sério. Seu pai deve saber sobre eles... Ele vive naquele telescópio. – lembrou Don, subindo rapidamente as escadas, correndo até o terraço da mansão da família Caixão.
E disse tudo ao sogro, palavra por palavra, tintim por tintim. Vladmir, seriamente, acreditou completamente em tudo o que o genro disse, pois havia tido absoluta certeza de que havia realmente visto um OVNI saindo de Belavista durante aquela noite. A tragédia foi anunciada para toda a família: Laura Caixão havia desaparecido. Seria eternamente?
...
De manhã, quando Laura Caixão acordou subitamente, depois de muito tempo inconsciente, lembrava-se que estava em algo que jamais imaginaria que existisse em toda a sua vida. Um OVNI. Para ela tudo era apenas ficção, porém, estava convivendo com tal coisa naquele momento. Levantou-se subitamente e percorreu pelos corredores circulares da misteriosa nave.
Era um lugar com poucas luzes, porém, fortes o suficiente para que o caminho de saída, ou pelo menos o que Laura achasse que era a saíde, fosse mostrado para a mulher. As paredes possuíam uma coloração azul escura.
Não lembrava-se de absolutamente nada, pois, ao ser abduzida, perdeu completamente a memória. Percorria por mais um dos longos corredores, quando, repentinamente, a nave realizava uma longa curva, jogando Laura na parede, fazendo com que a mulher batesse a cabeça ali, recordando-se de tudo que havia vivenciado ao lado de Vladmir e de todos os outros.
Depois de tanta caminhada que era, obviamente, em círculo, avistou uma enorme porta, que ligava a outro local da nave. Supostamente a sala de comando. Havia um ser controlando a nave. Utilizava vestimentas brancas do pescoço aos pés. Laura aproximou-se cautelosamente do sujeito. No momento em que esta estava próxima o suficiente da figura, este girou a cadeira, revelando-se um ser humanoide, com pele verde e olhos completamente negros.
Laura soltou um berro e o alienígena, repentinamente, caiu no chão e se contorcia cada vez mais, deixando a nave sem absolutamente nenhum piloto. Devido à isso, o OVNI, descontrolado, caiu, em pedaços, em uma cidade completamente desértica.
Laura, mancando, saía rapidamente da nave, percorrendo os corredores, desesperadamente à procura da saíde da nave, quando finalmente se recordou de que havia sido abduzida pela parte debaixo da mesma.
– É aqui! Finalmente achei. — Encontrando a sala central, coincidentemente, havia uma abertura, pois, ao cair e sofrer o impacto da queda no solo, a porta havia se quebrado por completo, permitindo assim que Laura, mancando, pulasse rapidamente pela abertura circular.
Olhou para trás, certificando-se de que o alienígena não a estivesse perseguindo e, sem rumo, percorreu pelo deserto. O OVNI havia caído em um morro extremamente alto, provavelmente o mais alto de toda aquela cidade. Mancando, se esforçando por completo, Laura conseguiu descer o morro e chegou à uma vazia estrada.
Notas finais
Façam um autor feliz.
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