A História De Alice Cullen
9 Capitulo 9 – Adeus humanidade!
Notas iniciais
P.O.V Narrador
Nessa noite, enquanto Alice mergulhava no maravilhoso mundo dos sonhos, no pátio onde ela passeava mais Marcus encontrava-se o mesmo mais James numa discussão acesa.
- Deixa a Alice em paz… — gritava Marcus para James – Vai procurar outra presa.
- Mas outra presa não tem um vampiro a protege-la – dizia James, rindo baixinho.
- Deixa-a em paz… deixa-nos em paz ou vais arrepender-te – ameaçava Marcus.
- Espera ai, “deixa-nos”? – James riu alto – Agora falas no plural? Que fofo!
- Já te disse, vai procurar outra presa ou vais-te arrepender… — ameaçou novamente Marcus.
James começava a perder a paciência e não tardava a envolverem-se numa luta, mas por surpresa voltou costa e foi embora.
- Amanhã ela não cá estará para contar a história. – murmurou James para si mesmo.
Pensando que não, Marcus percebeu perfeitamente. Ouvindo-o dizer tal coisa correu para o quarto e tirou do roupeiro uma gabardine correu para a sala dos enfermeiros.
- Evelyn, substituis-me no meu turno? Preciso de sair. – Perguntou Marcus para uma moça nova de cabelo curto e voz nasalada.
- Claro, não há problema.
- Obrigada. – agradeceu Marcus saindo.
Correu para o quarto de Alice e abriu a porta, aproximou-se da cama e pôs a mão em volta da boca de Alice, esta sobressaltou-se com a apele fria contra a boca e gemeu.
- Chiu… — Marcus mandou Alice calar espetando o indicador á frente da boca – Vamos, veste isto. – Marcus levantou Alice da cama e deu-lhe a gabardine.
Alice vestiu-a mas não se mexeu.
- Anda, lá Alice, eu vou tirar-te daqui.
Ao ouvir isto, Alice reagiu e seguiu Marcus até a porta que dava para o pátio, estava escuro, Alice não via nada e tropeçou.
- Ai… — Alice gemeu.
Para grande azar o deles James estava no pátio e ouviu Alice cair e pôs-se alerta até sentir o cheiro do sangue de Alice.
- Alice magoaste-te? – perguntou Marcus preocupado.
- Não, estou bem. – respondeu Alice levantando-se do chão.
- Anda… — Marcus puxou Alice para cima das suas costas e começou a correr mas a velocidade normal para não a assustar.
Marcus estava preocupado, já tinham saído do terreno do sanatório e sentia James atras deles.
- Segura-te… — murmurou para Alice e começou a correr a velocidade vampírica.
James fez o mesmo sem se preocupar com não fazer barulho.
Marcus despistou James e entrou num beco escuro, numa rua que Alice não conhecia.
- Tu és um… V… — Alice estava demasiado surpresa para conseguir dizer a palavra e para falar sem tremer.
- Não há tempo para grandes explicações – disse Marcus – James é um vampiro como eu, ele está a perseguir-te para te matar, a única maneira de te manter viva é transformando-te.
- O quê? Porque ele está-me perseguindo? E o que é isso de transformação? – Perguntou Alice de desenfiada.
- Vais perceber daqui a uns dias… — Marcus respondeu de uma maneira incompleta.
Virou o pescoço de Alice e fincou-lhe os dentes. Alice imitiu um gemido agudo e caiu no chão com convulsões, o corpo ardia-lhe e sentia fogo em cada uma das partes do seu frágil corpo, os traços finos do seu rosto desenhavam caretas horrendas e não conseguia parar de se contorcer e gemer alto. Marcus tirou da gabardine que Alice ainda tinha vestida o fio de ouro que tinha tirado das coisas de Alice pô-lo no pescoço dela.
- Que fizeste á minha presa? – James perguntou com a voz áspera, tinha seguido o som dos gemidos e tinha os descoberto.
- Transformei-a. – respondeu sem rodeios – Assim não a podes matar…
- Seu… — notava-se a fúria de James nas palavras e sem Marcus esperar saltou-lhe em cima e começaram a lutar.
- Vais pagar…
- Pagava até com a minha vida porque amo a Alice do fundo do coração. – atalhou Marcus – esse sentimento nunca vais sentir porque és frio até mesmo para um vampiro és gelado sem sentimentos.
- Pagavas com a vida? – James perguntou repetindo as palavras de Marcus com uma nota de humor na voz.
- Foi isso que ouviste…
- Não o devias ter dito…
De um só movimento James arrancou o braço direito de Marcus e depois o esquerdo, Marcus gritava de dor e Alice assisti a tudo com vontade de se levantar e ir defender quem mais gostava mas não se consegui mover.
James ditou o fim de arrancou-lhe a cabeça de uma só vez, pegou no isqueiro que traia no bolso e pôs fogo ao corpo agora desmembrado.
Alice gritou com as únicas forças que ainda lhe restavam antes de desmaiar.
James chegou-se ao corpo de Alice e murmurou:
- Vais ser a única presa que alguma vez me escapou e não te vais lembrar disso… — James pô-la numa espécie de sela escura, ela não se iria lembrar de nada do que acontecera para trás na sua vida assim que acorda-se.
James apagou o fogo que ardia em torno de Marcus agora transformado em cinzas e deixou Alice a merce do destino.
Notas finais
Bj a todas as minhas leitoras amadas.
Fale com o autor