A História De Uma Espada É Escrita Com Sangue
3 Fúria dos Ventos - Yasuo
Notas iniciais
Olá! Estou aqui de novo com um capítulo de narração do Yasuo... E uma decisão que vai mudar totalmente a vida dele...
Da janela de onde eu podia observar a batalha, via inúmeros guerreiros correndo para os pátios mais abaixo. Homens gritavam ordens e demais coisas que mal podia entender. O Ancião continuava calado, meditando. Em uma das direções, podia ver o brilho alaranjado do fogo, algo estava sendo incendiado, para os lados da cidade. Os homens da muralha estavam fazendo o melhor trabalho possível, jogando óleo fervente em quem estivesse próximos demais das paredes, e também várias pedras, esmagando arietes e derretendo armaduras.
Era entediante poder observar tudo da janela e não participar da batalha. E também era entediante ter que esperar por ação. Nenhum assassino tinha chegado até ali por enquanto, e nada parecia poder passar pelos sete pátios. Todos os guerreiros estavam fazendo um excelente trabalho, protegendo Ionia com a própria vida. Até que ouvi alguns gritos abafados vindos de fora.– Precisamos de reforços! Uma unidade noxiana está massacrando nossos guerreiros! Não há quem consiga derrotá-los.Hesitei em abrir a porta e descer escadaria abaixo para dar conta de todos. Não podia deixar meu posto, mas se não ajudasse, morreria encurralado dentro de uma sala. O Ancião não esboçava nenhum tipo de medo ou ansiedade, parecia sereno e calmo diante de todo aquele desastre. Minha curiosidade ainda disse mais alto. Abri a porta do quarto e procurei pelos guardas.– Amigo, tem alguma informação do que está acontecendo? — Disse para o soldado bem armado. Ele olhou para mim com olhos assustados e disse com uma voz tremula. — Os inimigos estão destruindo a cidade. Não apenas com aço, mas com monstros deformados, armas químicas e explosivos. É o nosso fim.Fiquei nervoso diante das palavras dele. Era tão grande a crueldade de Noxus, que não se importava apenas em vencer, mas em massacrar e sentir prazer na dor dos Ionianos. Um sentimento de fúria e de ódio tomou meu corpo. Eles sentiriam a fúria dos ventos.De repente, um mensageiro chegou, ofegante pela corrida.– Precisamos de mais homens. Os guerreiros não estão dando conta, há um homem de duas vezes nosso tamanho no terceiro pátio, não conseguimos detê-lo. Por favor, ajude-nos...Então os guardas desceram, com lágrimas nos olhos e com as mãos trêmulas em suas espadas. Senti pena deles, por não terem chance nenhuma. E eu, que talvez poderia colocar um fim a isso, não podia nem tentar.Após alguns minutos, tomei uma decisão. Combateria a covardia com aço.
Notas finais
Espero que tenham gostado! E não esqueçam de compartilhar com os amiguinhos.
Um abraço e até mais!
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